Garota de ouro

2 Capítulo 2 - Cheque-Mate.


Notas iniciais
Olá, tudo bem com vocês? Bom, eu espero do fundo do meu coração que sim. Eu sei, demorei demais para atualizar a fic, mas eu estava sem tempo, sem inspiração e sem animo para continuar com essa fic, pois uma pessoa me magoou da pior forma, mas vamos esquecer disso, sim? Bem, eu quero que me desculpem por não ter respondido aos comentários, não entendam isso como um " foda-se os leitores", por favor. Eu juro que vou respondê-lo aos poucos, agradecendo por tanto carinho para com essa fanfic que pensei em excluir, mas não vou mais. Sério, por favor, espero que entendam se eu demorar para responder os comentários do prólogo, okay? Amo vocês demais, meus leitores, por isso, não vou deixar de escrever as minhas fics por nenhum motivo, pois sei que elas alegram vocês. :) Bom, já felei muito, é hora de vocês matarem a saudade da fic. O capítulo foi revisado, mas caso tenha erros, me avisem nos comentários, okay? Beijinhos! Boa Leitura!

Empresa Stucky — 10:30 AM

— Bom, vamos dar inicio a reunião. —A voz calma de Steve ecoou pela enorme sala branca, chamando a atenção de todos que estavam conversando coisas aleatórias ao assunto da empresa.

O silêncio se fez presente naquele imenso cômodo decorado com alguns quadros peculiares, um vaso no centro da vasta e retangular mesa, onde as pessoas colocavam as suas balizes e cafés e todas as papeladas das reuniões.

— Não vamos esperar o seu irmão? — Uma voz ao fundo perguntou, fazendo com que os olhos azuis do presidente se direcionassem para um homem negro de cabeça raspada, olhos castanhos como terra e dono de um semblante sério.

— Hoje o Bucky tem outro assunto para resolver. — Comentou o loiro em um tom baixo, desviando rapidamente do assunto com outro. — Bem, quais são as propostas de vocês?

Fury abre a sua maleta, retirando alguns papeis de dentro da mesma e os passa para um empresário que sentava ao seu lado, pedindo-lhe que repassasse os papeis até chegarem às mãos do Rogers, o Seu cliente mais complicado e infantil.

— Acho que devemos investir no livro de Bruce Banner, aquele médico estranho e bipolar. — Uma loira de olhos verdes se pronunciou, chamando a atenção de todos menos de Steve, que trocava mensagens de texto discretamente com algum conhecido.

— Isso está fora de questão. — Fury respondeu em um tom de desagrado.

— Não entendo o motivo de não querer um escritor tão interessante e selvagem como o Banner. — Zombou a loira, se ajeitando melhor na cadeira de couro negro.

— Ele é uma granada pronta para explodir a qualquer momento. — Explicou o advogado sutilmente.

— Homens assim são interessantes. — Comentou Julie, mordendo os seus lábios em provocação.

— Bom, eu deixo a reunião com o Fury, meu advogado e amigo. — Anunciou o loiro, levantando-se de sua cadeira, afrouxando a gravata azul de listras finas e prateadas.

Todos encaravam o dono daquela empresa com decepção, pois Steve Rogers sempre fugia das reuniões, jogando o fardo de administrar tudo nas mãos dos eternos cães fieis dele.

— Vai fugir de novo, Steve? — O tom de voz de Fury saiu áspero, fazendo com que todos percebessem seu desagrado com a saída do Rogers no meio da reunião.

— Preciso ajudar o meu irmão em umas coisas. — Respondeu, dando as costas para o amigo e saindo da sala de reuniões.

Assim que o som da porta se fechando ecoou pela sala, todos voltaram seus olhares para Fury, esperando que o homem decidisse se encerraria a reunião ou não.

— Bom, vamos dar continuidade ao que interessa. — Após dizer isso, Fury e os outros empresários prosseguem com a reunião tranquilamente.

***

A chuva caia intensamente em Manhattan, deixando a cidade com uma aparência triste e monótona. Natasha Romanoff corria pelas ruas cheias de carros parados por causa do engarrafamento, tentando chegar o mais rápido possível no café onde a sua melhor amiga trabalhava.

Sozinha. Natasha Romanoff se sentia mais sozinha do que nunca naquele país totalmente novo e desconhecido para ela. Suas botas de salto agulha causava ecos pelos becos estreitos por onde corria, fazendo os ratos recuarem de medo.

Um raio cortou o céu, iluminando os cantos escuros daquele beco. — Merda! —Praguejou, deparando-se com a porta dos fundos do café.

Ao entrar no estabelecimento totalmente molhada, a ruiva fecha a porta e caminha em direção ao balcão onde ajudaria a amiga com as anotações e entregas dos pedidos dos clientes.

— Oi! — A voz de Natasha ecoou tranqüila pelo ambiente, chamando a atenção da Maximoff, uma jovem de pele alva, olhos verdes, cabelos longos, ondulados e castanhos, estatura mediana e portadora de um problema físico, que a impedia de caminhar normalmente.

