Notas iniciais
SAUHSUAHSUAHSUAHUSHA QUE NOME É ESSE TIA CHERRY?! TA COM RETARDO MENTAL?! -QQQQQ Boa Noite, Tarde ou Dia gente aqui quem fala é a Tia Cherry que tinha sumido ~ É que eu percebi que fica mais fácil para mim postar aos fins de Semana do que no meio da semana -q Então comecei a estipular pra mim mesma que vou sempre postar aos fins de Semana! SEMPRE! A não ser que eu esteja mega ultra ansiosa para postar (como foi o capítulo passado.) Enfim, vamos aos agradecimentos dos comentários de todas vocês e sejam bem vindas também as leitoras novas... — LoliSweetieKitty (Leitora nova que saiu comentando três capítulos, uau! Seja bem vinda leitora nova!) — Uma menina que usa óculos (Pois pode apostar que minha fanfic vai chegar a ser pior do que MARIA DO BAIRRO! msuabsuhaushausha Ah e seja bem vinda também, acabei não falando no cap. passado! ♥) — Harumi99 (Eu vi o seu comentário lá na sua fanfic e quando vi meu nome lá... OOOOWNT ;-; desculpa não ter comentado ainda, estou nas minhas ultimas semanas de aula ai ta super puxado mas não se preocupe EU VOU COMENTAR! ah sim, e só por sua causa vou escrever um cap. especial explicando essa situação de Toriel e Sans e o Sans na minha fanfic tem 28 anos, e não 22.) — Lady (Outra leitora nova que é uma completa Lady! ♥ Seja bem vinda gatona espero que continue lendo mesmo com esse nome tenso no capítulo... -q) — MoneyMadam (Tinha sentido saudades suas, seus comentários me fazem super gargalhar assim como os das outras leitoras. Te adoro querida ♥) — Ellie R Coulson (*Faz carinho no cachorrinho do icon dela* Seja bem vinda querida! Apesar de não ser chegada em cachorrinhos o seu é muito especial, espero que goste e acompanhe a fanfic com carinho ♥) — Uzumaki Hyuuga Hinata (AI MEU DEUS, A HINATA UZUMAKI ESTÁ ACOMPANHANDO E FAVORITOU A MINHA HISTORIAAAAAAAA *sai correndo e cai no buraco do Monte Ebott*) Espero que ignorem o nome do capítulo que eu to rindo até agora e leiam com carinho, uma nova fase vai começar e espero que gostem dessa nova fase. Beijocas para vocês e boa leitura ~

— Não acredito que o Sans fugiu daqui pedindo demissão sem me falar! Será que ele esqueceu de mim? Quer dizer, ele me ligou claro mas isso quer dizer NADA, NADA! — Papyrus resmungou entrando no quarto de Sans, vendo que estava super mega ultra power bagunçado cheio de papeis espalhados no chão e dando formiga por conta de inúmeras canecas abandonadas e inclusive…

— A MINHA CANECA! — Papyrus falou pegando a caneca que estava escrito: “Melhor irmão do mundo” e ele ficou: “ooooownt” se lembrando do Sans dando isso de presente para ele, mas se surpreendeu quando olhou no chão e viu dois papeis em que um estava a foto de Flowey e da Frisk, Papyrus pegou por um momento e ficou olhando curioso lendo sobre os casos, especialmente o de Frisk.

— Ela está bem? Que bom. — Papyrus falou feliz e saindo andando dali começando a limpar o quarto.

Enquanto isso em outro canto Sans estava chegando em hotland usando uma blusa regata branca e a calça jeans e tênis, os cabelos bagunçados e o casaco azul amarrado na cintura. De longe, viu um homem de cabelos grisalhos penteados para atrás com um rosto mais velho, podia-se ver que o que fazia as pessoas olharem para ele eram os seus olhos heterocromáticos castanho como os de Papyrus e azul como os de Sans e haviam dois cortes marcados em seu rosto pálido. Usava apenas uma blusa social branca com uma gravata preta e a calça preta. Com um sorriso cansado ele chegou até Sans o abraçando.

— Como está o meu garoto?

