Garotos
12 Capítulo 10 . O Garoto de Duas Faces
Notas iniciais
Mais um capítulo de Garotos para vocês, meus amores! Okay, esse é um dos temas de que eu mais gosto, principalmente por causa do Fubuki, de Inazuma Eleven. SO FUCKIN' HOT! Espero que gostem!
Boa leitura!
Tema: Dupla Personalidade.
Havia algo no rosto de Pietro que fazia as pessoas perceberem que ele era, de fato, uma pessoa absurdamente séria. Talvez fosse seu cenho eternamente franzido, ou seus olhos atentos às aulas de todos os professores, ou o sorriso que nunca se esboçava em seu rosto angelical, ou até mesmo a junção de tudo isso. O italiano não fazia questão de sorrir, de puxar assunto com os outros garotos de sua sala, de mostrar que fazia parte de um grupo.
Suspirou. Estava sentado em frente à mesa do professor, como em todos os outros dias, mas, dessa vez, sentia-se mal. Algo estranho acontecia com seu corpo. Pietro engoliu em seco, tentando fazer com seu almoço voltasse para o estômago. Apenas mais dois horários, pensou ele, mirando o relógio em seu pulso.
Os professores de matemática e literatura pareciam dar aulas intermináveis aos olhos do italiano. A cada cinco minutos, o garoto olhava seu relógio e reclamava mentalmente. Os homens haviam percebido aquelas ações e se indagavam se estava tudo bem com o menino. Dimitri deixou que Pietro fosse embora mais cedo, com a condição de que outro aluno anotasse a aula para ele.
O menino adentrou seu dormitório, dessa vez, com uma expressão cansada. O que, diabos, estava acontecendo com seu corpo? Ele jogou-se em sua cama próxima à janela e fechou os olhos, caindo no sono no mesmo instante.
Ele acordou pouco tempo depois, um sorriso atrevido em seu rosto. Seus olhos escuros possuíam um tipo de brilho diferente do usual. Pietro lambeu os lábios, sensualmente, ainda que estivesse completamente só no quarto.
- Ora, ora, Pietro, desculpe-me. Eu estava ansioso demais para usar seu corpo – falou consigo mesmo, levando sua mão à própria camisa.
Seus dedos hábeis desabotoaram a vestimenta rapidamente, e o garoto sentou direito na cama, encostando-se à parede atrás de si. Ele deixou que seus pés se apoiassem sobre o colchão macio e suas pernas se abrissem em seu máximo. Uma das mãos correu ao seu peito e acariciaram-no. Pietro abaixou a cabeça, deixando que seus dedos resvalassem pelo mamilo rosado, para, depois, apertá-lo.
Era naquilo que o garoto se transformava todas as noites. Tinha outra personalidade, completamente oposta à sua verdadeira, ninfomaníaca. O outro garoto lembrava-se perfeitamente dos passos de Pietro, mas este achava que ficara com dor de cabeça durante o sono.
Então, quando seu mamilo já estava completamente eriçado, o garoto deixou que sua outra mão de direcionasse ao pênis excitado entre suas pernas. Pietro começou a masturbar-se; primeiro devagar, depois a velocidade de sua mão aumentou, e ele não conseguia mais conter seus gemidos altos. Não lhe importava se os outros garotos ouviam-no (sabia que muitos estavam ocupados de sua própria maneira). Em verdade, ele esperava que certo menino pudesse ouvi-lo perfeitamente.
Dio adentrou o cômodo e lançou um olhar luxurioso para o garoto sobre a cama. Ele e Pietro eram colegas de quarto havia muito tempo, e fora nesse intervalo que Dio conhecera a segunda personalidade de Pietro, implorando por sexo todas as noites. Não recusava. Ele, na verdade, ficava ansioso para chegar o momento.
Pietro sentiu o olhar do garoto sobre si e sentiu seu corpo estremecer fortemente. Ele adorava quando alguém o observava enquanto se tocava. Ficava tudo mais excitante. Assim que Dio pôs-se a passos de distância do menino, este gozou em sua mão, sujando-se, seu peito a subir e descer rapidamente.
Dio lambeu os lábios. Em sua calça, já era possível observar um ligeiro volume. Seus olhos azuis brilhavam de luxúria à luz da lâmpada. Pietro lançou-lhe um sorriso travesso, que significava que o garoto já podia tomá-lo para si. Dio retribuiu com outro sorriso.
