Getsu
19 A rotina de poucos
Notas iniciais
Ino
Uma vez por semana íamos jantar na casa deles. Eu gostava de frequentar aquele ambiente familiar, o casal, um filho, era tudo o que eu sempre quis. E sempre no final desses quatro últimos meses a minha expectativa para que tivesse minha própria família era cruelmente jogada no lixo.
Não falei nada para o Sasuke, porque sentia medo da reação dele sobre ter um filho, mas e se eu aparecesse grávida? Nós não tomamos qualquer cuidado, eu não evito de nenhuma forma e não engravido.
– Só pode ser eu. Aqueles exames estavam errados, eu não posso ter filhos, só pode ser isso. O que eu faço Sakura? Pior, e se ele um dia quiser, e virar pra mim falando que quer um menino. O que eu vou fazer? Não acredito que nem isso sei fazer direito. – já estava triturando a salada de tanto que a picava.
O casal arrumava a mesa e a Sakura como sempre segurava o Naruto pra tudo ficar pronto, ele só reclamava dizendo que queria um rámen, era só uns minutinhos pra ficar pronto. Deixei eles se virarem na mesa e fui até o Sasuke, Udon caminhava e me seguia, segurando a barra da minha saia.
– Quer vir com a tia né? Você é muito esperto sabia? – Segurei a mãozinha dele e fui até o Sasuke. – Tudo bem? – Ele não parecia estar tão animado assim. Me disse se tinha problemas em levar o Udon. – Não! É divertido ficar com ele. Podemos passar o sábado no parque e o domingo levamos ele nas termas, porque está muito frio pra ir na cachoeira. Né amor da tia? – Brinquei mexendo nos cabelos dele.
Sasuke o pegou no colo, e claro que dali só sairia pra comer, eu percebi que Udon mexia no casaco de Sasuke, mas ele o tampava toda hora. Curiosidade ainda mata, ele nunca proibiu o menino de explorar.
Sasuke
Peguei o Udon no colo, levantando bem alto e falando baixinho, sei que ele entendia algumas coisas:
– Aqui não pode mexer Udon, entendeu? – Ele fez uma cara de choro, mas eu não estava brigando com ele, apenas não queria que me desse o flagrante.
Jantamos e na hora de sempre, nos despedimos. Eu não sabia se a Ino tinha missão no outro dia, então como ela não falou nada, fiz o caminho da casa dela, que me perguntou por que estava indo para lá.
– Achei que você estivesse cansada... ou quisesse descansar para missão amanhã. Tem trabalhado muito ultimamente.
Ino
– Não tenho missão. Digo, acho que tem alguma coisa pra fazer amanha a tarde. Mas nada que me impeça de dormir mais tarde hoje.
Chegamos em casa, e pedi para ele sentar. Peguei um bilhete no meio da mesa da sala, papai estaria em missão sigilosa por uns dois dias. Ainda assinava o pergaminho dizendo olá pro Sasuke. Ele estava um pouco mais calado que o normal, e olha que o normal dele é de mudo pra sem voz. Isso sempre me assusta, mas aos poucos vou acostumando.
– Algum problema? – Não! O problema era meu, nada de coragem pra falar com ele sobre o assunto que era de interesse somente dos dois. – Sasuke? Você gosta tanto do Udon, eu acho bonita sua relação com ele, imagino você uma dia pai. – Peguei algo pra beber e o ofereci.
Sasuke
Peguei o copo mais para me distrair do que por vontade. Será que eu tinha me enganado em minhas suposições negativas? Ela estaria mesmo grávida? Bem, se estivesse, a criança seria muito bem vinda, mesmo que eu ainda não tivesse condições para criá-la. Mas enquanto ela não nasceu eu posso. Ah, acho que ela está esperando uma resposta:
– Sempre quis uma família grande, com muitos filhos. Mas quando saí de Konoha, abri mão. Depois que voltei, ainda não acho que tenho o direito de querer algo tão normal e ainda assim maravilhoso. – Puxei-a para perto de mim, num abraço. – Mas eu ficaria acostumado a ideia, rapidamente. Por que me pergunta isso?
