Geração Potter e o Torneio Dos Cinco
4 (Cap. 04) - A bordo do Expresso Hogwarts
Notas iniciais
Era inegável se render ao riso vendo as figuras de Harry e Ron correndo pela Plataforma gritando coisas a Albus, tropeçando e murmurando desculpas. Enfim quando não puderam seguir em frente simplesmente pousaram as mãos nos joelhos e tomaram folego, ainda berrando “cuidem delas!”. Conforme os trilhos iam sendo vencidos o Trio caminhava por seus vagões a fim de achar uma cabine disponível. Ao longo do trajeto deram de cara com vários rostos familiares, de companheiros de casa a colegas de classe.
— Alô, Albus, Rose e Scorpius. É bom vê-los novamente – disse Valentine Longbottom. Sua voz como sempre suave e distante, seus cachos loiros amendoados agora caiam em cascata até a altura da cintura, com várias tranças e acessórios estranhos, face arredondada, maçãs do rosto coradas e olhos castanhos esverdeados tão claros que pareciam ter uma película cristalina os cobrindo, suas vestes eram largas e simples, boa parte suéter de lã folgados que cobriam até as pernas e shorts blackjeans – um look bonito se não fosse a diversidade de colares, pulseiras e brincos estranhos. Ela era a filha de Neville com Luna antes de terem rompido seu noivado por conta do trabalho, porém meses seguintes a pequena Valentine uniu os dois, de uma forma ou de outra.
— Hey Valentine! – cumprimentaram.
— Vejam se não é o Trio de Ouro – disse uma voz masculina que não puderam identificar de onde vinha.
— Ora, Lorcan, pensei que o teto não valia! – resmungou Lysander profundamente desapontado. – e ai caras, boas férias?
Quando olharam para cima viram Lorcan flutuando, como se estivesse deitado em uma nuvem invisível, além de estar quase transparente. Ele desfez os feitiços e encantamentos, deu um salto estratégico e pousou no soalho de modo triunfante. Seria impressionante se não fosse pelo chute que seu irmão gêmeo deu antes dele completar sua majestosa pose. Quando ficaram lado a lado mal se podia distinguir quem era quem. Scorpius facilmente poderia se passar por um primo deles, juntos, os três eram altos e tinham cabelos loiros, só que o que diferenciam era que os Scamander tinham fios dourados e camadas repicadas. Rostos pontudos e magros, só que atraentes. Olhos azuis como um céu matinal; puro e vívido. Suas roupas eram quase iguais as de Valentine, ambos trajavam moletons largos no tom de terra, jeans skinning justo e All Stars surrados. Claro que os colares, pulseiras e alargadores não negavam seus lados Lovegood.
— Ótimas – Albus respondeu por todos.
— Olá, pessoal! – disse Ganesha Thomas. O rapaz também ganhara altura e dava pra notar que mais tarde seria forte como o pai. Cabelos negros, pele escura e olhos castanhos avermelhados, ele havia uma pedra preciosa entre as sobrancelhas — representando a abertura de um terceiro olho, voltado para o conhecimento interior.
— Curtiram a Copa? – completou Shiva Finnigan. O primo era mais baixo, sua pele era um pouco mais clara, mas havia indícios característicos da índia. Os olhos eram castanhos escuros, ambos levemente delineados por um traço negro, comum entre a cultura que pertence.
— Foi sim, plenamente brilhante, Cannons agora e sempre! – exclamou Rose excitada. Junto dela os rapazes iniciaram uma espécie de coro, cantando alguns trechos de músicas do time, até uma voz feminina e graciosa interromper.
— Rose! – chamou Ling Yao. A garota parecia estar mais bela a cada ano. Herdara tanto traços orientais quanto britânicos. Rosto redondo, pele pálida e brilhante, olhos negros puxados com uma sombra azul marinho esfumada. Seus cabelos eram enormes, negros, lisos como seda e brilhantes como raios lunares. Albus evitou reparar, mas se perguntou internamente como uma garota de catorze anos poderia ter um corpo tão atraente. Rose despediu-se de Ganesha e Shiva e abraçou a melhor amiga. – que saudades! Como vai a França?
