Für Immer Jetzt

2 Capítulo 2 - Georg gatão...


Notas iniciais
Enjoy

Capítulo 2 – Georg gatão...

Me levantei da cama ainda sonolenta, fui para o banheiro e fiz minha higiene matinal. Ah sim, eu pelo menos tenho um quarto aqui nesta casa. Bem espaçoso, aliás, três paredes brancas e uma marrom clara. Uma cama de casal, uma cômoda, uma escrivaninha, uma mesa de estudo e uns quadros qualquer. Bonito.

Coloquei uma camiseta branca, uma calça jeans azul e um tênis all – star cinza. Passei um pouco de maquiagem para despistar as olheiras e prendi minha juba de leão em um coque despojado.

Desci as escadas e fui direto para a cozinha. Georg, Bill, Gustav estavam sentados na mesa. Adivinha quem estava faltando? A ameba do Kaulitz.

— Bom dia, pessoal. – eu disse coçando os olhos.

— Bom dia Ali. – eles disseram em uníssono.

— O que tem para comer? – perguntei me sentando á mesa.

— Ovos, bacon, queijo, pão, suco de laranja e café. – disse Bill, colocando em uma só garfada o bacon na boca.

— Hm, não tem coca – cola ai não? – Ah, qual é? Eles estão achando mesmo que eu vou beber suco de laranja ou café? Vai ver se eu estou lá na esquina.

— Tem na geladeira, se quiser, pode ir lá pegar. — respondeu Gustav que ainda não tinha colocado nada na boca.

— Bom dia, pessoas que me amam. – disse o Kaulitz descendo as escadas. Ele estava apenas com uma calça moletom e sem camisa mostrando sem abdômen totalmente definido.

Meudeus! Como eu pude pensar isso? Abdômen definido? Aquele monte de banha mole?

— Nanica, acho melhor você limpar sua boca. – O quê que ele disse? Hoje eu estou meio babaca mesmo.

— Oi? – perguntei desentendida.

— Acho melhor você limpar sua boca – ele repetiu. – que está escorrendo baba, por causa do meu abdômen perfeito. – completou totalmente convencido.

— Haha! Você tá se achando mesmo. Humpf! Até parece. – eu disse passando a mão freneticamente na minha boca tentando tirar uma “possível” baba.

— Eu sei que você estava chocada com a minha lindeza. – comentou, nem um pouco exibido.

— Tnc Kaulitz! – eu disse me exaltando.

— Ali pare de falar palavrão. – Gus disse me repreendendo.

— Eu não estou falando palavrão, só estou dizendo as siglas dele. – falei me explicando. – E mesmo assim o Kaulitz bosta merece.

— Ah, vai lamber sabão, senhorita anã de jardim. – disse o M. K. (merda Kaulitz).

— Vamos parar né gente! – disse o Bill, nos dando sermão. – Até de manhã vocês brigam.

— Ele (a) que começou. – eu e o M. K. dizemos em uníssono apontando um para o outro.

— Não quero nem saber quem começou, só sei que vocês estão parecendo crianças de 5 aninhos mimadas. – ah, nem minha mãe fala assim comigo, quero dizer ela nem fala comigo, aquela mal amada.

— Ih Georg, vai catar coquinho. – eu disse.

— Eu estou com fome. – adivinha quem disse isso, sendo nem um pouco inconveniente? Uma ameba ai que tem o mesmo sobrenome que eu, e as pessoas chamam de Gustav.

— Comer, comer, comer, comer é bom pra poder crescer! – cantarolou o débil do Bill.

— E eu achando que era única com problemas. – pelo visto vai ser bem difícil conviver com esses idiotas.

Tri tri triii

— Silêncio! É o Jost. – disse Bill atendendo ao telefone. – Oi Jost... hm, sim... então tá, aviso sim. – ele desligou o telefone e aguardou as perguntas.

— O que ele queria? – perguntou Gus.

— Ele quer que a gente vá ao Plaza para uma coletiva de empresa daqui à três horas. – respondeu Bill, simplesmente. – E você também está convidada. – ele completou se referindo á mim.

— Obrigada, mas eu dispenso. – eu respondi certa de não ir a essa coletiva.

— Ah, vamos Ali, vai ser legal. – Gus tentou sem sucesso me convencer.

