Getsu

11 Quem é vivo


Notas iniciais
Sempre aparece para assombrar.

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Getsu






Naruto

Tudo agora na minha vida parecia estar novamente numa balança. Nunca desejei a morte do meu irmão, sempre quis trazê-lo de volta, e quando soube de sua morte, eu perdi um pedaço de mim, chorei e ainda sentia todos os dias muita tristeza por ele não estar conosco. Mas havia a Sakura e agora meu filho, sinceramente, eu desejava que Sasuke visse meu filho. Só que agora, eu temi por ela me dizer a verdade, ou a antiga verdade que era o amor absurdo que sentia por ele. Eu nunca entendi bem, na verdade eu entendia porque eu sentia por ela também um amor, e não era correspondido, mas e Sasuke? Ele amou? Deixou a Sakura, um irmão e uma vida por vingança ou qualquer outra coisa. E eu estou aqui, com medo. Medo de ter sido escolhido somente por ela não ter tido outro caminho a seguir.

– De qualquer forma, eu estou feliz por ver meu irmão vivo.

Sakura

– Eu não sei se estou feliz, mas triste não estou. Ao menos tira de mim um peso das costas. – Eu senti o Naruto prender a respiração, assustado com minhas próximas palavras. – Quando eu vi o Sasuke, nada mudou. Eu não falseei, não tremi. Eu não tinha esse medo Naruto, porque amo você, mas preciso confessar que temi que os meus sentimentos antigos não interpretassem mal o alívio e deixassem alguma coisa aparecer. Só que não tem mais nada no meu coração pelo Sasuke, a não ser uma grande vontade de que ele possa ser feliz perto das pessoas que sempre torceram por ele.

Eu queria que ele acreditasse em mim e na minha sinceridade. Entre nós não haveria mentiras ou enganações.



Naruto

– Não me esconda nada Sakura, nunca! – Não tinha muito o que falar, era evidente que aquela situação estava me deixando transtornado. Eu não sabia bem o que pensar ou o que fazer. O certo era esperar que Sasuke acordasse no outro dia e nos revelasse o que aconteceu. – Durma meu amor, você esta cansada.

A cobri e esperei que ela dormisse. Depois fui para o quarto de Udon, ver meu filho, passei também um tempo observando Sasuke, mas ele parecia em coma, nem se mexia de tão pesado era seu sono.
Eu não consegui dormir. Quando o sol nasceu, eu estava na poltrona, ouvi um barulho de madeira rangendo e Sakura desceu as escadas vestida num roupão. Me deu bom dia e sentou-se no meu colo, ela nem precisava perguntar porque eu não dormi na cama, saberia a resposta.

Sakura

As palavras do Naruto ecoaram na minha cabeça, ele estava com o pé atrás e cabia a mim mudar aquela situação. Saí do quarto fechando o roupão e não fui ao quarto do Sasuke, antes fui ver o Udon e amamentá-lo. Ele era um bebê muito bonzinho, quase não chorava. Ao descer as escadas, dava prá ver o meu marido imaginando o que seria da vida dele.

Procurei acalmá-lo com minhas palavras, meus carinhos. Mas nada parecia adiantar.

– Naruto, se você quiser, o Sasuke pode ir para o hospital. Eu não quero que ele chegue e perturbe a nossa paz, e falo isso por você. Eu sou perfeitamente capaz de lidar com a situação, mas não posso aguentar você transtornado assim.



Naruto

– Você não entende Sakura. O que importa ele aqui, ou na esquina? Vai dar na mesma. Não estou julgando atos que você não cometeu. Melhor deixar isso para depois. Como está o Udon?

Eu fugia do assunto, precisava pensar e não ficar mais confuso com o que ela viesse a falar, eu não queria ouvir algumas coisas, o fato era esse. Ainda não estava preparado para aquilo.
Pedi para Sakura fazer algo para comer, mesmo não tendo fome eu comi, e mantive sempre o tempo ocupado, mas não quis sair de casa. Recebi uma notificação da obaa-chan, provavelmente ela já sabia o que estava acontecendo. Mas eu não me mexi. Passei o resto do dia com Sakura, e Udon. Eu poderia estar exagerando, mas tava estranho demais tudo aquilo, seria loucura minha deixá-la sozinha.

