Notas iniciais
Olá leitores novos e antigos! Como vocês estão? Aqui é a Gi com mais um capitulo que é um pouco diferente do que nós normalmente fazemos. Espero que vocês gostem! Se achar qualquer erro, deixa nos comentários que nós arrumamos.

“I swore I wasn't going to get mad, no matter what you said to me, but… I just got so upset that I was going to lose you…”

— Jacob to Bella

Ele estava… com você?” perguntou Jacob; sua voz soando mais como um rosnado do que qualquer outra coisa. “A tarde inteira?”

Mordi o lábio. “Bom, não a tarde toda. Alice e eu almoçamos sozinhas.”

Passei os próximos minutos explicando tudo o que foi conversado durante o almoço; nossa pequena briga, a visão, e como ela, por fim, me convenceu a conversar com Edward. Por algum motivo, me vi pulando a maioria dos detalhes, com medo de que Jake acabasse pulando janela afora, e corresse até a casa dos Cullen no mesmo segundo, jogando o tratado para o alto.

Ele não esteve nada feliz durante minha explicação; suas mãos tremiam sem parar. Apesar de ter a máscara sem emoções — que eu odiava — no rosto, ele parecia estar tentando controlar-se, quando cheguei ao final.

“Charlie o expulsou daqui como se fosse um criminoso.” comentei, soando mais animada do que realmente estava. “Saia da minha propriedade, imediatamente!”, tentei imitar a voz de meu pai o melhor possível.

Jacob não pareceu tão entretido com a minha piada, “Pelo menos alguém nessa família é sensato.”

Eu o olhei de lado. “Está tentando me ofender?”

“Eu não te entendo, Bella.”, disse, jogando as mãos para o alto. “Dois dias atrás você não aguentava nem olhar para cara dele, agora me diz que passaram a tarde toda juntos, conversando? O que espera que eu diga? Que estou feliz por vocês?”

“Não, mas não precisa agir como se fosse minha culpa, Jacob!” Cruzei os braços sobre o peito. “Não é como se eu tivesse escolhido ir.”

“E não escolheu? Fala como se tivessem te forçado para dentro do carro.” Ele comentou, e eu enrijeci. Subitamente, minha garganta se apertou.

O silêncio reinou enquanto eu não sabia como responder, sem jogar mais lenha na fogueira. Debati internamente se, talvez, uma pequena mentira poderia ser necessária para o bem maior, porém, o olhar pesado de Jacob sobre mim me fez desistir da ideia, rapidamente.

Jacob pareceu compreender o significado do meu silêncio, porque, o ar ao nosso redor ganhou estática, e, abruptamente, ele me agarrou pelos ombros, quase me chacoalhando.

“Eles te forçaram a entrar no carro?!” Naquele ponto, ele praticamente gritava, e eu, instintivamente, olhei para a porta.

“Jacob, você vai acabar acordando meu pai!”

“Que bom, assim ele fica sabendo de tudo, e prende os dois por rapto!”, ele bufou, soltando-me, antes de começar a passar as mãos pelos cabelos, em uma visível tentativa de acalmar-se.

Cruzei os braços sobre o peito novamente.

“A única coisa que ele vai ficar sabendo, é que você está aqui, e eu vou acabar de castigo.” Corrigi, com urgência. “Além do mais, ele já está bravo o suficiente com a situação. Não quero que se estresse ainda mais com isso.”

Jacob bufou, porém pareceu concordar comigo, já que, quando falou novamente, sua voz estava baixa.

“Então me diga de uma vez; Por que foi com ele?” perguntou, exasperado. Por um momento, uma emoção que não compreendi passou por seus olhos, antes de ele cobri-los novamente com a sua máscara apática. “Você, por acaso, queria estar com ele?

Meu coração se apertou, e quase saiu por minha boca.

“Você sabe que não!” Respondi, rapidamente, chocada que ele tivesse chegado àquela conclusão. “Eu só… travei e não consegui reagir; quando vi, já estava dentro do carro. Eu não planejava e não queria falar com ele, mas, depois do que Alice me disse…”

Deixei a minha voz morrer, tentando lembrar os motivos de ter aceitado conversar com Edward, naquela tarde. Com certeza havia alguma outra razão, além das desculpas de Alice, porém a minha mente estava confusa demais para descobrir o que.

