Full Moon
34 Desculpas
Notas iniciais

“You love me, too,” he reminded me. “Not the same way, I know. But he’s not your whole life, either. Not anymore. Maybe he was once, but he left. And now he’s just going to have to deal with the consequence of that choice —me. ”
— Jacob to Bella, Eclipse
Desliguei o motor da caminhonete, sentindo todo o nervosismo acumulado em mim começar a transbordar. Nem mesmo tentei sair da cabine imediatamente, pois sabia que meus joelhos iriam falhar assim que colocasse os pés no chão, de qualquer forma.
Tentei controlar a respiração, buscando aquela coragem que havia sentido durante a discussão com Leah. Ainda tinha dificuldade em acreditar que eu, Bella Swan, havia realmente dito a ela tudo o que pensava. Depois de ouvir o que ela tinha a dizer, entretanto, não pude deixar de começar a me sentir insegura.
Era mais do que óbvio que eu precisava conversar com Jacob o mais rápido possível, para colocarmos todos os pingos nos is. Entretanto, depois da reação de Leah, não pude deixar de imaginar qual seria sua reação. Ele ficaria bravo? Desapontado?
Leah estava certa quando disse que eu havia transformado tudo em um grande drama; Me senti envergonhada por não ter ido diretamente à Jacob, e dito a ele o que estava sentindo. Pior do que isso, eu havia desabafado com Edward, entre todas as pessoas disponíveis.
Quanto mais pensava na situação em que havia me metido, menos confiança sentia para enfrentá-lo. Eu parecia ter tomado todas as decisões erradas nos últimos dias.
Vi, à distância, uma sombra surgir da orla da floresta, caminhando pela grama em direção à casa de Jacob, e não precisei olhar duas vezes para saber que era ele. Não consegui ver seu rosto, que estava coberto pela escuridão da noite, mas eu o reconheceria em qualquer lugar, mesmo de tão longe.
Saí da caminhonete lentamente, sentindo minha garganta secar, e acabei por parar depois de apenas alguns alguns passos. Minhas pernas tremiam demais para que conseguisse ir muito longe.
Enquanto assistia-o caminhar até mim, uma nova possibilidade cruzou a minha mente. E se Leah já tivesse contado à ele tudo que viu? E se tivesse usado seu ponto de vista distorcido contra mim?
Não tive muito tempo para pensar naquilo, entretanto, pois, no segundo seguinte, os braços de Jacob me tiraram do chão, e me apertaram em um de seus abraços de urso, enquanto me girava no ar.
“Bella!” Ele não precisou dizer mais do que meu nome para expressar tudo que sentia. Sua voz transbordava emoções, e pude sentir, apenas pelo modo como ele me apertava em seus braços, com o rosto enterrado em meus cabelos, que havia sentido minha falta.
“J-Jake” Consegui dizer, apesar de ter perdido o ar com o seu abraço apertado.
Quando finalmente me colocou no chão, eu cambaleei, precisando segurar em seu braço para conseguir me firmar em pé. Quase não consegui distinguir a expressão em seu rosto, devido a noite escura, mas pude notar que ele sorria.
Uma pesada gota de chuva acertou meu rosto, seguida por outra, e, em poucos segundos, uma tempestade caía ao nosso redor.
“Vamos!” Agarrando minha mão, Jacob me puxou para a entrada de sua casa.
“Onde está seu pai?” perguntei quando acendeu as luzes da casa, depois de fechar a porta atrás de nós. Sua pele estava apenas levemente molhada pelas gotas de chuva — o calor que emanava de si já começando a secá-lo — me distraiu por um momento.
“Ele tem passado bastante tempo na casa da Sue, ultimamente.” Explicou, antes de seu olhar se fixar em meus braços molhados. “Quer que eu pegue uma toalha pra você?”
“N-Não precisa. Foram só algumas gotas, eu estou bem.” Respondi, parando no meio da sala, me sentindo deslocada. Meu coração batia em meus ouvidos, e bombeava adrenalina em minhas veias enquanto hesitava, tentando pensar em como começar aquela conversa.
Jacob sorriu para mim, o mais lindo de seus sorrisos, e parou em minha frente, deixando suas mãos descansarem em meu quadril. “Ei, você está bem? Por que está com essa cara?”
“Jake… Você não está bravo comigo?
Eu vi o sorriso dele diminuir um pouco em seu rosto, e uma expressão confusa cobrir suas feições.
“Bravo com você? Você está aqui, segura em meus braços, como posso ficar bravo?” questionou, me encarando nos olhos sem me soltar por nem um segundo. “Além disso, quem deveria estar brava é você, porque desapareci o fim de semana todo.”
Franzi o cenho.
“Você estava ajudando o bando, não é? Estava fazendo seu trabalho. Por que eu ficaria brava?”