Ino
Era tão bom ficar nos braços dele, sentir seu cheiro e sua força me protegendo que eu não queria mais ser largada.
– Curiosidade. Somente isso. – Eu nem sabia mentir. – Talvez eu possa estar sendo um pouco egoísta pensando somente em mim. Eu tenho um sonho grande de ser mãe. Queria uma família grande pela minha ser reduzida a dois, apesar do resto do clã, mas não é disso que eu falo. Sasuke... se eu não puder te dar filhos... ficará muito decepcionado comigo? Não que eu esteja querendo apressar as coisas e te forçar a algo que não deseja, mas é que isso esta me fazendo até mal cada vez que penso.
Sasuke
– E por que está pensando tanto nisso mulher? Por um acaso eu te cobrei alguma coisa? – Ela disse que não, que não era isso e fez cara de choro, tal qual o Udon. As pessoas precisam entender quando eu estou apenas falando, sem brigar. Ah sim, porque eu não vou alterar minha maneira de falar, não há nada de errado com ela. – Nós estamos juntos porque queremos estar, isso é muito mais uma família para mim que qualquer outra coisa que eu tenha vivido. Filhos são consequência, mesmo que agora eu não ache adequado, porque conhece as condições em que estou. Mas se acontecer, ficarei feliz. Eu sei que você... que nós não evitamos, então não sou omisso à possibilidade. Igualmente, se não acontecer, eu estou bem com você. Se quer tanto ser mãe, um dia nós podemos adotar uma criança e até lá treinamos com o nosso afilhado. Mas não chore Ino, não foi essa a minha intenção.
Ino
– Eu quero ser mãe Sasuke, mas do nosso bebê. E não quero treinar com meu afilhado, quero ser cem por centro pra ele, não quero adotar, eu quero sentir o fruto no meu ventre. Quero a dor, quero a alegria eu quero tudo... – Essas épocas sempre me faziam ter crises que eu sabia que ele não gostava. – Gomen, é bobagem minha, não vou chorar eu não queria que você me visse assim, só estou dizendo o que sinto. Eu não quero abusar e nem ser chata para você... já tem tantos problemas pra resolver que aturar minhas birras.
Eu me levantei, até estava com raiva de mim mesma com aquilo.
Sasuke
Puxei-a de volta, não queria que saísse assim. Ela dava importância ao assunto por ela, não apenas por mim. Quem sabe seria a minha maneira de retribuir o que fez por mim? Sei que ela não me pediu nada em troca e que uma criança não é moeda de troca, mas não é todo dia que realizamos um sonho.
– O que eu posso fazer pra que isso aconteça? Além do óbvio, é claro... – Ela riu, em meio ao choro que teimava em cair. – Você quer um filho... e eu também. E também... não sei o que você pensa sobre algum tipo de união, uma coisa mais formal. Mas só se você não se importar. Mas antes de tudo, eu preciso me estabilizar financeiramente. Seria bom que tudo acontecesse quando os dois estivessem bem.
Ino
– União? Você ta falando em casamento? Sasuke... você esta... me pedindo... – Ai! Não fala senão ele vai se sentir pressionado, ainda mais do que já foi até agora. E imagina o que otousan não ficar em cima de nós dois se isso acontecesse.
Abracei-o agradecendo por tudo. Eu estava feliz por ele não ter ficado bravo comigo, estava feliz por ele me aceitar e insinuar em casamento, mas só de ter ele ali já era muito bom. Isso era um sentimento novo, sim, pra mim era. Especial.
Naruto
– Ate que enfim o final de semana chegou. Ahh! filho não fica bravo comigo, mas não sou de ferro, preciso de um descanso. Depois de tudo que eu ainda faço por você. Agora me promete que vai ser um bom menino e mostrar para os seus padrinhos que ter filho é muito legal. E vê se não vai fazer eles brigarem, bem não sei como poderia ser isso, mas a culpa no final sempre é minha e como você é meu filho.
