Get Mad, Ear.
10 Capítulo 10
Jirou precisava correr contra o tempo. Seus amigos evoluíram em um nível além do imaginável para apenas um mês e meio. Momo começou a criar bombas de fumaça, granadas de luz e estava trabalhando muito para conseguir estabilizar um sonífero. Aparentemente, ela não conseguia criar e manter estabilizado por mais de 7 segundos por causa da sua temperatura corporal.
Midoriya estava se movendo tão rápido que seu corpo criava uma tempestade quando passava. Tokoyami aprendeu a alimentar a escuridão de Dark Shadow mesmo quando o sol reluzia no céu, e ele disse que estava “começando a compreender seu tormento enquanto converso com ela horas e horas na escuridão da noite”.
Até mesmo Kaminari começou a usar as polaridades da terra para usar a eletricidade do ambiente sem gastar a sua própria! Assim ele consegue ficar mais tempo sem entrar no “modo Whey”. Todos esses falsos sequer pensaram em mencionar isso para ela durante todo esse tempo que ela estava presa no dormitório?
Bem, seja como for, agora ela precisa focar em melhorar. Kyouka ainda tinha testes semanais, eram até divertido dividi-los com Eri-chan, mas agora ela tinha os treinos regulares, os treinos extras com Aizawa-sensei e Shinsou e mais treinos extras com Cementos, Aizawa e Yamada-sensei.
Eles finalmente pararam de querer evitar as explosões e decidiram ajudar Jirou a controlá-las. Eles se mantiveram bem longe do prédio central e dos dormitórios. Em uma área aberta do campo de treino da UA. No começo foi uma frustração bem grande. Não aconteceu nada nos três primeiros treinos. Até que Aizawa pediu ajuda de Shinsou.
— Ele acredita que se a fizer passar o treino com Bakugou, talvez a memória te ajude a saber como ativar a explosão sônica – aizawa explicou.
— Você consegue fazer isso, agora?! – Jirou perguntou surpresa.
— Bem, sim. Midoriya tem treinado comigo enquanto você esteve fora – Shinsou sorriu levemente – Eu aprofundei aquela manipulação de memórias que nós descobrimos, acontece que agora eu consigo fazer você ficar presa em um momento específico.
— Isso... é legal – Ela soltou pensativa.
— Então comecem – Aizawa comandou monotonamente.
— Quando quiser, Jack.
— Agora, pode s...
Jirou assumiu um olhar inexpressivo, já sob o controle de Shinsou. O garoto tocou levemente em sua testa.
— Talvez seja melhor se afastar, sensei – Ele avisou aos três antes de começar – Eu vou iniciar o lopping, mas não sei quanto tempo vai ser preciso para ativar. Pode ser que demore ou....
Antes que Shinsou pudesse terminar sua sentença, todos os quatro foram jogados para longe por uma onda de choque estupidamente forte. Mesmo estando em área aberta, a explosão de Jirou excedeu o diâmetro do local. Toda a UA conseguiu ouvir seus batimentos cardíacos, mesmo não sendo afetados pela onda de choque.
Ninguém sabe exatamente o que teria acontecido com Shinsou, Aizawa e Yamada se Cementos não tivesse construído camadas e mais camadas de concreto consecutivas às quais Jirou inconscientemente destruía.
De repente, tudo parou. Cementos desfez seu casulo de proteção e eles encontraram um pequeno ponto encolhido a quase 10 metros de distância deles. Eles correram para lá e viram Jirou ainda consciente, pressionando as orelhas.
— Porra, isso doí tanto – ela rosnou ofegante.
— O que aconteceu? O que...
— Por favor, cala a boca – Ela interrompeu Yamada, que a apoiou.
Eles esperaram até que ela se acalmasse e se jogasse no chão arfando com força.
— Desculpa – Ela pediu ofegante olhando para os quatro – Acho... acho que eu meio que surtei quando Shinsou entrou na minha cabeça. Eu só consegui me lembrar do maluco da antena.