— Está maravilhoso como sempre.

— Estou vendo, puxou o pai. — Gaster falava ainda um pouco sem graça se soltando de Sans, os dois foram andando até o Carro e Sans ficou olhando a paisagem de Hotland.

Era um local que emanava a alegria do verão, pessoas andavam pelas praias com águas cristalinas que tinham a incomum colaração avermelhada na água e areias tão claras quanto as nuvens. Por falar em nuvens, o céu estava em um azul puro sem nuvem alguma. Sim, vocês devem ter percebido que o verão tinha dominado completamente Hotland.

— Filho… Você veio a respeito de sua paciente? — Gaster perguntou parando no sinal e Sans pegou um café expresso que tinha comprado e começou a beber olhando o Gaster.

— Ela não tem problemas de dupla personalidade, porque ela tem completa noção do que uma e a outra faz e finge uma amnésia. Além de que me ameaçaram de me prender.

— Deixa adivinhar… Clorofórmio? — Gaster perguntou e Sans encarou com um sorriso bobo em direção ao pai.

— Odeio o seu sexto sentido.

— E eu amo sua ousadia filho.

— Bem… Mas você sabe que eu nunca deixo um caso assim, ainda mais que já tratei de seis casos completamente dificeis e esse está me deixando curioso.

— Me parece mais que você como um completo orgulhoso não quer é que acabem com sua reputação abandonando um caso. — Sans viu Gaster voltar a pisar no motor e o mesmo riu apenas continuando.

— Não se preocupe filho, isso é super normal em todos os médicos. Eu já fui assim. Orgulhoso e teimoso…

— Só não fazia piadas sanscáticas. — Gaster encarou feio Sans e o citado riu em seguida soltando uma gargalhada e voltando a pegar o café para beber.

— Eu sei fazer de tudo um pouquinho velho, até ser detetive, preocupa não. — Sans respondeu voltando a olhar a janela, vendo que os dois subiam em uma colina cheia de árvores que eram coqueiros e davam o caminho em direção a um alojamento.

Sans observava da janela como era o alojamento, tinham diversas casas de diversos tamanhos mas todos com um mesmo padrão de pinturas, eram todas uma de frente para a outra, com azulejo preto, paredes pintadas de branco e com janelas grandes e chamativos e um pequeno jardim alguns com flores vermelhas a frente, Gaster então entregou as chaves para Sans e o mesmo se surpreendeu quando viu que tinha um carro preto lá.

— De onde você tirou esse carro velho?

— Digamos que um amigo meu me deu para você ir para a escola trabalhar.

— … velho… O que você fez? — Gaster começou a rir enquanto caminhava para dentro da casa e Sans ficou olhando preocupado, o que Gaster estava tramando?

— Hey, quando você vai parar de vir aqui? — Sans resmungou sentado em sua cadeira de rodinhas bacana e giratória se virando a uma garota de cabelos castanhos lisos e longos com uma franja reta cortado acima dos olhos, olhos castanhos e a pele clara usando o uniforme da escola, uma saia curta azul marinho com a blusa branca de manga curta e um laço azul amarrado no pescoço, meias ⅞ brancas com sapatilhas pretas.

Olá, meu nome é Sans. Isso todos já sabem, afinal já caminhamos um longo caminho juntos desde que tudo começou. Bem, graças a Ideia absurda de meu pai ele me obrigou a trabalhar em um colégio de Elite de Hotland como Doutor da escola. E até ai tudo bem se não fosse por essa garota!

Sim, essa garota! Ela me intriga e me irrita, está sempre me ignorando e fazendo tudo que lhe da na telha! Ainda mais quando ignora as minhas ordens!

— … — A garota se virou para Sans segurando a vassoura e viu ele fazer uma careta, de primeira ela ficou olhando Sans com uma expressão de “Fala sério” e se virou voltando a varrer a sala.

Ela faz a mesma coisa a cinco dias! CINCO DIAS! Mas foi diferente no primeiro dia obviamente…

— Bem, seja bem vindo ao Colégio Vera Cruz Sans, você não deve se lembrar de mim... — Um homem de cabelos castanhos falou baixo do lado de Sans enquanto os dois estavam dentro do carro, com ele dirigindo e Sans o olhando.

