Garota perdida.
8 Festa de aniversário.
P.O.V. Mel.
Hoje é a minha festa de aniversário. Minha mãe está me arrumando desde ás sete da manhã e agora já são dez horas da noite e logo os convidados ão de começar a chegar.
Foi eu falar tocou a campainha.
A minha amiga Clary e o namorado dela Jace foram os primeiros a chegar.
O vestido dela se parecia de mais com o meu. O dela era azul claro e sem mangas enquanto o meu era azul escuro e tinha mangas que iam quase até os cotovelos.
—Você está linda.
—Você também. Pra você, feliz aniversário.
—Obrigado. Não precisava.
—Claro que precisava!
—Entrem. Fiquem á vontade.
—Com licença.
—Se estiverem com fome ou com sede tem o que comer e beber logo ali na mesa.
Os amigos da Clary chegaram logo depois. Os gêmeos Alec e Isabelle eram muito simpáticos.
Elena e Stefan, Amara e Silas, Jeremy e Anna, Bonnie e Luca, Klaus e Caroline, Elijah e Renesmee, Alice e Jasper, Emmett e Rose, Rose e Trevor, Jessica e Christofer, Rebekah e Tamara, Katherine e Damon. Kyle e Sophia, Davina e Kol.
Casais e mais casais.
Nate chegou e eu fiquei super feliz.
—Pensei que não viria.
—Claro que eu vim! Não perderia essa sua festa por nada no mundo.
—Minha mãe me ensinou a dançar como as pessoas de hoje. Quer ver?
—Claro.
—É um pouco desconfortável pra mim. Mas, consigo fazer numa boa.
Nós dançamos e cantamos, pulamos, comemos, bebemos. Demos até uns beijinhos.
Foi a festa mais divertida e memorável de todas. A comida deste século tem um gosto ótimo e que maravilhoso ver as luzes daquela coisa que gira iluminarem a sala de estar.
—Isso não é impressionante? Como pode essa coisa brilhar sozinha e girar ao mesmo tempo? As coisas deste século são tão intrigantes. A música que sai de lugar nenhum, que fica guardada em objetos minúsculos e as moças que podem estudar e falam muitas línguas, elas ganham seu próprio dinheiro e não dependem mais da boa vontade dos maridos. Moças que namoram outras moças que tem filhos com elas.
—É. As coisas mudaram e muito.
—Minha mãe já foi mãe de outra criança, mas a filha dela morreu.
—Qual delas?
—Sarah. O nome da menina era Karen.
A Clary veio.
—O que disse?
—O nome da filha biológica da minha mãe era Karen, mas ela morreu pouco depois de nascer.
—E o nome da sua mãe é Sarah Fray?
—É.
—A filha da sua mãe não morreu.
—Como assim?
—A filha da sua mãe sou eu. Eu nasci Karen Fray.
—Como sabe disso?
—Eu vi na certidão de nascimento que a minha mãe escondeu.
—Você tem que contar isso pra ela. Você não sabe o quanto ela sofre.
—Onde ela está?
—Ela deve estar lá encima.
—Tá.
P.O.V. Clary.
Não acredito que a minha mãe/tia mentiu pra mim! Ela disse que minha mãe morreu no parto!
—O banheiro fica no fim do corredor.
—Não estou procurando o banheiro. Você é Sarah Fray?
—Sou eu.
—Você é minha mãe. Eu sou sua filha Karen.
—Isso não é coisa que se faça!
—Sua irmã, Jocelyn Fray ela me criou como se fosse filha dela.
—Eu não vejo a minha irmã á muitos anos. Desde a morte da minha filha.
—Sou eu, eu sou sua filha. Ela disse que você morreu no parto. Tenho uma foto sua pra provar. Olha.
—Eu tenho procurado esse medalhão á anos. Você está com ele desde que nasceu?
—Sim. Ela disse que a minha mãe deixou pra mim.
—Amanhã, você vai me levar até ela e nós vamos conversar seriamente.

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