Notas iniciais
Olá leitores, tudo bem? Capítulo novo apenas para colocar algumas coisas em perspectiva, um pouco pequeno para o meu gosto, mas amando fazer POV Jacob, como sempre. Boa leitura!

"When life offers you a dream so far beyond any of your expectations, it's not reasonableto grieve when it comes to an end. "

— Bella Swan

Falar que eu havia perdido a cabeça era pouco. Bella era a boia que me impedia de me afogar em meus instintos, e estraçalhar a todos eles; e agora ela havia partido.

Não havia motivos para não acabar com ele, ainda mais estando em nossas terras, tão longe de sua preciosa prole.

Não precisei de mais incentivos — além do ódio que borbulhava dentro de mim como lava quente — para deixar meu lobo finalmente livre para fazer o que vinha desejando há muito tempo

Meu corpo começou a tremer convulsivamente, antecipando a mudança que estava para acontecer. Saltei em sua direção, deixando meus ossos mudarem de posição, tomando forma de um dos únicos predadores daqueles monstros.

Apesar do movimento repentino, seus instintos eram bons. Carlisle desviou por apenas um centímetro de minhas garras, que rasgaram sua camisa, que provavelmente era mais cara que minha casa.

"JACOB PARE!" Berrou Sam em minha mente, e meu corpo estacou por um instante, sentindo o poder de seu comando alfa e me impossibilitando de completar o ataque ao pescoço do parasita, que eu planejava.

O doutor não era bobo. Ele não precisou pensar muito para entender que minha breve hesitação era sua única oportunidade de fugir de um próximo ataque, que certamente seria letal. Eu grunhi, vendo vermelho.

"Você não pode simplesmente matá-lo!" A voz de Quil soou em minha mente. Tendo se transformado junto comigo, ele agora se colocava em minha frente, bloqueando minha visão do vampiro que corria a toda velocidade para fora da reserva.

"Ele não vai! Jacob, pegue a Bella, e vá para casa." Comandou Sam com sua voz de ferro, e eu senti meu corpo pesar em direção ao chão, sob seu controle.

Aquilo me deixou ainda mais irado.

Odiava o fato de que nem o meu próprio corpo eu conseguia controlar. Não tinha controle de absolutamente nada. Havia acabado de assistir a mulher de minha vida esvair por meus dedos, sem poder fazer nada, e agora teria minha vingança tirada de mim? Não. Eu me recusava.

Lutei contra a força invisível que emanava de Sam, empurrando meu corpo para cima, e dando um passo duro para frente

"Agora, Jacob. Vá para casa." Reiterou, aparecendo em minha frente em forma de lobo.

Seu tom de alfa já seria o suficiente para ter qualquer um com o rabo entre as pernas; ter sua forma física parada com todo o seu poder em minha frente, e com os dentes à mostra ficava em outro patamar.

Desafiar sua autoridade era praticamente impossível.

Xinguei, amaldiçoando seja lá quem foi que fez aquelas regras. Por que eu tinha que seguir as regras de outra pessoa, perdendo meu “eu” no processo? Sabia que o resto da minha vida já seria insuportável, mas pior ainda se soubesse que não havia feito nada para que os culpados pagassem.

Diabos, eu iria até o inferno se fosse necessário, mas teria o que queria. O que tinha o direito de ter minha vingança. Custe o que custasse.

"Não." Respondi, cravando minhas patas na terra com mais força e levantando a cabeça para encarar Sam, olho no olho.

Todos os lobos transformados naquele momento ficaram em completo silêncio. Era como se um grande ponto de exclamação ecoasse na conexão de nossas mentes. Até mesmo Sam ficou surpreso por alguns segundos.

Eu não tinha tempo para perder com ele; o sanguessuga estava ganhando mais vantagem a cada segundo, mas eu ainda conseguiria pegá-lo. Tinha certeza.

"Jacob Black, isso é uma ordem! Eu te proíbo." Rosnou Sam. Todo o poder de alfa me atacou novamente, mas dessa vez, pude me manter em pé, sem oscilar.

"E eu estou dizendo que um Uley não irá comandar um Black." Rosnei de volta, sentindo as amarras em meu corpo afrouxando a cada palavra, e vendo o olhar de Sam se espantar. O choque em seu rosto foi o que bastou para que eu pudesse me libertar. Não perderia mais um segundo ali.