“Bom… A janela de seu quarto estava fechada. Imaginei que estivesse chateada comigo, por não dar notícias por dois dias." Ele coçou o pescoço, constrangido. “Eu sinto muito mesmo, Bella. Devia ter te ligado assim que cheguei em casa, mas acabei capotando e… Me desculpa.”
Vê-lo pedir desculpas, daquela forma, me fez sentir ainda mais culpada. Nada daquilo teria acontecido se eu não tivesse — como Leah disse — feito tanto drama.
“Não, Jake! Quem precisa pedir desculpas sou eu. Não posso dizer que não estava chateada, mas, você entendeu errado. Não fiquei brava por não me dar notícias; imaginei que a situação na Emily não seria das melhores.”
Ele esperou que eu continuasse, mas seus olhos escuros e atentos só me fizeram ficar ainda mais ansiosa. Me desvenciliei de seus braços, e comecei a andar de um lado para outro, na pequena sala de estar, sentindo a culpa me corroer.
“Eu não abri a janela porque… Sei que isso vai soar idiota — porque foi idiota, mesmo -, mas… Eu estava preocupada com o seu imprinting.”
Não tive coragem de olhar para seu rosto, mas, depois de alguns instantes de silêncio, a curiosidade me atingiu, e eu levantei os olhos para espiá-lo. Ele parecia chocado.
“Meu imprinting?” Ele deu uma risada curta. “Bells, eu não tive imprinting; foi o Quil. Pensei que tivesse entendido tudo, quando conversamos, na sexta.”
“Eu sei! Eu sei que foi ele, mas, não pude deixar de pensar que podia ter sido você!” Admiti, me sentindo envergonhada. “O imprinting era pra ser uma coisa rara, mas cada vez mais lobos estão passando por ele, e, não posso deixar de pensar que a qualquer momento vai ser a sua vez.”
Percebi que havia dito algo que ele não gostou, quando a sala pareceu escurecer um pouco, assim como a sua expressão. Senti cada músculo de meu corpo tensionar, e mordi os meus lábios, me sentindo ainda mais nervosa.
“Isso nunca vai acontecer comigo.” Declarou. Nenhum traço de dúvida soando em sua voz.
Seria muito fácil para mim, simplesmente me agarrar àquelas palavras e empurrar aquela conversa para longe, fingindo que tudo ficaria bem, mas lembrei do que Charlie havia dito. Eu precisava ser honesta, e dizer à Jacob exatamente o que pensava.
“Mas… e se acontecer?” Perguntei; minha voz soou tão fraca que até mesmo me perguntei se ele havia escutado.
“Bella, por favor, não me diga que passou os últimos dias trancada no quarto remoendo sobre isso.” Sua voz era dura como aço.
Eu queria muito poder dizer que não; mas aquele foi o único pensamento a ocupar minha mente durante todo o fim de semana.
“Sim.” Admiti. “O imprinting… Não é algo contra o qual possamos lutar, Jake. Queria poder dizer que sou forte o suficiente para não me deixar abalar por essa possibilidade, mas estaria mentindo, porque, Jake… Eu estou com medo.”
Minha garganta estava tão seca, que as palavras pareciam lixas, quando saíram. Meu coração doía a cada batida; falar sobre aquela possibilidade parecia aumentar ainda mais as chances de ela se tornar realidade.
Tendo encontrado a coragem para dizer o que pensava, me agarrei a ela com todas as minhas forças, para dizer tudo o que queria antes que ela sumisse, novamente.
“Tenho medo de algum dia você acordar e perceber que não sou realmente a pessoa certa pra você. Então pensei em me afastar, antes que você o fizesse, pois, se algum dia você me deixar, eu não… não vou-.”
Os braços de Jacob me envolveram por trás, me impedindo de continuar a falar. Ele me abraçou com força, enterrando o rosto na curva do meu pescoço.
“Por favor, Bells… Por favor, não diga que está me deixando.”
Eu fechei os meus olhos.
“Não quero ficar entre você e sua felicidade, Jake.”
“Você é a minha felicidade, Bells. Sem você, eu fico perdido! Eu sei que é difícil, e que existe essa magia idiota, mas eu quero você.” Ele me virou, lentamente, segurando meus ombros, bem em frente a si. “Ninguém faz meu coração bater tão forte quanto você, e sei que você é a única para mim. Sempre escolhi, e sempre irei escolher você.”
Meu peito pareceu ser preenchido com aquele sentimento quente que suas palavras emanavam. Vi, em seus olhos escuros, que ele realmente acreditava naquilo, e que não havia um pingo de dúvida em seus sentimentos por mim; eles eram mais fortes do que eu sequer havia imaginado.
Naquele momento, duvidar de seu amor por mim se tornou quase que um sacrilégio, e a culpa voltou a me atingir com força.
Jacob beijou minha bochecha, e só então notei que uma das lágrimas que tentei tanto segurar, havia escapado.