— Beau, charmant et romantique comme d'habitude! – respondeu Rose cheia de charme e orgulho.
Ambas deram gritinhos e saltinhos, depois começaram a falar alguma coisa sobre um bruxo chamado Gustave Eiffel, que foi um estudante da Beauxbatons que mais tarde tornou-se um engenheiro francês que participou da construção da Estátua da Liberdade em Nova Iorque e da Torre Eiffel de Paris, daí então seu nome. Além de diversas vezes ter sido nomeado como o bruxo francês mais lindo por sete anos consecutivos. Cedric Wong, o irmão mais novo de Ling, aproximou-se dos rapazes e murmurou.
— Mulheres...
Albus apenas assentiu, era raro deles conversarem, mesmo estando na mesma turma. Diferente de Ling, Cedric herdara mais traços dos Corner, o que o deixou com um aspecto bem britânico, mas seus olhos puxados e negros, inegáveis a sua descendência. Seu rosto era arredondado como o da irmã, e seu maxilar quadrado e rosto sinalado por pequenas pintas. Cabelos que cobriam o pescoço, num tom de castanho escuro. Ele era baixo e um pouco corpulento. O que Albus entendia era seu fanatismo por tecnologia e sua ânsia era desenvolver projetos tecnológicos para bruxos.
Decorrido alguns minutos as garotas enfim conseguiram atualizar os assuntos. De apenas três dias.
— Enfim... Ah, olá Cedric! Você está bem bonito – elogiou Rose, fitando o Corner dos pés a cabeça. Ele corou, pigarreou e agradeceu de uma forma tímida. Ling riu e o empurrou para andar.
— Nos vemos em Hogwarts, Rose!... Ah, olá Scorpius! – a Corner olhou do Malfoy pra amiga e piscou um dos olhos mordendo a língua.
— Oi pra você também, Ling – interpor o excluído Albus.
Ling, no entanto, nem o deu atenção.
— Wooow – murmurou Scorpius num tom de deboche. – depois dessa...
— Pff, mas que vad-
— Hey! Maldito. Cuidado. É a minha melhor amiga. – ameaçou Rose.
— Ok, ok, vamos?
Eles andaram mais alguns vagões, ainda parando pra cumprimentar amigos.
— Cannons, Cannons! – comemorou Snitch Wood. Como o pai, o garoto estava muito belo e atraente; estatura atlética, rosto cheio de linhas bem desenhadas, pele com um brilho dourado, cabelos curtos e loiros e olhos azuis como o céu perfeito para uma partida de Quadribol.
— Eu digo Chudley e você Cannons. Chudley!
— Cannons!
— Chudley!
— Cannons!
— É isso ai, garoto – disse Rose, espalmando as mãos ao ar junto do Wood.
— Que sociável você – comentou Albus a prima.
— Vou virar fãs do C.C pra fazer amigos também – brincou Scorpius.
— Hey Scorpius! – chamou seu primo, Iapetus Nott. O rapaz mudara também, estava tão alto quanto o primo, era magro e desastrado, seus cabelos também estavam longos, loiros amendoados, olhos castanhos com um tom cristalino e uma timidez caráter dele mesmo.
— Hey Pet, boas férias? – ele espalhou os cabelos do primo e sorriu. O Nott, por sua vez, pareceu colidir mentalmente com as ideias e ficou sem reação, porém conseguiu assentir.
— Oh, Rose – chamou Riddle Zabini. Quando viraram deram de cara com um rapaz de cabelos escuros arrepiados, pele morena e olhos negros e profundos e impactantes como um abismo. Crabbe Gregory vinha logo atrás dele – um garoto corpulento, braços grandes e cabelos curtos, seus olhos eram azuis marinhos, sérios como a sua expressão. Pelo menos não tão brutamonte quanto os nomes que ele carrega em sua homenagem. – você está ótima! Como foram suas férias?