— Tudo bem, Nat? — Perguntou a jovem, abrindo um belo e carinhoso sorriso para a amiga.

Apesar de tudo o que a jovem Maximoff passou, a ruiva admirava a mais nova por sua força de vontade em superar todos os obstáculos que a vida havia lhe imposto. Parando para pensar em todo o sofrimento de Wanda, Natasha admitia para si mesma que não seria tão forte como a amiga foi e ainda é.

— Bom, o dia começou uma droga. — Murmurou. — Para começar, o cara que seria o meu chefe é um otário dos piores. — Comentou, sentindo toda a raiva do momento em que o conheceu voltar.

Wanda deu um sorrisinho para a amiga, interessada no homem que a fez perder a paciência. — O que ele fez para você?

A ruiva deu um suspiro alto e pesado, colocando toda a sua irritação para fora. Seus olhos fitavam a amiga com carinho e cumplicidade. Apesar de Wanda ter somente dezesseis anos, a garota tem uma mente madura o bastante para dar ótimos conselhos para a ruiva, tornando-a a sua conselheira e melhor amiga.

Natasha queria fazer muito mais pela amiga, mas sua situação financeira não permitia que ela pudesse fazer algo de útil para melhorar a vida da garota. Se ao menos ela tivesse o sangue frio, talvez ela tivesse conseguido aquele emprego que recusou pelo fato do dono da empresa ser um estúpido e arrogante.

A vida era difícil para Wanda, pois ela tinha que enfrentar diariamente os preconceitos das pessoas ao seu redor.

— Ele é um arrogante! — Exclamou enojada, dando um soco no balcão de mármore.

Wanda não se assustou com a atitude de Natasha, pois sabia que a amiga tinha um pavio curto. — Bem, vai tentar a sorte em outro lugar? — Perguntou gentilmente.

A ruiva debruçou-se sobre o balcão, pousando as suas mãos em sua cabeça. — Eu não sei.

— Caso não encontre o que procura, pode ficar e trabalhar aqui. Eu sei que o salário é pouco, mas deve ser o bastante para você. —Wanda sugeriu.

— Vou pensar... — A ruiva murmurou em um tom distante.

— Deseja algo senhor? —Perguntou Wanda para um homem de pele clara, olhos azuis, cabelos loiros, dono de um porte físico invejável, trajado com roupas de qualidade.

— Eu quero essa ruiva marrenta. — Respondeu, apontando para Natasha.

Ao ouvir aquela voz debochada, galanteadora e persuasiva, Natasha se virou de costas, deparando-se com Rogers, o cara mais filho da puta que ela já teve o desprazer de conhecer.

— Como descobriu esse lugar? — Perguntou entre dentes, pronta para expulsá-lo a patadas do café de Wanda.

— Fácil, mandei um de meus detetives fazer uma analise completa sobre você e a sua vida. — Explicou em um tom zombeteiro, deixando a ruiva com ainda mais raiva dele.

— O que você quer aqui? — Os olhos da ruiva fitavam Rogers com raiva e desprezo.

— Como você foi uma menina muito má comigo, vim lhe punir. — Rogers mantinha um sorriso vitorioso em seu semblante, deixando Wanda um pouco desconfortável.

Natasha teve a reação contrario do que a que Rogers queria e previa. Ela preencheu o ambiente com a sua bela e sensual risada, deixando-o confuso. Seus instintos tinham razão, aquela mulher era uma fera eu ele faria de tudo para domar.

— Me punir? — Perguntou entre risadas. — Como pensa em me punir Rogers?

Cheque-mate. — Pensou o loiro, abrindo um novo sorriso.

— Para começar, eu comprei esse estabelecimento, fazendo de você e seus amigos os meus novos empregados. — Comentou. — Caso vocês não aceitem o que eu estou lhes dando, podem se preparar para passarem longos anos na mais terrível das prisões. — Ameaçou, avançando um passo na direção de Natasha.

— E se eu preferir a prisão? — A ruiva o desafiou, fazendo com que o sorriso dele se alargasse ainda mais.

— Garanto que você vai preferir ser leal a mim. — O tom dele saiu sério, deixando Natasha um pouco desconfortável.

— Por qual motivo tem tanta certeza de que ser sua empregada será melhor do que a prisão? — Questionou, avançando um passo até ele, pronta para socá-lo.

— Pelo simples fato de que a prisão ao qual vou mandá-los é da H.Y.D.R.A. — Assim que ele disse aquele nome, o corpo de Natasha estremeceu em medo.

— Você não pode nos mandar para a prisão. — Garantiu Wanda, fitando-o de cima a baixo.

— Posso sim, pois tenho provas de que seu irmão é traficante e usa esse muquifo como ponto de vendas da drogas. — Após torturá-las com palavras e ameaças, Rogers sai do café, deixando-as com uma importante decisão nas mãos.

Notas finais
Olha eu aqui novamente! Gente, por favor, colaborem para que eu não desista da fic. Comentem e favoritem, pois já me sinto desanimada D: e não quero desistir dessa fic. Por favor, ajudem com comentários e favoritações, tá? , Obrigada pela atenção. BJS.