— Hm... Seu cérebro criou um gatilho inconsciente – Shinsou explicou apoiando a mão no queixo – Quando você se libertou do controle mental e ativou a explosão pela primeira vez, provavelmente seu cérebro associou os dois e criou um gatilho para a explosão toda vez que você sofrer lavagem cerebral.
— Você tá tão ferrado, soneca – Ela bufou em uma risada, ainda jogada no chão. – e é HERÓI, a propósito.
— Quê? – Shinsou piscou confuso.
— Meu gatilho – Kyouka explicou – A palavra que eu escolhi, foi herói.
— Aquela que você não deveria me dizer?
— Você acabou de dizer que eu provavelmente vou destruir uma cidade toda vez que sofrer lavagem cerebral. Não é como se isso fosse útil agora.
— Ao menos você entendeu como ativar? – Aizawa perguntou ajudando-a a levantar.
— Talvez. Eu tenho uma boa ideia do que ativou, eu posso tentar.
— Mas não agora. Vá para a Recovery Girl, Shinsou vai te acompanhar para caso você perca o equilíbrio – Aizawa disse – Vamos suspender esse treino por uns 3 dias.
Kyouka ponderou sobre como ativar suas explosões durante esses dias. Quando ela foi novamente levada para a área aberta onde treinavam. Jirou precisou de um pouco de paciência. Seus professores se mantiveram bem distantes e com uma parede de 80 cm de espessura entre eles enquanto Jirou sentou-se no chão e se concentrou em toda a raiva que sentiu quando teve sua mente invadida, em todos os pensamentos negativos que teve quando pensou que seus amigos a estavam ignorando, etc.
Demorou cinco minutos para começar a sentir seu coração bater acelerado e depois explodir. Como o esperado, não foi uma explosão simples, parece que a parede precisaria ser mais espessa da próxima vez. Ainda assim, foi bem menor do que a anterior e Jirou rapidamente conseguiu reduzi-la.
Ela manteve as vibrações firmes em seu entorno por alguns segundos antes de sentir uma dor incômoda nos ouvidos e desativar a explosão por si só. Foi um progresso, seus ouvidos não sangraram, ela conseguiu controlar a explosão sônica depois do surto de ativação.
Present Mic disse que era normal esse curto limite de duração. Ele mesmo não poderia usar toda sua individualidade em um único grito ou também teria sua audição prejudicada. Por isso era preciso o direcionador em seu terno, caso contrário, ele também seria afetado pelo próprio ataque.
Eles continuaram nisso por mais uns três dias. Jirou conseguiu aumentar alguns curtos segundos seu tempo de duração sem danos e conseguiu aumentar e diminuir a intensidade com facilidade, além de se mover mais naturalmente enquanto vibrava. Porém ainda gerava destruição em massa todas as vezes que precisava ativar sua individualidade.
Depois de voltar para o dormitório e jantar, Jirou decidiu que a melhor opção era dormir. Seu corpo estava exausto e desacostumado com a rotina pesada da escola. Entretanto, quando estava saindo da cozinha, encontrou com Bakugou que trazia uma pilha com quatro pratos e três copos.
Jirou parou na porta e observou o garoto lavando a louça antes de perguntar.
— Bakugou, como funciona a sua explosão?
— Ahn? – Ele a encarou com o canto dos olhos, uma sobrancelha erguida.
— Hoje eu ativei minha explosão de novo – Kyouka começou puxando um banquinho e sentando-se – Eu melhorei bastante no controle, mas ainda não consigo ativar abrir um buraco enorme no chão. Eu sei que são explosões diferentes e tudo mais. Mas eu pensei que talvez você pudesse me explicar como a sua funciona.
Bakugou enxugou as mãos e puxou um banco para sentar-se à frente dela.
— O que você quer saber?
— Como você regula? Sabe, intensidade, a distância e etc.