“Não chore, por favor.” Implorou. Suas mãos embalaram meu rosto, como se tivesse medo de que eu acabasse escapando. “Não por causa disso.”
Assenti, fungando, e limpei com as costas da mão as demais lágrimas que se formavam em meus olhos.
“Por que não me conta o que aconteceu ontem?” Perguntou, trocando de assunto. “Fui te buscar na escola, sabia? O sanguessuga me disse que você iria pegar carona com a vidente. Foi por causa disso? Você foi com a Alice por causa do imprinting?”
“Eu estava com medo de que você fosse me deixar pra esperar pelo seu imprinting. Tinha medo do que iria sentir, caso me rejeitasse.” Ele me olhou, e eu soube que aquilo nunca aconteceria. “Eu sei…eu estava sendo estúpida, mas, quando Edward sugeriu que Alice me lev-”
“Espera, Edward? Você falou com aquele parasita?”
Me lembrei do modo como eu havia chorado em seus braços. “Mais ou menos.”
Jacob bufou e me soltou. Foi a sua vez de andar de um lado para o outro na sala pequena, visivelmente frustrado.
“Sempre podemos contar com ele para se meter, nos momentos mais inoportunos, não é?” Ele rosnou. “Não me admira que estivesse com aquele sorrisinho nojento no rosto quando apareceu no estacionamento. Eu devia ter esmurrado aquele filho da puta.”
“De qualquer forma, a culpa foi minha. Eu não devia ter aceitado a ajuda deles. Devia ter apenas enfrentado a situação de frente, e falado com você.” Murmurei, envergonhada. “Mas fiquei tão nervosa que… eu desmaiei. Literalmente. Por isso estava na casa deles até agora, eles me levaram até lá para que Carlisle garantisse que eu estava bem. ”
“Você desmaiou?! Eles te levaram para o covil deles enquanto estava desmaiada?” Perguntou, completamente chocado, e eu apenas assenti, sem conseguir achar minha voz, naquele momento. “Você está vendo, Bella, o que eu sempre te digo? Não dá para confiar neles. Isso é literalmente sequestro! Essa não é a primeira vez que fazem algo desse tipo, Bells! Quando irá acordar, e perceber o quão… distorcido, medonho, e ridículo é o modo como te tratam?!”
“Eu sei, eu sei! Cada vez mais tenho percebido que o que fazem não é certo, Jacob, mas-”
“Mas? Sempre tem um ‘mas’ quando se trata deles, não é? Parece até que você gosta de ser controlada por eles!”
Aquilo atingiu em cheio a parte já dolorida do meu peito, no exato mesmo lugar que Leah havia cutucado a não muito tempo. Pensei em todas as coisas que havia dito a ela e em todas as coisas que ela me disse e, naquele momento, achei que Jacob merecia alguma explicação.
“Eu… Jake, eu os amava. Eu… amava Edward. Estava pronta para desistir de minha humanidade, por ele, e, depois disso, os Cullen seriam minha família também! Pensei ter achado meu lugar no mundo; um lugar onde eu realmente me encaixava, e onde não era considerada estranha ou apenas uma alma velha em um corpo jovem. Tudo parecia estar perfeito. Ele me amava, e sua família também; Aquilo me fez sentir especial. Virando… uma vampira… achei que poderia me tornar alguém melhor, mais forte, mais corajosa, — até mesmo graciosa! — e poderia viver para sempre com eles.” Contei, voltando a olhar para o seu rosto. “Eles, um dia, salvaram minha vida. É difícil para mim aceitar que não o fariam novamente.”
“Você quase morreu, Bella! Diversas vezes. E sei que não começou depois de irem embora.” Exclamou, pegando meu braço e puxando a manga de minha camiseta, exibindo a cicatriz em semi lua que eu tinha ali. Engoli em seco, cobrindo-a com a mão. “Sim. Você pensou que não tinha notado essa cicatriz? E pensar que você iria desistir de sua vida por um monte de gente que poderiam um dia, facilmente, simplesmente virar as costas e ir embora. Você tem noção de que se estivesse com eles, estaria morta? Morta! Mataria pessoas para se alimentar! Pessoas como Charlie; como eu. Não seria mais você! Iria perder a habilidade de corar, e de tropeçar-”
“Eu sei disso; e não quero mais isso para mim! Não quero perder nada disso, porque… eu encontrei você, Jake. Sempre pensei em tudo que ganharia se me transformasse, mas você me fez ver tudo que eu perderia.” Garanti, passando as mãos pelo rosto, e me encostando na parede. “Mesmo agora; mesmo tendo uma parte de mim que ainda os ama, não consigo nem pensar em me tornar como eles. Eu preferia mil vezes morrer ao seu lado, do que viver eternamente ao lado deles.”
Jacob ficou em silêncio, parecendo surpreso. Lentamente andou em minha direção, prensando-me na parede atrás de mim.