O menino retirou suas roupas rapidamente, assim como Dio, e deitou-se na cama, as pernas abertas para poder acomodar o maior entre elas. Não conseguia mais se aguentar; tinha que tomar posse daquele corpo naquele instante. Pietro era demasiadamente tentador e sedutor, quando estava com sua outra personalidade.
Dio pôs-se de quatro sobre o menor e passou a lamber-lhe os mamilos já excitados. Sabia que aquele era um dos variados pontos fracos do garoto abaixo de si. Pietro começou a gemer assim que sentiu a língua quente em seu botão e os dentes a morder-lhe, deixando-o avermelhado na região. A mão de Dio foi ao pênis rijo do menino e passou a massageá-lo.
- Como quer hoje, Pietro? – Dio indagou enquanto ainda lambia e mordia o peito do garoto.
- Quero que goze na minha cara, Dio. Quero sentir seu sêmen – Pietro sorriu. – Então, pode me foder como quiser.
Dio adorava quando o garoto o deixava escolher como fodê-lo. Sempre tinha suas posições favoritas e fantasias e gostava de pô-las em prática.
A fim de realizar o desejo de seu amante, Dio parou de lamber-lhe o peito e massagear-lhe o pênis. Ele ficou de joelhos sobre a cama, seu membro próximo à face do menor. Então, começou a masturbar-se.
Dio gemia alto e forte, e a visão daquele pênis rijo e grande à frente dos olhos escuros de Pietro causavam-lhe arrepios pelo corpo inteiro. Gostava de observar os outros masturbando-se, da mesma maneira que amava ser observado. Talvez fosse alguma mania. Todos tinham as suas, e essa era a dele.
Os gemidos do maior ficavam cada vez mais altos, e seu corpo estremecia por inteiro, em especial as pernas, que, a cada momento, perdiam mais forças. Até que, afinal, o garoto chegou ao ápice do prazer e derramou seu sêmen sobre o rosto angelical de Pietro. O menor o líquido espesso sobre sua pele, em seus lábios, em seu cabelo. Deixou que sua língua colhesse um pouco dele, a fim de sentir o gosto. Excitantemente delicioso, para ele. Dio abaixou seu tronco, até que seus lábios ficassem da mesma altura do ouvido do menor.
- Agora é minha vez de escolher – sussurrou.
O maior afastou-se ligeiramente e, então, beijou os lábios finos do garoto. Suas línguas acariciaram-se mutuamente, e a mão de Dio foi em direção ao pênis de Pietro. Não precisou de muito para o menor gozar e sujar sua barriga. Em verdade, ele estava demasiadamente excitado desde o momento em que o outro começara a masturbar-se em frente aos seus olhos.
Dio soltou os lábios do garoto e afastou-se mais uma vez. Levantou-se da cama de Pietro e caminhou até a sua, sentando-se escorado à parede em seguida, as pernas abertas. Ele tocou-se mais uma vez, lambendo os lábios, olhando luxuriosamente para seu amante, excitando-se.
Sabendo o que estava por vir, Pietro começou a preparar-se. Com seus olhos ainda fixos no pênis de Dio, o menor ficou de lado e colocou dois de seus dedos em seu ânus, movendo-os dentro de si, rapidamente. Separava-os e fazia movimentos de vai e vem, sem conseguir parar, soltando leves gemidos – principalmente por causa da visão que tinha da masturbação do maior.
- Venha cá, Pietro – Dio chamou.
O menor obedeceu-lhe prontamente e foi a passos lentos em direção ao garoto. Já sabia o que ele estava pensando em fazer. Seria, daquela vez, a posição favorita de Dio: Pietro cavalgaria em seu pênis. O menor ajoelhou-se sobre a cama, um joelho de cada lado das pernas do outro. Este segurou as mãos pequenas de Pietro e o puxou mais para perto. Então, segurou seu membro com uma das mãos.
- Desça.
O corpo de Pietro desceu lentamente sobre o pênis rijo de Dio. Em verdade, o menor já estava um pouco mais acostumado com esse grande volume dentro de si. Preparava-se apenas para sentir algum prazer antes mesmo de ter seu corpo adentrado. O maior gemia ao sentir as paredes aveludadas do ânus de Pietro envolvendo-lhe o pênis.