— É uma questão de regular os reagentes da combustão – Ele apoiou um braço no balcão – Meu corpo produziu uma espécie de nitroglicerina, quando eu vou causar uma explosão eu só tenho que oxidá-la. Então... Boom – Ele causa um par de explosões curtas com as mãos.
— Como controla a quantidade de reagentes?
— Eu sempre tenho nitroglicerina, então eu preciso regular o oxigênio, quanto mais eu oxidar, maior é a explosão. E também tem as reações em cadeia, eu preciso saber exatamente o tamanho da explosão que quero causar e calcular a quantidade de reações primárias, as que eu mesmo oxido, e secundárias, as nitroglicerinas que oxidam porque alguma próxima entrou em combustão.
— Hmff, muito complexo – Ela bufou apoiando o rosto nas mãos.
— Para de preguiça, Orelha! – Bakugou resmungou
— Não é preguiça! Quando eu ativo essas vibrações, eu preciso de muito esforço, mas depois eu consigo controlar sem problema nenhum. Eu sinto pelo meu corpo todo e só preciso aumentar o som ou diminuir.
— Como você ativa essa coisa exatamente?
— Não sei muito bem, eu consigo ativar quando eu fico com raiva. – Jirou explicou com um suspiro – Não raiva tipo, quando o Kaminari me irrita, raiva mesmo, que faz meu coração bater tão forte que eu sinto pelo corpo todo. Como quando eu senti minha mente sendo invadida, ou quando... eu pensei que... ahem – Ela limpou a garganta, era um momento um pouco constrangedor de lembrar – Bem, você sabe.
— Quando você surtou porque pensou que todo mundo estava com medo de você explodir e você me explodiu? – Bakugou cutucou a ferida.
— Sim – Ela resmungou emburrada.
— Você precisa saber o que realmente ativa a explosão.
— Claro, porque é super simples – Ela debochou.
— Essa é a merda do seu corpo, é você quem tem que descobrir como funciona – Katsuki levantou-se e colocou o banco de volta no lugar.
— Isso é parte sua culpa, sabia? – Ela sorriu brincalhona. Bakugou a olhou com desconfiança – Antes de eu entrar na UA, eu tinha um espírito de uma galinha, admito – Ela colocou a mão no peito fingindo dramatismo – Eu preferia me esquivar dos problemas, eu nunca fui muito adepta do ataque direto, por assim dizer. Sempre achei melhor analisar todas as possibilidades e escolher a que gastasse menos energia.
— Não é atoa que você se dá bem com a larva amarela que é o nosso Sensei – Bakugou riu sentando-se novamente.
— Talvez – Ela encolheu os ombros – Eu ainda acho que a estratégia silenciosa é a mais efetiva. Mas acho que passei tempo demais perto de você para não pegar alguns dos seus hábitos irritantes.
— Eu estou tentando pegar o sentido da coisa aqui, e estou começando a achar que você quer morrer, Orelha.
— Não, eu estou bem – Ela riu e esticou os braços — Mas ver você sempre tão barulhento, querendo resolver tudo com os punhos e dolorosamente honesto sendo bom em praticamente tudo... Acho que sem querer eu acabei parando de aceitar as coisas como são e usar a raiva para, sei lá, me auto-motivar? Tudo o que eu sei é que, quando aquele idiota tentou invadir minha mente, eu me senti tão irritada que queria poder matá-lo com as próprias mãos. – Ela confessou olhando para longe, pensativa. Então ela virou-se para ele – Eu quase pude ouvir sua voz gritando “MORRE!” na minha cabeça – Ela debochou com um sorriso sarcástico.
— Cala a boca – Ele riu e a assustou estourando suas mãos perto do rosto dela. Katsuki levantou-se novamente e caminhou para a porta – Apareça amanhã depois do jantar na academia. Vamos ter uma revanche decente.
Jirou piscou surpresa com as palavras do amigo. Ela sorriu antes de ir para o quarto dormir. Agora que ela parou para pensar, Bakugou podia tê-la dito para ir hoje para a academia. Ele sabia que ela estava mais exausta hoje? Bem, ela teria que esperar até o dia seguinte para saber.