“A única família da qual quero fazer parte, é a sua.” Sussurrei, ficando na ponta dos meus pés, e passando os braços ao redor de seu pescoço. Eu adorava como suas mãos, automaticamente, se instalavam em minha cintura quando me agarrava a ele daquela forma.
“Está me pedindo em casamento, Swan?” Seu perfeito sorriso de lado fez o meu corpo inteiro reagir.
Tentei esconder meu sorriso, fazendo a minha melhor cara de séria. “Por que? Acha que mulheres não podem tomar a iniciativa?”
A sua reação, porém, foi o oposto do que eu imaginara ao provocá-lo. Sua boa tomou a minha, tirando o ar de meus pulmões, e me fazendo ver estrelas. Ele quebrou o beijo, porém manteve os nossos lábios próximos um do outro.
“Ah não.” Sussurrou, sua voz era tão rouca e carregada de desejo, que fez cada pelo de meu corpo arrepiar. “Eu amo quando você toma a iniciativa.”
Senti-o roçar sua boca levemente em meu lábio inferior, enquanto falava, tornando toda aquela cena ainda mais sexy.
Meu corpo se lançou sobre o dele, e me deliciei com seus lábios. Suas mãos seguravam meu peso facilmente enquanto nos esbarramos contra móveis e paredes, tentando achar um jeito de fazer nossos corpos ocuparem apenas um espaço.
Eu apenas notei onde estávamos quando trombamos em sua cama, e eu perdi completamente o equilíbrio, caindo de costas na mesma. Jacob não me deu espaço para sequer pensar sobre a necessidade de fecharmos a porta do quarto, vindo se deitar ao meu lado, imediatamente.
Foi como se um imã me puxasse para ele naquele momento. Senti, dentro de mim, uma súbita e ardente necessidade de moldar meu corpo ao seu. Queria sentir suas pernas entre as minhas, seu peito contra o meu, seus braços ao meu redor e suas mãos acariciando todo o meu ser.
Seu cheiro era viciante, natural, e me envolvia completamente toda vez que respirava perto dele, daquela maneira.
Se apenas tocá-lo já me fazia sentir como se estivesse no paraíso, aquele abraço tão íntimo me fez sentir como se estivesse sendo teleportada para outro mundo. O calor de seu corpo sob meus dedos era como o amor que sentia emanar ao meu redor; quente e aconchegante.
Uma moleza tomava meu corpo toda vez que nos uníamos daquela forma. Não havia preocupações; não havia fome ou sede; era como se eu entrasse em uma bolha, e o mundo ao redor desaparecesse.
Sua respiração, quente e rítmica, atingiu meu ouvido, quase como de propósito, e eu ri, escondendo meu rosto em seu peito para fugir dos arrepios que me foram causados.
Não que fossem ruins.
Sem tentar me conter, subi as mãos pelas suas costas, antes de descê-las até a barra de seu shorts, raspando as unhas em sua pele. Assisti, com deleite, os mesmos arrepios que me atingiram, apenas alguns momentos antes, tomarem seu corpo por completo.
Pelo menos eu não era a única a ser afetada pela situação.
Foi então que eu senti-o achar a barra da minha camiseta, suas mãos ariscas, entrando embaixo do tecido e subindo pelas minhas costas nuas, assim como eu tinha feito com as dele.
Achei que fosse ter um derrame. Cada parte que ele tocava, subindo sua mão demoradamente pela extensão de minhas costas, mandava reações por todo o meu corpo. Por um momento, tive que me concentrar até para respirar.
“Você é tão macia.” disse roucamente em meu ouvido. Engoli em seco, e a expressão em seu rosto deixou claro que ele notou. Meu corpo se acendeu como uma árvore de natal, e eu lutei para achar a razão, enquanto tudo o que queria era ser envolvida por seu calor e engolida por seu amor.
Cada vez que sua mão subia e descia as minhas costas, pele contra pele, a estranha e nova chama que havia em meu peito era atiçada. Não tinha certeza do que significava, mas, instintivamente, soube o que desejava: mais.
Mastigando meu lábio inferior, tentei pensar no que aquele 'mais' significava, e o quanto eu estava disposta a ceder para tê-lo. Entretanto, pensar se tornava cada vez mais difícil, enquanto aquela chama era instigada por ele, e se tornava mais forte e impossível de ignorar.
Eu precisava sentir mais dele.
Aquela foi a única coisa que passou pela minha cabeça quando me contorci em seus braços, rolando de forma que minhas costas — agora com a camiseta erguida — tocassem toda a extensão de seu torso.
No momento em que nossas peles fizeram contato, ambos arfamos. O calor pareceu penetrar em meus ossos e se infiltrar por cada cantinho do meu peito e eu, novamente, senti dificuldade para respirar. Suas pernas se enrolaram nas minhas, e ele me puxou para o mais próximo que podia, me abraçando forte.
