Get Away With Murder

12 Get Away With Murder


Notas iniciais
FALA PESSOAL AQUI É A TIA CHERRY ~ *Leva Pedrada* Pô gente eu sei que sumi, mas eu prometi que postaria todo fim de semana! E ainda é fim de semana não é? Apesar de que Domingo é o inicio da semana -q Agora vocês devem estar se perguntando pelo título, mas ai sim posso dar o spoiler de que a fanfic ganhará seu verdadeiro sentido! O por que desse nome. Mas antes, vamos aos agradecimentos e dar boas vindas as leitoras novas: — Uma menina que usa óculos; (Caramba eu postei e ela comentou na hora resumidamente -q E essa manja das novelas mexicanas, aposto que via Rebelde no SBT.) — Lady; (Fiquei altamente seduzida pela sua foto, e to vendo que manja das teorias, tome cuidado isso pode atrair Charas doidas para te matar -q Beijoquinhas ( ˘ ³˘) ) — Harumi99; (Agora que estou de férias finalmente vou parar para ler sua fanfic e vou comentar para você! Obrigada por sempre ler a minha fanfic e agora que pensei, você gostou do Sans trabalhando na escola né? O que acha de uma fanfic dele sendo professor? -q) — YellowEye (QUEM É VIVO SEMPRE APARECE NÉ? Também estou ansiosa pelos provimos capítulos da sua fanfic ♥) — Mr Mayu; (YAAAAAY LEITORA NOVA QUE FAVORITOU TAMBÉM! AI QUE FOFA! ;-; Olha, tu via Avenida Brasil? Tenho que confessar mas eu me amarrava demais nessa novela, sabia que Get Away With Murder foi um tiquinho baseado na novela? Só não tem esses finais dramáticos que ele tinha e toca o "OE OE OE DANÇA KUDURO ~") — SrtaSakamaki; (LEITORA NOVA OEEE, fico feliz que esteja acompanhando a fanfic, e olha que surpresa. Tu leu domingo e vai ganhar comentário domingo -q E essa foto com o Izaya gatinho seduzente? Já me ganha kkk) — Yhasmin (Nossa, não sabe como seu comentário deixou minha baixa estima bem baixinha e virou auto estima kkk Obrigada pelo comentário) Sem mais delongas, vamos ao capítulo ( ˘ ³˘) (Roubei essa carinha da Lady, não me bate kkk)

— Ahn? — Sans perguntou olhando a garota que tinha se auto denominado de Frisk. A garota olhou novamente para Sans e riu da expressão boba dele.

Parece confuso, é um nome estranho?

— É um nome familiar, muito familiar. Até sua aparência, é muito familiar. — Sans falou olhando o rosto de Frisk, a expressão natural era idêntica a de Chara, e foi aproximando o rosto lentamente da de Frisk. Até que ela tocou tampando a visão de Sans empurrando o rosto dele.

— Ah desculpa Kiddo… — Sans falou se afastando da garota e logo ficando em pé, sorrindo ele viu a garota se levantar e pegar a bolsa.

— Vejo que tem compromisso, bem… Não vou ficar te prendendo na minha casa não é? Vamos? — A garota olhou curiosa para Sans e ele sorriu.

— Ué? Está estranhando? Não vou deixar uma garota andar sozinha por ai, se bem que do jeito que é vai assustar até as baratas. — Sans falou sentindo ela chutar a bunda dele e os dois saíram andando para fora da casa, Sans então pegou a bicicleta que tinha largado com o Gaster.

— Deve estar se perguntando o que raios é isso. Sim, eu tenho uma bicicleta. É que eu sempre fui doido pra ter um triciclo, ai meu pai chega e me da uma bicicleta. — A garota viu ele pegar a bicicleta preta que tinha um banquinho de carona, ela apontou para o banquinho da carona.

— Ah… Sim ué, você quer pedalar? — Sans perguntou e ela negou com a cabeça, ela viu Sans subir na bicicleta e Frisk se sentou de lado na bicicleta.

— Olha posso ter perdido a pratica mas recupero rapidinho, e não converse muito comigo porque se não perco a concentração. — Sans riu e Frisk emburrou, ele então começou a pedalar e sentiu a garota segurar no casaco azul dele.