Depois de todo o dia cansativo que Kyouka teve, ela avisou para Shinsou que ela não iria treinar com ele hoje. Depois do jantar ela foi até a academia, como Bakugou pediu, e ele estava lá, mais do que aquecido, usando um saco de pancadas.
— Hey – ela chamou ao entrar.
— Finalmente, por que demorou? – Ele resmungou – Tanto faz. Se aqueça.
Jirou revirou os olhos e começou o aquecimento. Katsuki a apressou várias vezes até ela finalmente acabar.
— Sobre o que é tudo isso?
— Vamos descobrir como você ativa as suas explosões.
— É melhor a gente não fazer isso aqui, eu vou acabar quebrando tudo – Ela alertou receosa.
— Não é para você ativar com tudo, idiota – Ele largou a toalha no banco da academia e a puxou para o centro – Quando eu vou gerar uma explosão, eu preciso isolar uma quantidade de suor na mão. Como eu disse, tem as reações em cadeia, e seu não fizer isso, eu vou acabar explodindo pelo meu corpo inteiro.
— Ah é, verdade. Você é uma pipoca – Ela sorriu debochada.
— Foco, Orelha – Ele estreitou os olhos em ameaça – Eu podia estar indo dormir agora, não aqui fazendo o seu trabalho.
— Ok, desculpa.
— A raiva que você usa para iniciar a explosão é um jeito forçado. Então deve ter o jeito certo de iniciar, você tem que descobrir qual.
— E como eu devia fazer isso? – Ela cruzou os braços e ergueu uma sobrancelha.
— Eu vou te dar uma surra – Bakugou sorriu diabolicamente.
Bakugou cumpriu sua palavra, Jirou realmente levou uma surra. Depois de perder tantas vezes e já ter parte de seu cabelo chamuscado, Jirou virou alvo das piadas de Bakugou. Ele parou de usar sua individualidade e realmente escolheu só humilhá-la mais algumas vezes. Imobilizando-a nas posições mais vergonhosas que Jirou podia pensar.
— Bom, eu consigo sentir sua pulsação daqui, então porque você ainda não está vibrando? – Ele rosnou sacudindo-a bruscamente para fazê-la parar de se debater.
Katsuki a havia imobilizado por trás, seus braços forçando dolorosamente os dela para cima enquanto suas mãos empurravam a nuca para baixo. Seus joelhos estavam esmagando as panturrilhas da garota, deixando-a de joelhos e completamente indefesa.*
— Ok, ok, me solta – Ela suplicou com a voz sufocada. Katsuki a deixou ir e sentou-se no chão, esperando sua resposta. – Eu estou bem longe de explodir – Ela respondeu ofegante.
— Então não ativa mecanicamente, não é fisiológico – Bakugou constatou levantando-se e a puxando do chão – É na sua mente que explode.
— Quê?
Como resposta, Jirou teve seus tornozelos chutados para afastá-los e sua postura ajustada bruscamente.
— Ative – Katsuki ordenou.
— Que? Não! Vai destruir tudo – Ela deu um passo para trás.
— Não. Não forçando – Bakugou explicou reajustando a postura da garota – Ative por você mesma.
— Eu não se como – Ela lembrou-o o do óbvio.
— Como você faz com os seus fones?
— Eu só... percorro a frequência com eles.
— Faça o mesmo, mas no seu corpo todo.
— Você acha que eu não tentei isso? – ela revirou os olhos – Alô, essa é a minha individualidade. O único jeito que funcionou foi o forçado
— Como você aprendeu a controlar com seus fones – Ele perguntou com o cenho franzido.
— Demorou um pouco, além de mim, só minha avó pode enviar um som pelos fones – Ela encolheu os ombros – o resto de nós só recebe.
— E você é a estranha que explode essa porra pelo corpo.
— Obrigada pelo elogio gentil
— Eu não estou aqui pra elogiar. Agora, tente explodir pelos fones.