Seja lá o que estava em meu peito, devia estar, também, no dele, porque, como se lendo meus pensamentos, seu rosto se encaixou na curva de meu pescoço, e plantou um longo beijo ali.
Cada pedacinho meu estremeceu, e aquilo foi como convite para Jacob.
Mais.
Seus beijos em meu pescoço eram intoxicantes junto suas mãos, que entraram debaixo de minha camiseta, e apertavam e acariciavam minha barriga. Logo, senti a gola também ser empurrada, apenas para que seus dentes raspassem contra a pele de meu ombro. Senti sua respiração em meus cabelos.
“Seu cheiro me deixa louco, sabia?” Ele confessou, e, imperceptivelmente, quase como se fosse um gesto inconsciente, seus quadris se empurraram contra os meus, e pude sentir sua ereção contra mim.
Acho que perdi a razão, ao saber que eu o havia feito ficar daquele jeito, duro e louco de desejo, pois meu corpo tomou vida, e, quando percebi, empurrava meu quadril de volta, querendo sentir mais. Desta vez, não foi apenas uma pressão, mas toda a extensão de seu membro, exatamente entre as minhas nádegas.
Jacob xingou baixinho.
Se havia qualquer coisa segurando-o antes, eu a havia quebrado. Arfei quando sua mão agarrou meu seio direito, por cima do sutiã, apertando-o com força, antes de responder aos meus avanços e empurrar seu quadril de volta contra o meu. Suas pernas se moviam com as minhas, como se se acariciarem, tentando achar um jeito de ficarem mais próximas.
“Jake…” eu arfei quando, sobre meu sutiã, ainda segurando meu seio em sua mão, apertou meu mamilo entre seus dedos.
Eu quis me afogar em seja lá o que estávamos fazendo. O movimento dos nossos quadris, a fricção, sua língua fazendo o contorno de meu pescoço, e seus dedos que cutucavam o sutiã com tamanha persistência, que me tornei impaciente com a peça de roupa.
Mais.
Eu estava em chamas, e o único jeito de apagá-las era claro em minha mente: tudo que eu precisava era de mais Jacob, mais perto.
Com um único movimento, puxei meu sutiã para cima, liberando, parcialmente, meus seios. A mão faminta de Jacob substituiu-o rapidamente, agarrando-o com firmeza. Mesmo com apenas uma mão livre, Jacob não se deteve por um segundo, massageando, apertando e beliscando meu seio, como se fosse a coisa mais extraordinária do mundo.
Joguei a cabeça para trás, apoiando-a em seu ombro, e dando-lhe livre acesso. O calor de suas mãos sobre minha pele era tão bom; e o modo como meus mamilos ficaram duros com o seu toque era prova daquilo.
"Eu preciso…" murmurei, incoerente, mal sabendo como eu ainda conseguia falar em meio àquela situação. Seus lábios deixaram minha pele e pararam ao lado de meu ouvido; sua respiração pesada.
"O que precisa, anjo?" A rouquidão de sua voz tão perto me fez estremecer. "Me diz, e eu faço para você."
Senti novamente seu membro diretamente atrás de mim, quando nos movemos em sincronia um contra o outro, enquanto ele apertava meu seio com força. Arquejei, sem qualquer controle.
Quando a pressão se foi, esfreguei minhas pernas juntas, tentando aliviar meu sofrimento.
Minha falta de resposta não foi recebida com paciência. Logo, ele me girou, me colocando de costas na cama, novamente, e subindo em cima de mim. Sua mão quente fez um longo trajeto, começando pelo lado da minha perna, passando pela minha cintura, tocando minha barriga exposta, apenas para chegar ao destino final em meus seios.
"Você precisa disso?" Perguntou, malicioso, observando cada movimento inquieto meu, como um predador brincando com sua presa.
"Ah, eu sei o que você quer." Ele disse finalmente. Seus olhos queimavam de desejo quando o encarei, curiosa. Seu sorriso de lado, malicioso, me fez derreter ainda mais naquele mar de fogo em que nadavamos.
Lentamente, ele inclinou sua cabeça com cuidado, para não quebrar o contato de nossos olhares, e eu assisti sua boca tomar meu seio direito.
Xinguei alto, minhas mãos voando para seus cabelos, agarrando-os com força. Sua boca era ainda mais quente que elas; sua língua era macia e molhada, e fazia truques que eu não conseguia entender. Eu podia senti-la fazendo círculos ao redor de meu mamilo, sugando-o em seguida.
Meus olhos se reviraram nas órbitas, enquanto minhas mão puxaram seu rosto contra meu seio para que não parasse.
Mais, por favor!
Senti sua perna esgueirar-se entre as minhas, e pressionar com força contra a minha intimidade; sua boca se moveu em direção ao meu outro seio. Vi estrelas novamente.
