Garota de ouro

1 Capítulo 1 – Prólogo.


Notas iniciais
Olá, tudo bem com vocês? Bem, eu espero que sim. Gente, eu sei que demorei muito para postar essa fanfic, mas é que eu estava sem inspiração para criar ela. Entretanto, a espera finalmente acabou! Aqui está a minha fic Romanogers para vocês. Bom, eu espero que vocês apreciem lê-la, pois estou amando escrevê-la. A fanfic foi totalmente revisada por mim. Caso tenha algum erro,fiquem confortáveis para dizer nos comentários, okay? Boa Leitura!

Empresa Stucky

Manhattan — 08:45 AM

Suas mãos estavam suadas e trêmulas, molhando a pasta preta que pressionava com força contra o seu peito. Vários olhares de curiosidade caíram sobre Natasha Romanoff, mas ela estava nervosa demais para se importar com quem olhava ou deixava de olhar para ela, pois seu futuro dependia daquela entrevista de emprego e de nada mais.

Os olhos verdes da Romanoff percorreram por toda a sala de espera, prestando a atenção em cada detalhe da decoração sofisticada que aquele ambiente possuía. As paredes eram pintadas de um cinza claro, deixando o lugar agradável aos olhos das pessoas. Alguns quadros de artistas desconhecidos enfeitavam as paredes, dando um ar sofisticado e elegante para o lugar. A janela ia do chão ao teto, nos proporcionando uma bela vista da cidade de Manhattan.

Distraída com a decoração, Natasha não ouviu quando a recepcionista chamou por ela, fazendo a mulher de terninho vermelho, cabelos castanhos cortados em um Chanel, pele clara e olhos castanhos, irritar-se com a jovem.

— Por favor, não faça o senhor Rogers perder o tempo dele! — Exclamou a mulher em um tom reprovador, tirando a ruiva de seus devaneios.

Os olhos verdes da jovem foram de encontro com o crachá da secretaria, procurando pelo nome daquela mulher tão esnobe e vulgar. A ruiva se levantou da cadeira e caminhou em direção ao escritório do presidente daquela empresa, mas antes que ela entrasse na sala onde faria a sua entrevista de emprego, Natasha vira de costas para a mulher e lança um sorriso malicioso em sua direção.

— Nem mesmo o seu humor venenoso vai me derrubar. — Ao dizer isso, a jovem entra no escritório do presidente, satisfeita pela provocação que fizera para Peggy Carter.

***

O dia mal havia começado e ele já tinha varias entrevistas de emprego para fazer.

Deu um leve suspiro, virando-se de costas para a porta, fitando a cidade pela enorme janela da sua sala. — Quero que isso acabe logo. — Murmurou, dando um gole em seu café, cansado de tanto ouvir blábláblá de mulheres interesseiras e vulgares.

“Será que não existe uma mulher correta e sem um coração ganancioso nesse mundo? — Se questionou mentalmente, direcionando o seu olhar para o lado Oeste da cidade.

Um barulho de algo caindo ecoa pelo escritório. — Droga!

A voz feminina ecoou atrás do loiro, chamando a sua atenção. Como sua cabeça estava doendo por conta da festinha da noite anterior, Steve acabou apagando as luzes e fechando algumas janelas, deixando a sala quase por completa na escuridão.

Ao ver a ruiva dos olhos verdes caída no chão de sua sala, não pôde conter o riso, deixando-o escapar de meus lábios.

— Qual é a graça? — Questionou a mulher de forma irritada.

— Eu estou rindo da sua grande entrada triunfal. — Revelou o loiro, cruzando os braços acima de seu peito definido.

— Imbecil... — Murmurou ela, levantando-se e caminhando para a porta de saída.

O sorriso que ele tinha em seus lábios desapareceu rapidamente, dando lugar a uma expressão mais seria em seu rosto. Uma mulher nunca o insultou de imbecil antes, pois ele tinha tudo o que elas queriam e precisavam, mas essa garota era diferente de todas que já passaram pela sua vida, deixando-o surpreso com a atitude dela.

— Espera! — Pediu ele, fazendo-a parar e virar-se para encará-lo.

— O que foi? — Seus olhos o desafiavam, fazendo-o sorrir. — Vai querer que eu fique e faça um show de comedia para você?

Aquela garota realmente era diferente e Steve Rogers gostou dessa singularidade que ela possuía. Nenhuma outra mulher seria capaz de desafiá-lo em sua própria entrevista de emprego, mas aquela ruiva não se importava com quem ele era ou deixava de ser.

— Não vai fazer a entrevista de emprego? — Perguntou o loiro em um tom sério.

— Não, obrigada. — Virou de costas para ele. — Se eu quisesse um chefe arrogante, metido e idiota, já teria ido trabalhar com o Tony Stark há muito tempo. — Virou a cabeça para encará-lo uma última vez, saindo do escritório logo em seguida.

Os olhos azuis do Presidente estavam arregalados em surpresa com tanta ousadia por parte da garota estabanada e desbocada que acabara de conhecer. — Essa garota é interessante. – Sorriu, dando um último gole em seu café já frio, pronto para cancelar todas as entrevistas de emprego e iniciar uma importante reunião que decidiria o futuro de sua empresa.

Notas finais
Esse foi o prólogo pessoal, espero que tenham gostado! Mereço comentários? Beijinhos!