Gangbang

4 I'm going down.


Notas iniciais
Pra linda daaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa minha linda massoq.
VISH ME CHAMARAM DE PRFT, A PORRA FICOU SÉRIA EUAHEUAHUEHAUHEAU Cherrrr sua ninda :3 Tika p vcs tudo
p entra no clima da cena senta no frio com um brigadeiro na mão, bitches
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Briguem comigo nau, escrevi aquele poema com apenas 7 anos, ok???????????????????????? não me matem, mereço tomatinho nau :c
p vcs n acharem q eu escrevo mal:
e no final
eu eu te encontro
em minhas poesias
Seu nome subentendido
nos meus versos
Trechos de nós
nas narrativas.
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Tranquei os monstros
em um armário
e guardei os medos
de baixo da cama
e mergulhei meus anseios
em lágrimas
Só errei, incansavelmnete, em
calar toda essa coragem
que eu tinha dentro
de mim
só em mim.
-
flw p vcs

O nome anjo piscava lentamente na tela, e de uma maneira convidativa a lâmina parecia sussurrar meu nome. Eu, na hora, pensei sériamente que absinto corria nas minhas veias. Faltava somente eu ver uma fada verde, mas existem relatos que algumas pessoas veem simplesmente uma pessoa normal conversar com elas.

Mas aquela bebida não provoca dor. Tentei aprofundar as minhas opções: Procurei: Promessas de anjos no Google, com medo da resposta.

As respostas não eram concretas, mas lá pela página descobri que promessas de anjos são cumpridas. Não importa como, nem onde. Não temos como segurar.

- Se eu acredito que eu sou um anjo... — Comecei com a voz tremula — eu vou me levantar. Eu prometo. — Falei com medo da reação do meu corpo, mas uma vontade inexplicável de me levantar. As minhas pernas pareciam formigar, e automaticamente, quando eu me levantei eu me senti melhor.

Eu nunca fora de acreditar em Deus e o caralho a quatro. Nunca tive uma religião. Nunca. Eu não entendia porque eu podia simplesmente ser um ser abençoado e porrinhas. Encontrei um pequeno verso de um peoma na internet.

" Sangue de anjo é ouro

Sempre ao amanhecer

Ele brilha feito o sol

E promete te enclaresser.

Sangue de demônio é arma

Sempre ao amanhecer

Tira a vida do ambiente

ate o dia escurecer. "

Peguei automaticamente tiras de papel e encharquei com o sangue que havia escorrido pelo chão. Estava disposta a ver se o sangue daquele maldito cachorro sensual era prata.

Ah não. Ah não. Ah não.

Eu prometi que chuparia ele caso eu fosse dona do sangue ouro. Eu senti um calafrio por todo o meu corpo. Mas a idéia era convidativa. Sexo de anjo deve ser foda, não é?

Tipo, são dois seres totalmente fódonicos se agarrando loucamente.Comecei a rir, eu parecia uma criança virgem pensando nisso. Sentei na minha cama, e decidi que eu realmente estava ferrada.

Acordei com o sol batendo fortemente na minha cara.

- Bom dia, levadinha — Auau sorria para mim, me fazendo ter novamente um infarte. -

- EEE KRAI. — Ele me olhou sorrindo, com sua cabeça pendendo um pouco pro lado, isso me lembrou um cachorro.

- Parece que a levadinha não tem modos de anjo. — Ele sorriu novamente.

- Parece que o corninho que late não para de aparecer do nada.

- Eu estou te protegendo, gostosa. — OPA. ME PROTEGENDO? — Você é meio lerda, não é? Só existe um tipo de anjo que tem sangue dourado, garota. Os da luz. Você é responsavel pelo humor do mundo, criança. Se você esta feliz, fica com um sol tipo oque ta agora. Se você esta triste: Olá tempestade. O intereçante, é que ontem de noite estava chovendo, e assim que você me viu... Cabum. — Ele sorria de leve.

- Cala a boca.

- Promete.

- Oque?

- Que você não vai mentir para mim.

- Eu não. — Não ia errar assim de novo. -

- Promete algo.

- Porque?

- Você sabe, regra dos Arcanjos.

- Otário.

- Birrenta.

- Malvado.

- Somos um perfeito casal — Ele olhou para mim e sorriu. — Eu não gostei nada do selinho de ontem a noite — Ele se sentou na cama, e choramingou — Foi muito vadia da sua parte.

- VADIA? — Explodi — LEO QUE ME PUCHOU, SEU VIADO DO CARALHO — Soquei se torax — IDIOTA, GROSSO, REPUGNANTE — Continuei socando ele, sem efeito nenhum.

- Eu não ligo, pode bater. Enquanto estiver Sol, eu estou feliz junto com você.

Aos poucos o clima subiu, Almentou visivelmente os graus daquela manhã.

- Irritada, awn. — Ele sorriu e me abraçou, fazendo que a temperatura ficasse baixissima.

- Eu com vergonha acontece isso?

- Não liga, os humanos não percebem isso. Só eu e você.

- Como?

- Eu... sou foda. — Ele sorriu e se levantou. — Se veste, Leo quer falar contigo la em baixo.

- Ah.

- Ah... não corte a patinha do cachorro, por favor. Ele não é eu, ok? — Ele se abaixou e pegou a lâmina. Fez uma gota prata cai de seu pulço, caindo em uma mancha dourada de meu travisseiro. A observei se fundir com o dourado, virando uma grande macha vermelha.

E ele saiu do meu quarto.

Me levantei cambaleante, e fui me vestir. Coloquei minha roupa para as aulas.

Entrei no refeitório as exatas 8:40 encontrando Leo com dor de cabeça no canto.

- FAAAAAAALAAAAAAA VIIIIIIIIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAADOOOOOOOOOOOOOOOO — Berrei em seu ouvido e ele ficou bravo.

- Berra não mano — ele choramingou me puxando para sentar no seu colo. — Acabou de sair da balada é?

- Não Leo.

- Que roupa é essa?

- A minha.

- E o uniforme?

- No lixo. — Ele sorriu e contemplou minhas pernas, e então falou:

- Auau.