Gift Of Destiny! Illusory Freedom!

13 Capítulo 12 PDV James / Isabella / Edward.


Notas iniciais
Boa madrugada travessas! Passando rapidinho para só para deixar o capitulo para vocês! Desde já agradeço a Kiki por ter betado! Bem vamos a leitura!

Pdv James

Estava vendo tudo vermelho!

Que fedelha filha de uma mãe! Uma riquinha mimada, que com toda certeza estava acostumada a todos fazerem seus gostos, mas agora seria diferente, essa ninfeta de uma figa iria aprender direitinho a andar na linha comigo.

Havia me esnobado todo o jantar e ainda se portava desta forma arrogante. Seu olhar não deixava duvidas de que nada seria fácil. Poderia até ser engraçado se não fosse trágico. Meu pai queria essa aliança e ele a teria, ah ele teria! Ela estava pronta para fugir, podia ver na forma que olhava de esguelha para sua mãe.

— Vamos ao nosso passeio? — Lhe dei meu melhor sorriso, quem sabe assim ela amolecesse esse seu olhar duro.

— Que droga de passeio?— Seria um páreo duro, Isabella não baixou a guarda. — Você é surdo ou o quê?

— Vamos?— Ignorei seu mau humor e mesmo com seu olhar assassino sustentei sua mão firmemente.

— Solte-me seu idiota!— Ela tinha força, mas estava indo por um caminho perigoso me empurrando desta forma. Respirei fundo tentando me acalmar. Olhei disfarçadamente e papai nos observava igualmente como Renée que imediatamente se aproximou.

— Algum problema Isabella. — Seu olhar vagava de mim a Isabella, deixando claro sua advertência.

— Nenhum problema Senhora Renée. — Adiantei-me, não queria uma cena na frente de todos.

— Que bom que estão se entendendo James.

No momento que meu nome foi pronunciado vi a surpresa no semblante de Isabella, tentei mais uma vez segurar-lhe a mão, mas ela a puxou novamente, já estava ficando sem paciência, o que essa filha de uma mãe estava pensando?

— Vamos nos entender. — Afirmei sorrindo gentilmente para minha sogra. Sim, sogra, e minha noiva, afinal era isso que Isabella era só faltava o simples detalhe de oficializa essa decisão.

— Vai sonhando!— Sua ira era evidente, tentou se afastar, mas foi impedida por sua mãe, trocaram algumas farpas, antes de tentar escapulir novamente, mas Renée não permitiu e com muito mau gosto Isabella acompanhou sua mãe ate o escritório de Charlie.

Não seria um relacionamento fácil, não, não seria, mas eu estava me fudendo pra isso. Com o tempo Isabella iria aprender direitinha a ler por minha cartilha, afinal ela não tinha escolha, teria que se dobra por bem, ou eu, ha faria se dobra... De uma forma ou de outra.

Esse jantar só fora organizado para anunciar esse noivado, os tramite legais de nosso casamento já estava concluído, agora era só informar a data, juro que pensei que seria mais fácil, afinal ela não passa de uma mimadinha, estava até disposto a conquistá-la e dar-lhe o tempo necessário para escolher uma data e organizar o casamento como bem quisesse, mas, pelo visto as coisas não sairiam como o planejado. Mas pouco me importava, faria tudo ao meu tempo.

Sem esperar mais para ver se a conversa com Renée surtiria algum efeito e pela demora que estavam, resolvi agir por conta própria e mostra de uma vez por toda com quem ela iria se casar.

— Gostaria de falar com Isabella um minuto Senhora Renée seria possível?— Ser gentil com minha sogra não me custaria nada, afinal à mesma era sempre simpática comigo. Olhei Isabella, e se não estive tão disposto a seguir em frente, seu olhar gélido e assassino teria me assustado. Ela não sabia mesmo com quem estava lidando. Que tola.

— Vou deixá-los a sós. — Enviou a filha um olhar de alerta, dava ate vontade de rir. — Comportem-se.

— Saiba que não estou de acordo com essa merda de noivado. — Disparou, era impressão minha ou ela estava tremendo, será que tinha tanto medo assim de mim? — Eu não aceito...

E a quem importava?

— Não importa que aceite ou não, a palavra do seu pai já foi dada e a partir de hoje à noite estaremos noivos e em breve estaremos nos casando.

À medida que tinha o conhecimento de minhas palavras seu rosto ficava em chamas de raiva... Como seria divertido nosso casamento.

— VÁ A MERDA! SEU BOSTA EU NÃO VOU ME CASAR COM VOCÊ PORRA NENHUMA TÁ SURDO OU O QUÊ?

Isabella estava pedindo, estava me empurrando além do permitido.