Com um movimento, impulsionei meu corpo e saltei por cima de Sam, correndo com toda a minha força atrás do rastro fresco do vampiro.

O mar de pensamentos chocados que eu esperava que invadisse minha mente, não aconteceu. Imaginei que talvez estivesse focando toda a minha força em fazer minhas pernas se moverem mais rápido — tentando recuperar o tempo perdido -, que de alguma forma havia conseguido bloquear os pensamentos de todos.

De qualquer forma, eu preferia daquele jeito. Sem ninguém para interferir.

Eu havia gastado uma quantidade enorme de energia nas últimas horas — durante a caçada a Victoria e ao outro vampiro -, e sabia que estava começando a me cansar. Conseguia notar no modo como precisava forçar mais meus músculos para ter a mesma precisão em meus movimentos que havia tido mais cedo.

E naquele momento eu precisava de toda precisão possível. Precisava dar tudo de mim se quisesse conseguir destroçar pelo menos algum deles. Carlisle não era minha primeira opção, mas seria a isca perfeita para atrair os demais. Matar o líder faria com que os demais viessem atrás de mim; e era exatamente com isso que eu estava contando. Edward chegaria primeiro, é claro — Bella havia me dito que ele era o mais rápido dos parasitas -, e eu aproveitaria para arrancar cada membro de seu corpo.

Deixei ódio tornar-se combustível para que pudesse correr ainda mais. A imagem de Bella morrendo em meus braços se repetia de novo e de novo em minha mente, e era o que me empurrava para frente com ainda mais força.

Finalmente, vi o brilho perturbador da pele de Carlisle a distância e para mim ficou óbvio que ele não conseguiria chegar perto o suficiente da linha do tratado para conseguir ajuda. Apesar de ser o líder do covil, ele não era nem de perto tão talentoso quanto os demais. Não chegaria nem perto do trabalho que havíamos tido para acabar com a ruiva.

Ladrei uma risada, já sentindo minha boca salivar.

"Jacob! Pare!" Berrou Leah em minha mente, e eu perdi uma passada com a surpresa.

Se havia algum dos lobos que conseguiria me alcançar, com certeza seria ela. Vi em sua mente que não estava muito atrás de mim.

"Vai se danar, Leah."

"Você é mesmo um egoísta irresponsável! Não percebe que não tem chance de sair vivo se atacar um deles sozinho?"

"Estou contando com isso." Respondi, tentando tirá-la da minha mente, assim como havia feito alguns momentos antes; mas ela era tão teimosa que não sairia tão fácil. Leah era rápida, e mais ágil do que qualquer um de nós.

O único motivo de não ter atingido a clareira em que Seth enfrentava Victoria antes de nós, foi estar liderando a perseguição ao outro vampiro, que corria na direção contrária, pulando de um lado para o outro da linha do tratado, sabendo muito que não poderíamos ultrapassar. Apenas com os Cullen do outro lado foi possível encurralá-lo enfim.

"Então esse é o seu plano genial? Cometer suicídio e levar o bando todo junto?!" Exclamou ela, finalmente me alcançando e correndo ao meu lado. "Nenhum de nós está bem o suficiente para lutar contra nenhum deles, Jacob! Seth está machucado; o bando está todo espalhado, e você viu quão bem eles lutam."

"Eu não pedi sua opinião, nem sua ajuda, Leah." Respondi firme, voltando meu foco em Carlisle, que agora estava a poucos metros de distância. "Eu vou cair lutando!"

Forcei meus músculos, me preparando para o salto que atingiria o alvo em certo. Eu tinha certeza de que ele não conseguiria escapar de minhas garras. Por um momento, tudo ficou em câmera lenta, e assisti com satisfação o olhar de surpresa do vampiro ao ver que não havia escapatória; Meus dentes estavam a poucos centímetros de morder seu rosto e acabar com sua existência desprezível.

Tudo ficou confuso em minha mente, quando minha rota mudou no último segundo. Leah havia jogado seu corpo contra o meu, e me empurrando para fora do alcance do sanguessuga. Tentei agarrar o que eu podia, mas tudo que consegui, de novo, foi arranhar a pedra dura que era seu ombro, antes de cair por terra, rolando com Leah sobre mim.

