Gangbang
3 Auau for you, -A.
Um cachorro. Mas oque explica o "sumimento" do meu anel? Não, o carinha sensual não era um cachorro.
- Você foi drogada, meu anjo? — Leo sorria deitado na cama — Sabe, as vezes a tão famosa bebida fadinha-verde faz isso — ele riu -
- Eu não fui drogada, ele tava aqui e...
- Auau. — leo falou — o nome do cachorro é auau.
- Auau?
- Auau — o cachorro latiu -
- Ai meu Deus. Leo, vou pro meu quarto.
- Ah — Leo choramingou e me puxou pra perto, me dando um selinho — Boa noite anjo.
- Boa noite, criatura.
Fui para meu quarto e decidi baixar uns episodios de Pretty little Liars. Suspirei e acabei pegando no sono no final da segunda temporada. Acordei com um bilhete ao meu lado escrito:
I'm Back Bitch. Agora posso me chamar de Auau, ou prefere -A ? Você decide.
Com o susto levantei com um solavanco, e percebi que o menino-sedução estava sentado na minha escrivaninha. Eu, obviamente, quase tive um infarte e cai no chão.
- EEEEEE KRAI, FAZ ISSO NÃO KRAI. — Eu falei com medo -
- Auau. — Ele latiu para mim e começou a rir. Se levantou e botou em minha mão uma pequena lâmina e sussurrou no meu ouvido.
- Prata, você casa comigo. Dourado, você me chupa.
- Daltonico você me devolve meu anel esterilizado, otário você anda de calcinha pelo campus.
Ele sorriu e saiu do quarto, com seu jeito de badboy.
Ele tinha um corpo bonito até. Eu poderia dizer... perfeito... — Afastei esses pensamentos de minha mente e focalizei na lâmina que brilhava na minha mão. Eu realmente a peguei por alguns instantes, e mesmo sabendo que meu sangue sairia vermelho, tive um pequeno medo de me cortar. Eu não me lembrava da ultima vez que havia saido sangue de dentro de mim.
Sinceramente, eu acho que nunca. Eu sempre fora criada em uma bolha. Uma pequena brolha brilhante. Eu nunca havia brincado com alguma tesoura, e geralmente as facas que me rodiavam eram meio que sem lâminas, sem fio. Era estranho, eu sei, mas era a pura realidade.
Peguei a lâmina novamente, e depois a taquei no chão. Eu não seria manipulada a tal ponto. Havia uma pequena chance de mim... estar bebada. E isso era algo que eu não poderia negar — Afinal, o meu anel poderia ter... caido. -
Ri da minha incocencia. Ele existia. isso era fato.
Um fato realmente irritante, mas era fato.
Peguei a lâmina novamente e me sentei no chão. Passei o dedo nela e ela realmente parecia ser só uma lâmina, sem truque nenhum para mudança de cor. Mas mesmo assim, me levantei e fui até o banheiro jogar uma água por cima, ver se havia algum tipo de pigmento que ele botara ali somente para me assustar.
Eu ja havia feito isso com minha irmã: Coloquei um pigmento que havia produzido na aula de laboratorio em um de seus absorventes e BUM. Acordei com ela chorando berrando que estava menstruando tinta azul.
Suspirei e lavei bem. Não me contive: Fui até o microondas onde eu escondia no meu quarto para lanches noturnos — Oque era proibido — e botei agua para esquentar com a lâmina ali dentro. Nada.
Não tinha absolutamente nada de diferente na lâmina. Suspirei e peguei a pequena lâmina, e a apertei com força na mão. Criando assim, um pequeno corte onde um liquido dourado escorria de leve.
Automaticamente taquei a lâmina longe, e fui pegar uma faca que eu tinha no meu quarto (roubei do refeitorio algum dia desses) sabendo que nada de errado havia nela, fiz um corte na minha perna. Chorei ao ver que o líquido dourado escorria por ali também.
Peguei meu netbook tremendo e abri o Google. Digitei: Sangue dourado.
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