Udon não podia ver, mas me ouvia com muita atenção sentado no carrinho dele. A Ino chegou, querendo falar com a Sakura. Mas nem pensar que vão acabar minhas horas de folga. Mandei ela ir logo porque a Sakura ainda estava dormindo. Acordei bem cedo só pra começar os mimos e agrados que ela merece.
Depois que a Ino foi embora com o Udon, corri pra cozinha. Fiz um café da manhã completo, com torradas, sucos e ovos, fruta... Levei pra ela no quarto que ainda parecia sonhar, claro que comigo... uhm! Sei não, ela tava com um sorriso diferente. Deixei a bandeja na mesinha do lado e a beijei.
– Sonhando comigo? Acorda logo Sakura... me conta esse sonho safado mulher.
Sakura
O dia estava nascendo e eu ainda estava presa aos sonhos de uma noite quente. Ah sim, mas quente por outros motivos. Claro que eu sonhava com o meu marido, que de longe era um dos homens mais cobiçados da Folha, mas que era apenas meu.
Naquele dia completávamos dois anos de casados, nosso aniversário. E o Naruto não pode fazer muita coisa no anterior, porque o Udon era tão pequeno... eu sabia que nesse ano ele não iria deixar por menos.
E claro, já me acordava com café na cama, beijos e carinhos, bem Naruto. Por esse e outros motivos é que não dava para explicar como eu o amava tanto. Eram tudo nele.
– Ohayo, anata.
Naruto
– Bom dia shitashi. Olha seu café da manhã, você parecia estar sonhando tão gostoso, foi comigo né? Diz que foi com outro que eu te castigo, sem sexo e nem presente de casamento.
Beijava aquela pele quente, macia e gostosa, ela dormia tão a vontade que de noite era difícil não abusar do corpinho dela. Sakura me empurrou, falando que sonhava comigo, pela carinha animada ela queria o presente logo. Vamos lá, do logo o presente e ela fica com muita vontade de me recompensar depois. E eu já estava doido pra ganhar o meu também. Peguei a caixa dentro do guarda roupa e a entreguei.
Ela desembrulhou toda eufórica, quase rasgando junto o tecido do vestido.
– Yare, calma! Senão vai destruir seu presente. Espero que goste, acho que combina com seus olhos. Pode usar ele no nosso jantar de aniversário. Mas eu tenho um pedido... – Ela estava em pé colocando o vestido na frente de seu corpo... Fiquei atrás dela, alisando as coxas. – Usa só ele, nada por baixo, assim eu chego mais rápido até você. – Mordi seu pescoço, apertando seu bumbum. Uhm!
Sakura
– Jantar? Que jantar? Yare!! – Já estava ele todo safado pra cima de mim... hum, acho que cheia de mimos, carinho, não consigo resistir muito tempo. – Calma, não me conta, deixa eu tomar um banho e pegar o seu presente! – Antes que eu entrasse no banheiro e fechasse a porta com chave, ele me disse que o Udon estava com os padrinhos...
Tomei um banho demorado, fiquei bem cheirosa, usando apenas um roupão branco, fino e transparente. Sabia que ele ficava doido quando me via assim. Peguei o presente, que tinha escondido de propósito nas coisas dele, dentro do banheiro. – Ali era o único lugar onde ele não procuraria. Saí estendendo o pacotinho pra ele e o envelope, e ele não entendeu nada.
– Eu mandei fazer um hitaiate do melhor metal de Konoha, com o nome da nossa família e os nossos gravados por detrás. Assim você sempre nos terá por perto.
Naruto
– Vocês estão sempre no meu pensamento. Longe, perto, a única coisa que me importa é vocês dois, a minha família. Obrigada pelo presente, Shitashi... eu vou usar agora mesmo. – Coloquei a bandana.