"Mas que porra!? Que merda você está fazendo? Saia de cima de mim!" Rosnei, mordendo a lateral de seu corpo e empurrando-a para longe.

Ela ganiu por um momento, mas logo estava me atacando de volta.

"Seu egoista do caralho! Não vou deixá-lo estragar a vida de todo mundo!" Gritou, enquanto tentava me imobilizar. Eu era bem maior que ela, entretanto, então não demorei muito para conseguir jogá-la para longe de mim, contra uma das árvores.

Ela se levantou imediatamente. Sangue escorria pela lateral de seu corpo, pingando no chão, mas ela nem parecia sentir.

"Mas que porra, Jacob?!" A voz de Quil agora soava em minha mente, e vi que corria a toda velocidade em nossa direção. "Você perdeu a cabeça?!"

"Vocês dois, fiquem fora disso!" Rosnei, jogando para longe qualquer pensamento que não fosse a raiva dilacerante que sentia dos Cullen. Infelizmente, porém, era tarde demais.

Carlisle havia ganhado distância enquanto Leah me distraía, e já estava perto demais da fronteira para que conseguisse alcançá-lo à tempo. Talvez tivesse sorte, talvez não. Não sabia a distância máxima em que Edward conseguia ouvir pensamentos, mas já estávamos todos perigosamente perto de onde os sanguessugas esperavam por respostas.

Quando um dos meninos foi atrás de Carlisle para tentar ajudar Bella, encontrou-os todos ainda rondando a fronteira, em alerta. Eu duvidava que fossem embora sem saber o que havia afinal acontecido. Nenhum dos lobos ficou para trás, então Edward não tinha nenhuma mente para vasculhar sobre o que acontecia durante o resgate, mas o aviso havia sido claro: Ninguém deveria passar a fronteira além do vampiro doutor.

Todos provavelmente ainda estavam no mesmo lugar onde foram deixados, esperando ansiosamente a volta de seu líder.

Avancei, puxando a terra com minhas patas, deixando todos para trás. Leah estava machucada o suficiente para não conseguir me alcançar, e Quil estava longe demais. Aquela era a minha oportunidade.

“Mas ele veio ajudar!” Exclamou Quil, indignado. “Eu sei que ele é um vampiro, mas o cara entrou na reserva, desprotegido, para ajudar a Bella… Ele não merece isso.”

Soltei uma risada sarcástica, focando todo o meu ser naquela caçada.

“Isso não está certo, Jacob.”

“Não adianta, Quil.” Resmungou Leah. “Esse tapado não vai escutar nada do que falarmos. Ele vai começar uma guerra que não tem a intenção de terminar. Quer se foder e levar todos nós de brinde.”

Bufei. “Nenhum de vocês precisa fazer parte disso. Aliás, melhor que fiquem fora.”

“Como se fossem parar em você, se matar algum deles.” Retrucou, irritada. “Todos vamos acabar nessa merda, não vê? Você tem que parar!”

“Será que vocês não conseguem entender? Bella está morta por causa deles! Exclamei. “Todo o futuro dela; o nosso futuro está arruinado. Alguém tem de pagar por isso!”

“Você a deixou morrer?!”

A voz de Edward Cullen me surpreendeu. Ele estava longe, mas seu berro louco não foi difícil de escutar, ecoando pela floresta. Ele corria em nossa direção, passando pela linha do tratado sem nenhuma hesitação.

Em meio ao meu ataque de fúria sobre os meus irmãos de bando, a distração foi tanta que nenhum de nós percebeu o movimento do sanguessuga.

“Edward pare!” Berrou Carlisle, entrando na frente de Edward para pará-lo.

Eu quase ri de felicidade. Ele havia vindo até mim! Não precisaria me preocupar por não conseguir alcançá-lo, ou por ter de lutar com o restante deles. Era quase como se estivesse me dando um presente.

Avancei, pronto para acabar com os dois.

“O que ele está fazendo em nossas terras?!” berrou Leah em minha mente, voltando a correr com toda a sua força; o machucado causado por mim em sua lateral, já quase totalmente curado.