— As vezes para esfriar a cabeça eu gosto de ficar apenas sentindo o vento. Ai eu dou uma pedalada com a bicicleta para pensar na vida. — Sans deu uma virada para a direita na rua pedalando pelas ruas um pouco mais vazias e iluminadas de Hotland, Frisk olhava a paisagem segurando uma mão na bicicleta e com a outra segurando os cabelos soltos que ventavam junto.

— Onde eu te deixo? — Sans perguntou vendo que a garota apontou o dedo para frente, falando que era para ele seguir em frente. Depois de seguir o dedo de Frisk e se perder algumas vezes ou até mesmo quase serem atropelados, Sans viu que ele tinha deixado a garota em uma subida estranha.

— … Isso não está escuro demais não Kiddo? — A garota negou com a cabeça sorrindo de leve e se virou saindo andando começando a subir o pequeno morro com Asfalto de terra e árvores em volta. Sans se virou com a bicicleta pedalando de volta para sua casa que inclusive estava longe. BEM LONGE.

Mas logicamente ele não deixaria aquela oportunidade passar. Ah não deixaria! Como uma garota bonita mora em meio de estrada, com asfalto de terra, longe da cidade e ainda se chama Frisk?

Sans com seu sentido detetive deixou a bicicleta escondida em uma arvore e saiu andando apressado vendo de longe a garota caminhando, mexendo nos longos cabelos por conta da brisa fria que circulava, ela continuou andando até chegar a um lugar inesperado por Sans. Era uma Mansão velha, as cores escuras das paredes descascando, as janelas sujas e oxidando chegando ao estado de marrom e o teto de azulejos com algumas partes quebradas fizeram Sans tremer por dentro. A garota caminhava pela grama como se aquilo fosse nada demais.

Seria ela um fantasma? Sans pensava a vendo abrindo a porta e seguindo ela se escondendo pelas árvores. O lugar parecia ter iluminação nenhuma, mas de repente ele viu uma pequena luz fraca que provavelmente era de uma vela ou alguma coisa. Sans, vendo que ela estava no segundo andar resolveu arriscar. Entrou na Mansão mansamente tentando ser o mais discreto possível.

O que ele viu foi um local meio limpo, de algum modo esperava cacos de vidro pelo chão e poeira a mais do que tinha lá. Mas tudo parecia bem conservado, exceto as paredes com mofo e descascando e o piso velho. Sans viu que realmente era bem escuro e frio por dentro. O local parecia ser um hall de entrada que tinha alguns quadros na parede e uma placa de metal enferrujada dizendo algumas coisas. Sans andou até ela, mas não conseguiu ler por conta do escuro.

Foi andando até a outra porta grande de vidro que tinha sendo guiado pela fraca luz da lua que atravessava as janelas. Viu então uma escada no canto esquerdo e duas portas pela direita.

Foi até uma porta entre aberta no lado direito, era uma sala de jantar bem grande, com as mesas e cadeiras de madeira velha, as cortinas que tinham no local estavam sujas em suas pontas e ele então viu um quadro na parede escrito: “Sala de Jantar”

Obviamente, era uma sala de jantar.

— Será que esse lugar… Sim, tudo está de acordo com as descrições de Chara. Agora, tenho que achar a diretoria desse local! Tomara que ainda tenha documentos do local. — Sans pensou saindo do local, quando ele de repente quase gritou quando viu a garota descendo as escadas segurando um lampião. Sans se escondeu olhando ela andando segurando o lampião preto e ir em direção aonde Sans estava, ele se escondeu mais ainda e viu que ela tinha entrado na cozinha.

— Ufa… — Sans suspirou baixo e ele saiu andando lentamente em direção as escadas, subindo cautelosamente para não fazer barulho. Viu que tinha uma porta que estava entre aberta, era um quarto cheio de camas enferrujadas e com colchão velho, a parede era rosa descascando e tinha alguns detalhes de flores. Sans passou reto e viu outra porta que ia a um quarto do mesmo estilo, mas era com a parede azul e tinha detalhes de nuvens. E andando até o fim do segundo andar onde tinha uma janela, Sans abriu uma porta que ia para um banheiro, tinham vários chuveiros e algumas cabines com privadas e nictórios. Tinha uma porta dentro do banheiro que mostrava uma banheira velha com uma janela grande iluminando o local, cortinas longas e um armário velho pelo quarto, a água que estava lá era recente e estava morna. Ele de repente ouviu o barulho de passos e correu se escondendo atrás do armário.

