Fucking Harry

11 O terceiro pedido


Notas iniciais
Bem. O capitulo está bem pesado, vou logo avisando. Se estava achando que seria uma vingancinha boba se enganou..... não me julgue!

Aquela foi, sem sombra de dúvida, a melhor noite de sua vida. Embora já estivesse ciente de que haveria outras muito melhores. Mas vamos com calma, um dia de cada vez, e nosso amado, ou nem tanto, protagonista está prestes e por em prova alguns de seus novos dotes. Mas teria que esperar até amanhecer, e ainda faltavam algumas horas.

O quarto já estava limpo, ou ao menos uma boa parte dele. Melanie já estava dormindo fazia algum tempo, mas Harry ainda estava acordado, pensando em um turbilhão de coisas, e como foi estranhamente lindo o seu domingo. Ele andava pelo quarto de um lado a outro, tirava a camisa e deslumbrava seu belo corpo, em outro momento ia até o banheiro, onde admirava seu pênis e o quão desejado ele era. Se Harry fosse um pouco mais flexível ele se chuparia, mas ainda não tinha pensando nessa possibilidade, embora pensasse em várias vezes em tentar, mas o medo de de repente causar alguma dor lombar era muito grande. Ele foi à vida toda gordo, não queria usar de seu novo corpo, pelo menos não sentia que tinha esse direito ainda. Pensou em várias coisas, como por exemplo, a sensação que teve ao ver os meninos da escola alisando suas calças enquanto passava a caminho de seu quarto, e ora ou outra se lembrava de Lui, que chorando foi embora lhe suplicando para vê-lo no dia seguinte. E também em Klauus, no entanto, o jeito afeminado dele não causava em Harry desejo algum. Talvez Francis? E por que não? Pensou ele.

Francis era um homem lindo, e tinha seus quarenta e poucos anos, forte, uma boa pele e cabelos curtos já grisalhos, mas o que encantou Harry foi à forma como Francis lhe dirigiu a palavra. Harry teve certeza de poder ouvir seus pensamentos enquanto lhe falava. Imaginou Francis o levando para seu quarto e o colocando em sua cama, abrindo suas pernas e metendo a língua em seu ânus, enquanto pegava em seu lindo pênis e o masturbava. Ah. Aquela sensação logo seria sentida, pois Harry agora já sabia que poderia ter isso a qualquer momento, era preciso apenas esperar e os pedidos viriam.

Ele estava feliz em fim, e isso era o que bastava. Ficou o resto da noite, experimentado todas as roupas que havia ganhado de Francis e fazendo suas diversas combinações, sem contar seu cabelo, que não importasse o quanto ele tentava bagunça-lo, voltava sempre à forma como Vicci havia deixado.

– Harry Carter Vicci! – exclamou Harry – Bobagem. – disse ele depois rindo da besteira que havia dito.

Os passarinhos começaram a cantar, e logo Melanie despertou e correu até o banheiro, ao sair, viu Harry já sentado na cama, completamente arrumado. Perguntou a ele se ele não havia dormido, e ele respondeu que ficou a noite toda sem sono. Ela tomou um banho e depois, como esperado, de duas horas e meia eles saíram do quarto para ir para aula. Naquele dia, Melanie iria para aula de seu Anastácio, mas agora estaria em um bom estilo com suas roupas caras e um semblante descansado. Sem contar que agora estava ao lado de Harry, e como esperado todos estavam obsecados com sua beleza. Ora ou outra Harry ouvia as meninas perguntando quem seria aquele menino, e ouvia dos meninos a mesma coisa, com a diferença que quando perguntavam alisavam suas calças e mordiam os lábios. Harry estava amando, embora, com o seu jeito flutuante de andar, parecesse não importância alguma.

Eles chegaram ao pátio central, onde esta reunido toda uma massa de pessoas aguardando que o sinal tocasse, e a atenção de todos foi desviada para Harry. Melanie começou a se sentir mal nesse ponto, pois embora estivesse com as roupas da mesma marca que Harry, parecia não existir ali. A sensação que ela tinha era de que até o mesmo tinha parado para permitir que Harry passasse o que de fato aconteceu, pois aquela segunda era um dia frio, e estava ventando muito, e o vento de fato, parou. Harry seguiu para a sala de aula ao lado de Melanie, que comentou a Harry que precisaria ir até a diretoria pegar algum documento para entregar aos seus pais no final de semana, logo ele seguiu sozinho até lá, e por onde passava ouvia os suspiros apaixonados dos meninos.

Ele chegou à sala de aula, e lá estava seu Anastácio.

– Bom dia professor.