Rosnei, e ambos ecoaram o meu rosnado, mesmo não estando frente-a-frente com eles. Nada mais importava. Edward havia quebrado o tratado. Estávamos livres para começar a retaliação. Se era guerra que ele queria, guerra era o que iria ter.

Carlisle se chocou contra Edward, tentando segurá-lo de qualquer maneira que conseguisse, mas Edward desviou de suas mãos, já sabendo exatamente os movimentos que o outro faria.

Não havia mais nada entre nós. Nada iria nos impedir desta vez. Seria um contra o outro, como devia ter sido desde o início. Depois disso, apenas um de nós restaria no mundo para contar a história.

Sabia que a fúria estampada em sua cara era uma duplicata da minha; por isso, não houve hesitação de nenhuma das partes. Quando avançamos, ambos avançamos para matar.

Deixei a mente vazia, confiando em meus instintos. Não poderia deixar nenhum de meus pensamentos escaparem, caso quisesse ganhar contra o leitor de pensamentos. Todos os meus movimentos teriam de ser completamente repentinos e imprevisíveis.

Carlisle ainda tentava fazer com que Edward não se aproximasse mais. Leah havia parado de tentar impedir a briga iminente assim que viu que Edward havia quebrado o tratado. Quil estava quase chegando no local em que estávamos, mas parecia extremamente tentado a voltar para buscar mais ajuda.

Ao invés de nos chocarmos um contra o outro, pulei no último segundo, como se fosse dar um mortal, mas virando de forma que minha cabeça continuava em sua direção. Edward girou, quase não conseguindo desviar quando usei a força do pulo para pegar impulso na árvore ao seu lado, para me empurrar em sua direção.

Se abaixando, ele contra-atacou, pronto para acertar um soco em meu flanco. Seria impossível desviar, então, ao invés de tentar me afastar, continuei a avançar, surpreendendo a nós dois. Seu soco me tirou o ar, mas não foi o suficiente para me parar.

Foi necessário apenas um puxão para um pedaço de sua pele de pedra sair em minha boca e eu voar pelo ar, caindo longe dele. Tive que parar um segundo ao sentir a pontada de algum osso que havia se partido, mas grato por ter conseguido arrancar um pedaço dele no processo.

A adrenalina e o sentimento de vitória encheram minhas veias.

Claro, aquilo não seria o suficiente para impedir algum dos dois de continuar.

Carlisle correu ao seu lado, pronto para ajudá-lo na luta, e eu sabia que não demoraria muito para Leah juntar-se a mim. Não seria problema algum segurar os dois até que ela chegasse. Com dois de nós, poderíamos acabar com tudo em pouco tempo.

Carlisle tentou circular pela minha direita, enquanto Edward — agora sem parte do seu ombro esquerdo — atacava pela minha esquerda.

“Eu não tenho nenhuma intenção de parar até vê-lo morto!” Berrou Edward, como se respondesse algum pensamento que ouvira, e eu, pela primeira vez, pude concordar com algo que o parasita dizia.

Ignorando Carlisle completamente, foquei na figura irada de Edward, que avançava em minha direção, com o fogo da fúria queimando em meus olhos.

Então, Embry apareceu em minha mente. De repente, como se sempre estivesse estado ali, em silêncio.

“Jake! Você precisa voltar” Exclamou. Ele corria pela floresta, assim como os demais, tentando chegar onde estamos. Por um momento, ficou surpreso por ver os vampiros em nossas terras.

“Cale a boca, Embry. Fique fora disso.” Respondi, desviando de outro ataque de Edward, que se aproveitou do meu segundo de distração. Tentei contra-atacar do mesmo modo que havia feito antes, aproveitando a sua proximidade, mas ele desviou facilmente daquela vez, já esperando o movimento.

“Não, Jacob, você não está entendendo. A Bella não morreu, ela está viva!” Insistiu, deixando uma de suas memórias preencher minha mente. A visão me atingiu com tanta força, que acabei perdendo a passada, tropeçando em meus próprios pés e quase caindo de cara no chão.

Lá estava ela, há menos de dois minutos, nos braços de Sam, respirando. Seu coração batendo fracamente.

Senti como se todo o sangue de meu corpo tivesse se esvaído.

“Não. Não é possível.” respondi. “Eu a vi morta. Você viu.“

“Eu não mentiria sobre isso, eu te juro!” disse. “Em um momento estava morta, no outro seu coração voltou a bater.”