— Foram boas, obrigada, espero que as suas também tenham sido – ela colocou uma mecha do cabelo atrás da orelha e sorriu gentilmente. Riddle murmurou algo em resposta e ela balançou a cabeça positivamente.
— Uh, galera?... Acho que essas cabines estão livres, vamos? – convidou Albus, sinalizando o corredor.
— Sim, claro – confirmou Rose. – boa viagem, meninos.
— Até logo, Pet. – despediu-se Scorpius. Ignorando propositalmente Riddle, que mal desgrudava os olhos de Rose.
— Estaremos lá atrás, vem com a gente? – perguntou Iapetus, falando do vagão Sonserino.
— Não, vou ficar com eles – confirmou Scorpius.
— Ah, claro... Com ela.
— Perdão? – ele juntou as sobrancelhas.
— Oh, nada. Bom retorno – ele abriu um sorriso e foi na frente. Riddle e Crabbe foram logo atrás.
— Certo...
Então quando Scorpius foi se virar para seguir em frente deu de cara com as costas de Albus e Rose, logo a frente deles estava Hughes Metalicana e Brenda Somelier.
—... E torceremos para que nada aconteça – finalizo a Sonserina. Não mudara muito, estava um pouco mais alta e sempre irritante. Seu rosto tinha expressões arrogante e maquiada fortemente, mas de maneira adequada, o que não a deixava ser julgada como feia, mas sua beleza era interrompida a partir do momento em que ela expele seu veneno. Cabelos cor de cobre e olhos azuis perfurantes com um brilho maligno.
— Ou não, quem sabe. Acidentes acontecem. – continuou Hughes a provocar. O garoto era um exemplo perfeito da expressão filhinho do papai. Ele era muito bem tratado, sua pele era pálida e brilhante como leite, os cabelos eram negros acinzentados, perfeitamente penteados num topete moderno, seus olhos tinha uma coloração chumbo. Suas vestes de grifes eram encrustadas por joias, sem contar suas pulseiras e correntes de prata. Fazia jus a sua família, os Metalicana eram bruxos donos de joalherias que tem como especialidade metais precioso.
— Vão procurar o que fazer, vadias – mandou Scorpius, empurrando Hughes do caminho.
— O que disse, Malfoy? – perguntou estupefato pela reação do outro.
— Preciso repetir que parte? O empurrão ou que você é uma vadia? – prosseguiu num tom desafiador, levantando o queixo de forma orgulhosa, tão arrogante quanto um Sonserino podia ser.
— Vamos nessa, Hughes. Grifinos só são desse jeito quando estão em maior numero – calculou Brenda.
— Não seja por isso, você ou eu sai, Rose? – perguntou Albus, num sorriso sarcástico.
— Nossa, adoraria pegar essa.
— São todos seus – disse o Potter, gesticulando para tomarem a frente.
Scorpius e Rose ficaram lado a lado, defronte para Hughes e Brenda.
— E aí, como vai ser? – questionou Rose, cruzando os braços, fitando Somelier dos pés a cabeça.
— Sabe com quem você está falando, garota? – questionou a garota.
— Oh, eu sei – interpôs Scorpius – Brenda, uma garotinha falsa e exibida. Vinda da família Somelier, bruxos que são conhecidos por sua diversidade no ramo culinário, a maioria dos integrantes vieram da Lufa-Lufa, pessoas generosas a perseverantes... Bom, pelo menos até ter você, a primeira Sonserina, estragar a ultima geração.
Brenda engoliu em seco e arregalou os olhos para Scorpius. Hughes viu que sua parceira estava desequilibrada e bufou, dando meia volta (provavelmente nem ele sabia com que tipo de escória estava andando). Ela ainda pareceu meio tonta, mas deu alguns passos em falso até encontrar um caminho para o ultimo vagão.
— Wooow, como você sabe de tudo isso? – falou Rose, delirando pela vitória.