— Claro que me lembro, você é irmão mais novo do Mettaton, o Napstablock. Não sabia que estava por aqui.

— É… Bem, eu só conseguir achar emprego aqui e precisava pagar o tratamento do Mett, acabei por desistir da faculdade e virei secretário. Estou bem… Apesar de não falar muito.

— Mas você já está falando um bocadão, para um fantasmão. — Sans falou rindo e ouvindo um risinho do Napstablock. Os dois então viram um campus enorme com diversas quadras de esportes, piscinas de natação e o com o prédio do colégio, sendo de três andares, e ainda tinha um terraço.

— Cruzes…

— Seja bem vindo ao Vera Cruz Sans. — Napsta falou estacionando na garagem do colégio, Sans saiu do carro vendo impressionado a quantidade de professores do local e ainda por cima como eles pareciam animados e dispostos.

— Como eles estão dispostos…

— Me sinto como você. — Naps falou com uma negatividade e os dois foram andando em direção a secretaria onde Napsta logo pegou a chave da enfermaria e entregou na mão de Sans.

— Vou pedir para a professora Temm te ajudar Sans.

— HOI, MIM SER POFÊXORINHA TEMM! — Sans de repente sentiu uma nostalgia lhe tomar o corpo vendo uma mulher de cabelos negros e longos presos em um rabo de cavalo e usando roupas formais. Diferente de Sans que estava com a roupa de sempre e um jaleco hospitalar.

— Prazer, professora Temm, sabia que eu conheço sua irmã Temmie?

— XURA? EQUILA DOTORAXINHA XATA? XÊ XIZER… INFERMIRAXINHA NUM Í?

— Claro, e eu fico orgulhoso de conhecer a irmã dela. Da aula de que?

— XÊ PÔTHUGISO.

— Quê? — Sans provocou com um sorrisinho e Temm continuou.

— POTHUGISO. OS HAXUNOS ACHODAR TEMM!

— É mesmo? E que matéria está dando?

— CHAYSQUIPARE.

— pare quem?

— NAIM, MIM TEMM DOXER CHAYSQUIPARE. — Naps ficou segurando um risinho ainda com o olhar triste, os dois então foram andando lentamente pela escola com a Temm falando errado enquanto mostrava onde ficava a ala hospitalar dele. 3° andar, umas das ultimas salas. Deveria ser o médico da escola por enquanto para cobrir as férias do médico oficial. E quem aceitou de lavada para tacar a responsabilidade no Sans? Gaster obviamente.

Sans parecia nada animado caminhando, segurava uns arquivos que deveria ler dos equipamentos da ala hospitalar e quando ou não ele deveria atender o aluno. Sans então viu a porta branca escrito: “Área Hospitalar” e pegou a chave, mas se surpreendeu quando a viu destrancada.

— Destrancada? — Sans pensou entrando na sala lentamente sem tentar fazer barulho, podia ver como tudo estava limpo. Uma sala bem iluminada pelas janelas com os materiais médicos longe do sol e três camas com cortinas para tamparem, também tinha uma mesa que servia como de escritório e tudo parecia muito limpo, o que Sans estranhou pois disseram que provavelmente estaria bagunçada. Mas, o que Sans mais estranhou foram os sons do local.

— “Gemidos… Ranger de cama?” — Sans pensou andando pelo local indo em direção a uma das camas onde o som ia ficando mais alto. Se deparou então com uma coisa no chão que quase pisou. Uma calcinha azul. Uma expressão irritada surgiu no rosto e na hora Sans abriu a cortina de uma das camas exibindo o que provavelmente ninguém teria vontade de ver. Um casal de adolescentes transando. O garoto que era o que gemia alto ficou olhando assustado o Sans e a garota que estava de quatro na cama olhava para baixo.

— D-Desculpa professor, desculpa! — O menino falou saindo dali as pressas abotoando as calças super sem graça, mas antes ele entregou algumas notas de dinheiro para a garota e saiu dali apressado.

