Fucking Harry
18 Servidão sexual
Notas iniciais
Já era de manhã quando ele tomou seu banho e tentou se masturbar. Ele sentia muito tesão ao acordar, embora, desde o dia de sua transformação ele tenha de fato chegado ao máximo do seu prazer apenas uma vez, quando foi até o quarto de Hanton e na sua cama, o imaginou nu e sentia o corpo do seu homem em cima do seu. Ou vocês não chegaram a perceber isso? Ora, um garoto com tantas particularidades, depois de ficar incrivelmente lindo não ter tido nenhum prazer ao ponto de gozar não soa estranho? Pois é. Harry também havia percebido isso. E era estranho de entender o porquê. Obviamente que todos os seus atos insanos até o momento o deixaram com enorme tesão, mas existe um sutil diferença entre sentir prazer e ter prazer. E sabendo disso, ele precisava e começou a sentir, a necessidade de explodir to o esperma reservado em seu corpo. Mas ainda não tinha chego à conclusão exatamente como.
Enquanto se banhava, e logo depois se trocava, Harry chegou à perspectiva de que apenas conseguiria isso com Hanton, e por conta disso entrou em desespero e precisava saber se ele iria retornar a escola, ou onde morava. Ele já havia perguntado a todos que sabia que Hanton conhecia, mas até então não tinha perguntado na secretaria da escola. Mas então temos um problema: na secretária da escola só havia mulheres, e como já bem sabemos, embora elas o admirassem, elas não conseguiam ser influenciadas por ele. E este era um ponto negativo para descobrir o paradeiro de Hanton. Mas um ponto a favor é que ele tinha vários professores homens, e isso poderia ajudar. Então, antes de sair do quarto, ele pensou em quem poderia ser, e obviamente usar um pouco, e entre tantas opções ele pensou no seu professor de Arte, Juliano.
Seguiu então para a ala norte, diretamente para a sala do professor. No caminho, as meninas não o olhavam e balbuciavam coisas, enquanto os meninos, ainda estavam com os mesmos desejos de sempre. Bem, quanto a isso já sabemos que ele é desejado, então não vou mais dizer: os meninos esfregavam suas mãos no jeans e ficavam de pênis duro desejando Harry. Já sabemos que será sempre assim. Ao chegar à sala, ele nem ao menos se deu ao trabalho de bater na porta. A abriu e chamou pelo professor, que segurava uma maça, da macieira da escola, e explicava aos alunos como trabalhar com sombras.
– Oi Harry. – disse o professor.
Juliano era um homem lindo, mesmo com a sua barba cheia, e olhinhos amendoados, da cor de jabuticabas. Ah. Ele era de estatura mediana, e embora não fosse um assíduo frequentador de academia, ele tinha um corpo bem atraente. E ele era ruivo. Como ruivos são mágicos. Existe uma beleza neles, que mesmo quando são desprovidos de beleza os tornam únicos e de uma beleza admirável.
– Preciso de um favor, professor.
Não precisamos dizer que ao ouvir isso o encanto por Harry foi praticamente imediato. Juliano olhou para dentro da sala e tentou disfarçar o interesse por Harry, fechou a porta e ficou bem próximo a boca do garoto.
– Seria um honra, é claro satisfazê-lo.
– Lógico que seria, no entanto eu preciso de outro favor. Preciso que vá até a secretária e procure pelo endereço de Hanton.
– Hanton? – perguntou Juliano incerto.
– Só há um Hanton na escola, professor.
– E porque eu faria isso?
Harry passou a língua na boca do professor e apertou o volume do seu jeans.
– O que você quer? Qual o seu desejo?
– Eu queria a oportunidade de dar uma lição em alguns desses alunos. Alunas. O que for. Uma fila incansável de corpos e seus rabos virados pra mim apenas esperando que eu possa entrar e arromba-los.
– Posso realizar isso pra você, se desejar. Mas preciso do endereço de Hanton.
– Sim. Eu posso conseguir isso pra você, menino de ouro. Mas me diga. Esse Hanton. Eu posso foder ele também? E enquanto eu faço isso, eu posso me deliciar o seu rabo, menino de ouro?
– Quem sabe. Se você for um bom amigo, posso sentar no seu colo, e ser um cavalheiro que cavalga em seu cavalo hora após hora.
Juliano contorceu a perna. Havia gozado naquele momento.
– Eu já volto. – disse ele, correndo até a secretária.
– Homens! – sussurrou Harry rindo, que se encostou à porta e apenas aguardou.