— A família dela enviam vinhos e outras bebidas alcoólicas para a Mansão Malfoy, e eu simpatizei com a galera da cozinha – ele sacudiu os ombros e adentrou na cabine do trem, que era um compartimento para quatro viajantes.
Dentro da Cabine havia apenas uma garota ocupando o lado da janela, ouvindo músicas em seu Mp4 (algo bem antigo para o ano atual, mas bruxos eram assim – quando se apegavam a tecnologia ela já estava ultrapassada por décadas). Foi pega de surpresa, então deu um pulinho quando viu tanta gente, agitando seus cachos loiros presos num coque acima da cabeça. Seus olhos eram verdes, mas com um ar malicioso e astuto, na frente deles um óculos de aros quadrados de bordas arredondadas, prateados, encrustado por esmeraldas que tinham a mesma coloração dos olhos de Albus. Queixo arredondado e nariz pontudo, seus lábios num tom forte de vermelho e suas bochechas rosadas pela maquiagem muito bem passada.
— Uh, que susto! – exclamou Sophy Skeeter, dando uns risinhos. Ela retirou os fones de ouvido e sentou-se de forma apropriada.
— Perdão, não sabíamos que estava ocupada – pediu Rose, expressando um sorriso de canto.
— Oh, não se incomodem com isso, fiquem a vontade, ninguém quis sentar aqui mesmo então fiquei na minha.
— Certo – Scorpius sentou-se ao seu lado, sem entender a face de duvidas de Rose.
Ela trocou olhares significativos com o primo e sentaram-se na frente dos dois. Lado a lado, Scorpius e Sophy pareciam primos distantes.
— Ahm, como vai a sua mãe, Sophy? – Rose quebrou o silêncio.
A Sonserina pareceu colidir com uma sequencia de sentimentos até declarar:
— Hum, ela... Ela faleceu.
A ruiva ergueu as sobrancelhas e se mexeu desconfortável na poltrona. Albus deu apoio:
— Como isso aconteceu?
— Foi trágico, eu disse a ela parar com aqueles furos e fofocas. Acabou que ela se meteu no que não devia e foi envenenada numa entrevista. Dias depois ela não acordou.
— Sinto muito – Rose conseguiu falar.
— Não, tudo bem, já superei...
— Você está com o seu pai? – perguntou Scorpius.
— Bom, mais ou menos isso. Ele é um jornalista do Profeta Diário, teve um caso com a minha mãe e mais tarde, voilà, resultado – ela indicou o corpo, num risinho nervoso. O Trio acompanhou por educação. – ele é muito ocupado, mal vinha em casa, na verdade eu o definia como dedicado, não se satisfazia com apenas uma matéria, ele gostava de uma manchete e primeira pagina. Ele é incrível, um bom homem. Porém ainda sim carrego o nome da minha mãe, pois no dia ele estava... Bom, ele ganhou a primeira página, pelo menos.
Albus e Rose se entreolharam, mais nervosos. Isso explicava ela sempre passar as férias de feriados em Hogwarts. Talvez reconhecesse o empenho do pai e para não causar problemas resolvia ficar no Castelo. Isso a diferia de Rita Skeeter, que a todo o momento estava grudada em alguém a fim de descobrir do mais intimo ao pessoal.
— Ahm, e você sabe alguma coisa do Besourando? – Albus teve de perguntar, a questão estava debatendo-se em sua mente.
— Sim. Que eu o odeio. Estão fazendo pouco da minha mãe e seu... Seu desentendimento com Hermione Granger – ela indicou Rose, com mais um sorriso sem graça. – além que atrapalhou o meu projeto escolar. Pedi ao diretor Longbottom os direitos de um Jornal Escolar, mas ele recusou pela fama da minha mãe. Semanas mais tarde o Besourando surgiu e fez da minha ideia um ultraje. Além que todos acham que e sou a intrigante e desocupada da Ladybug. E aposto que vocês acham o mesmo.