– Bom dia! – seu Anastácio virou o olhar para Harry e franziu a testa como que tentasse entender quem seria aquele jovem rapaz – Você é aluno novo?

– Podemos dizer que sim, que diferença faz professor, o senhor só esta preocupado se Melanie virá para aula hoje.

– De fato, embora não possa permitir que meus olhos veja algo tão sublime quanto você. Espero que tenha um nome.

– Harry.

– Tudo bem Harry, mas qual seu sobrenome preciso ver se o seu nome está na lista.

– Harry Carter, professor. – neste momento Harry sentou em sua carteira e ficou apenas observando o professor, que parecia que teria um ataque a qualquer momento. Ele ficou ali de boca aberta olhando para Harry, enquanto o sinal batia e os alunos entravam. Logo Melanie também entrou e se sentou ao lado de Harry.

Conforme entravam, sem contar as meninas, os meninos iam olhando para Harry, que fitava com seus olhos azuis claros penetrantes cada um deles, e na mesma hora colocavam seus cadernos na frente de seus pintos. Harry apenas ria com aquele mesmo tom de sempre e aguardava o próximo a entrar para causar o mesmo impacto. No fim, só faltavam dois deles. Lucca e Antony.

– Acho melhor começarmos nossa aula, com a chamada, eu acredito... – disse seu Anastácio ainda sem controle de sua visão.

– Seria uma boa ideia professor. – disse Harry.

– Sim, talvez realmente seja... – seu Anastácio se sentou parecendo desconcertado com alguma coisa que talvez não fosse para ter acontecido – Eu acho que seria propicio nesse momento todos se retirarem, não estou me sentindo bem para prosseguir com a aula de hoje. Estão todos dispensados.

– Eu nunca venho ver uma aula de estúpido, e quando eu venho, ele nos dispensa? – disse Melanie inconformada ajeitando seu material na mochila.

– Melanie eu preciso ir ao banheiro, me espera lá fora na macieira, pode ser? – disse Harry, levantando abruptamente e saindo da sala em disparada.

Harry correu pelo corredor até chegar ao banheiro, e sem se preocupar com quem estaria lá dentro ou com quem pudesse entrar, foi até o Box e vomitou. Estava enjoado e sentiu fortes agulhadas na cabeça, sua visão ficou turva e seus olhos pareciam saltar das orbitas. Logo pensou que talvez o efeito do presente estivesse passando, mas antes fosse, seria melhor para ele. Ele foi até a pia e lavou o rosto, e pensou o porquê daquela ânsia repentina. Ele estava com fome, e não havia comido nada no dia anterior. Olhou-se mais uma vez no espelho e viu que sua beleza ainda continua ali, completamente intacta. Foi então que a porta rangeu, e por ela passou Lucca, que ficou parado apenas observando Harry inerte.

– O que foi seu otário? – disse Harry olhando para Lucca pelo espelho – Cadê aquele seu irmão imbecil?

– Ele... Ele está no quarto, não estava se sentindo muito bem hoje. Quem é você?

– Como assim, quem sou eu? Não reconhece mais o chupador de rola, o rolha de poço, o inútil e nojento que há algumas semanas você cuspiu na cara e quase matou de tanto bater? – disse Harry em tom de fúria.

– Realmente não. Se lembrasse de algo eu saberia, embora guarde sempre o que faço e principalmente quem eu vejo não me lembro de tê-lo visto pela escola, você é um aluno novo?

Harry não acreditou no que tinha acabado de ouvir. Lucca não se lembrava do que ele tinha feito com ele. Uma onda de ódio correu por suas veias e seu sangue pulsou pelo seu braço, de tanta vontade que tinha de socar a cara de Lucca. Mas não. Ele refletiu brevemente sobre o que iria fazer.

– Lucca?

– Diga.

– Vá até a sala da frente e pegue uma cadeira, por favor.

Prontamente Lucca saiu e retornou em questão de minutos, e com ele uma cadeira. Harry foi até ele e colocou o encosto da cadeira na maçaneta da porta, tal qual como fizeram com ele no dia da festa. Lucca estava bem próximo de Harry agora, tão perto que ele podia ouvir a respiração ofegante dele.

– O que fazer com você Lucca? – disse Harry circulando o garoto com um olhar penetrante. Enquanto o circulava, Lucca o seguia com os olhos e girava a cabeça, sua respiração aumentou, seu batimento acelerou e então ele levantou uma de suas mãos fazendo com que Harry parasse de circula-lo.

– Faça o que quiser. – respondeu Lucca.

– O que eu quiser?

– Apenas faça.

