Gangbang
5 Bite my mouth again, angel.
Notas iniciais
WEG
WKIJ
WEJ
RJ
WG
RJ
WJ
RG
JRJ
RG
Eles se beijam
lá lá láaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
tunts tunts
AI MEU DEUS
EU ESCREVI ESSA CENA
QUASE
MORRENDO
K K K K K K K TO MAIS ANIMADA DOQ ELES -Q
O sinal bateu e eu e Leo fomos para a sala. Assim que eu sentei na minha carteira e percebi que eu não havia feito tarefa de algebra por conta da festa, bati minha cabeça na tal.
– Que foi rapunzel? — Leo me olhou — Porque bates esta cabeça na pobre mesa?
– Ah meu principe, sua princesa esta fodida — Olhei para ele e ri — tarefa de algebra, baby. — Ri um pouco -
– Fodeu — Leo soltou uma gargalhada e abriu minha bolça, logo em seguida abriu meu livro de algebra na página 173. — Err... Anjo?
– Oque foi? — Olhei para ele — Que ?
– Ta tudo respondido — ele me olhou com cara de duvida -
– Ahn? — Peguei o livro de sua mão e comecei a ler. Tudo respondido. Virei a página e encontrei o desenho de um cachorro, com um balão escrito: "Agradeça para o auau ~late~ Parece que meu anjo tem um sono pesado" Com uma caligrafia perfeita. Automaticamente o tempo ficou gélido. Eu estava com vergonha. Meus dentes bateram um pouco e a temperatura voltou ao normal.
A aula parecia se arrastar lentamente, e cada segundo parecia horas. O sinal do intervalo bateu, e eu fui para o campo de futebol olhar os garotos jogarem.
– Auau — Auau sussurrou no meu ouvido — Ta na hora de alguém me agradecer. — Ele sorriu -
– Você ta aparecendo como humano? — Falei em tom baixo, fingindo que estava brincando com meu celular -
– Sim — Ele soltou uma gargalhada, fazendo as lideres de torcida o encararem e cochicharem. — Elas me acham bonito — Ele riu -
– Como sabe? — Fiquei com ciumes -
– A loira me olhou com raiva quando viu que estou contigo — Ele sorriu. Eu odeio a loira dês dos meus quatro anos — Quer botar ciumes e inveja nela? — Ele me olhou -
– Quero — Eu sorri envergonhada, fazendo um vento frio se alastrar por todo o campo. Elas se arrepiaram e eu também. Ele me olhou e sorriu, pegando seu casaco de couro e botando em mim. Cheiro de menta e cigarro. — Você fuma? — Olhei para ele, e ele sorriu
– Quem sabe — Ele falou, quase me beijando. De repente todo o campo olhava a gente e ficou em silêncio. O jogo parou e as lideres nos encaravam. Sorri e ele se aproximou mais, e foi fechando os olhos dele. Fechei os meus e senti sua boca na minha. Senti sua respiração. Começou com um simples roçar de lábios, e depois ele foi chupando e mordendo minha boca. Eu me arrepiei e outra rajada de vento frio varreu o campo. Alguns reclamaram do frio, mas logo se fixaram no beijo. Ele sorria e chegou mais perto ainda, e me enlaçou com seus braços. Enclinou a cabeça um pouco menos, fazendo os outros terem uma visão perfeita de nossa boca. Sua língua se enroscava com a minha, numa dança incrivelmente sexy. Senti sua respiração quente, e seu hálito de menta. Me arrepiei, mas não por causa do frio. Sua boca brincava com a minha de maneira diferente. Ninguém nunca me beijou daquele geito. Com outras pessoas, o beijo me incomodava, possivelmente por eu ser um anjo. Mas com ele, era só desejo. Ele me puxou para seu colo e eu enlacei sua cintura com as pernas, não lembrando de nossa platéia. Sua boca desceu para meu pescoço fazendo alguns garotos se mexerem inquietamente atraz de mim. Uma das líderes berrou:
– VÃO PARA UM MOTEL. — E auau respondeu:
– A SUA INVEJA SÓ ME DA MAIS VONTADE DE BEIJAR MEU ANJO — E assim todos aplaudiram, menos as líderes. Meu sinal tocou, e eu sai de seu colo. Se levantamos e ele me levou até a porta da sala.
– Acho que elas estão exalando cíumes, meu anjo — Ele sorriu — Não é?
– Não me chama de meu anjo, eu nem sei seu nome, e você beija bem. — Opa. -
–Beijo bem é? — Ele sorriu
– OQUE VOCÊ FEZ COMIGO? — O encarei perplexa
– Um beijo é como uma promessa. Você sempre falara a verdade em relação ao nosso beijo.
– PORQUE VOCÊ NÃO FALOU? — Eu o olhei -
– A gente se ve por ai, anjo. — Ele falou.
– CLARO, VOCÊ SEMPRE INVADE MEU QUARTO. DAQUI A POCO EU DESCUBRO QUE VOCÊ BROTA DA TERRA.
– Aiai, anjo. — Ele deu um passo para trás e latiu. E depois, sumiu na multidão.
Fale com o autor