Gift Of Destiny! Illusory Freedom!

11 Capítulo 10 _ Pdv Isabella.


Notas iniciais
Boa Tarde?!
Vamos a mais um capítulo fresquinho?
Esse foi betão por Naira -> Obrigada flor! ♥
Dedico esse capítulo a toda as travessas que comentaram no ultimo post!
Bjs e boa Leitura!
Quinta _ 22/11/2012

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Pdv Isabella.

Meu final de semana fora perfeito! Não tinha palavra que pudesse defini-lo melhor. OMG! Meu coraçãozinho ainda batia acelerando, que despedida calorosa foi aquela no banho? Meu rosto ainda estava em brasa. Mas não vou negar que amei tudo. Até suas palavras sem sentindo. (Risinhos bobos)

E para iluminar minha manhã de segunda feira, ganhei um delicioso beijo de despedida do ogro, quando o deixei no aeroporto. Sim, ele recusou as caronas oferecidas pelos pais e irmão e foi comigo. Não preciso dizer que ainda estava boba. Sério. Meu ogro estava me deixando de pernas bambas, com essa sua fase de garoto bom.

Com um sorriso bobo no rosto, fechei os olhos deixando que as lembranças de nossa despedida me invadissem.

— Senhorita Isabella?— Escutava uma voz bem distante. — Senhorita Isabella?­ — Uma vez mais, alguém me chamava e sem muita vontade abri os olhos e o troglodita me olhava pelo retrovisor. — Chegamos.

Olhei sem entender e vi que estávamos em frente a minha residência. Acho que terminei adormecendo. Olhei para o meu segurançamotorista e sorri em agradecimento. Até que ele estava menos assustador agora. Bem, ele foi até legal durante o final de semana.

Esse pensamento me fez lembrar que depois da conversa dele por telefone com minha mãe, não o tinha visto mais. Onde será que ele estava? Deveria perguntar? Antes de abrir a porta o fitei.

— Onde você esteve durante todo final de semana?— Ele arqueou uma sobrancelha e por um momento pensei que não teria uma resposta.

— O Sr. Cullen me deu os dois dias de folga. — Baixou o olhar, era impressão minha ou ele estava constrangido?

— Ok! É... obrigada por tudo?— Sorri amarelo.

— Não precisa me agradecer nada, só segui ordens. — Disse. Era impressão minha ou tinha um sorriso mal disfarçado?

— Mesmo assim, obrigada.

Caminhei em direção à entrada de casa, mas paro quando escuto vozes. Estranho. Em uma manhã de segunda feira, nunca tem gente em casa, meu pai há essa hora já estava na empresa e minha mãe... Bem, ela sempre arruma uma desculpa para estar sempre fora de casa. O que torna tudo muito estranho ao constatar que as vozes vêm da sala e são justamente meus pais.

— Que bom que chegou filha. — Diz meu velho quando me vê. — Venha até aqui.

Corro em sua direção, estou tão feliz pelo final de semana maravilhoso que tive que nem ligo a cara de poucos amigos de minha mãe e seu olhar especulativo sobre mim.

— Paizinho— Pulo no colo dele o fazendo sorrir. — Ainda em casa?

— Trabalharei em casa hoje. — Responde sorrindo, mas noto que há algo errado quando ele cruza o olhar com minha mãe.

— Aconteceu alguma coisa?— Então olho atentamente o semblante de meu pai, está muito cansado. — O senhor está bem paizinho?

— Estou sim, seu velho só precisa tirar uns dias de folga. — Sorriu melancolicamente. — Ordenes médicas.

Meu coração dá um baque e por uns minutos fico olhando dele para minha mãe. Ela às vezes é chata, mas acho que isso é coisa de mães. Não é? E meu pai embora seja sempre ausente por conta da empresa é meu pai e não quero que nada de mal aconteça com ele. E olhando para minha mãe percebo que está realmente preocupada com ele.