— Bem, nesse exato momento, meus fones estão pulsando, mas nenhuma explosão – Jirou explicou olhando para Katsuki.
O loiro tentou pegar a ponta dos fones e Kyouka pula pra longe com um gritinho.
— Que porra foi essa? – Ele exclamou com os olhos arregalados.
— Você não pode simplesmente pegar neles! – Jirou respondeu ultrajada.
— Eu estou tentando ajudar aqui, porra! – Ele gritou erguendo os punhos – Estou tentando descobrir como você ativa essa merda.
— Você esqueceu que é assim que eu ataco? Se tocasse neles nessa frequência seria o mesmo que pedir um choque do Kaminari.
— Então diminui! – Ele revirou os olhos impaciente.
— Só... avise antes, ok? – Ela balbuciou corando um pouco.
Bakugou resmungou algo incompreensível e tocou a ponta de seus fones. Jirou ativou o som e ele sentiu a pulsação, quase um formigamento.
— Eu posso ampliar um pouco mais, você está em contato direto, pode machucar – Ela alertou.
— Aumente – Katsuki comandou e Jirou obedeceu, fazendo o soltar rapidamente – Se consegue enviar para os fones, como não consegue enviar para o resto do corpo?
— É diferente, os fones meio que tem um caminho exato pra onde a frequência vai. Eu não consigo fazer passar por todo o meu corpo sem encontrar resistência. É como... como se eu não soubesse exatamente por onde mandar o som.
Bakugou a encarou por um tempo, depois andou em círculos ao redor de Jirou, deixando-a desconfortável antes de por o indicador no ombro dela.
— Tenta fazer um caminho para cá.
— Bakugou, eu já...
— Faça! – Ele ordenou com um rosnado que a fez engolir em seco. Kyouka fechou os olhos e ficou assim alguns segundos. – Não sinto nada, orelha.
— Eu tô tentando, ok? – Ela reclamou fazendo beicinho – É como se eu tivesse tentando pegar um atalho atravessando uma parede, então pare de ser tão chato. – Jirou o repreendeu esfregando a região de seu coração.
— Não seja tão chorona – Ele bufou traçando o indicador pelo ombro – É só seguir esse caminho.
Jirou franziu o cenho quando sentiu o toque de Bakugou alcançar sua clavícula e seguir descendo para a curva de seus seios. Kyouka pulou para trás com vergonha, estapeando a mão do garoto e corando furiosamente.
— Ok, ok, eu posso achar o caminho, não precisa tocar tanto – Ela guinchou nervosamente.
— Deixa de frescura, esqueceu como eu prendi você não tem nem dez minutos? – Ele revirou os olhos. Ok, ele a deixou em posições realmente constrangedoras, mas...
— É diferente, era uma luta, isso é...
— Hora de dormir – Iida apareceu na porta, assustando os dois — O toque de recolher é em dez minutos e todos precisavam ir pra cama. – ele alertou cortando o ar com suas mãos.
Jirou rapidamente recolheu suas coisas e subiu com um “Tchau” corrido. Ela subiu para o seu quarto, tomou banho e se deitou. Seu próximo treino de individualidade seria em dois dias e ela não tinha nada de novo para valer o tempo dos professores. Kyouka precisava aprender logo a controlar a ativação, ela não podia treinar com o resto da turma por causa do dano inicial, por isso ela estava ficando cada dia mais atrasada em relação aos outros.
Kirishima agora consegue manter seu estado de Unbrakeable por quase cinco minutos, e Ashido consegue cobrir todo o seu corpo com ácido. Ela precisava alcançá-los, eles estavam se esforçando tanto enquanto ela continuava sem evoluir. Ela não merecia amigos tão dedicados se não conseguisse sequer acompanha-los. E Kyouka iria conseguir.
Como imaginei que ninguém ia entender o que eu estava falando, eis um esboço todo cagado da imobilização do Katsuki. Ignore os rostos e mãos, por favor.
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