Jacob se levantou, andando de um lado para o outro do quarto.

“Ah! É muito conveniente, não acha?” perguntou. Sua voz deixava escapar o nojo que sentia. “Que ela tenha ‘visto’ exatamente a única coisa que faria com você, no mesmo segundo, aceitasse falar com o sanguessuga. Isso, mesmo depois de dizer que não consegue ver nada relacionado aos lobos.” Ele bufou. “E, ainda por cima, tinha que vir até você e insinuar que foi um de nós, pra que se preocupasse o suficiente para ‘acabar com a briga’.”

Eu franzi o cenho. “Está insinuando que ela inventou tudo isso?" Perguntei. "Eu não acho que ela faria isso com algo tão sério."

Jacob estacou em meio a um de seus longos passos, e virou-se para mim. Ele me encarou por alguns instantes; suas sobrancelhas se juntaram sobre os olhos, incrédulos.

“Pelo amor de Deus, Bella! Não pode ser assim tão ingênua.” Reclamou. “Todos eles mentem — literalmente — pra viver! Alice soa como alguém que não se importaria de manipular alguém, para conseguir o que quer.” Ele riu, sem achar graça alguma. “O que te faz pensar que, com você, seria diferente?”

Sua fala foi como um tapa na cara, e eu o encarei — pelo que pareceu uma eternidade -, enquanto vasculhava minha mente em busca de algo que não soasse como uma mentira, ou uma total estupidez.

“Ela… Ela é minha amiga.” Minha voz falhou na última palavra, e eu não consegui ao menos olhá-lo nos olhos.

“Há! É sim! Que ótima amiga, a sua.” retrucou com sarcasmo pingando de suas palavras. “Mente; te força a ir onde não quer, com alguém que não quer ver, e ainda te manipula para falar com ele, mesmo depois de ter deixado bem claro que não queria.”

Puxei as minhas pernas de encontro ao peito, abraçando-as em seguida, sem gostar nada do tom de sua voz; mas, era mais do que isso. Jacob estava apenas confirmando o que eu havia pensado, não muito tempo antes, durante o banho: Eu não podia confiar em Alice.

Pareceu estudar minha expressão por um momento, antes de voltar a se sentar ao meu lado. Sua mão acariciou minhas costas e, quando voltou a falar, seu tom de voz estava completamente.

“Olha, Bella, sei que tiveram uma amizade no passado, mas… as coisas estão diferentes agora. Antes, você era a namorada do irmão dela, e ela tinha um motivo real para querer te proteger; agora, é a ex. Não pode esperar que ela considere mais sua amizade do que os sentimentos do irmão.”

Enterrei o rosto em minhas pernas, tentando esconder meus olhos, que se enchiam de água.

"Por que as coisas tem que ser assim? Por que não podemos todos apenas nos dar bem?" Choraminguei; minha voz soando abafada.

“Por que a maré sobe e desce, todas as noites? Por que a raposa caça o coelho? É apenas a ordem natural das coisas. Eles são nossos inimigos; não importa de quem — ou do que -, suguem o sangue.” Quando terminou, sua voz era grave, e notei que, novamente, se segurava para não perder a cabeça.

Apenas pensar sobre o que os vampiros faziam para sobreviver era suficiente para tirá-lo do sério; como se o simples fato de existirem fosse um dos pecados capitais.

Que nenhum dos lobos gostava de vampiros não era novidade, afinal, o objetivo da alcateia era proteger, e os vampiros — ou a maioria deles — matavam. Entretanto, considerando as palavras de Jake, percebi que, tal desgosto era mais do que puro antagonismo; Era como se ambos os la fossem ímãs de polos iguais, repelindo o outro para longe.

Limpando minhas lágrimas na manga, levantei a cabeça, apenas o suficiente para espiá-lo. Ele, porém, logo notou.

“Porque está me olhando assim?” perguntou; o brilho que normalmente tinha no olhar estava de volta, e eu senti o ar voltar para meus pulmões.