Ele começou a sentir fortes enjoos novamente, seguido de uma forte náusea que o fez cair no chão. Ele balançou a cabeça tentando redobrar os sentidos e se pôs de pé. Ao lado dele estava Lucca, ainda com os olhos cheios de lagrimas e vermelhos quase como sangue. Havia hematomas em seu corpo devido à violência do ato sexual de seu irmão, e ao seu lado estava Antony, que o seguia para onde que ele fosse segurando em sua mão para não o perde-lo de visto. Harry olhou para Lucca com desprezo, e os dois entraram no banheiro.
Se Harry ficou sentido com o que tinha feito? Lógico que ficou. Mas se ele se arrependesse do que seria a vingança? Ele deu alguns passos e entrou no banheiro e no chão estava Lucca chorando, enquanto Antony ao seu lado se masturbava.
– Eu não aguento mais Harry. – disse Lucca.
– Antony, pare. – e quase que instantaneamente, o garoto baixou os nervos da excitação e se levantou – Saia.
O garoto saiu do banheiro e Harry fechou a porta, olhando para a submissão de Lucca, ainda em choque pelo o que havia acontecido.
– Eu acho que já paguei pelo o que eu fiz Harry. – disse Lucca aos prantos – Eu te peço perdão. — Lucca, com dificuldade, se ajoelhou e se arrastou até Harry, pegando em sua mão e a beijando.
Harry ainda com desprezo olhou para o garoto e passou à mão em seu rosto, algo dentro dele dizia para perdoar, e não fazer mais nada com ele, mas algo muito pior habitava o seu ser, e esse seu lado falou mais alto.
– O que você me dá em troca Lucca?
O garoto embargou a voz e fitou os olhos de Harry.
– Se desejar eu serei seu servo, mas eu te peço que não torne meu irmão contra mim novamente. Eu me deito com quantos você quiser para saciar o seu desejo, mas não mais meu irmão.
Harry o admirava.
– Nunca pensei em ter um escravo. Talvez seja essa a hora. Pois bem Lucca, recupere sua força, farei o que você me pede, e em troca disso você me da seu corpo para eu fazer o que eu bem entender. Estamos combinado?
– Sim.
– E você vai se lembrar de tudo, e não vai conseguir me dizer não, mas como um bom homem que sou, dou a você agora um presente. – Harry colocou seu dedo indicador na cabeça de Lucca – Do dia de ontem, de nada você lembrara.
E ao tirar o dedo, a expressão de Lucca amenizou ainda pesada, no entanto mais serena pela lembrança apagada.
– Agora eu preciso de um favor Lucca.
– Sim, mestre! – disse o garoto, baixando sua cabeça aos pés de Harry – Eu quero todos eles aqui. Sei que terá uma boa desculpa, você é capaz de induzir até os mais nobres ao erro. Eu os quero, agora...
Lucca se levantou e se retirou do banheiro, e Harry o seguiu, sendo fortemente pego de surpresa pelo professor Juliano, segurando um pedaço de papel e afoito pela corrida.
– Aqui meu menino de ouro. O endereço deste tal de Hanton. Traga ele pra gente brincar com ele, e você brincar com o meu rabo... Vamos depressa.
– Juliano, volte para a sua aula.
– Mas eu pensei...
– Pensou errado. Eu tenho vários planos, e embora sua beleza seja única, não se compara a minha. Você é um verme entre tantos deste local, e seus desejos são imundos. Muitos aqui têm idade para serem seus filhos, você não tem vergonha de os desejarem desta forma tão vulgar?
– Não se podem controlar os desejos, menino de ouro. Uma vez que sua mente as liberta, elas fazem parte do seu ser. Contenho-me todos os dias, mesmo recebendo de tantos alunos o pedido. Não sou alguém que os deseja por conta, eles são os culpados. Seus corpos e suas atitudes por conta de uma nota mais alta. Eu nunca tive coragem de sair com um se quer, embora até os meninos que vemos e jamais pensamos que poderiam nos propor tal coisa, já o tenham feito. Sim, eu os desejo, porque eles causaram esses desejos em mim. Sou culpado por isso?
Harry entendia o que professor Juliano estava dizendo. Era realmente impossível saber que se tem um poder e não poder usá-lo. Mas era incabível a ele, realizar o desejo dele. Harry odiava quando Melanie dizia que saia com alguns professores, ao menos agora, ele sabia que dentre tantos, Juliano não era um deles. Quem sabe ele não seria punido quando chegasse o momento. Em falar de Melanie, Harry sentiu vontade de encontrar com sua amiga, já que apenas agora, ele havia se lembrado de que ela estava chorando na noite anterior.
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