Sasuke

Todo o meu corpo doía, mas eu sentia como se estivesse apoiado num lugar macio. Demorei a conseguir abrir os olhos e quando o fiz, a claridade me feria a visão. Senti a boca seca, os lábios grudados e então a dor, mais fraca que... quanto tempo será que passou? Horas?

Deu para distinguir a imagem de um homem que me olhava desconfiado. Eu estava aparentemente num quarto não de um hospital, mas de uma casa.

Formulava várias coisas para dizer, mas nenhuma delas saía de minha boca. A mim parecia que tudo que dissesse, seria em vão e eu ainda não sabia porque me causava um desconforto tão grande estar ali.



Naruto


Quando ele acordou, quase no final da tarde, eu já estava com umas três notificações da obaa-chan, e não fui ver o que ela queria. E ela já deveria estar querendo comer meu fígado.

– Quem é vivo sempre aparece. Ou melhor, você estava morto, como foi aparecer aqui? – Sentei-me num banco ao lado dele. Me olhava com aquela cara de desdém de sempre, eu já imaginava que isso ia acontecer. – Qual é Sasuke? Não vai falar com seu irmão? O que você abandonou!

Sasuke

Irmão?

Eu podia estar com a cabeça confusa, mas sabia ainda como me parecia e aquele homem loiro em nada lembrava a mim. Procurei num esforço me sentar, esperava pela dor no peito, mas esta não veio. Não posso negar que senti alívio. Tentei não demonstrar a confusão que minha mente estava.


– Gomenasai, mas acho que o senhor está me confundindo. Não reconheço o nome pelo qual me chamou, muito menos que seja. meu irmão. – Percebi o descaso dele com minhas palavras. Um homem não podia ser levado a sério mesmo doente? – Eu sofri algum acidente, não me recordo de nada, nem de meu nome. Há algum tempo me chamam de Higari, e apenas isso. A última coisa que me recordo é de uma forte dor, depois mais nada. Onde estão as pessoas que me ajudaram da primeira vez?


Não sabia se era certo enfrentá-lo, mas não aceitaria que nenhuma daquelas pessoas sofresse represálias por ajudar um indigente.



Naruto

– Ta de sacanagem comigo não é Sasuke? De onde você tirou esse nome? Ah! Foi quando você fugiu após matar Orochimaru que mudou de nome? Mas e o orgulho todo que sentia pelo seu preciso nome Uchiha?

Ele me olhava como se eu fosse estranho, ate então eu estava reparando que ele parecia magro demais, mesmo sendo alto, como da ultima vez que nos vimos. Os cabelos eram maiores e ainda todo bagunçado e desfiado, o olho preto, a cara de metido. Era o Sasuke, não poderia ter me enganado.

Expliquei algumas coisas básicas sobre a vila e como ele chegou na minha casa, estava vagando e delirando. Ao menos isso eu já sabia, e faltava saber o resto da história.

– Não se lembra de nada? Nós, lutamos juntos: contra a Akatsuki, depois de um tempo... você sumiu, eu te procurei, mas deram como morto. Não haviam provas mas cinco anos é muito tempo. E muitas pessoas diziam que você estava mesmo morto, como pode?


Sasuke

O que ele falava não me parecia certo, muito menos possível. Olhei para minhas mãos, sem acreditar que aquelas eram mãos de um ninja que manuseava uma espada como poucos. Ora essa! Eu me recordava com clareza de como lutava para ficar de pé, tropeçava sem perceber. Era um completo desajeitado!


– Acho que está me confundido. Eu não seria capaz de fazer nada disso. – Era duro dizer aquilo, mas era verdade. Queria poder acreditar que aquelas realizações cabiam a mim, mas não pertenciam.