— Veja como fala. — Resolvi alertá-la. — Primeiro, a surda aqui é você...

À medida que avançava em sua direção a mimadinha recuava, e seu rosto ganhava nuances de vermelho. Estava uma delicia! Deveria ser um pecado, sim, um pecado ser tão gostosa. Meu amigo lá em baixo dava sinais de vida.

— Porque você querendo ou não, aceitando ou não, já estamos noivos e oficializar essa porra é um simples detalhe.

Meu sorriso se ampliou ao imaginar como seria nossa rotina, alias que rotina? Com Isabella nada seria rotina, seria um jogo deliciosamente divertido.

— E sim, nos casaremos o mais rápido possível...

Estávamos a uma distancia mínima, mais dois passos e estaríamos nariz a nariz. Vaguei meu olhar por seu corpo, enquanto lhe mantinha informada de que sua recusa não resultaria em absolutamente nada. Porra! Isabella havia se tornado uma bela mulher, raivosa, mais bela e gostosa pra caralho.

Com os punhos fechado encarava-me, será que estava pensando em me bater? Seria até engraçado ver a tentativa.

—NÃO VOU NÃO! — Vociferou. Percebi seu olhar de pânico quando esbarrou contra a parede. — VOCÊ PODE SER UM MELACUECA QUE FAZ TUDO QUE O MERDA DO PAPAI QUER, MAS EU NÃO...

Era a porra de uma garota insolente, mas infernos eu a desejava e não conseguia controlar a vontade de provar de seus lábios. E o desejo falou mais alto, quando me vi já estava sobre a garota lutando para inserir minha língua em sua boca.

Isabella empurrava-me tentando inutilmente me afastar. Ela não percebia que não seria páreo para mim? Que sua luta só me excitava ainda mais? Tentei me pressionar mais de encontro ao seu corpo para que fosse capaz de sentir minha forte ereção. De repente Isabella parou de lutar embora mante-se seus dentes entre serrados.

— O que foi? — Afastei-me para ter uma bela visão de seu rosto enquanto me esfregava nela mantendo-a presa contra a parede. — Não sabe beijar ainda querida, não se preocupe teremos tempo— Sorrir quando senti que tremia. — Vou lhe ensinar tudo direitinho.

Caralho iria terminar gozando em minhas calças, já imaginava como seria quando estivesse enterrado em sua deliciosa boceta. Isabella iria me levar ao inferno. Mas inferno se me importava com isso.

— O que foi gatinha o gato comeu a sua língua? — Minhas mãos coçavam para percorrer seu corpo. — Ah, gosto mais de gatinha arrisca.

Queria que ela lutasse comigo, tornaria tudo mais excitante, domá-la. Inferno tudo com Isabella seria excitante. Voltei a fitar seus lábios já imaginando meu membro sendo sugado por aquela boquinha deliciosa.

Mordi seu queixo e distribuir beijos por seu rosto antes de voltar toda minha atenção a seus lábios, deliciosos lábios...

— Que porra!— Gritei afastando-me de Isabella. — Que merda garota!— Olhei com nojo pra minha camisa que estava toda suja com seu vomito. — Isso é o que da por beber, saiba que não vou permitir...

Parei de falar ao perceber que Isabella não estava em seus melhores dias, ainda se encontrava pálida e segurava-se firmemente agora contra a mesa de seu pai.

— O que você tem?— Tentei lhe segurar, mas ela se esquivou.

— Seu fedor me da nojo.— Sussurrou entre dentes.— Seu fedorento de uma figa se afaste de mim e nunca mais se atreva a me tocar ou corto suas malditas mãos seu filho de uma puta.

Mesmo pálida e visivelmente mal Isabella seguia se afastando de mim, a cada passo que dava ela andava ao redor da mesa.

— Deixe-me lhe ajudar o que você tem garota?— Insisti sem paciência.

— Já disse... — Tragou por ar, parecia que iria cair a qualquer momento. — Se afaste ou...

Antes que pudesse entender Isabella tombou ao lado da mesa voltando a esvaziar seu estomago. No mesmo instante que a porta se abria e entrava por ela sua governanta acompanhada por um Homem que se não me falha a memória era o segurança ou motorista da garota.

— Isabella... — A mulher parou de falar antes de correr de encontro a ela. — Santo Deus filha o que aconteceu?

— Tire-me daqui Anna, por favor, tire-me daqui. — Choramingou se agarrando a mulher.

— Paul ajude-me. — Se dirigiu a governanta ao Homem que entrara com ela. — O que sente filha?

— Não sei Anna, tudo gira...

— Isabella está embriagada. — Disse o obvio será que ninguém percebia. — Não quero que a toque. —Adverti quando o Homem se aproximou. — Deixe que eu me encarrego dela, saiam os dois.— Os dois não se moveram. — Estou falando uma língua que não entende? Acaso não me escutaram?