Quando estava preenchido por completo, o menor parou. Arfava e sentia uma leve pontada de dor, leve demais para ser notada, na verdade. Então, começou a cavalgar sobre o membro de seu amante. Dio gostava daquela posição porque, além de alcançar um ponto mais fundo em Pietro, conseguia visualizar a face erótica que o menino fazia quando era fodido. Os olhos escuros semicerravam-se e o miravam com um leve brilho sensual, a boca soltava gemidos cada vez mais altos e fortes. O ponto que Dio atingia em seu corpo era altamente prazeroso. Tinha que admitir: aquela era uma de suas posições favoritas também.
Não haviam gozado ainda, quando Pietro aproximou-se do ouvido do maior e sussurrou:
- Dio, você é tão gostoso. Vai, me fode ainda mais forte. Quero sentir seu pau bem fundo.
Pietro sabia que seu amante se excitava ainda mais com palavras sujas. Gostava de falá-las e sentir o pênis do maior aumentar ainda mais dentro dele. Em troca, Dio agarrou o membro do menor e começou a masturbá-lo, oferecendo-lhe ainda mais prazer.
Não demorou para que as palavras sujas de Pietro fossem substituídas por um gemido alto. Seu corpo inteiro estremeceu, enquanto expelia seu sêmen contra o tórax de Dio. As contrações dos músculos do ânus do menor pressionaram o pênis do outro, fazendo com que ele se afundasse no corpo do amante e gozasse logo em seguida.
Pietro caiu na cama, desajeitado. Assim que Dio deixou seu corpo, ele agarrou o membro do maior, sentindo-o. Sorriu travesso.
- Você ainda está tão duro, Dio. Duas vezes não foram suficientes para você? – indagou.
O maior balançou a cabeça levemente, negando. Então, Pietro ajeitou-se sobre o colchão e abriu as pernas. Seus dedos foram em direção à entrada recentemente usada e circularam-na.
- Pode meter seu pau aqui. Minha bunda ainda quer ser fodida – disse, observando o pênis de Dio enrijecer ainda mais.
O garoto penetrou o menor mais uma vez e, logo em seguida, passou a mover-se dentro dele. Não conseguiria ficar muito tempo no corpo do menino, parado; ele precisava se mover. Pietro começou a gemer mais uma vez, seu peito subindo e descendo, seu coração, assim como o do outro, batendo demasiadamente forte.
A cada momento, Dio aumentava a velocidade de suas estocadas. Então, depois que Pietro gozou em sua barriga pela quarta vez, o maior movimentou-se o máximo que pôde. Demorou mais um pouco, dessa vez, para que ele alcançasse seu prazer. Seu pênis estava mais calmo, então.
Após recuperar o ritmo normal de sua respiração e seus batimentos cardíacos, Pietro levantou-se da cama e foi ao banheiro do quarto, piscando para seu amante, como se o chamasse para acompanhá-lo. Dio obedeceu-lhe prontamente e adentrou o chuveiro com o menor.
Lá, eles transaram mais uma vez.
Na manhã seguinte, Pietro estava dormindo profundamente em sua cama. Estava de pijamas, já que sua outra personalidade tomava muito cuidado para que ele não descobrisse sua existência e tentasse, de alguma forma, apagá-la, limpando, assim, seu corpo sujo de sexo e vestindo uma roupa limpa.
Às sete horas, seu alarme tocou e, prontamente, ele o desligou. Sua cabeça doía como se houvesse dormido tarde ou mal a noite inteira. Sentou-se. Seus olhos sonolentos correram até seu colega de quarto, Dio, um italiano da sua idade, que possuía um corpo mais forte que o seu e estudava em outra classe.
Então, desviou seu olhar, as bochechas semelhantes a morangos maduros. Havia criado uma espécie de atração pelo outro; podia, em verdade, dizer que amava Dio, já que conhecia sua personalidade e o achava deveras bonito. Contudo, nunca teria coragem para confessar-lhe aqueles sentimentos. Então, sempre que o olhava e tinha esses pensamentos, Pietro levantava-se da cama e ia se arrumar para a aula.
Mal sabia ele o que fazia à noite com Dio.
Notas finais
Aqui está o belíssimo fanart da Gokkun/bakalice: http://takoyaki-kun.tumblr.com/image/35818539675
Espero que tenham gostado! Comentários são bem vindos ♥
Até a próxima!
Takoyaki ~ Bolinho de Polvo.
Próximo: O Garoto com Cauda.
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