Como era possível sentir aquilo? Como eu havia passado minha vida inteira sem ter seus lábios ali, me acariciando; me mordiscando; me fazendo ficar louca?
Ali, com sua perna entre as minhas, meu quadril se moveu por conta própria, implorando pelo atrito. Sua língua parecia não cansar de atiçar meu mamilo, sugando com força, antes de lamber com toda a dedicação que tinha.
Ele grunhiu, soltando-o com um 'Pop!'. "Seu cheiro está tão forte que eu quase consigo senti-lo no fundo da minha garganta…"
Seus olhos pareceram queimar com mais força, por um instante, antes dele me tomar em seus lábios novamente; dessa vez, me beijando com uma paixão que eu jamais vira antes. Ele mordeu meu lábio inferior levemente, puxando-o com os dentes, sem tirar os olhos de mim.
Engoli em seco quando percebi seu olhar calculado. Ele parecia estar bolando um plano em sua mente, e não fazia muita questão de esconder este fato. A malícia em seu sorriso não sumiu nem por um segundo, e eu soube que, o que quer que estivesse planejando fazer comigo, eu queria.
Jacob beijou o vale dos meus seios, acariciando-os mais uma vez. Então seu beijo desceu pela minha barriga, fazendo arrepios surgirem por todo meu corpo. Quando chegou ao ponto logo abaixo do meu umbigo, plantou um beijo demorado no local.
"Eu me pergunto…" começou a dizer, suas mãos deslizando pela barra da minha calça. "Se o gosto é tão bom quanto o cheiro…"
Borboletas voaram em meu estômago, e eu o encarei incerta, desta vez. Tudo o que fazíamos era novo e surreal, e em nenhum momento precisei pensar duas vezes, mas, ao sentir sua boca descendo até meu ponto mais íntimo, parei por um momento, me sentindo envergonhada. Minhas bochechas deviam ter me denunciado, porque Jacob não avançou mais. Apenas esperou, me encarando e beijando o mesmo lugar em minha barriga várias vezes.
Suas mãos passavam pela minha cintura apertando minha pele, e ele mordiscava ao redor, explorando aquela área. Esperando. Sua língua quente brincava perto da barra da minha calça, me atiçando sem nunca passar da linha. Eu me perguntei como podia ser tão sexy e tirar tantos suspiros de mim.
Quando imaginei o que sua língua habilidosa poderia fazer para aliviar a dor que crescia cada vez mais entre minhas pernas, não consegui mais me segurar. Tirando a mão do seu cabelo, segurei a barra de minha calça, e empurrei-a para baixo. Seus olhos brilharam em expectativa.
Enquanto minhas calças desciam lentamente pelo quadril, os lábios de Jacob a seguiam, provocando, mordendo e beijando, deixando uma trilha molhada para trás. E então, quando tudo o que restava entre seu rosto e minha parte mais sensível era o fino tecido de minha calcinha, Jacob fechou os olhos puxando o ar com força pelo nariz.
Um sorriso predatório tomou conta de seu rosto, enquanto se aproximava cada vez mais; A expectativa de sentir seu calor em minha intimidade crescia a cada segundo, vencendo contra qualquer timidez que algum dia tivesse.
Primeiro, por cima da minha calcinha, sua língua molhada me tomou, e eu arquei minhas costas, sem qualquer controle sob meu corpo. Então, com um movimento rápido, ele apenas moveu a calcinha para o lado antes de me tomar por inteira em sua boca.
"Deus!" Eu praticamente gritei, sentindo a lava que era sua língua, subir e descer pelas dobras de minha intimidade, lambendo, sem parar.
Pude ouvir grunhidos subindo de sua garganta, enquanto sugava meu clitoris, antes de voltar a língua macia para entre meus lábios, me provando. Cada vez que sua língua passava pela extensão completa da minha intimidade, eu revirava os olhos, perdida no prazer.
Enquanto mordiscava a pele da minha coxa, passando os dedos quentes nas minhas dobras — tudo em apenas um movimento -, senti algo novo crescer dentro de mim. Meu corpo, involuntariamente, empurrou meus quadris para mais perto de sua boca, precisando receber mais do seu toque.
Mais.
"Jacob", eu o chamei. Minha voz implorando por alguma coisa.
"Você é tão deliciosa, tão molhada…" ele lambeu os lábios, como se não quisesse perder uma gota que fosse.
Puxei seu cabelo com força, tentando trazer seu olhar — que estava focado entre minhas pernas — para o meu. Quando cedeu e me olhou de volta, por um momento, pareceu surpreso com o que viu em meu rosto.
Eu queimava. Meu coração batia como louco em meu peito, enviando lava em minhas veias ao invés de sangue. Eu precisava de alívio, eu precisava de mais, naquele segundo.
Jacob entendeu antes mesmo que eu pudesse abrir a boca para implorar.