— O que aconteceu?— Pergunto direto a ele.

— Você não deveria estar na escola mocinha?— Minha mãe com seu jeito simpático de ser. — O final de semana foi pouco? Era preciso faltar aula hoje?

— Não faltei. — Ela ergueu sua sobrancelha.— Hoje teria uma prova e fui liberada, por tanto, hoje eu posso faltar.— Olho para meu pai.— O que o senhor tem paizinho?

— Seu velho só teve uma indisposição ontem à noite, mas já estou bem, só preciso tirar uns dois dias de descanso e só. — Fitei seus olhos, estavam tão cansados. Céus se acontecesse algo com meu pai, eu estaria fudida nas mãos de minha mãe. E esse pensamento me fez engolir seco. — Não se preocupe filha, não foi nada demais.

— O senhor promete que vai fazer tudinho o que seu médico falar?

— Palavra de escoteiro. — Disse depositando um beijo em meu rosto.

— Sai de cima de seu pai. — Falou ríspida.— Ele precisa descansar.

— Renée!— Repreendeu-a.

— Isabella!— Ok! Ela descontaria em mim, e qual seria a novidade?

— Já estou saindo. — Dei um beijo no meu velho. — Se precisar de mim estarei no meu quarto. — Sorri, e olhei a minha mãe.— Bom dia mamãe.

— Espero que seja!— Ok! Devo ter feito alguma coisa muito séria pra ela.

Já estava subindo as escadas quando ela voltou a falar com meu pai, repreendendo-o por alguma coisa. A conversa seguia baixa e a cada passo meu era impossível conseguir escuta-los. Bem, eu não queria mesmo.

Em meu quarto, corri para tomar uma ducha e vesti uma roupa confortável, depois me joguei na cama, agarrando meu travesseiro. Não era ele, não tinha o cheiro dele, mas com o pensamento em meu ogro terminei cochilando.

Acordei sobressaltada, com uma sensação estranha, e quase caí da cama quando encontro minha mãe sentada me observando. O que ela estava fazendo aqui? Não tinha mais privacidade?

— Olho para você e tento descobrir o que mudou. — indaga, com aquele olhar inquisidor. Se levantando vem até a minha cama e por puro instinto me encolho. Seu olhar corre por meu corpo. — Bem, levante-se que preciso falar com você. — Diz por fim.

Olho para o relógio em minha mesa de cabeceira e me assusto com a hora. Puta que pariu, dormi a manhã toda? Intimamente sorriu, bem, sei por que estou tão esgotada. E sem querer, solto um suspiro, atraindo o olhar de minha mãe.

— O que a senhora quer falar comigo?— Pergunto me levantando e indo até o banheiro.

— Seu pai não está muito bem, como pode perceber. — Inicia, e por alguns segundos acho que vi medo em seus olhos. — Entretanto Você sabe como é cabeça dura. Bem, ele tem que se afastar da empresa, tirar umas férias e preciso que você me ajude a convencê-lo.

— Eu?— Estou sem saber o que dizer. — Porque ele me escutaria?

Impacientemente ela puxa por ar e passa a mão nervosa pela testa tirando um suor imaginário.

— Custa tentar Isabella?— Irritada. — Até quando será essa menina egoísta?— Porque de repente o assunto mudou?— Tente Isabella. — fala rispidamente entre os dentes.

— Mamãe...

— Pensei que se você o chamasse para irmos à casa de campo, ele aceitaria.

—E porque a senhora não o chamou?— Me arrependo em seguida quando seu olhar caí sobre mim.

— Eu já o chamei, mas o cabeça dura não quer se afastar da empresa por uma semana.— Suspira.

— Tudo bem, eu vou falar com ele. — Mesmo sabendo que não vai adiantar. — Quando a senhora pensa em ir?

— Sairemos amanha e só voltaremos na segunda. — Não! Olho pra ela, sem saber o que falar. Respiro, todavia como posso dizer que passarei o final de semana fora?