De repente ele viu Frisk entrando no local segurando um lampião com a mão e com a outra uma chaleira preta velha e nos ombros uma toalha branca, deixou o lampião no chão e então jogou o liquido que estava na chaleira em direção a água morna, dando para ver o vapor sair. Sans a via de costas e conseguia ver ela começar a fazer algo que ele não deveria estar vendo.

A garota começou a tirar as roupas como se estivesse sozinha ali, Sans ficou observando de longe. Teria que esperar ela sair para ele sair, e não estava afim de ver ela fazendo um strip-tease que não era bem um strip-tease afinal ela só tava indo tomar banho. A quem podia enganar Sans? Ele deu uma rápida olhada a vendo jogando a saia no chão e mostrando o sutiã branco simples e a calcinha azul, ela tirou o sutiã delicadamente e a calcinha ela tinha tirado do mesmo modo da primeira vez que eles se viram, se abaixando um pouco e tirando subindo as pernas, como estava de costas dava para ter uma visão privilegiada das nádegas dela. A garota prendeu os cabelos longos em um coque alto e logo começou a entrar devagar na banheira.

Ela era tão graciosa, mesmo nos movimentos mais naturais. Sans parou de olhar e se sentou pensando no que tinha se metido. Por que a garota morava em um local abandonado, que por pura coincidência ou brincadeira do destino era o mesmo orfanato que Chara tinha falado em suas seções de hipnose. E o pior de tudo, se chamava Frisk.

Que buraco era esse que ele tinha caído?

— “Você não parece ter dormido Sans-sensei, posso te ajudar em algo?” “Sans-sensei aceita um cafezinho?” mas você não era minha monitora? Por que não me fala essas coisas fofas? — Sans resmungou deitado na cama tampando os olhos com as mãos, Frisk estava longe anotando alguns nomes de medicamentos. Sans com toda a força do mundo se levantou e andou até Frisk, ela parecia realmente distraída afinal estava escrevendo nada e olhando o medicamento em suas mãos. Sans de repente se curvou um pouco com o joelho encostando nos joelhos dela a fazendo cair um pouco se segurando no armário e curvando o corpo.

— Estava distraída mesmo hein Kiddo, que foi? — Sans perguntou se afastando e se sentando em sua cadeira, Frisk começou a escrever e mostrou para ele.

Ontem na minha casa estava me sentindo estranha.

— Estranha? Estranha pelo que?

Senti como se alguém estivesse me olhando o tempo todo, fiquei com bastante medo para dizer a verdade. Especialmente quando fui tomar banho.

— “Morando naquela casa obviamente qualquer um se sentiria com medo… Perai, será que era eu?” — Sans pensava sorrindo de leve e logo se levantando novamente e segurando no ombro de Frisk vendo ela levantar o rosto e olhar para ele.

— Com certeza é impressão sua Kiddo, e se qualquer coisa acontecer a você eu vou te proteger… — Sans falou a ultima frase um pouco baixo e a garota sentiu as bochechas esquentarem, enquanto Sans percebeu a reação dela e logo ele se surpreendeu.

— Por que está com as bochechas vermelhas? Febre? — Sans perguntou com um sorriso sacana no rosto e logo a Frisk moveu o rosto rapidamente negando e os dois se afastaram, Frisk segurava em um de seus braços e Sans saiu andando se sentando na cadeira.

— Sei que está na hora de ir para o café da Muffet, está livre. — Sans falou pegando alguns documentos em envelopes e a garota ficou olhando curiosa.

— Frisk… Você realmente parece incomodada com algo. Você quer alguma coisa? — Sans perguntou se virando com a cadeira e a garota tinha uma expressão de choro no rosto, ela se segurava para não fazer aquilo segurando a barra de sua saia azul marinho.

— Hey Kiddo escreve… — Sans falou entregando um papel para ela e o lápis, ela pegou devagar, mas devolveu para Sans e saiu correndo dali, Sans viu a reação dela e ficou sem entender. Logo, pensou no que faria. Então, pensou visitar Gaster e foi isso que ele fez.

Frisk estava vestindo sua roupa de garçonete quando pegou a carta no bolso de sua saia, começou a abrir o envelope e viu a carta dando uma rápida olhada no envelope, era de Flowey.

A garota terminou de se vestir colocando a carta no bolso e foi atender os clientes, de longe Frisk viu Muffet falando com alguns policiais o que fez seus olhos arregalarem e ela se assustar. Resolveu oferecer café para os três, deveria confirmar suas suspeitas. Saiu andando com três xícaras de café na bandeja e colheres de sobremesa.