Naruto

– Para com isso Sasuke. Você, a Sakura e eu somos um time, lembra-se? Kakashi-sensei. Seu irmão Itachi. Alguém você precisa se recordar. Lembra de quando lutamos no prédio? Ou de quando saímos em missão pela primeira vez? Ou sei lá. Lembre de alguma coisa. Não é possível que tudo tenha sido apagado da sua memória. – Eu já estava ficando nervoso com aquilo. Fui até a porta e gritei. – Sakura!!! Venha aqui.

Ela veio, com Udon no colo, e quando viu Sasuke pareceu falsear. Ficou ali na porta, como se não quisesse entrar. Eu não me importei com nada, somente disse pra Sasuke que ela era a Sakura. E nada. Não se lembrava de nada.

– Sakura, ele perdeu a memória. – Ela o fitava silenciosa e ele a encarava também em silêncio. – Pode fazer alguma coisa?

Sakura

Eu vacilei, agora a pouco estava fazendo um discurso sobre como era forte e do nada ele me chamava de uma vez, pensei que a febre tivesse aumentado, qualquer coisa, mas não estava preparada para ver o Sasuke de pé, não daquela maneira.

Naruto dizia coisas sem nexo, como perda de memória, mas aos poucos eu fui entendendo e compreendendo também o ferimento que parecia quase cicatrizado quando tratei dele no dia anterior. Uma pancada na cabeça teria sido forte o suficiente para apagar as memórias do Uchiha?

Ele me olhava e eu sabia que não me reconhecia. Como eu sei?

Porque ele não me desprezava.


– Sasuke, meu nome é Uzumaki Sakura. Você me conheceu como Haruno Sakura. Esse é Uzumaki Naruto. Nós três éramos o time sete de gennins de Konohakagure no Sato, que é onde você está. Eu sou médica e cuidei de você quando chegou. Para nós, você está sumido há mais de cinco anos, aparentemente morto. Entende que estamos surpresos também? – Deixei Udon no colo do Naruto, pedindo que confiasse em mim e fui ver como Sasuke estava.


Sasuke

Era simplesmente a mulher mais bonita que já me lembrava de ter visto. Talvez fosse tão bonita como a flor que levava seu nome, mas eu não saberia dizer. Tranquilizou-me com um sorriso de canto, muito mais do que eu esperava encontrar numa casa estranha, depois com palavras.

Aparentemente, era mais fácil acreditar nela, que no outro, no Naruto. Cuidou de mim, verificou se tinha febre, dores. Era mesmo uma médica.

– Demo, por que eu saí desse lugar, se aparentemente todos estavam preocupados comigo? – Os dois encontraram o olhar cúmplice, mas quem falou foi o homem.



Naruto

– Você tinha alguns assuntos pessoais e de família para resolver fora da vila. – Por tantos anos Sasuke sofreu com toda aquela vida dele, a história do clã, no fundo esquecer-se de algumas coisas era até com para ele. – Mas quando você decidiu voltar, não voltou! Sumiu e deram você como morto. Fizemos até homenagens a você, tem uma lápide, mas agora parece estranho falar isso. – Virei-me para Sakura, ela nem piscava os olhos e Sasuke, esse safado não fazia nem questão de desviar o olhar da minha mulher. – Sakura, faça um chá ou vá avisar a obaa-cha do que aconteceu, chame alguém que possa ajudar com isso. A Ino talvez. Lembrasse desse nome Sasuke?


Eu só queria tirar a minha mulher dos olhos daquele Uchiha, já chega disso. A Ino era até uma boa ideia, talvez usasse o jutsu da família para ver o que encontra na cabeça pervertida dele. Ou que frite logo os miolos pra parar de olhar a Sakura.

Sakura

O tom do Naruto me chamou a atenção e eu concordei em ir buscar a Ino, com certeza ela seria de ajuda. Peguei meu filho novamente e saí, deixando os dois sozinhos.