Eu chacoalhei a cabeça.

“O dia pareceu ter quinhentas horas, e eu só quero ir pra cama.” comentei, torcendo para que ele aceitasse aquilo como o fim para a nossa briga. “Estava imaginando se poderia ficar aqui, ou se está bravo demais comigo pra isso.”

O corpo de Jacob enrijeceu ao meu lado, como se eu tivesse acabado de dizer que chutei um bebê.

“Bravo com você?” Perguntou, soltando ar pelo nariz, incrédulo. “Eu estou puto, sim, mas com a situação; Ainda não consigo acreditar que eles acham que tem algum direito sobre a sua vida, e que se sentem à vontade para fazer o que quiserem debaixo dos nossos narizes, mas não estou bravo com você.”

Ele me puxou para seus braços, como se soubesse que seu abraço era exatamente o que eu precisava naquele momento. Me deixei relaxar, cada músculo de meu corpo descontraindo, enquanto meu rosto se apoiava em seu peito nu; aproveitando o meu pedacinho de sol.

“Claro que, ao mesmo tempo, acho que você devia ter, pelo menos, mostrado alguma resistência, talvez um soco ou até mesmo um chute…”, ele resmungou, sua bochecha, apoiada no topo da minha cabeça.

“Aí estaríamos no hospital, agora. Você com raiva, e eu com alguma parte quebrada.” retruquei, no mesmo tom brincalhão que o dele; Sua reação, porém, não foi a que imaginei.

Um som profundo saiu do seu peito, quase como um rosnado, “Se você aparecesse com alguma parte quebrada, não haveria conversa nem acordo que os ajudaria; Estariam todos mortos antes do amanhecer.”

“Bom saber que estaria pensando mais em uma possível guerra, do que em me levar para o hospital.”, foi a minha vez resmungar, tentando desviar o assunto. “Agradeço muito pela consideração.”

Me afastei, empurrando seus braços para o lado, fingindo estar brava.

“O quê? Espera, não foi isso que eu quis dizer…! Quer dizer… — Deus, por que eu fui abrir a boca?… Bells, você sabe que não foi isso que eu quis dizer, por favor.”

Não consegui segurar mais a risada — que crescia a cada segundo dentro de mim -, quando vi seu desespero. Cai na cama, rindo, e Jacob logo percebeu que eu não falava sério.

“Você acha engraçado, Swan? Vamos ver se acha engraçado depois disso!” exclamou, agarrando minha cintura por um momento, antes de começar a fazer cócegas.

BONUS Jacob POV

O cheiro de morangos exalado por seu cabelo molhado enquanto os penteava era quase como uma droga para mim, e, de novo, não pude fazer nada além de observá-la. Bella tinha aquele poder sobre mim — que ela parecia ainda não ter notado -, de conseguir me fazer esquecer qualquer outro pensamento, e me perder apenas nela.

No fundo da minha mente, ainda sentia o ódio pelos parasitas borbulhar — e se eu focasse naquilo, não acho que seria capaz de evitar caçá-los um por um -, mas, ali, enquanto ela colocava o pente sobre a escrivaninha e voltava para a cama, aninhando-se em meus braços, eu não conseguia pensar em mais nada que não fosse ela.

Bella havia me perguntado, mais cedo, que eu estaria bravo demais para ficar com ela. Mal sabia que, se dependesse de mim, eu passaria todas as noites daquele jeito com ela — mesmo que nunca mais pudesse dormir, sabendo que, no momento em que roncasse, Charlie sacaria que não era apenas Bella que dormia ali.

Fazia uma semana que havíamos oficializado nosso relacionamento, e, ainda que tivesse-a em meus braços naquele momento — sua respiração batendo em meu pescoço, e suas pernas enroladas nas minhas -, não conseguia acreditar que era verdade.

Os caras já estavam cansados de me ouvir pensando sobre aquilo, durante as rondas, mas parecia que, se eu não tivesse todas as lembranças em minha mente a todo instante, elas desapareceriam. Como se tudo não passasse de mais um sonho.

