Für Immer Jetzt

1 Conhecendo a ameba egocêntrica


Notas iniciais
Oi pessoinhas,
espero que gostem!
Esse cap. é pequenininho, mas os próximos serão maiores.
Então, aproveitem o capítulo.
xx

Desci do avião tomando ao máximo de cuidado para não tropeçar nas escadas. Peguei minhas malas e sai andando á procura de meu primo. Estou começando a acreditar que meu primo se esqueceu de mim. Ah, mas quem iria se lembrar de uma garota vesga e baixinha como eu de cabelos castanhos e olhos azuis? Sou tão sem sal.

Eu estava andando desnorteada quando vi um garoto loiro de óculos meio rechonchudo.

Espera... Esse é o Gustav? Não, não pode ser o Gustav, a aparência é semelhante, mas a placa em sua mão estava indicando que ele procurava um(a) tal de “ecilA refähcS”. Quem em sã consciência tem um nome como esse “ecilA refähcS”?

Pindamonhangaba.

Acho que essa sou eu. Quero dizer, parece que essa placa está de cabeça pra baixo.

Nossa. É a ameba do Gustav, mesmo.

Sai andando em direção ao o Gus até parar em frente a um garoto alto de dreads.

– Nanica. Sai da frente! – disse o garoto arrogantemente. Quem ele pensa que é?

– Tom... Essa é a Alice. – ah, então o nome dele é Tom? Bom saber... — Gustav! – eu disse alegremente, ignorando por completo o comentário do tal Tom.

- Alice, esse é o Bill. – ele disse apontando para um garoto de maquiagem e botas. – Bill, essa é a Alice.

– Oi, prazer. – o Bill disse e eu respondi igualmente.

- Esse é o Georg. – ele apontou para outro garoto de cabelos castanhos e olhos marrons. E nós nos cumprimentamos do mesmo modo que eu e o Bill.

– E esse é o Tom. – apontou para aquele garoto arrogante que me chamou de nanica. – Tom, Alice. Alice, Tom. – completou.

– Pra você é somente Schäfer. – eu disse do mesmo modo arrogante dele.

– Humpf! E pra você é somente ‘gostosão’. – a modéstia passou e mandou lembranças. – Mas afinal. Que hora que você vai gritar escandalosamente, por conhecer Tom Kaulitz, o mais lindo e gostoso da banda de rock Tokiooo Hoteeel! – tem gente que é iludida demais.

- Err... A Alice não gosta da nossa banda. – Gustav disse dando um sorriso amarelo. Nós estávamos andando pelo aeroporto no caminho da saída e de minuto em minuto uma fã vinha tirar fotos e pegar autógrafos da banda.

- COMO? – disseram Georg, Tom e Bill em uníssono. Ah, qual é? Não gosto mesmo, idaí.

- É isso mesmo, eu não gosto da bandinha de vocês. O que vocês tocam não é rock. É pop de quinta categoria. Vocês são tão posers. – ok. Exagerei um pouco, mas não tem problema.

– Garota, você tem algum problema de cabeça? – perguntou o Kaulitz. – Nós tocamos rock e muito bem, aliás. Não é só porque você é prima do Gus que pode ficar se achando a dona da verdade. – ouch, não precisa ser tão grosso.

- Vai tomar no ** Kaulitz de merda. – ah, que desaforo.

- Eu? – perguntou o Bill, surpreendido.

– Vocês são irmãos? – nem parece.

- Não, nanica estressada, nós só temos o mesmo sobrenome. – adivinha quem disse isso? Tom Kaulitz, obviamente.

– Ameba egocêntrica. – revidei.

Saímos do aeroporto com eu e o Kaulitz discutindo sem parar e fomos para o carro de algum deles.

Chegamos na casa de Londres dos garotos. (n/a: eles estão em Londres numa casa de férias)

Realmente, a casa deles é linda, espaçosa, aconchegante. Mas isso não muda minha opinião sobre esses seres.

Ok, que a ideia de ir para a casa de Gustav foi minha, mas isso não quer dizer que eu tenho que conviver no mesmo ambiente que mais três cabeças-ocas. Especialmente, o Tom Kaulitz.

Cara, eu adoro o Gus, mas esses seus amigos são um pé no saco. Todos muito estranhos. Quero dizer, o Gus e o Georg são os mais normais. Eu viveria normalmente com eles. Só os irmãos Kaulitz que complicam a história. Primeiro o Bill Kaulitz que é o mais estranho de todos, e não, eu não estou exagerando, o garoto usas botas mais altas que tudo, sabe fazer unhas perfeitamente bem e ainda por cima usa maquiagem. O que é normal até para um famoso. Só que ele usa mais maquiagem que uma mulher.

Eu ainda não mencionei o ser que realmente me importuna. Tom Kaulitz é a pessoa – se é que isso pode ser chamado de pessoa – mais irritantemente irritante que existe. O mentecapto se acha o dono da verdade, o gostosão do pedaço, ele é extremamente egocêntrico, metido á besta, idiota e... Argh! Tantos outros adjetivos carinhosos que eu não vou me dar ao trabalho de citar. Tá, eu sei que eu só estou nessa casa há algumas horas e já estou tirando conclusões do caráter deles. Mas, não há como evitar.


Notas finais
Não sei se o cap. ficou bom. Tomara que tenham gostado e espero vocês nos reviews. Bjus e até o próximo capítulo.