Sasuke

Ficou claro o desconforto dele, mas eu senti alguma coisa diferente, como se devesse um sorriso aquela mulher, mesmo assim não consegui oferecê-lo.

– Gomenasai, acho que o melhor seria eu ir, não estou mais com tantas dores, posso voltar ao local de onde vim. Não tenho ideia de onde fica Konoha, mas acho que encontro a Vila, ficava perto da fronteira com a Vila do Som, pelo que me disseram.



Naruto


– Não precisa ir embora agora. Sei que não deve ter para onde ir, senão se lembraria de alguém ou alguma casa. Mas quando você chegou, fui avisado de que delirava, com febre alta. Pode ficar mais um tempo. Espere a Ino chegar, ela pode ajudar, ou senão a Tsunade-obaa-chan. Acho que merece saber o que aconteceu com você, e eu não vou negar isso. Eu só peço uma coisa. – Ele sentou-se no futon, com dificuldade. – Eu tenho uma mulher e um filho. Você não se lembra do que fez conosco, mas as nossas lembranças estão vivas ainda. Não faça nada errado, não agora. Eu não vou ser tão bonzinho como na última vez.

Mesmo que ele não tenha entendido nada, eu falei, era como um desabafo. Sasuke apenas direcionou os olhos para a janela e calou-se. Não demorou muito para eu ouvir uma voz aguda entrar pela casa. Elas chegaram, e pelo jeito, Sakura não contou para Ino que o Sasuke estava em nossa casa. Realmente ela não iria acreditar.

Ino

Eu estava decidida a ir em Suna, aproveitando a folga que o trabalho me dava. Mas a Sakura chegou tão afobada em casa. Até Udon parecia mais agitado. Peguei o meu afilhado no colo, mas ela me puxou pela mão dizendo que havia acontecido algo sério, que somente poderia ver com meus próprios olhos para acreditar.

Chegamos na casa e a minha primeira reação foi sentir algo diferente. Não era a casa, mas o ar, estava mais... pesado.

– O que está acontecendo? – Subimos as escadas e ela pegou Udon do meu colo, Naruto estava na porta do quarto. Meu coração acelerou quando ele mandou eu entrar. – Se for uma piadinha... – Ao que entrei, encarei um par de olhos negros me fitarem com curiosidade e sem qualquer emoção. – Sasuke!

Ele estava sentado no futon do quarto, me encarando como se não me conhecesse mais. Disse que era eu, Yamanaka Ino, e nada. Me ajoelhei, e chorei. Ele havia morrido, como pode?

– Você está vivo. Tem ideia do que fez a gente passar? Não se lembra de mim? Eu não mudei tanto assim. – Ele não se lembrava. Sequei as lágrimas intrometidas, mas elas caiam, era emoção. Como ver alguém que você trancou no seu peito, e acostumou-se de que nunca mais iria vê-la novamente, e logo a encontra.

Sasuke

Outra mulher? Quantas pessoas me conheciam nesse lugar? Terei de conhecer uma por uma?

A mulher loira estava ainda me sufocando com tantos abraços, perguntas. Ela queria que eu lembrasse dela, mas como lembrar de alguém se não tinha memórias anteriores?

– Gomen Ino-san... demo, não me recordo.

Sakura

A Ino parecia que ia matar o Sasuke de tantos abraços, toques. Eu estava incomodada por ele, ou porque ela talvez fazia uma coisa que eu não podia fazer? Não, eu não queria fazer!

– Ino, eu pedi para você vir porque o Sasuke parece estar com perda de memória e quem sabe o seu jutsu pode ajudá-lo. O que você acha? – Ela ficou mais séria e finalmente o soltou. Agora a porquinha estava pensando.



Naruto

A ideia de mandar chamar a Ino foi perfeita. Já tinha até me esquecido de como essa maluca pulava no pescoço do Sasuke quando era mais nova, só que a Sakura era doida pra fazer essas coisas também. E o pior era ver a cara dela quando a amiga se divertia com o Sasuke quase sufocado de tanto abraço. Hehe! Ino e Sasuke, que boa ideia.