Ele ficou de joelhos na cama, me olhando de cima, e eu aproveitei para observá-lo também. O modo como os gominhos de sua barriga eram perfeitamente esculpidos em sua pele morena, os músculos avantajados de seus braços — que agora mostravam veias que eu nunca havia notado antes -, e como a pele do seu rosto, levemente mais avermelhada do que o resto, me fazia arder ainda mais.
Em um segundo, suas calças sumiram, e suas mãos buscaram as minhas. Quando o seu membro quente parou na minha entrada, sua respiração era falha, e seus olhos, sôfregos.
"Você é tão fodidamente linda." Ele murmurou, olhando para cada parte exposta de meu corpo com adoração. Seu membro passava entre meus lábios grandes, esfregando em mim, escorregando em meu lubrificante natural, sem nunca realmente entrar. A dureza, a textura e o calor do mesmo, me levaram à beira do limite.
Sua boca estava em meu seio novamente, enquanto seu membro provocava meu íntimo, e eu achei que fosse enlouquecer. Mordi o lábio com força, tentando fazer sentido de todas as coisas que eu sentia naquele momento. Era apenas Jacob Black, dominando todo o meu ser, fazendo de meu corpo seu banquete.
Puxei seus lábios para os meus, querendo sua boca na minha, e sentindo meu gosto ali. Minhas mãos acariciavam e arranhavam qualquer parte que tocavam, adorando o fato de encontrar, por onde quer que fosse, calor.
"Eu quero te fazer minha, Bells." Ele murmurou, deixando meus lábios por um segundo. Seu membro deslizou mais lentamente em frente a minha entrada. "Você quer ser minha?"
Que pergunta idiota é essa?, pensei, focada demais no fato de sentir sua cabeça fazendo pressão em mim; o calor do seu membro quase tocando lugares inexplorados. Mas ele não continuou, apenas empurrou-o o suficiente para me fazer gemer, implorando, sem palavras, para que me tomasse. Mas ele não o fez.
Nem percebi que havia fechado os olhos, perdida na sensação em meio as minhas pernas. Quando abri-os novamente, encontrei os de Jacob me observando, sua boca levemente aberta, me provocando. Esperando para ver o que eu faria.
Encarando-o diretamente nos olhos, empurrei meu quadril para frente, fazendo minha intimidade se abrir, centímetro por centímetro enquanto seu membro deslizava para dentro, até que, finalmente, senti-o empurrar para dentro de mim.
Quente, grande, duro… a cada centímetro que avançava, minha intimidade se esticava, abraçando-o e acolhendo-o. Ele fechou os olhos com força, e apertou mais minha cintura a cada centímetro de avanço, arfando. Suas mãos deslizaram por baixo de meu corpo, alcançando minha bunda. Cada uma delas agarrou uma das minhas nádegas, enchendo sua mão grande, apenas para que ele empurrasse o restante do seu membro até o fundo de mim.
Gemi, sentindo seu membro me preenchendo ao máximo. Era como se algo estivesse faltando dentro de mim, e finalmente tivesse encontrado. Tê-lo ali, grudado em meu corpo, entre as minhas pernas, com seu rosto enterrado na curva do meu pescoço, arfando tão pesadamente quanto eu; Aquilo era tudo o que eu queria. A chama que havia em meu peito se deleitou com o sentimento de completude que senti.
Então Jacob se afastou, apenas o suficiente para poder enterrar-se em mim novamente, e eu perdi o ar.
Achei que apenas o fato de tê-lo dentro de mim seria suficiente, porém, eu estava completamente enganada. Senti minhas paredes mexerem, tremendo, apertando ao redor de seu membro, enquanto se movia dentro de mim.
"Ugh…" grunhiu; suas mãos deixando minhas nádegas e subindo pelas minhas costas, me puxando de modo que estivéssemos completamente grudados um ao outro. "Como pode ser…"
Eu cobri a sua boca com a minha, esgueirando minha língua entre seus lábios, apenas para, logo em seguida, sugar a sua língua com força. Jacob pareceu adorar aquilo, já que na próxima vez que se movimentou, seus quadris empurraram contra mim com tamanha força que seu membro atingiu um outro ponto desconhecido.
Dessa vez foi a minha vez de mexer os quadris, enlouquecida, querendo que seu membro tocasse naquele mesmo ponto, novamente. Quando o fez, senti meu corpo inteiro tremer, quase como Jacob fazia quando estava nervoso.
Ah, era isso o que eu queria. Era por aquilo que meu corpo esteve implorando aquele tempo todo; aquela era a razão de minha fome por Jacob não ter diminuído até o momento; Eu tinha uma necessidade desconhecida de seu toque em um ponto que somente ele conseguia alcançar.
Minhas pernas se apertaram ao redor de sua cintura, empurrando-o mais fundo. Nós nos movimentamos juntos, tentando nos aproximar cada vez mais; mais fundo, mais rápido.
Mais.