— Vá à merda seu Idiota. — Cuspiu as palavras Isabella.

— Olha como fala sua garota mimada. — Dei um passo em sua direção e o tal do Paul ficou em minha frente. — Saia!_ Ordenei.

— Senhorita Isabella?— Indagou o sujeito sem deixar de me encarar, o que diabos estava acontecendo aqui?

— Paul mantenha-o afastado de mim, por favor. — Choramingou. — Ajude-me a subir Anna.

Tentei me aproximar e para meu espanto o mal encarado do Paul deu um passo em minha direção.

— Você sabe que vai perder a merda de seu emprego, não sabe?— Indaguei encarando o sujeito. — Saia de minha frente.

— Você acha que essa sua ameaça de merda me mete medo? — Sua voz era fria. — Estou aqui para proteger a senhorita Isabella, e acredite a protegerei a qualquer custo.

PDV Isabella

Anna me ajudou a sair do maldito escritório de papai. Céus, todo continuava girando.

— O que você tem menina?— Sua voz era de preocupação.

— Acho quer a taça de vinho realmente me fez mal, pois minha cabeça dói e meu estomago esta revirando. — Coloquei a mão na boca no intuito de parar a vontade de vomitar. — Anna preciso chegar a um banheiro logo. — Sussurrei.

Como tudo que acontece comigo tem que piorá sempre, no meio do caminho encontrei com minha mãe.

— Onde está o James? Céus! O que você tem Isabella esta verde menina.

— Eu... — Juro que não foi de propósito, mas não consegui segurar e se minha mãe não fosse rápida o suficiente teria perdido o lindo vestido.

— A menina não está se sentindo bem senhora Renée. — Disse Anna apresada me guiando para a escada.

— Ei! Onde vai?— Indagou minha mãe.

— Vou levar Isabella ao seu quarto senhora.

— Não! — Olhei abismada para minha mãe. — Todos os convidados irão vê-la desta forma, leve-a para o seu quarto Anna, quando ela estive se sentindo melhor ela vai para o quarto dela.

— Mais... — Anna iria argumentar, mas eu realmente estava me lixando pra onde estaria indo, só queria sumir dali.

— Seu quarto está ótimo Anna. — Choraminguei. — Só quero lavar a boca e me deitar um pouco.

— Quando se recupera volte a sala. — Disse-me olhando aos lados. — Leve-a e peça para alguém limpar... — Olhou para direção do escritório. — Santo Deus! O que aconteceu com você James.

— Anna por Deus me tire logo daqui. — Pedi forçando-a a andar.

Saia deixando minha mãe toda preocupada com o fedorento do James! Caraca como uma pessoa fede tanto?

Quando entramos na cozinha já sentia-me um pouco melhor, sentei-me em uma das cadeiras enquanto Anna ficava a minha frente, seu olhar estava bastante inquisidor e preocupado.

— Diga menina o que realmente sente?— Indagou alisando meu rosto. — Você ainda está pálida.

— Eu não sei, juro que não sei. — Mordi os lábios. — Eu bebi uma taça de vinho, mas juro que o fedor daquele James me fez vomitar!

— Fale serio menina. — Ela tentava esconder o sorriso, mas ele estava lá. — O que sentiu?

— Eu estava bem, ai tomei o vinho, estava tentando escapulir para meu quarto quando mamãe me levou ao escritório depois chegou aquele chato que tentou me beijar meu estomago começou a ficar embrulhado, quando vi não estava aguentando mais. — Levei a mão a boca. — Preciso escovar os dente e tirar esse gosto ruim de minha boca.

Anna correu e pediu a um dos empregados que fosse ate meu quarto, em pouco tempo estava com a boca limpa e uma idéia pairava em minha cabeça. Eu só precisaria tirar essa roupa e pegar uma mochila com algumas mudas de roupa e sairia sem ser percebida.

Mas antes que pudesse agir minha mãe entrou na cozinha, poderia jurar que saia fumaça por seus ouvidos e nariz. Serio que estava!

— Isabella não me venha com esse seu teatrinho, pois hoje com sua presença ou não seu noivado será anunciado pelo James.

— COMO É QUE É?— Fiquei de pé em um salto. — UMA MERDA... AI!— Levei um tapa que com toda certeza meu rosto ficaria marcado.

— Suba imediatamente para o seu quarto Isabella. — Seu olhar estava injetados de ódio.

Sai em disparada sem me importar com quem pudessem ver. Entrei em meu quarto batendo a porta sem perceber que minha mãe havia me seguido.

PDV Eduardo

Hoje era um daqueles dias infernal e intermináveis, reunião com dois fornecedores, e uma terrível dor de cabeça.