– Vocês vão ter muito tempo pra isso, depois. Vê se pode ajudar em algo Ino. Larga ele.

Ino

Eu já imaginava algo assim, logo que consegui me descolar dele. Sasuke estava totalmente diferente, parecia, ou melhor, ele estava mais educado. Segurou-me com cuidado para que eu não o matasse num abraço.

– Certo! – Me posicionei na frente dele, com as mãos ajeitadas. – Tudo bem Sasuke, isso não irá fazer mal a você. Talvez a mim. – Quando eu me concentrei ativei o jutsu e bati de frente com uma barreira na mente dele. Foi como ser lançada metros de distância pela barreira, retornei ao meu corpo que se não fosse pelo Naruto, bateria na parede. Minha cabeça doía muito e eu não conseguia pensar direito. – Algo... me impede...

Sakura

– Como assim, algo a impede? – Olhei para o Sasuke, que parecia entender menos ainda. – Você quer dizer que alguma coisa foi colocada lá para impedir o acesso às lembranças?



Sasuke

Elas falavam entre si e eu nada compreendia, a única coisa que senti foi uma tontura, mais nada. Ainda percebia os olhos indecifráveis do homem que se chamava Naruto e que tinha me chamado de irmão. Ele queria me dizer algo, mas não conseguia.



Ino

– Eu já vi isso, mas não dessa forma, uma barreira pode ser usada quando um shinobi é capturado, assim não serviria de nada para os inimigos. Mas essa é diferente. Sasuke, você não consegue se lembrar de algo que fique confuso na sua mente? Como se você estivesse chegando em algum lugar e ali fosse conhecido? Se houver uma brecha, eu posso tentar... posso usar algo que meu clã vem aperfeiçoando com os anos. Não é perigoso, somente libera as lembranças. Quase igual a uma hipnose.

Naruto

– Vamos deixar ele descansar primeiro, Ino. Obrigada por ter vindo. Só precisamos informar a obaa-chan. Nessa altura ela deve estar querendo vir aqui pessoalmente, e a última coisa que o Sasuke precisa é ver a Hokage brava. – Ino levantou-se com dificuldades, Sakura levou Udon para o berço, achei melhor elas saírem. – Sasuke! Pode ficar aqui até senti-se melhor. Amanhã quem sabe você consegue se lembrar de alguma coisa. Pelo seu estado, olhos fundos e aparência cansada, acho que precisa dormir mais. Se precisar de alguma coisa...

Sakura

Eu entendi as intenções do Naruto e me retirei, sem esperar que ele me pedisse, consegui ouvir do quarto do Udon o pedido para que descansasse e era realmente o melhor que ele poderia fazer. Quem diria... o Vingador Uchiha desprovido de todas as suas memórias. Fiquei horas tentando imaginar que tipo de jutsu poderia ser forte o suficiente para trapacear o sharingan, mas nada me veio à mente.


Sasuke

– Arigatou. – A palavra saiu rachada, mas senti necessidade de dizê-la. Aquele homem, que se intitulava meu irmão, estava realmente preocupado com meu bem estar e agora me sentia incomodado com aquela atmosfera. Segundo a mulher loira, eu tinha sido desprovido de minhas memórias por alguma artimanha, não um acidente, como tinha pensado.

Enquanto Uzumaki Naruto saía do quarto eu tentava buscar aquela \"luz\" familiar. Mas única imagem que conseguia discernir tinha um inconfundível tom rosa.

Notas finais
O que eu falo? Resolvi postar mais cedo porque sou boazinha com vocês, e também porque quero dar um Up na fic!!! Uhuuu

Sasuke ta desmemoriado mas consegue sonhar com a sakura ¬¬
safado u.u

Naruto não é lindo? Não importa o que aconteça, ele sempre tem Fé nas pessoas Eu amo isso no Naruto...

Beijos minhas delicias de morango

Kori Hime e Lila