Novamente os primos compartilharam de um olhar e descartaram tal opção, Sophy era a melhor para o papel, mas agora tinha um ótimo argumento convincente.
— Bom... – balbuciou Albus, gesticulando com as mãos. Rose pigarreou e Scorpius evitou manter contato visual.
— Não, tudo bem, vocês não são os primeiros, tampouco os últimos – ela deu as mãos, indicando para que relaxassem. – e... Desculpe, acho que estou incomodando.
— De maneira alguma! – Rose tentou ser gentil.
— Tudo bem, vou lá pra trás, afinal é assim, não é? – ela indicou os brasões das casas em seus trajes escolares. Levantou-se e ajeitou sua bolsa e os cachos dos cabelos. Deu uma piscadinha para cada um e lambeu os dentes (da mesma forma que Rita fazia!). – vou deixar o Trio de Ouro em paz. Bom regresso gente, até as aulas!
Eles se despediram dela e a garota fechou a porta da cabine. Enfim as sós, eles comentaram a Scorpius suas suspeitas da garota ser a Ladybug, o Malfoy também desconfiava do mesmo, porém nunca achou que Sophy tivesse tal potencial para uma fofoqueira anônima, ou até mesmo talento para isso. Enfim chegaram a uma conclusão; Sophy poderia não ser a escritora do jornal, e levantar suspeitas sem provas não levaria a nada. Ainda sim uma questão ficou sem respostas; quem diabos é Ladybug?
Enfim quando se instalaram, conversaram e deram altas risadas. O carrinho dos doces chegou e eles comparam algumas guloseimas até a chegada ao castelo. A viagem estava sendo longa e prazerosa conforme o trem fazia seu caminho rumo à Escócia. O entardecer começou a dar o lugar ao Crepúsculo quando Albus citou o Torneio Tribruxo: participar, sim ou não?
— Eu realmente adoraria entrar na disputa! – comentou, pensando grande. – deve ser uma aventura e tanto, imagina só como será incrível!
— Divertido e perigoso – completou Rose, finalizando sua barra de chocolate de avelã.
— Rose está certa – concordou Scorpius, como sempre fazia. – vindo por seu pai parece ter sido fácil, mas ele teve ajuda o tempo todo.
Albus encarou Scorpius diferente e deu um sorriso vago.
— O que você quer dizer?
— Que não é tão fácil quanto seus olhos cor-de-Potter enxergam – Scorpius tomou um gole de sua garrafa de cerveja amanteigada e fitou Albus com tranquilidade, seus olhos pareciam uma nuvem de tormenta prestes a chover seu lado arrogante dos Malfoy.
— Não, não foi isso, está falando que meu pai é incapacitado de ter feito tudo sozinho, se tivesse oportunidade? –Albus fulminou o amigo com a essência Sonserina que ocultava.
— Nessa direção, mas nos outros trilhos. Se não fosse pelo Weasley e a Granger, sem contar o grande empurrãozinho de Dumbledore, quem sabe se o vencedor poderia ter sido outro campeão.
— Ei, ei! – interrompeu Rose, batendo palma tomando a atenção dos rapazes. – qual é? Vão começar a brigar depois de três anos?
Albus se recostou na poltrona e voltou os olhos janela a fora. Scorpius, por sua vez, cruzou as pernas e direcionou sua atenção o corredor do trem.
Notas finais
_ Chegaram aqui, não saiam sem comentar - sentenciou Valentine. - daqui a pouco quem chega em algum lugar somos nós, em Hogwarts.
_ Curiosos para saber como termina? Não deixem de acompanhar.
Seguiu-se de um silêncio, no qual Lysander e Valentine sorriram, depois olhando em volta de uma forma meio aluada.
_ Você que disse isso? - sussurrou Valentine ao irmão, com a sua habitual cara de dúvida como se perguntasse "Grimlians Solares das Montanhas existem?".
Lorcan olhou para cima e soltou os braços ao lado do corpo, numa mistura de cansaço e indignação.
_ Droga Lorcan, eu disse que o teto não valia!
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