Notas iniciais
Desculpem não ter postado antes, mas não consegui entrar na minha conta antes, por causa da atualização do site. Enfim, espero que gostem:

–Claro que sim, Angie... Eu amo-te!

–German, eu também te amo — disse Angie com dificuldade — mas não podemos ficar juntos e tu sabes.

–Não Angie, não sei. Eu não escolhi apaixonar-me por ti, mas aconteceu e agora não me imagino a viver sem ti! — Disse German, já a gritar de desespero — Eu não quero saber dos outros. O que eles pensam não me interessa. Eu amo-te, eu amo-te e ninguém pode mudar os meus sentimentos, Angie. Por favor!

Angie estava sentada na sua cama a chorar baixinho:

–Desculpa German, não posso! — Após ditas estas palavras German saiu do quarto da loira a correr em direção ao seu quarto, e lá se trancou sem fazer intenção de voltar a sair. Quanto à Angie, não conseguiu dormir nem por um segundo. Ela queria ter dito a German que ficava com ele, mas no fundo sentia que estava a trair a sua irmã.

O dia chegou e quando Violetta acordou, já Angie estava a ajudar Olga com o pequeno-almoço na cozinha.

–Bom dia Olguinha e Angie. — Disse Violetta no seu bem-disposto tom matinal.

–Bom dia menina. — Disse Olga.

–Ah sim, bom dia — disse Angie com um ar ensonado.

–O que se passa Angie parece que não dormiste! — Questionou-a Violetta. Antes que Angie pudesse prenunciar uma palavra que seja, Ramalho entrou de rompante na cozinha:

–O Senhor German recusa-se a sair do quarto e ir à reunião com os Venezuelanos.

–O quê? — Disse Violetta intrigada — Mas o papá nunca se recusou a ir trabalhar e muito menos a sair do seu quarto!

–Ai! Será que aconteceu alguma coisa? — Perguntou Olga desvendando o seu lado pessimista.

–Aconteceu alguma coisa ontem? — Perguntou Violetta a Angie.

– Na-na-não... Acho que não — respondeu a loira a gaguejar.

–Como assim: "acho que não"? — Ripostou Violetta.

– Bem, ahhh... Tenho de sair. Não contem comigo para o almoço — disse Angie atrapalhada. Depois de Angie sair da mansão, Violetta diz a Olga:

–Eu vou lá acima pedir explicações ao papá.

Violetta subiu, bateu à porta do quarto de German, mas não obteve resposta. Bateu novamente e novamente, até que a porta se abriu. Violetta entrou no quarto, que estava escuro e desarrumado, e avistou German debruçado na cama a chorar.

–Papá o que aconteceu? — Perguntou Violetta preocupada. German acalmou-se e contou tudo a Violetta. Falou-lhe da conversa que teve ontem à noite com Angie, do medo dela de sair magoada, do receio dela de estar a trair a Maria e do seu medo de nunca a conseguir conquistar.

Entretanto Angie tinha desabafado com Pablo, na praça:

– E agora, o que é que eu faço? — Perguntava Angie desesperada — Eu amo-o, mas sinto que estou a trair a Maria.

–Angie, a Maria amava-te e queria que fosses feliz, mesmo que seja com o German — disse-lhe o amigo acariciando lhe as mãos — Seja qual for a tua decisão eu apoio-te!

– Obrigada Pablo. É bom saber que estás do meu lado, apesar de…

–Angie — interrompeu-a Pablo — eu ainda te amo e vou amar-te sempre, mas eu não te posso obrigar a gostares de mim... Eu sei que amas muito o German, por isso o que eu mais quero agora é ver-te feliz. E além disso o que lá vai, lá vai.

–Muito obrigada, Pablo... És o melhor amigo que au alguma vez podia ter pedido — disse-lhe Angie abraçando-o.

"Assim que decidir alguma coisa digo-te."

Após estas palavras Angie despediu-se e abandonou o local.

Ao chegar á mansão Angie deparou-se com Violetta:

–Porque é que me mentiste, Angie? — Disse Violetta. Angie ficou com uma expressão confusa e surpreendida ao mesmo tempo.

Notas finais
Comentem o que acharam e não se esqueçam de acompanhar a história.