— Não vai sair também não? — Sans perguntou cruzando os braços e vendo a garota se sentar primeiro com a bunda nas batatas das pernas e vendo a nota de dinheiro, depois Sans viu a aparência dela.

Olhos Castanho claro que transmitiam um ar de ingenuidade, os cabelos eram longos até o final da costa e estavam levemente bagunçados, coxas grossas e bonitas usando um uniforme de saia pregada azul marinho e uma blusa branca com um laço azul amarrado na gola dele ficando solto pelo peitoral.

— Está demorando de propósito Kiddo? — A garota começou a olhar para as poucas notas que tinha em suas mãos, ela então estendeu duas em direção a ele.

— Não quero isso, quero que você não use mais a Ala Hospitalar para prostíbulo! — Sans resmungou vendo a garota se levantar da cama e pegar da mão de Sans a calcinha dela, se segurando um pouco no braço da cama e se abaixando para vestir a calcinha. Sans via ela sair andando pela ala hospitalar indo em direção a porta e ir embora.

— Que maluca. — Sans pensou andando em direção a janela. Via os alunos correndo pela quadra de futebol treinando chutando bolas e mais bolas, via alguns alunos chegando atrasados e alguns indo em direção as salas. Logo apareceu a garota de novo abrindo a porta e se sentando na cama e caindo deitada.

— Nem um pouco abusada né Kiddo? — Sans falou se sentando na cama que ela estava deitada.

— Eu me chamo Sans, Sans o dotorzim. — Falou estendendo a mão para a garota para ela apertar, de primeira ela olhou para a mão estranhando e logo ela apertou a mão dele e os dois então escutaram um som de peido.

— Haha, essa piada do peido de mão sempre funciona! — Sans falou rindo ainda segurando a mão dela, ela de repente soltou a mão puxando rápido e chutando a cara dele o derrubando da cama.

— H-Hey Kiddo para! PARA! — A garota parou por um.momento com o pé na bochecha dele. Puxa, ela era bacana.

— Da para ver sua calcinha sanspática… AI! — Obviamente depois dessa Sans apanhou mais dos pés da garota o fazendo cair da cama.

E todos os dias se resumiram a isso, socos chutes e discussão em silêncio e o pior ainda é que depois descobri que ela tinha uma cópia da chave da enfermaria e ela me persegue! Isso mesmo, essa garota é uma stalker! Por que? Bem quando eu estou no Grillby’s ela está lá trabalhando.

Quando eu estou passando pelo posto de gasolina ela está lá trabalhando.

Quando vou no mercadinho ela está trabalhando.

Quando vou no café da Muffet ela está lá trabalhando.

E o pior de tudo… Ela nunca fala comigo, nunca fala com ninguém e está sempre vendendo o corpo dela para qualquer um só para conseguir dinheiro. Para o que? Acho que nunca saberei...

Sans estava pensando nessas coisas enquanto estava indo embora da escola, mais um dia improdutivo havia se passado e ele tentava achar o endereço do tal Orfanato e ele nunca achava. Parecia que realmente tudo sobre o local havia se apagado sozinho.

— Tenho que ligar para o Papyrus… — Sans pensava andando para fora da escola e caminhando pelas ruas de luzes apagadas e uma leve brisa fria. Provavelmente choveria pela manhã, uma chuva de verão que adiantaria de nada para refrescar o clima.

— Odeio esse lugar… — Sans pensava passando por um mercadinho e logo indo em direção a cidade, teria que passar por essa cidade movimentada, pela praia e então finalmente chegar a sua casa. O caminho não era tão longo mas também não era curto.

O céu estava com muitas estrelas, chegava a ser bonito diferente de onde morava antigamente em que o céu vivia nublado por causa do frio frequente. As pessoas ainda estavam nos comércios e fazendo assuntos que eles precisavam ou alguns estavam na praia fazendo um Luau ou simplesmente entrando na água quentinha.

Mas uma loja lhe deixou curioso. Era uma livraria velha que provavelmente deveria ter informações e noticias sobre Hotland. Seria ótimo se descobrisse sobre o Orfanato.