— Edward, estamos com sérios problemas na segurança. — Disse Jasper ao entrar na sala de reuniões. — Serio, cara fomos roubados mais uma vez, e o rapaz que está no lugar do Lahote não tem a mínima idéia de como agir.

— O que foi desta vez?— Indaguei esfregando a têmpora.

— Dois hospede saíram sem pagar...

— Jasper você é pago para resolver essas coisas...

— É difícil pra mim quando nosso melhor chefe de segurança não esta aqui para me ajudar a monitorar tudo.

— Jasper... — Meu celular vibrou chamando minha atenção, vi que se tratava de Paul Lahote.— Um minuto Jasper.

Afastando-me da mesa fiz sinal para que Jasper se sentasse já que continuava em pé e caminhei para me servir de uma água mineral.

— Senhor Cullen desculpe lhe ligar a essa hora, mas precisava urgentemente falar com o senhor. — Sua voz estava agitada.

— Aconteceu alguma coisa com Isabella?— Meu coração parecia que sairia pela boca a espera de sua resposta. — Isabella está bem?

— Sim e não. — Disse ele e escutei ao longe alguém o chamando. — O senhor poderia autoriza seu jato vim nos pegar?

— Isabella está bem?

— Mais ou menos.

— Seja claro Lahote. — Paciência nunca fora meu forte e nesse momento me faltava completamente.

— Ela vai lhe explicar quando chegar ai, ela precisa sair dessa casa senhor o quanto antes. — Sentir meu corpo estremecer. — Só me avise quando estiver liberado para que possamos ir. — Escutei-o sendo chamado. — Senhor preciso desligar.

— Só me diga se Isabella estar bem. — Senti meu corpo estremecer.

— Não senhor, senhorita Isabella não estar bem ela precisa do senhor. — Suspirou. — E eu fui demitido.

Sem dizer mais nada desligou deixando-me no escuro. Isabella não estava bem, estava precisando de mim. Santo Deus o que estava acontecendo com minha Isabella?

— Edward o que aconteceu?— Indagou Jaspe trazendo-me a realidade. — Você está pálido.

— Jaspe peça para que preparem o jato. — Falei já correndo. — Preciso imediatamente!

— Mais...

— AGORA JASPER! AGORA!

Sai esbarrado nas pessoas que por ventura não se afastavam do caminho. Deus que nada demais estivesse acontecendo com minha menina. Sentia meu coração sendo esmagado só de pensar em ela sendo machucada ou algo parecido.

PDV Isabella

—Não!— Gritei pelo que parecia a milésima vez. — Não vou compactuar com nada disso, eu não vou aceitar ser oferecida desta forma.

Renée continuava tentando me convencer a aceitar essa merda toda, mas eu não aceitaria nunca! Nunquinha mesmo.

— Não adianta dizer nada Isabella...

— Em que séculos estamos? Onde já se viu, querer me obrigar a casar com aquele mela cuecas.

— Isabella acredite James é o melhor para você querida, ele é jovem feito você não tem do que ter medo...

Tive uma crise de riso... E logo comecei a chorar.

— O que você tem garota?— Renée olhou inquisitivamente.

— Eu não vou... E juro que fujo se continuar com essa conversar.

Vi Renée bufar e caminha em minha direção, parando a centímetros de mim.

—Quem você pensa que é para colocar tudo a perder... James é um excelente partido...

— Então fique com ele...

Saiu sem pensar, mas a tapa que levei fez-me girar e cai na cama. Olhei para Renée que estava furiosa e partiu pra cima de mim.

— Renée. — Meu pai entrou em meu quarto. — Pare de bater na menina. — E com muita dificuldade consegui tira-la de cima de mim.

Para continuar lendo! Vamos ao link:

http://marymasen.no.comunidades.net/index.php?pagina=1016684852_13

Notas finais
Boa Madrugada! Primeiramente quero me desculpar por não está atualizando as demais fics, acreditem não é má vontade é falta de tempo! Há algum tempo que precisei me afastar desse mundo virtual maravilhoso e sempre senti uma falta enorme. Estou voltando... Aos poucos, como falei que voltaria, no momento estou dedicando meu tempo livre _ que não é tão grande assim_ para atualizar Gift Of Destiny! Illusory Freedom! Prefiro me focar em apenas uma para poder concluí-la, e assim em seguida fazer o mesmo processo com as demais! Acredite adoraria está com tempo suficiente para dedica-me a todas fanfic, como antigamente, mas, infelizmente nem tudo é como desejamos! Mas sei que vocês compreendem. Agora vamos ao capítulo! O que acharam?? Deixe-me saber de tudo!!! Grande beijo nos corações travessos!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.