— Obrigada Frisk, sempre está empenhada a ajudar não é? — A garota concordou sorrindo, mas de surpreendeu quando na mesa viu uma foto do Sans e uma ficha sobre ele.

— Frisk você poderia ir olhar meu bichinho? Acho que a ração dele acabou. — Muffet falou ajeitando os cabelos roxos e colocando alguns cubos de açúcar no café. A garota concordou e saiu andando, mas ao invés de ver o bichinho ela correu para o vestiário pegando a bolsa da mochila e correndo com as roupas de maid pelas ruas.

— Filho, por que veio aqui?

— Sabe, eu descobri onde fica aquele orfanato e sabe quem mora lá? Sim, a Frisk. — Sans falou sentado na mesa de Gaster que estava olhando alguns arquivos.

— Só não consegui ver a placa com o nome do orfanato.

— E como pode ter certeza de que é esse orfanato se nem viu o nome filho?

— EU SOU UM DETETIVE.

— Não filho, você pode até ser psiquiatra, médico e psicólogo que deve estar começando a ter miopia, mas detetive você não é. — Gaster falou rindo e Sans ficou olhando sorrindo sarcástico. Os dois então ouviram o celular de Sans e ele atendeu.

— Oh, Paps o que…

Como você pode Sans…?

— Paps? O que foi? Por que está chorando?

Você é um irmão incrível, um irmão ao nível de Papyrus… Mas agora você é… Você é…

— Papyrus… Fala. O que foi? — Sans falava começando a se assustar, só ouviu aquele tom de voz poucas vezes, mas se lembrava quando ouviu que o Gaster foi para longe e deixou o Papyrus pequeno nos cuidados de Sans.

Um Assassino.

Sans ouviu algumas pessoas gritando pelo local quando de repente viu a Frisk entrar na sala fechando a porta apressada e trancando a porta, ela estava usando o uniforme do café da Muffet, ela segurou o braço de Sans e começou a puxar ele.

— Kiddo o que foi? Eu to no telefone com meu irmão e…

— SENHOR SANS, SE ENTREGUE IMEDIATAMENTE! — algumas vozes foram escutadas enquanto a batida de porta era mais forte, Gaster se levantou apressado andando até a máquina de salgadinhos e começando a derrubar ele, Frisk então ficou olhando o Sans que estava paralisado.

— SANS! SOME DAQUI.

— SENHOR GASTER, ABRA ESSA PORTA IMEDIATAMENTE, SE NÃO VOCÊ SERÁ CÚMPLICE.

— SANS! — Frisk o puxou pelo braço apressada e os dois foram correndo abrindo a porta de emergência, mas antes Frisk abraçou o Gaster e ele encostou sua testa na dela dando batidas na cabeça.

— Proteja meu filho Frisk, tenha determinação. — E Gaster fechou a porta de emergência, a garota segurou na mão de Sans e os dois foram correndo em direção a uma floresta nos fundos do laboratório de Gaster. Sans via que Frisk corresse como se fosse perder a sua vida, e percebia que ela sempre dava rápidas olhadas no grisalho para ver como ele estava. A garota então foi para a estrada onde estava um homem com um carro, era o Grillby.

— Entra logo ai Sans! – O ruivo gritou vendo Frisk abrindo a porta e o grisalho olhou para trás, ainda ouvindo o barulho da polícia ele entrou rapidamente no carro junto com Frisk, Grillby pisou no fundo do motor e acelerou. Eles então chegaram à subida do Orfanato.

— Os policiais não viram o carro, eu vou largar esse carro e agir como se nada tivesse acontecido. – Grillby falava rapidamente com Frisk e ela concordou recebendo um carinho na cabeça.

— Tome cuidado com esse assassino. – E ele dirigiu, Frisk segurou novamente na mão de Sans e começou a correr com ele em direção ao orfanato, e quando entraram a garota respirou aliviada. Quando se virou para Sans ela viu a expressão dele.

— Hey... Me diz o que está acontecendo. – Sans falava com uma expressão assustada, a garota então tirou do bolso do vestido uma carta e entregou a Sans.

Querida Frisk, como tem estado? Aqui quem fala é o Flowey. Flowey, a flor que você conheceu. Lembra-se das injustiças que Asgore fez com você? Lembra-se de tudo que sofremos nesse lugar podre que você quer tanto proteger? Eles só queriam nos ver sofrer querida Frisk.