Quando a Sakura vestia aqueles roupões transparentes era para me matar de vez. Gostosa demais, só que eu gostava de vê-la se exibir pra mim, mostrando aquele corpão delicioso, toda rebolativa e manhosa andando pelo quarto... pela casa.
– Vamos aproveitar a casa vazia também? Toda ela? – Sentei na cama, vendo bem a minha mulher. – Sakura-chan, sua safadinha, vem cá... Mostra pro seu maridão aqui como você é safada! – Ela veio se insinuando, abrindo o roupão devagarzinho.
Sakura
O Naruto gostava de shows e agora eu já estava acostumada a proporcionar coisas interessantes assim, bem provocantes. Eu tinha ensaiado bastante aquilo e dessa vez não ia errar. Coloquei uma música bem gostosa e comecei a dançar de maneira provocativa e sensual, sem ser vulgar. Depois sentei no colo dele, abrindo um pouco do roupão que nada escondia e aos poucos fui me livrando da peça, pegando as mãos dele e fazendo-as percorrer todo o meu corpo, enquanto nossos olhos não desgrudavam um do outro.
– Feliz aniversário meu amor... – Disse, ao pé do ouvido dele, enquanto lambuzava os meus dedos e os dele enquanto brincava com a minha intimidade.
Naruto
Ela já estava toda molhadinha, meu dedo escorregava facinho pra dendo dela. Ainda, depois de dois anos, Sakura era uma caixinha de surpresas, ou eu que era apaixonado demais, e sempre via novidade em seu corpo. Sakura abriu mais as pernas, mexendo nos meus cabelos, gemendo baixinho no meu ouvido, colocando a cabeça nos meus ombros. As minhas duas mãos estavam em seu sexo, uma abria e a outra eu a estimulava, brincando com o clítoris.
– É gostoso né safada? – Ela rebolava no meu colo, roçando a bunda no meu pau. – Você tá um tesão Sakura-chan, gostosinha... olha só! Toda molhadinha só com meus dedos, imagina eu enfiando meu pau aqui dentro Sakura, geme bem alto pensando.
Sakura
– Motto Naruto-kun... motto! – Ele abria ainda mais, me expunha e penetrava ainda mais. Era gostoso sim e eu fazia como ele pedia: imaginava o pau dele no lugar, metendo com a ansiedade dele, querendo me ouvir gritar.
Ah, mas eu gozei tão gostoso! Enchendo os ouvidos dele, arranhando os ombros, dando um show à parte. Nos beijamos demoradamente, ele passando nos meus lábios os dedos dele, molhados com o meu gozo. Foi um beijo safado, gostoso, cheio de intimidade. Depois disso, eu despi meu maridinho aos poucos, dando todo o tipo de carinho que podia pro corpo dele, mas nada de fazer o que eu sabia que ele queria.
Naruto
– Ah! Gostosa, não me deixa na mão vai. Sabe que to doido pra gozar na sua boquinha. Não me tortura Sakura. Senão eu vou te castigar. – Segurei ela pelo cabelo, puxando-a pra perto de mim, lambendo seus seios. – Eu vou fazer você chorar de tanto meter em você gostosa. Mas dessa vez eu vou querer outra coisa de você.
Bati no seu traseiro com força deixando marca. Mas a safada gostava das ameaças e gemia só de ouvir. Mas eu queria saber até onde ela ia com aquele corpão todo.
Sakura
– Tá, mas eu quero também! – Deitei por cima do corpo dele, ao contrário, deixando o rosto dele bem perto dele e não precisei nem pedir, ele já foi logo enfiando a língua por dentro, brincando de me provocar. Ah, eu também não perdi tempo e fiz uma pequena tortura: lambia só a glande, sugando ora com força, ora devagar, enquanto as minhas mãos mexiam nos testículos, massageando de uma maneira que eu sabia que deixava ele aceso. – Tá gostoso assim amor? Fala pra sua Sakura-chan...