— Olá…? — Sans chamou vendo um velho ancião que arrumava alguns papeis em uma estante enorme da biblioteca, o mesmo tomou um susto e quase caiu da escada que estava mas se equilibrou e começou a rir.

— Olha, um mocinho novo na cidade? Oxi que raridade! — O ancião falou animado descendo da escada e andando devagar, usando roupas verdes e velhas e um chapéu que parecia de cangaceiro, ele tinha a barba branca mal crescida até quase metade do pescoço no cavanhaque e o rosto com rugas e pintas.

— Mocinho? Eu não sou muito jovem ancião, só uns…

— 28 anos? — Ele perguntou interrompendo o Sans e ele riu

— Como todos conseguem adivinhar a minha idade?

— Um ancião sabe de muitas coisas caro. Além de que eu conheço seu pai, vocês tem a mesma cara.

— Nossa…

— Enfim, o que quer aqui mocinho?

— Estou procurando umas coisas, especialmente sobre um orfanato de Hotland, acho que é Winter o nome.

— Winter? Um… — O velho ancião começou a pensar enquanto andava pelo local com cheiro de livros velhos e ia para atrás do balcão, Sans então ficou acompanhando o caminho dele.

— Não sei não. — Ele respondeu se sentando na cadeira cansado e Sans suspirou decepcionado.

— Mas… Eu sei uma pessoa que sabe sobre esse lugar. Sim… Sim…

— Lembrou de alguém velho? Uma idosa? Um adulto?

— Não… Não! É uma jovem… Qual era o nome dela mesmo? Passe aqui amanhã! Eu te ajudarei!

— Amanhã? Mas você não vai…

— Está me chamando de sem memória? Memória é o que eu mais tenho! E… — O idoso se assustou de repente quando viu uma garota correndo pela rua e alguém estava atrás dela, Sans se virou surpreendido e foi até a porta vendo de longe a garota correndo e o homem a seguindo.

— Desculpa senhor nos vemos amanhã! HEY! — Sans gritou começando a correr em direção aonde a garota de cabelos longos corria e o homem com uma faca, ele de repente segurou o pulso dela a puxando contra o corpo e ela ficou se debatendo sendo levada em direção a algum lugar pelo homem estranho.

— SOLTA ELA! — Sans gritou ainda correndo atrás deles e a garota percebendo que receberia ajuda começou a se bater mais acabando por cair no chão e levar um chute no rosto do homem, antes dele fazer mais alguma coisa Sans o jogou para longe segurando o ombro dele e se ajoelhou a segurando nos braços, foi então que ele percebeu que aquele homem era o professor de biologia maluco da escola.

— Ela não é prostituta na escola? Por que essa vadia se nega a me atender? MALDITA...

— Boa Noite professor de Biologia cujo nome não me lembro, ela ser ou não tem nada haver com você e se ela não quiser você não vai convencer ela nunca na base da violência, agora sai de perto dela antes que você tenha um “bad time”.

— CALE-SE E…

— Ora, que engraçado você só está cheio de coragem desse jeito porque bebeu. Eu realmente não queria fazer isso, está um dia tão lindo. Acho que você não quer perder seu emprego não é?

— O que?

— Ora… Imagina o Colégio Vera Cruz perder toda a sua dignidade e respeito que adquiriu durante os anos ser derrubado por causa de uma manchete de jornais revistas e fofocas sobre o professor que agrediu uma aluna e ainda queria força-la a fazer algo que ela não quer. — Sans falou com uma expressão fria enquanto apertava a garota em seus braços, o homem vendo a expressão séria dele saiu andando dali para longe, Sans ainda apertava forte a garota nos braços dele e ela então o empurrou começando a se levantar e ela ia sair andando mas Sans segurou ela.

Ela tentou sair de novo andando, mas Sans segurou o pulso dela ainda não a deixando andar. Ela então parou e ficou olhando para baixo.

— Você está machucada. Vamos lá em casa, farei um curativo em você. — Sans falou começando a puxar a garota enquanto os dois andavam juntos, voltava a olhar para o céu e algumas vezes olhava de soslaio para a garota atrás dele, ainda olhava para baixo e não era como se ela fizesse questão de ir ou não a casa dele. Chegando a casa, Sans então a deixou na sala enquanto foi buscar os primeiros socorros, ela olhava para Sans com uma expressão triste enquanto via ele fazer o curativo no rosto dela.