Por isso, peço que se afaste de uma pessoa. O nome dele é Sans. Sans, que era chamado antigamente de o bonzinho, o herói, o justo agora será chamado de ladrão, assassino e cruel.

Sim Frisk, ele fará o papel do assassino da Toriel. E como Asgore vai entrar em loucura, ele vai fazer de tudo para seguir o Sans e o fazer pagar, nem que seja em uma cadeira elétrica.

Por isso meu único pedido é que fique bem longe dele. Bem, se você leu essa carta e tem a menor ideia do que estou falando então deixe para lá. *piscadinha* Um abraço de seu irmão favorito. Flowey, a flor.

— Kiddo... A Toriel... A Toriel morreu? – Sans perguntou deixando a carta cair e ela andou até ele o abraçando, o grisalho ficou olhando assustado para suas próprias mãos imaginando a linda mulher morta no chão, Asgore usando roupas negras assim como Chara e Flowey, Asriel na prisão chorando sem parar. Papyrus chorando com o Mettaton por estarem pensando que ele fez isso.

Mas algo estava errado na história.

Como ele teria feito isso se ele estava o tempo todo em Hotland? Evitando contato com a Toriel tendo mudado de número só para isso.

— Eu tenho que saber quem fez isso com a Toriel... Ela... Ela apesar de ter me machucado profundamente, ela foi minha amiga. – Sans falava se soltando do abraço de Frisk e ele continuou.

— E Kiddo... Como você os conhece? Então esse lugar mesmo... E Asgore. O que Asgore fez a você?

A garota começou a puxar o Sans, os dois andavam lentamente pelo local observando atentamente tudo, Sans conseguia de algum modo ouvir as árvores ventando do lado de fora o que dava ao local um clima de paz. A garota então entrou no quarto feminino e apontou para a cama dela.

“Mas, rapidamente sua visão foi indo em direção a uma porta que estava entre aberta, um desespero subiu em si e ela começou a escutar barulhos que pareciam ser o choro de uma criança.

Por que está chorando? O que está vendo?

Eu… Eu odeio ele. Eu odeio. Odeio. Odeio. Odeio.”

— Ele... O Asgore fez algo com você? – Sans perguntou e ela concordou com a cabeça, mas tocou em seu coração e fez uma expressão de compaixão.

— ...O que acha de me contar a história para eu entender? – Sans perguntou sorrindo e se sentando na cama, a garota então saiu correndo para pegar o lápis e o papel, Sans observava o quarto de mais perto, vendo que eram bastantes camas e no alto delas estavam escrito nomes, no que estava sentado tinha o nome “Frisk” e o do lado dele tinha o nome “Chara”.

Por agora ele ouviria a história. Mas depois teria que pensar em um jeito de provar que era inocente. Ele não era o assassino, mas teria que por agora fugir do assassinato.

Notas finais
Então, eu acho que não tenho muito o que falar USAHUSHAUHSA Sei lá, to me sentindo estranha com esse capítulo porque o nome do capítulo é o nome da fanfic e a história apesar de ter chegado na metade eu... eu sei lá -q Enfim, Como falei nos comentários acima temos duas leitoras que estão com fanfics ótimas que mesmo que briguem comigo eu vou fazer propaganda -q A Harumi99 escreve uma fanfic que estou lendo recentemente chamada "Drowning", que é de Jim com Ariel (Planeta do Tesouro e Pequena Sereia) e apesar de eu shippar Jim com Melody a fanfic dela me encantou pela escrita e super recomendo para vocês lerem. E a YellowEye escreve uma fanfic que se chama "Birdtale" é uma versão de undertale em que todo mundo tem asa, e os momentos de romance que ela coloca na fanfic são tão cuti cuti que eu fico gamadinha lendo e até me ajuda a ter inspiração nas cenas de romance aqui da fanfic. E bom, como eu tive a inspiração "sozinha". Resolvi fazer um capítulo que seja a seção de perguntas e respostas aos personagens (me inspirei na UnicornioGotico que fez isso na fanfic dela e ficou super divertido) então podem mandar perguntas que sejam relacionadas a fanfic e aos personagens que teremos um capítulo extra com eles respondendo perguntas! TCHARANS! VAI SER O ESPECIAL DE "QUASE 70 COMENTÁRIOS YAAAY". Enfim, vamos parar que ta chato Cherry ~ -q Beijoquinhas da Tia Cherry ( ˘ ³˘)♥