Mesmo tendo-a em meus braços naquele momento, eu ainda debatia internamente se o que aconteceu quando ela saiu do banheiro fora real, ou não. Perdi todo e qualquer controle quando senti sua pele, nua e molhada, tocar meu corpo. Se havia alguma parte de mim que ainda se esforçava para ir devagar, ela diminuiu imensamente de tamanho, naquele momento.

Pensar no modo como fechou os olhos, ou no rubor em suas bochechas quando a beijei, fazia o meu corpo inteiro esquentar novamente. Me sentia, a cada segundo, mais tentado, e mais ansioso para saber qual seria a sua expressão se eu…

“O que está pensando?” Perguntou Bella de repente, interrompendo os meus pensamentos, e eu tive que limpar a garganta antes de responder.

“Nada.” Respondi, sem conseguir segurar o sorriso que brotava em meu rosto. “Só estava relembrando o modo como você me atacou mais cedo.”

Bella revirou-se, como se tentasse se libertar de meus braços, e eu a deixei. Ela se virou, apoiou o queixo em meu peito, com os braços ao meu redor, e estreitou os olhos para mim. O modo como sua boca fazia um biquinho quando estava brava fazia meu estômago querer voar.

“Não é assim que eu me lembro. Tenho certeza que foi você quem começou!”

Eu ri, vendo seu cenho franzir.

“Você me agarrou sem roupa alguma no corpo. Acho que isso conta como o primeiro passo.”

Assisti suas bochechas tomarem uma cor ainda mais avermelhada.

“Mas é claro que não! Eu tropecei quando você me puxou, e a toalha caiu!”, ela exclamou e eu tive que me segurar para não acabar gargalhando. “Se não tivesse feito isso, nada teria acontecido.”

“Continue dizendo isso até você mesma acreditar, amor.” retruquei. “Você sabe o que realmente aconteceu. Cá estava eu, quietinho, esperando minha garota chegar, e, do nada, fui atacado, no escuro.”

Se sua cara de brava era a coisa mais linda que eu havia visto até aquele momento, seu rosto em choque era a coisa mais engraçada.

“Ainda bem que tem um policial no fim do corredor, e eu poderia gritar, caso precisasse de ajuda.” Continuei a provocá-la, talvez até passando do ponto, já que, logo, seu rosto inteiro estava vermelho, e não só as bochechas. Ela abriu e fechou a boca diversas vezes, como se desistisse de dizer o que quer que tivesse pensado.

Não consegui me segurar, e ri do modo como conseguia ser tão fofa, sem ao menos tentar.

“É bom saber que foi tão desagradável pra você. Assim, nunca mais fazemos algo do tipo!”, ela exclamou, seu rosto completamente sério.

A risada morreu em minha garganta.

“Não foi o que eu quis dizer.”, respondi. “Não foi desagradável, muito pelo contrário. Eu gostaria que me atacasse mais vezes, se for possível.”

“Só nos seus sonhos!Se depender de mim, você só vai poder me ver de blusa de manga longa e calça para o resto da sua vida!” Exclamou, antes de se afastar completamente, virando-se de costas para mim na cama apertada; seus braços cruzados sobre o peito.

Ri em silêncio, assistindo-a tentar espremer-se no pequeno espaço entre meu corpo e a beirada da cama — como se aquilo fosse fisicamente possível.

“E quem disse que você não é tão linda vestida quanto sem nada?” perguntei; meu olhar demorando longamente nas curvas da sua bunda que, agora, se encostava contra o meu corpo em modos que não eram nada inocentes.

Engoli em seco, enquanto as palavras pareciam se afundar lentamente na sua cabeça. Ela se virou abruptamente, quase caindo da cama, no processo. Passei meu braço ao redor do seu ombro, tentando segurá-la.

“Jacob!” Ralhou, dando um tapa em meu peito, apenas para, logo depois, esconder seu rosto vermelho na curva do meu pescoço. Deixei escapar outra risada, enquanto a envolvia com meus braços. “Você é muito sem-vergonha."

“O que? Pelo menos eu não estou mentindo.”, retruquei, e ela resmungou algo desconexo sobre homens por alguns minutos, antes de ambos voltarmos a ficar em silêncio.