— É, vamos Alice. – ajudou Georg.

— Vai ser divertido. – disse Bill, também tentando me convencer.

— Por mim tudo bem se ela ficar. – o infeliz disse indiferente.

— Espera... – disse Gust como se estivesse tendo uma ideia importante. –Vamos deixar ela ficar, aposto que ela vai adorar ficar aqui sozinha, nessa casa enorme, à noite, no escuro, porque nós vamos demorar, geralmente depois da coletiva nós saímos para uma boate, ou para a casa do David.- ok, ok. O idiota do Gustav me pegou. É que eu não me dou muito bem com as palavras: escuro, sozinha, casa enorme e noite. Principalmente na mesma frase.

Vai dar merda.

≈≈≈

E aqui estou, sentada no sofá apertado no meio dos garotos, sendo invejada por todas as garotas do mundo (nem todas) e ainda tendo que aguentar essa mulher chata fazendo perguntas para os garotos, e as fãs gritando escandalosamente: “Tom me come”, “Gustav seu fofo”, “Bill me dá suas botas?”, ou melhor, “Georg gatão me dá um lambidão”. Pior eram as referidas á mim: “Quem é essa vadia sentada ao lado do MEU Tom?”, “Sua bitch, saí daqui!”. Ai, como eu amo a minha vida.

— E a pergunta que todos estão fazendo é, afinal, quem é essa garota? – perguntou a entrevistadora cujo eu não sei o nome e não faço questão de fazer.

— Ah, essa é minha prima Alice, que veio passar as férias aqui. – respondeu Gustav.

— É... essa sou eu. – eu disse totalmente animada.

— Hm... Agora minha pergunta é para a Alice, querida, você já tinha ouvido falar da banda Tokio Hotel? Você é fã da banda? – eu por acaso deixei ela me chamar de QUERIDA?

— Sim e não. – respondi fazendo as pessoas ficarem com cara de taxo.

— Explique melhor, minha linda. – e esse povo falso ainda vai dominar o mundo.

— Eu já tinha ouvido falar da Tokio Hotel, sim. Não gosto da banda. Não sou fã da banda. – eu disse fazendo todos os fãs da banda T. K. ficarem pasmados.

— Você não tem o direito de estar nesse lugar, sua VACAA! – gritaram umas fãs.

Eu ainda vou me fuder com essas meninas.

As fãs da Tokio são ameaçadores.

Terminou a entrevista de empresa e nós fomos para a casa nos preparam para a festa. Troquei minha calça jeans rasgada e minha blusa “What The Hell” por um vestido preto e um salto alto também preto.

Fiz minha maquiagem, lavei meu cabelo e o deixei solto, – o que raramente acontece – passei um perfume qualquer e pronto.

Eu estou pronta.

Não posso dizer que estou linda, seria uma ofensa a os seres lindos desse mundo, como o meu gato, lindo, sedução Lula Molusco, sua voz de taquara rachada é tão sexy.

Dei uma última olhada no espelho, me ajeitei e desci as escadas. Vi dois Kaulitz prontos, um de botas e uma roupa escandalosa, mas de dar inveja, o Bill, e um de tênis calças tamanho XX e blusas também largas, a ameba egocêntrica.

— Fiu, fiu, que lindas pernas as suas, Schäfer. – Eu dou uma bala pra quem adivinhar quem disse isso. Mentira, eu não tenho dinheiro para comprar bala para TODO MUNDO.

— Sei disso, Kaulitz. – eu disse. Ok, que não é necessário levar a serio o elogio para com as minhas pernas, mas dar um tapa na minha bunda não é uma coisa que se preze. – Se você fizer isso de novo, eu vou matar você... matar você de novo... te esquartejar e colocar cada parte do seu corpo no lixo, que é o lugar que você deveria estar. – ameacei perdendo a paciência.

— Ai que meda. – rum, ele tá achando que eu não tenho coragem? – Você não mata nem uma mosca, nanica. – pelo visto ele tá.

Notas finais
Blá, blá e blá.
E aqui estão quase meia noite, caindo de sono, vendo 2012 e postando um cap. novinho em folha para vcs, eu pessoalmente gosto desse cap. mas prefiro OS proximos. Bjus
xx