Fucking Harry
12 Em busca de Hanton
Notas iniciais
Harry estava com total poder agora, seus desejos enfim haviam se idealizado e seu semblante de malicia e ódio vigorou até que ele chegasse a seu quarto, onde por mais uma vez, correu até o banheiro e acabou passando mal novamente. Sem entender o que estava acontecendo com ele, resolveu tomar um banho e relembrar o que tinha acontecido com Lucca. Ah! Que língua maravilhosa aquele menino tinha.
Ele relembrou as leves passadas na cabeça de seu pênis, e como foi gratificante urinar em Lucca, como ele queria algo do tipo, embora em suas imaginações passadas ele sempre desejasse que fosse ao contrário. Queria pegar Lucca e Antony junto no banheiro e ser violado de todas as maneiras que fosse possível. Mas não seria essa questão agora, pois Harry sabia que o prazer que sentiria não seria mais carnal, e sim de sua alma. Humilhar aqueles que sempre o humilharam, e se vingar da forma mais torpe daqueles que o violentaram naquele dia da festa, essa seria sua meta. No entanto, enquanto se masturbava e imaginava a posição de servidão de Lucca, Harry se indagou por onde estaria Hanton.
Melanie chegou próxima a hora do almoço para pegar a roupa de natação, e tão rápido chegou saiu, não houve tempo de ter uma conversa decente com Harry, que estava deitado em sua cama, pensando em maneiras cruéis de sua vingança.
– Não vai para aula? – perguntou ela.
– E quando fui para uma aula de educação física? Ainda mais natação?
– Bem Harry, agora você gostoso, não acha que seria interessante ir para a aula?
– Preciso ir a um lugar antes Melanie. Mais tarde nos vemos.
A garota saiu do quarto, e Harry permaneceu ali por algumas horas, quando enfim resolveu dar uma volta pela escola. Caminhando pelo corredor e indo ao pátio central, ele viu uma garota que conversava com suas amigas. Ele sabia quem era ela, Lucy, a assessora organizacional das festas da escola, e talvez ela, por conhecer todos na escola saberia de alguma noticia de Hanton.
– Oi Lucy. – disse ele educadamente.
– Ah, olá! – disse Lucy fitando Harry com ar de espanto – Desculpa, mas eu o conheço?
Harry sabia que essa seria a pergunta de todos, ninguém saberia ou acreditaria se ele dissesse quem ele era. Ora, transformações não ocorrem todos os dias, não é mesmo?
– Sou um aluno novo. – concluiu ele, passando a mão na nuca, meio incerto se aquela resposta seria certa – Meu chamo Harry.
– Harry? – disse ela incerta – Bem, em que posso ajuda-lo?
– Preciso saber, ou melhor, deu uma autorização para ir à ala norte, será que você poderia me conceder?
Lucy, por ser assessora, poderia conceder tais permissões, visto que, alunos de outras áreas só poderiam acessar outras alas com a permissão de alguém da ala em questão.
– Você precisa de alguma coisa Harry?
– O que eu preciso, infelizmente, você não poderia me dar, — Harry sorriu – embora talvez tenha noticias de um aluno novo chamado Hanton.
– Não vejo Hanton desde semana passada, parece que ele está muito doente, e talvez retorne essa semana.
– Compreendo, mesmo assim ainda gostaria da permissão.
– Lógico, não precisa nem pedir. – Lucy retirou de sua pasta um pedaço de papel onde escreveu algo e entregou a Harry – Pronto você tem passagem livre. – disse ela transferindo-lhe um sorriso amistoso.
Harry pegou a permissão, e seguiu até a ala norte, mas em momentos antes de se distanciar o máximo que pudesse, ouviu as garotas mencionando o quão lindo ele era. Ele também causava esse furor entre as meninas, ao menos para aquelas que não estavam presentes com seus namorados, mas embora elas o achassem um deus grego, elas não sentiam desejo por ele. Seus pedidos foram muito certos e tinham alvos certos.