“Mas o que…” murmurou Leah, também sem conseguir acreditar no que via na mente de Embry. Mas não havia dúvidas. Não havia como mentir ou fabricar aquelas imagens. Suas memórias eram claras como água.

Me senti tonto, tentando assimilar o turbilhão de pensamentos que rondavam minha mente, e fiquei atordoado por um momento. Edward havia parado na metade de seu ataque, tão estupefato quanto eu.

“Ela está viva?” Perguntou ele, quando encarei-o novamente; Alívio pingando em sua voz.

“Aonde ela está?” Perguntou Quil, que ainda corria até onde estávamos, mas não na velocidade de antes.

“Sam a pegou.” Respondeu Embry. “Provavelmente foram para casa da Emily.”

Aquilo foi o suficiente para me acordar. Em um momento estava parado, sem acreditar, no outro, dei as costas aos dois vampiros, correndo de volta para a reserva.

Leah chegou onde eu estava naquele momento, e eu passei por ela, correndo na direção contrária. Ela grunhiu.

“Aonde ele pensa que vai?!” Exclamou Quil, vendo pelos olhos da Leah que Edward corria atrás de mim. Eu não me importei em virar para olhar; não havia absolutamente nada que importasse mais naquele momento, do que estar ao lado de Bella e ter certeza de que ela estava viva.

Eu precisava ver com meus próprios olhos. Precisa ter certeza de que não era apenas algum tipo de truque para me fazer voltar a reserva e deixar os Cullen em paz.

“Nananinanão!” Leah pulou, rosnando, parando em frente à Edward e bloqueando seu caminho. “Dá o fora, sanguessuga! Essas terras ainda são nossas!”

“Quem se importa com a sua maldita terra? Realmente acha que você irá me impedir de vê-la?” Respondeu.

Mas Leah ainda sim não deixou-o passar, sendo logo apoiada por Quil que postou-se ao seu lado para ajudar a impedi-lo. Carlisle parecia estar do nosso lado da disputa, tentando puxar o outro para a direção do seu lado do tratado, insistindo que era melhor daquele jeito.

Logo, toda aquela confusão já não passava de um zumbido no fundo de minha mente; eu apenas conseguia desviar das árvores à minha frente por reflexo, enquanto tentava ignorar as pontadas em minhas costelas — que estavam em processo de cura -, e usando todo e qualquer resquício de energia que me sobrou para chegar até La Push o mais rápido possível.

Nada iria me parar até ter Bella de volta aos meus braços.

Notas finais
Desta vez, temos um pedido para vocês, que aguardam tão ansiosamente o próximo capítulo. Já faz mais de um ano que nós começamos a escrever essa fanfic e, querendo ou não, a nossa vida pessoal acaba interrompendo isso, e o nosso processo cronológico dos acontecimentos da fanfic ficam meio misturados. Com a reta final, eu tenho tentado lembrar de todos os acontecimentos que precisam ser encerrados antes de a história acabar. Claro, nós temos já um final pensado e até mesmo um possível capitulo extra após isso, mas gostaria que, se há alguma parte da história que ficou sem ser finalizada, ou esquecida, nos dê um toque. Qual parte esquecemos, ou vocês ficaram curiosos e nunca voltamos a falar? Essa fanfic foi escrita, desde o começo, com ideias de todo mundo, especialmente de leitores. No nosso auge, não era incomum implementarmos ideias de comentários de capítulos anteriores e a fanfic ficou cada vez melhor. Por que não voltarmos para isso nesta reta final? Claro que o nosso final já está certo de como vai ser, mas vocês pode fazer parte disso. Nos dê ideias de algo que gostariam de ver antes do final da fanfic. Seria o motivo de Paul ter desaparecido no dia que Quil se transformou? Ou apenas uma cena de casamento ou até mesmo de uma gravidez? Nos digam as suas ideias que iremos ouvir de verdade e considerar todas. Além disso, criticas, correções, etc, são bem vindas. Somos toda ouvidos. Um grande beijo, Gi. PS. Não se esqueçam que a nossa fanfic é escrita por duas pessoas!! A Carol é tão mãe de Full Moon quanto eu... E vocês são os tios/tias babonas rs