Harry inclinou a cabeça para o chão e Lucca lentamente se ajoelhou, colocando sua boca no pênis de Harry, e começou a lamber seu jeans, colocando suas mãos na bunda de Harry e dando leves apertadas. Suas pernas estavam mais próximas na de Harry agora, e começou a roçar seu pênis ali, levou seus dedos até seu zíper e abriu seu jeans, e Harry apenas observou.

– Não! – disse ele. Você não vai gozar em mim e muito menos por mim.

– Diga-me por que.

– Estou com vontade de mijar Lucca, o que pode fazer para me ajudar? – perguntou Harry ironicamente, enquanto via aqueles olhos sedentos por sexo de Lucca, e entre uma lambida e outra o garoto respondeu.

– Faça de mim o seu mictório. Mije em mim, mas não desperdice nada que saia do seu pinto.

Harry abriu o zíper de sua calça e colocou seu lindo pênis para fora, que já estava em duro em maestria, com uma de suas mãos, ele levou até o cabelo de Lucca e lentamente enfiou todo o seu pênis na boca do garoto, que centímetro a centímetro foi o engolindo.

A sensação que Harry teve com o seu primeiro ato sexual foi simplesmente fantástica. Ele sentiu um tesão indescritível. Era como se uma montanha-russa invadisse o seu estomago. Suas pernas estavam firmes, mesmo com a sensação de que sua mente lhe causava de perca de chão. Era como se ele pudesse voar. A cada lambida que Lucca dava na cabeça de seu pênis, o levava a um frenesi. E Lucca parecia gostar do que estava fazendo, mas Harry não queria que ele sentisse prazer.

– Lucca, quem eu sou? – disse Harry agora rindo.

E então o garoto pareceu sair do transe que acometeu seu corpo e Harry viu nos seus olhos o desespero pelo que fazia. Lucca via Harry como ele tinha sido transformado, embora agora, sabia de quem era aquele pênis que ele estava chupando. Harry sentiu mais prazer em saber que Lucca fazia aquilo contra a sua vontade, do que com o oral que estava recebendo, mesmo assim o garoto não parava e começou a aumentar a velocidade do oral, fazendo com que a cabeça do pênis de Harry encostasse bem no fundo de garganta, e cada vez que isso acontecia, Harry segurava firme até que o garoto engasgasse e perdesse o ar.

Ah! Harry. Que prazer. Que emoção. Sua primeira vez e justo com aquele que começou toda a tortura em sua vida. Não seria Hanton a sua primeira vez, e sim aquele garoto que há anos no jardim de infância falou que Harry seria sua fêmea.

– Quem é a fêmea aqui agora, seu maldito filho da puta! – disse Harry com fúria – Filho da puta é um nome que bem serve a você, pois é isso que a vadia da sua mãe era, ou é até hoje, ao menos segundo aos boatos que cercam toda a cidade. E seu pai? Você sempre se declinou contra minha condição sexual, e ele é tão parecido comigo, mas veja só, quem é que está de joelho agora? Quem está com um pinto na boca e por mais que queira parar não consegue? Eu sou um ser desprezível, no entanto sua postura é muito pior, e está aqui... Tudo o que sair do meu pinto será bem recebido, não foi isso que você disse?

Harry enfiou com força seu pênis na boca de Lucca, que nesse ponto, embora não conseguisse parar, chorava e soluçava com a falta de ar que estava sentindo, e Harry apenas se aliviou. Toda a urina que segurou desde a ultima vez, sendo engolida por Lucca, e aquilo não seria o suficiente para a sua vingança.

– Você vai se lembrar, maldito estúpido. – disse Harry, que depois de fazer com que o garoto engolisse toda a sua urina, deu-lhe um tapa na cara e jogou de lado – Agradeço por ser o meu vaso, a gente se vê por ai.

Ele retirou a cadeira da maçaneta e saiu extremamente feliz, e deixou Lucca ali, largado e encolhido no chão em pose fetal, enquanto chorava com soluços contidos e pela vergonha de ter feito o que fez.

E quanto a Harry? Ora, ele andou pelo corredor, com o mesmo sorriso malicioso de sempre, sendo desejado por meninos que eventualmente encontrava em seu caminho, lembrando-se de seu terceiro pedido: eles vão se lembrar de tudo o que fizerem, mas não conseguirão parar até que eu ordene.

Notas finais
Pelo que andei pesquisando nos acessos, é aqui que a coisa começa a pegar, e o pessoal tá parando de ler.... Gente, embora seja pesada, continue lendo, se quiser pular algumas linhas e tal, fique a vontade, mas não deixe de ler apenas porque o Harry deixou de ser o que você esperava. Ele é um doido e lunatico, mas garanto que o final vai te surpreender...