Mecanicamente troquei de roupa e segui para o escritório onde meu pai se encontrava a frente do computador. Respirei fundo chamando sua atenção.

— O senhor não deveria estar descansando papai?— Caminhei em sua direção.

— Que cara é essa?— Perguntou.

O que poderia dizer? Há papai passei um final de semana maravilhoso com um homem lindo que me transporta a lugares que nunca pensei que existisse? E que estava sonhando com ele quando a mamãe me acordou? Bem, isso não seria nada agradável de dizer e com toda certeza meu velho não iria gostar de saber.

— A mamãe disse que o senhor não que seguir as ordens de seu medido. — Faço um bico. — Por favor, paizinho, se acontecer algo com o senhor sabe que estarei em maus lençóis né?— Tento forçar um sorriso, acho que funciona, porque ele se levanta e vem até junto de mim, e sentamos no solfa.

— Isabella, nada vai me acontecer. — Sorri, tentando me animar. — E se acontecesse você teria a sua mãe. — Tremo teatralmente e ele sorri. — É a sua mãe.

— Mas não gosta de mim. — Fato o que falo. — Não vê como me olha? Como fala comigo?

— Bella, sua mãe te ama e se preocupa com você. — Me acolhe em seus braços. — E verdade seja dita, ultimamente você andou abusando da nossa confiança.

— Ô paizinho desculpa, mas é que fiquei apavorada. — Sussurro.

— Filha, eu jamais vou querer a sua infelicidade. — Suspira. — O James é um excelente rapaz.

— Por favor, papai. — Choramingo. Se antes não aceitava, agora depois do meu ogro é que não mesmo. — Eu não quero!

— Você nem conhece o rapaz, porque não lhe dar uma oportunidade?

— Porque essa conversar? Estou aqui para falar de sua saúde. — Falo amuada.

— Minha saúde está boa. — Afirma. — E não preciso que minha adorável filha fique de cabelos brancos por causa disso.

— Cabelos brancos?— Sorriu. — Paizinho, cabelos brancos aqui nem tão cedo. — Digo meio arrogante e ele sorri, um sorriso que não enche os olhos, mas sorri.

— Meu bebê está crescendo. — Diz e percebo que tem lágrimas nos olhos. — Dezoito anos.— Sorri de lado.— Hum, isso me lembra de uma coisa?

— O que?

— A sua surpresa. — Fica em pé e estende a mão para mim. — Vamos?

— Aonde?

— Ver seu presente. — Revela. — Acha que esqueci?

Saímos caminhando abraçados em direção ao pátio e sinto o olhar de dona René sobre nós.

— Meu presente é que o senhor dure por muitos anos. — Falo a verdade, morro de medo de perdê-lo, só o pensamento me deixa aflita.



Para continuar lendo o capítulo vá no link abaixo?

http://marymasen.no.comunidades.net/index.php?pagina=1016684852_11

Notas finais
E ai, vamos correndo lá no comunidade,net. Para concluir a leitura e comentar!
Não esqueça de comentar nos dois!
KKK
Sei que sou pidona mesmo! Então vamos lá?
*_________________*
Esse final de semana estarei agarrada com Amantes! E logo em seguida será A Outra!
Mas vamos lá!
Quero saber tudinho que esteja passando por essas mentes travessas!
E sim... Nenhuma recomendação? O ultimo capitula foi tão mal assim?
Mememem
Fiquei tão triste! ( Não imaginam minha cara de tristeza e o tamanho do bico!) kkkk
Bjs travessas e um maravilhoso final de semana!
Hehehe
Esse sábado vou conhecer sabem quem??? Duas travessas lindas!
A Erika Patty Cullen Chefa Ice e a July Barros! E vou rever a Betinha e a Paula! Ou seja meu sabado será maravilhoso!
Bjs flores Lindas e até mais!