Für Immer Jetzt
3 Capítulo 3 - Pura sorte de principiante.
Notas iniciais
Capítulo 3 – Pura sorte de principiante.
Chegamos á festa e eu me surpreendi por nenhuma fã assediar um dos Tokio, acho que o Bill tinha me dito alguma coisa sobre essa boate ser para famosos e não haver esse tipo de fã. Não prestei muita atenção, mesmo.
Todo mundo foi para um lado e eu fiquei igual uma retardada parada em frente á portaria. Ah, valeu por me abandonarem. Sou muito grata por isso. Saco a ironia?
Comprei uma vodca não sei a onde, nem com que dinheiro, só sei que eu estava querendo ficar um pouco mais animada.
Três garrafas de vodca depois... e uma vontade enorme de beijar todo mundo.
Vi o Bill com uma garota, o Georg com uma garota, o Gustav com uma garota e o Tom com todas as garotas da face da Terra. Beijei alguns garotos, dei fora em alguns garotos e dancei igual uma idiota no meio da pista. Tudo na mesma noite.
Fui andando desnorteada pela boate até ser abordada por um garoto qualquer, nós começamos a nos beijar, normal em uma boate, até que o beijo começou a ficar mais quente e ele começou a abaixar o zíper do meu vestido.
— Vamos com calma, cara. – eu comentei tirando a mão dele do meu zíper. – Nós mal nos conhecemos.
— Com calma nada, gata. – ele disse tentando colocar de novo a mão no meu zíper e me prensando contra a parede. – Tá com medinho?
— Estou com “medinho” sim, agora me solta. – eu disse tentando sem sucesso o empurrar para longe de mim.
— Acho que não gatinha, agora que começou a melhor parte. – ele disse com um sorriso nojento.
— ME SOLTA, CARA. – eu gritei tentando o empurrar freneticamente.
— Você ouviu cara, solta ela. – disse uma voz familiar retirando o garoto de cima de mim. E o jogando para longe. – Você está bem? – disse a mesma voz que agora dava para notar que era do Tom.
— Estou, obrigada. – eu respondi, quase sussurrando.
E é ai que vocês acham que nós vamos nos beijar, casar, ter filhos e viver feliz para sempre.
Não, eu não pulei nenhuma parte da história.
Mas felizmente (ou não) nós não vamos nos beijar.
Graças ao Goku!
— Vamos embora. A festa acabou por hoje. – ele disse me conduzindo com a mão na minha cintura para a saída.
— Estou congelando. – eu disse esfregando as mãos nos meus braços.
Sem mais nem menos, o Kaulitz colocou sua jaqueta em meu ombro e continuou andando normalmente em direção ao táxi.
— É melhor você não ir se acostumando. – ele disse em tom brincalhão.
Chegamos ao táxi e de imediato eu tombei minha cabeça no ombro do Tom, estava morrendo de sono. Só deu tempo de sentir braços fortes me carregando, me levando em direção a minha cama, tirando os meus saltos, puxando o zíper do meu vestido e me cobrindo, antes de entrar em um sono profundo.
Pov. Tom
Depois da festa carreguei a nanica para sua cama, retirei seus sapatos, abri o zíper do vestido dela (na mais pura inocência) e a cobri com seu cobertor de unicórnios cor – de – rosa.
— Boa noite, Alice. – eu disse saindo do quarto e apagando a luz.
Eu realmente tinha sentido uma vontade enorme de beija — lá na festa, mas eu me contive, eu não queria que fosse assim, – e nem quero – nosso primeiro beijo não podia ser naquela, nem naquele momento, nosso beijo teria que ser mais especial.
Isso foi gay.
E não, eu não estou apaixonado pela Schäfer. Sei que meu coração acelera cada vez que ela está perto, sei que eu sinto borboletas no estomago cada vez que vejo seu rosto, eu sei que eu sinto um enorme desejo de te – lá comigo para sempre... mas não, eu não estou apaixonado por ela.
E novamente, isso foi gay.
Aquela peste chegou na minha vida de relance e a virou de cabeça para baixo, toda a vez que a vejo eu me sinto no direito de magoa-la, desrespeita-la, me sinto no direito de brigar com ela, mas eu sei que isso é errado. Sei que isso faz com que cada vez eu perca mais ela das minhas mãos. Mas é inevitável.