Suas mãos envolveram meu pescoço, apertando levemente, e eu senti meu corpo começar a entrar em um tipo completamente novo de frenesi.
Puxei-o para mim, tentando mover meus quadris no mesmo ritmo que os seus, sentindo seu membro escorregando para dentro de mim e fazendo algo crescer ainda mais rápido dentro de mim.
“Bella…” sussurrou ele, roucamente, e eu tive que abrir meus olhos para vê-lo. Sua boca estava levemente aberta, e ele arfava. Seus olhos estavam quase fechados, e sua pele morena ainda mais avermelhada do que de costume.
Eu me senti orgulhosa vendo a expressão de deleite e prazer em seu rosto, vendo-o completamente entregue à mim. Seus quadris chocavam-se contra os meus; suas mãos continuavam a agarrar meu corpo inteiro, querendo mais, sem nunca contentar-se com o tinha.
Com um movimento brusco, senti meu corpo ser levantado do colchão. Jacob ficou de joelhos e eu agarrei seus ombros, utilizando os últimos resquícios de força que tinha para me segurar contra ele. Seus olhos abriram, selvagens, e ardendo uma chama que nunca havia visto antes. Suas mãos desceram pelos meus quadris, antes de se plantarem no que parecia ser seu lugar preferido: minha bunda.
Seu membro — ainda enterrado dentro de mim — se mexeu novamente, causando uma onda de novas sensações. Gritei, me perguntando o que teria de fazer para que ele fizesse aquilo de novo.
Tentei entender o que ele estaria planejando fazer, comigo em seus braços daquele jeito. Lentamente, olhando dentro dos meus olhos, observando com cuidado extremo cada expressão minha, Jacob levantou meu corpo com facilidade, seu membro deslizando para fora de mim. Meu coração começou a bater rápido no peito, minha respiração ficou mais pesada, em antecipação para o que quer que estava por vir. Ele hesitou alguns segundos, vendo meu corpo remexer, inquieto.
“Você quer?” perguntou, um sorriso cafajeste no rosto. “Você quer que eu deixe o seu corpo deslizar, cair no meu pau, e deixá-lo se enterrar fundo dentro de você?”
Minha cabeça começou a rodar, senti minha boca salivar, e tentei buscar por seus lábios. Meus quadris começaram a se mover sobre sua cabeça, que ainda estava dentro de mim, mesmo que suas mãos tentassem parar o movimento. Logo, assisti seus olhos fecharem novamente, lentamente.
Não consegui parar. Enquanto movia meu quadril, Jacob pareceu desistir de qualquer jogo que tinha planejado fazer, e deslizou meu corpo para baixo, até que estivesse completamente dentro de mim.
Com deleite, assisti-o perder o controle, murmurando coisas desconexas, antes de me levantar mais uma vez e me deixar cair com toda força sobre seu membro.
Aquilo, de alguma forma, era diferente do que fizemos alguns momentos antes. Mais íntimo, mais quente, mais fundo. Mais.
Eu me perdi. Espasmos tomaram todo o meu corpo, senti cada centímetro de minha pele formigar, enquanto meus olhos reviraram. Senti como se estivesse flutuando. A cada investida de Jacob, uma nova onda de prazer me tomava, completamente única e forte.
“Jake…” Eu gemi uma última vez, quando me derrubou na cama, e se enfiou em mim com mais força do que nunca; seu membro se movendo em uma velocidade descomunal, enquanto ele murmurava coisas que eu não conseguia entender. Vi seu torso se retorcer, e seus quadris se moverem ainda mais rápido, e entendi o que estava para acontecer.
Era quente como lava, e escorria por entre lugares inexplorados do meu corpo, fazendo-me contorcer na cama. Minha mente se encheu com um sentimento quase louco, e eu me senti explodir. Os espasmos — que já ocorriam por todo meu corpo — redobraram e, por incontáveis segundos, me senti desconectada de tudo, apenas me concentrando na sensação que era ter o seu gozo quente dentro de mim.
Era como se nada mais importasse. Nada era mais importante do que aquela sensação entre as minhas pernas; dentro de mim.
Meu corpo estava pesado, e eu não conseguia me mexer. Sentia meu cabelo grudando no suor de meu corpo, e, com certeza, precisaria tomar um banho depois daquilo, mas não me movi.
Jacob ainda estava deitado sobre mim, porém, segurava a maior parte do seu peso nos braços, para não me esmagar. Sua respiração estabilizou, lentamente, mas seu rosto continuou escondido na dobra do meu pescoço. Me perguntei se ele havia sentido a mesma coisa que eu; Se aquilo tinha sido tão intenso para ele quanto para mim.
“Eu te amo tanto…” Ele sussurrou, sua boca perdida em algum lugar em meus cabelos. “Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida.”
Saí do meu estado de torpor, plantando um longo beijo em seu ombro. “E você é a melhor coisa que aconteceu na minha.”
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