Ghost
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Lia Martin, uma jovem mulher que tinha tudo para ser feliz e alegre, entretanto, ela conheceu Mike Sullivan, um brutamontes que a bate por qualquer motivo. Claro, ela nega tudo para a policia, mas todos sabem e nada é feito a respeito.
Ele sempre vai para o bar, e depois volta para casa bêbado. Eu fiquei no beco escuro, esperando ele sair daquele buraco de cobras, o bar dos piores da cidade. Como esperado, ele saiu, jogando uma garrafa no chão, e dando seus passos longos e pesados como sempre. Ele é maior, mas é lento. Use o cenário a meu favor.
Estas palavras sempre me acompanhavam. Eu andei até ele, e assobiei.
— E aí, grandão, é bom machucar sua mulher? — Ele me encarou, tentando ver meu rosto. Estava escuro, e meu capuz escondia, então fiquei calma.
— Quem é você? — Ele deu alguns passos em minha direção me apontando o dedo. — Quer apanhar também? — Eu sorri.
— Não, eu vim aqui para bater em você. — Ele gargalhou, e então me chamou com as duas mãos.
— Então venha princesinha. — Eu fui até ele, no qual ele iria me dar um soco. Eu desviei, ele é muito lento. Dei um soco em seu nariz, que o fez recuar. Sua boca estava coberta de sangue. — Sua vadia! — Ele pegou um pedaço de cano do chão, e veio em minha direção, tentando me acertar, errando todos.
— Muito lento, cabeça de vento. — Ele estava nervoso, disparando ataques sem sentido, com raiva você fica cego. Eu tomei o cano das suas mãos, e o acertei no nariz novamente. Desta vez ele caiu. Me aproximei dele, ele parecia desnorteado. Ele pegou uma faca de seu bolso, e tentou acertar minha perna. Desviei e chutei a faca para cima, pegando ela em seguida. — Garotinho malvado! — Bati em seu corpo com o cano várias vezes, até ele gemer, e ficar sem forças. — Agora, uma pergunta. Se eu deixar você vivo, irá tratar sua mulher melhor? — Ele cuspiu no meu rosto todo o sangue que estava em sua boca. Limpei com o meu braço, e arrepiei, que nojento. — Acho que isto é um não. — Disse enquanto passava sua faca em sua garganta, lentamente, observando seu rosto. Seus olhos arregalaram, e uma expressão de medo apareceu. O sangue jorrou, me sujando com seu sangue podre. Eu sorri.
Era uma sensação boa.
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