Get Away With Murder
1 "Paciente Número 7"
Notas iniciais
Enfim, queria falar que a fanfic terão musicas! *clap clap clap* Inclusive, eu vou passar a lista para vocês e eu avisarei quando será uma boa escutar a musica enquanto lê. Sério, vai ficar show as cenas, mas será nas notas finais!
Sem muita enrolação, bora ao prólogo! Boa leitura!
— É bom te conhecer Doutor, nunca imaginaríamos que você começaria a trabalhar aqui. – Uma enfermeira qualquer comentava enquanto caminhava por um longo corredor ao lado de tamanho médio, usava roupas simples como uma blusa branca larga com um casaco azul e uma calça surrada, quem visse o homem diria que ele era apenas um largado viciado em pilulas e por isso tinha as enormes olheiras abaixo de seus olhos.
Mas aquele era o brilhante Doutor Psiquiatra Sans, filho do famoso medico W.D. Gaster. Um homem importante para as pesquisas atuais a respeito de pessoas com problemas mentais sérios. E a missão de Sans agora era assumir o lugar de seu pai que havia sido demitido por conta de suas pesquisas malucas em outros Sanatórios.
— Confesso que fiquei impressionada com sua aparência Doutor Sans, você não chega nem a usar um jaleco. — A morena falava ajeitando seus cabelos enquanto continuava a andar apressada pelo corredor e logo eles pararam em uma enorme porta que ia para a sala da diretoria.
— Os Senhores Dreemurr querem falar com você sobre o caso que você vai assumir. Depois eu te mostro a sua sala Senhor Sans. — Sans logo viu a mulher sair dali apressada, e voltou a olhar para a porta fechada. Logo bateu nela.
— “Toc Toc”
— Quem é? — Uma voz feminina pôde ser escutada do outro lado e o sorriso do homem palido se abriu mais. Logo ele respondeu calmamente.
— Vera.
— Que Vera?
— “Vera” quem é se abrir a porta. — E logo uma mulher com uma risada doce enquanto abria a porta mostrava o rosto para o Sans, aquela era a sua antiga amiga de piadas ruins que lhe ajudou bastante na faculdade. Toriel.
— É bom te ver Sans.
— Também é bom te ver Toriel. — A mulher que usava uma roupa social de blusa branca com uma saia até abaixo do joelho e com os cabelos grisalhos como os de Sans abraçava ao homem se abaixando, afinal ela era maior do que ele e ainda com o salto. Era uma humilhação.
Entrando na sala, se via que tinha um sofá de três lugares preto de frente a uma namoradeira de dois lugares com uma mesinha de centro enfeitada com um jarro bonito, e perto da janela com a cortina vinho e duas estantes enormes cheias de arquivos havia uma mesa de escritorio e sentada nele estava o Chefe do Sanatório Underground. Asgore.
— Vejo que está dando em cima da minha esposa de novo Sans.
— Eu diria que é ela que está bem em cima de mim Senhor Asgore. — Sans falava a ouvindo de sua mente doentia um “bum dum tass”, afinal a Toriel era muito maior do que ele por conta de centimetros e com o salto ficava maior ainda. O homem não entendendo apenas se ajeitou em sua cadeira vendo Toriel andar até ele e segurar no ombro dele.
— Somos amigos, também somos Asgore. — Sans falava ainda com o sorriso estampado no rosto e logo se sentando no sofá relaxando vendo que Toriel começou a servir um pedaço de torta e café, a bebida preferida dele.
— Então, soube que vocês tem um caso aqui que não conseguem resolver. Digam. — Sans falava pegando apenas o café na caneca e começando a beber, quem começou a falar foi Toriel.
— Sim… Ela é muito especial para nós, afinal ela foi abandonada aqui no meio da noite, mas ela se apegou muito a todos do Sanatorio, não queriamos transferi-la para um caso letra D.
— Aé? — Sans perguntava deixando a caneca na mesinha de centro e olhando Toriel que entregava um envelope com fotos de uma garota nova, ela tinha os cabelos castanhos médios nos ombros e usava um sueter rosa com azul. Frisk, era o seu nome.
— Eu e Asgore ainda estamos a procura dos parentes dela e nosso filho Asriel logo se deu bem com ela, mas tivemos que interna-la… Percebemos que ela mudava muito de vez em quando, de uma menina doce e de repente… Bem, pensavamos que era só uma leve bipolaridade mas...
— Problema de dupla personalidade?
— Provavelmente. — Asgore respondeu se levantando e andando até Sans se sentando de frente para ele.
— Haviamos entregue o caso ao seu pai, mas parecia que Frisk só piorava ao invés de melhorar. Foi então que resolvemos pedir sua ajuda. — Sans terminando de tomar o café deixou a caneca na mesinha e se levantou segurando o envelope e foi andando até a porta.
— Dessa vez você vai trabalhar não é Sans? — Asgore perguntou.