Naruto
Eu mal consegui ouvir qualquer coisa que ela falava, só queria que me chupasse até engolir tudo. Segurei seu quadril, apertando sua carne, a pele cheirosa. Lambendo, sugando, chupando-a por todo lugar.
Senti a língua da Sakura no meu pênis, devagar ainda, e eu todo cheio de tesão.
– Vai mulher, enfia tudo na boca e me faz um bem gostoso. – Enfiei dois dedo nela, mexendo no seu bumbum. – Ta pedindo pra ser castigada né? Ta doida pra isso. Uhm!!!! Isso, ta lambendo gostoso agora, faz de conta que eu sou seu sorvete. Me chupa todo até sentir a boca cheia.
Sakura
Eu estava mesmo doida pra me acabar naquele pau gostoso e deixei de lado a provocação, tínhamos um dia quase todo pra aproveitar e por mim não sairíamos da cama. Coloquei o máximo que deu na boca e com tanta afobação, por duas vezes jurava que iria engasgar. Mas o tesão era grande, não ia deixar isso acontecer.
O Naruto me deixava chupões por todo o corpo, eu sabia que ficaria cheia de marcas, mas eram marcas dele, eram carinhos. Eu gozei quase ao mesmo tempo que ele e se não fosse a experiência, teria tomado um susto, porque tudo nele era rápido, sem aviso. Só que não era o suficiente pra gente, rolei pro lado na cama e abri minhas pernas, já lambuzadas pelo gozo que escorria delas.
– Vem Naruto-kun, me come gostoso, sou todinha sua!
Naruto
Ela ficava ainda mais linda com aquela carinha de tarada. Passando a mão pelo corpo e lambendo os dedos depois. Segurei suas pernas, puxando ela na cama até ficar pertinho de mim.
Segurei meu pênis, molhando no sexo dela, subindo e descendo da vagina até mais embaixo, ela apertou as pernas no meu corpo, querendo me forçar a penetração.
– Ta vendo só? Você foi uma menina má, vai pagar agora... – Mas nem dava pra ser malvado mesmo e não meter nela. Numa das idas e vindas eu a penetrei de uma vez, estocando com força. Estava com tesão demais acumulado.
Sakura
Foi um sexo ótimo, como todos eram. Terminamos exaustos e dormimos quase até o meio dia, o Naruto queria que eu tomasse aquele café gelado e os ovos tão frios... mas eu desci e preparei um almoço bem leve pra gente, porque não ia ficar enfurnada na cozinha com meu marido cheio de amor pra dar e receber.
A tarde passou rápida e eu já perguntava sobre o Udon, até que o Naruto me disse que ele dormiria com os padrinhos. Ah, eu reclamei bastante! Meu menino nem tinha dois anos e já estava dormindo fora de casa?
– Isso vai custar muito caro pra você, Naruto-kun. – Bem, ao menos vamos ver o lado bom das coisas... desde antes dele nascer que nós dois não passávamos uma noite cheia de amor, sexo... sem ter que nos preocupar com a hora de levantar no dia seguinte.
Naruto
Eu sabia que ela ia ficar brava, mas no final até cedeu, porque tinha mesmo era vontade de um dia de folga. Só pra não dizer que eu só penso em sexo, fiz uma boa massagem nas costas dela e nos pés, enchi a banheira e tomamos um banho bem quente. Ela precisava mesmo de descanso porque estava quase cochilando com a cabela no meu peito. Nos secamos e fomos pra cozinha preparar mais alguma coisa pra comer. Estava já ficando tarde, e frio, ainda bem que eu separei roupa de frio pro Udon, e antes que a mãe paranóica gritasse comigo eu a avisei.
Acendi um fogo na lareira e puxei a Sakura pro tapete, e um cobertor quente pra nós dois. Ficamos ali metade da noite, e depois eu a levei no colo pra nossa cama. Estava dormindo tão linda que eu não quis acordá-la.
Notas finais
Não está tudo indo muito bem e feliz? Alguém aqui duvida que as coisas podem mudar?
Beijos,
Kori e Lila
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