Fiquei mais um tempo na minha cama, pensando e pensando, até que resolvi dormir. O melhor que eu pude fazer para retirar esses pensamentos da minha cabeça.
Pov. Alice
Minha cabeça latejava, eu sei que eu não bebi muito, (três garrafas de vodca, não é muito) mas sou fraca para bebida.
Eu tenho consciência do que aconteceu na noite de ontem, quero dizer, me lembro até a parte do Tom me colocar na cama e me cobrir. De resto...
Me levantei da cama, fui para o banheiro e fiz minha higiene matinal, coloquei um short preto com uma blusa branca colada e pantufas azuis, penteei meu cabelo, vulgo juba de leão e deixei ele solto, disfarcei minhas olheiras com maquiagem e desci as escadas.
Aviso: a cena a seguir ira surpreender todas as pessoas que a lerem, caso esteja doente e sujeito (a) á infartos, sugiro que não leia.
Fui para cozinhas e vi uma cena um tanto peculiar, quer dizer, É O APOCALIPSE.
E não, não estou exagerando.
Cadê minha câmera, meu Deus? O mundo precisa saber desse fato histórico.
TOM KAULITZ COZINHANDO.
Já viu coisa mais surreal?
Como eu disse,
É o APOCALIPSE.
— O que você está fazendo? – perguntei retoricamente.
— Fazendo o nosso café da manhã, uai! – pelo visto, ele não entendeu a parte RETORICAMENTE.
— Me desculpe, Kaulitz. Mas eu não como isso nem fudendo. – eu respondi indo para os armários e procurando alguma coisa que preste, para não dizer, BEM MELHOR QUE A COMIDA DO KAULITZ.
— Você não vai achar nada melhor para comer. – realmente, naqueles armários só tinha coisas ruins, como por exemplo, FRUTAS. – E para o seu governo, eu sou um cozinheiro nato.
— Gã- ram. – claro, claro...
— É melhor você acreditar nele. – disse Bill que até agora eu não tinha percebido que estava aqui, me dando um maior susto e consequentemente me fazer bater a cabeça na porta aberta do armário.
— Bill, você não sabe como eu gosto de você. – eu disse ironicamente.
— Idem. – ele respondeu segurando o riso.
Ah, Bill. Sua hora ainda vai chegar. Vou me vingar de todos os dias que você judiou de mim.
MUAHAHAHA
Sou do mal.
- Pronto. – disse o Kaulitz 2 acordando-me dos meus devaneios. E levando á mesa três pilhas de panquecas, uma garrafa de mel e um suco de laranja – que eu não vou beber, aliás. – Podem se deliciarem do meu maravilhoso café da manhã.
E bem, até que o Kaulitz não cozinha tão mal assim.
~~~~
Tédio. Total tédio. Nunca fiquei tão entediada.
— Vamos fazer alguma coisa? – eu perguntei deitada no sofá com a cabeça para fora dele.
— Jogar alguma coisa? – perguntou Georg que estava desenhando bonequinhos estranhos.
— Qual jogo? – perguntei me sentando numa posição mais agradável.
— Temos Guitar hero, Mortal Kombat, Call Of Duty, Grand Theft… — Tom disse enumerando os jogos deles.
— Pode ser Guitar hero. – eu disse começando a animar.
— Ok. Eu e o Tom. – disse o Bill pegando um manete.
— Se prepare para perder. — disse o Tom iniciando o jogo.
4 minutos depois...
— Eu quero revanche! Você roubou! – disse o Bill estressadinho por ter perdido.
— Na-na–ni–na–não, é minha vez agora. – eu disse tirando a manete da mão do Bill.
— Eu vou pegar leve com você. – disse o Tom nenhum pouco exibido.
— Acho que é você quem vai precisar. – eu disse dando play no jogo.
— Aposto $20 que o Tom ganha. – Bill disse colocando $20 em cima da mesa.
— Aposto $30 que a Alice ganha. – Gustav disse colocando $30 em cima da mesa.
— Pode ser $30. – disse Bill colocando mais $10 na mesa. — É melhor você não ficar tão confiante assim. O Tom é o melhor jogador de Guitar hero que eu conheço. – completou.
— Até agora. – eu disse quando ganhei o jogo fazendo Tom e Bill ficarem indignados. – Ah e $10 é meu. – completei pegando $10 da mesa.
— Humpf. É pura sorte de principiante. – resmungou Tom afundando a cabeça no sofá.
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