— Você sempre apanha desse jeito de todos? — Sans perguntou recebendo nenhuma resposta da garota, ele então começou a passar o álcool e ela fez uma expressão de irritação. Tinha doido.

— Olha, a de face inquebrável está mostrando uma expressão diferente. — Sans falou rindo e terminando de passar um metholate e colocando então a gaze, quando foi ver como ela estava uma expressão de choro foi o que ele viu, mas ela tinha tanto desespero e medo no olhar que isso o surpreendeu mesmo, o fazendo ficar sem palavras.

— Nossa… Está com essa carinha só por causa do álcool? — Sans falou ficando nervoso mas ele parou começando a mexer nos cabelos nervoso.

— … Desculpa, é que… Eu nunca sei como falar com você, parece que você sempre ignora e… — Sans começou a coçar o cabelo nervoso enquanto que ela ficou o olhando.

— E você parece tão madura… Você parece ver o mundo com olhos que talvez eu nunca veja, talvez sejamos diferentes demais Kiddo… O que você acha? Por favor me responde! Fala comigo! — Sans falou se ajoelhando e ficando de frente para ela a encarando com seus enormes olhos azuis e os olhos castanhos ficaram olhando ele ainda chorando, e então ela se virou para o lado começando a mexer em sua mochila, tirou o caderninho de sua mochila e começou a escrever.

Realmente há diferenças, diferenças muito grandes entre nós.

— E-Espere… Você é muda? — Sans perguntou surpreendido e a garota escreveu um “Sim” no caderno e ele se surpreendeu, apesar dela ser muda ela só age como uma pessoa que não é de muitas palavras. O mesmo bufou irritado.

Olha! Parece que Sanslock descobriu a América.

— Hey kiddo eu comecei a viver aqui a pouco tempo pega leve. Mas de uma coisa tenho certeza, eu sei ler mente das pessoas. — Sans falou com um sorriso sarcástico e ela sorriu de leve.

— E posso dizer que quando estava em perigo você estava pensando em mim, por isso apareci e te salvei princesa.

Isso foi a pior cantada. Seu pedófilo.

Vou embora, tenho que trabalhar no…

Antes dela terminar de escrever Sans pegou o caderninho e o lápis das mãos dela.

— Se você passar a trabalhar comigo na minha casa e sendo monitora da enfermaria eu te pago 500 por mês. Isso é o que você ganha mais ou menos se prostituindo não é? — A garota se surpreendeu primeiramente por ele saber exatamente o quanto ela ganhava em um mês se prostituindo, e segundo que ele estava propondo uma nova vida a ela. Ninguém nunca tinha feito isso.

— Gostou da ideia? Ótimo, começamos semana que vem. Espalha para aquela sua escolazinha de merda que seus serviços acabaram Kiddo. — Os olhos da garota brilharam de repente e ela sentiu que o vazio que ela sempre pisava desapareceu um pouco e então ela sorriu chorando e fechando os olhos, Sans ficou corado vendo o sorriso dela e vendo na expressão dela escrito um: “Obrigado” fazia tempo que ele não via algo assim… Tão bonito e natural.

— A-A p-proposito Kiddo… Não sei seu nome ainda. — Sans perguntou vendo ela abrir os olhos e olhar curiosa o albino, pegou então o caderno e o lápis das mãos dele e escreveu uma palavra.

Frisk

Notas finais
AGORA ENTENDERAM O POR QUE DA CALCINHA AZUL ?! SUAHSUAHSUAHUSHAUHSAUHSA sério, sem palavras para esse título, acho que é melhor titulo que o fanfic teve até agora! Vou até mudar o nome de fanfic para "A Calcinha Azul" vai chamar mais a atenção ainda! USHAUSHA Se chegaram até aqui obrigada por lerem o capítulo e não esqueçam do review bacana que enche o coração da leitora! Beijocas para vocês ♥