Aquele, era um silêncio confortável e uma das coisas que eu mais gostava quando passavamos nosso tempo juntos. O som de sua respiração, e saber que ela estava segura ali, ao meu lado, me acalmavam. Meus pensamentos, lentamente, se voltaram para os acontecimentos de mais cedo, e senti um arrepio subir pela minha espinha, quando lembrei que ela esteve em perigo durante boa parte do dia; E não apenas fisicamente.

“Bells, posso te perguntar algo?”, as palavras saíram antes mesmo que eu pudesse pensar sobre isso.

E ela resmungou, indicando para que eu continuasse.

“Como… você se sentiu?

Ela levou alguns segundos para responder. “Sobre o quê?”

“Sobre falar com ele depois de todo esse tempo.”

O silêncio, dessa vez, foi o oposto do anterior, enquanto eu sentia cada músculo de seu corpo tensionar, e, depois de um minuto, desejei não ter perguntado nada.

“Desculpa, você não precisa falar sobre isso, se não quiser.” Emendei; Ela, porém, chacoalhou a cabeça levemente, me parando.

“Eu quero te contar. Só estou tentando pensar em como explicar.”

Ela passou mais alguns instantes pensando, desenhando, distraidamente, formas abstratas em meu peito com o dedo, antes de recomeçar a falar.

“Não sei bem como me senti, talvez porque estivesse sentindo coisas demais ao mesmo tempo.” Começou, sua voz não passando de um sussurro. Ainda assim, notei que ela estava sendo honesta comigo. “Me senti traída, nervosa e com medo de ter aquela conversa. Ao mesmo tempo, me senti irritada e frustrada; ele tentou arranjar desculpas para tudo, agindo como se, o que senti nos últimos meses fosse justificável, apenas por que ele estava ‘pensando no meu bem’.”

Ela suspirou profundamente, como se tentasse se acalmar, antes de se afundar ainda mais em meus braços. Eu continuei em silêncio, esperando que ela continuasse.

“Passei a maior parte do tempo querendo sair correndo, e a outra parte jogando na cara dele tudo o que suas ações causaram.”, murmurou, parecendo pensativa. “Só de lembrar das suas desculpas esfarrapadas faz o meu sangue ferver; eu até desejaria que aquela conversa não tivesse acontecido, se não sentisse como se um peso gigante tivesse saído do meu peito.”

Eu assenti lentamente, “Bom, pelo menos uma coisa boa saiu dessa bagunça: agora podemos esquecer da existência deles, e seguir em frente.”

“Até amanhã, na escola.”, resmungou.

Eu revirei os olhos.

“Por que não se transfere para a escola da reserva? Metade dos nossos problemas seriam resolvidos se pudesse passar essas oito horas na reserva.” Foi a minha vez de resmungar, e Bella riu, baixinho. Notei que seu corpo havia relaxado novamente e seus olhos estavam fechados.

“Quem me dera.”, murmurou, quase lentamente. “Pena que eu não seja parte da tribo.”

Eu sorri, sentindo algo se contorcer em meu estômago, como se o fato de ela querer ser parte dos Quileutes fizesse até mesmo o meu lobo contente. Logo, porém, notei sua respiração mudar lentamente, tomando um ritmo lento e suave. Devia estar mesmo cansada, para cair no sono tão rápidamente. Eu a envolvi em meus braços, tentando fazer com que ela ficasse o mais confortável possível, enterrando meu rosto em seus cabelos.

“Não se preocupe.”, sussurrei, enquanto ela dormia. “Um dia, vou te fazer parte dela.”

Notas finais
Eu não sou uma grande fã de POV's, mas não posso negar que o ponto de vista do Jacob é muito mais divertido de escrever. O que vocês acharam desse formato? Nós temos recebido MUITOS leitores novos nos últimos dias, então queria deixar um obrigada especial para todos que tem favoritado a nossa fanfic e nos dado a oportunidade de entreter vocês, pelo menos por algum tempo. Como sempre, eu e a Carol agradecemos o apoio de todos vocês, os comentários - que são a parte favorita do meu dia -, e nos vemos no próximo capitulo! Beijos!