— Só porque ela é especial para vocês, vou trabalhar até os ossos.

— Finalmente você voltou Sans! Com certeza o Espaguete já congelou. — Resmungava um rapaz um pouco mais alto que Sans, usando uma blusa Branca com vermelho e a calça preta e por cima de ambos um avental branco.
— Vou fazer um gato quente pra comer. Preocupa não maninho. — Sans respondeu se limpando com as mãos dos pequenos flocos de neve que haviam começado a cair naquela noite.
— Que gato quente Sans? Nós nem temos um gato! — Papyrus resmungou segurando a concha e apontando para Sans com ela.
— Eu esquento um lá da rua mesmo. — Sans respondeu tacando os sapatos tudo pela casa enquanto se jogava no sofá e Papyrus resmungou mais ainda.
— Mas eu fiz o espaguete para você e pro papai e nenhum dos dois vai comer?! — Papyrus resmungou batendo os pés e logo continuou.
— Eu, o grande Papyrus não nasci para ser desrespeitado desse jeito por você! Quero você na cozinha daqui a 1 minuto! — E logo saiu da sala indo em direção a cozinha, Sans sabia que quando o garoto queria fazer isso, ele na verdade queria atenção. Provavelmente alguma novidade da faculdade dele.
As rotinas sempre eram assim, Sans trabalhava e Papyrus fazia a faculdade dele de gastronomia, enquanto que nosso pai que estava viajando para tentar “relaxar” a mente. Apesar de que ele provavelmente pensava todo dia em como avançar em suas infinitas pesquisas. E sempre seguimos essa rotina a vida inteira, por isso Papyrus se acostumou com as minhas historias antes dele dormir, e se eu não chegasse para ler cedo ele se irritava.
— Vou começar uma historia que ouvi uma vez a Toriel contando pro Asriel.
— Anda logo Sans, eu tenho aula amanhã!
— Como se amanhã é sábado? Nem eu vou trabalhar.
— Você é tão preguiçoso que até se esquece de nossa propria Rotina Sans? — Resmungou enquanto Papyrus se cobria todo em sua cama de carro e Sans se sentou do lado em um banquinho e logo sorriu, mostrando a tamanha maturidade que ele possuia, e logo ele começou.
— Era uma vez uma vaca Vitória, ela soltou um pum e acabou a historia. — O silêncio reinou no quarto mas havia apenas um sorriso sarcastico no rosto de Sans e Papyrus ficou se segurando para não rir.
— Nye… He… É sério Sans! He he!
— Mas você falou para eu ser rápido Paps, eu contei uma historia rápida e emocionante. E você está rindo.
— NÃO ESTOU! CONTA A HISTÓRIA! — Sans sorriu e logo ele começou a contar.
— Existia um mundo onde monstros e humanos moravam juntos, mas logo começou uma guerra e os humanos sairam vitoriosos, tendo os monstros que morarem no subsolo contra a vontade deles. Ai, um humano caiu nesse subsolo e…
— Nye he he he… — Sans conhecia aqueles “resmungos” ou seja lá o que fosse, mas Papyrus tinha a habilidade de cair no sono rapidamente, diferente de Sans que tinha sérios problemas de insonia. Fazendo isso, Sans logo saiu do quarto apagando a luz e indo até o quarto pertencente a sua pessoa. Como era esperado, estava totalmente bagunçando, com papeis espalhados por todos os lados e o colchão cheio de roupas limpas, e no canto um montinho com meias. Se jogando na cama, logo Sans tirou de seu casaco o envelope escrito: “Paciente número 7” e viu uma cartinha cair.
— É da Undyne… Droga, ela colocou aqui para eu não esquecer? — Sans falava tirando do envelope um convite de casamento, era do casamento dela com a Doutora Alphys. Elas se casariam no cartorio e Papyrus ia ser o padrinho. Tacou o convite longe e ficou olhando o envelope. Veria isso outra hora, afinal ele já havia cuidado de tantos casos e para ele tudo sempre havia solução.
Mas mal sabia Sans, que talvez aquele caso não houvesse uma solução.
Notas finais
Nye hehe, então ficaram curiosos sobre a Paciente ser a Frisk?! Estranho né? nye he he, claro que eu a grande CupcakeCherry não contarei nada para não dar spoilers!
Mas vamos lá a listinha de musicas que falei para vocês!
1. Jeffree Star - Get Away with Murder
2. The Difference - Get Away with Murder
3. Simon Curtis - Flesh
4. League of Legends - Kindred theme
5. Jeffree Star - I'm in Love With a Killer
"Ai cherry, porque tem a mesma musica mas cantada de modos diferentes?!" Já falei sem spoilers! E essa é a lista por enquanto, depois ela aumentará! Beijocas ~
Ah e não esqueçam dos comentários e beijinhos no popô de vocês! ♥
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