Ele chegou à ala norte, e ali entregou a permissão para um dos alunos responsáveis pela entrada e saída do pessoal nortista. Ao entregar à permissão a menina, ela carimbou alguma coisa e devolveu o papel a Harry.
– Bem vindo à ala norte! – disse ela.
Ele passou pela catraca e adentrou os corredores da concorrida e famosa ala, que nenhum outro aluno poderia entrar. Os corredores estavam cheio, pois como já mencionado horas haviam se passado desde que Harry foi para o seu quarto, e já estava quase escuro. A intenção dele era única e exclusivamente saber noticias de Hanton. Não vou também mencionar novamente que enquanto caminhavam, os meninos o encaravam de forma desrespeitosa e com teor de extremo prazer. Era a reação que Harry causava em todos os meninos.
– Posso te fazer uma pergunta? – disse Harry a um menino moreno e mordia os lábios enquanto ele passava.
– Até duas.
– Tem noticias de Hanton?
Hanton, antes de este novo Harry existir, é claro, era o menino mais lindo da escola, logo era também o mais popular, mesmo tendo entrado na escola há pouco tempo, seria fácil ter noticias dele, ainda mais na ala que ele residia.
– Hanton? – indagou-se o menino – Ah, o Hanton. Até onde sei está doente, ou alguém de sua família está, não sabemos ao certo, ele não atende o celular já faz alguns dias. O que deseja com ele? Algo que de repente eu possa fazer em seu lugar? – disse agora o menino apertando seu membro. Harry olhou de esguelha e viu o quanto aquele aperto preencheu a mão do menino, e por alguns momento o desejou. Mas ele estava ali para outra coisa.
– Onde fica o quarto dele?
– Seguindo o corredor, quarto 489.
– Qual o seu nome?
– Juliano.
– Juliano, se tiver alguma noticia de Hanton, vá até a ala leste e me procure, me mantenha informado, entendeu?
– Eu posso aparecer lá a qualquer momento se também quiser, não precisa ser apenas por conta de Hanton.
– Se eu precisar eu sei onde te encontrar...
Harry deixou Juliano sozinho e caminhou até o final do corredor, até a porta 489. Bateu na porta uma ou duas vezes e girou a maçaneta, constatando que a porta estava aberta. Provavelmente o colega de quarto de Hanton saberia alguma coisa, mas não estava ali naquele momento.
Ele entrou no quarto, que era exatamente igual ao seu, no entanto um pouco maior, do lado esquerdo uma cama toda bagunçada e do lado uma mesa com o computador e muitos livros espalhados, do lado direito um enorme guarda roupa embutido e próximo à janela, tal qual como sua cama, estaria à cama de Hanton, do lado à mesma mesa com o seu computador pessoal e uma escrivaninha. Harry ficou parado um tempo no centro do quarto olhando para aquela cama vazia e resolveu se sentar. Passou delicadamente as mãos no lençol que ainda cheirava a Hanton e então se deitou. Por algum motivo, ao qual ele não sabia ao certo, naquele momento ele começou a passar a mão em seu corpo, e delicadamente a apertar seu membro, que a essa altura já pulsava freneticamente, causando a ele um total desconforto, pela pressão do jeans. Harry agora se levantou e abriu a gaveta da escrivaninha, e começou a procurar por qualquer coisa que ele pudesse se lembrar de melhor de Hanton. Mas não havia nada ali, talvez por instinto, olhou embaixo da cama, e também não encontrou nada. Levantou-se e tirou sua camisa, pois agora seu corpo estava quente, sua calça já estava desabotoada e seu maravilhoso pênis já estava livre da pressão. Harry foi até o banheiro e olhou o cesto de roupa suja, vasculhou por alguma peça intima de Hanton, e abriu um largo sorriso quando encontrou uma cueca, com a inicial H bordada no elástico. Era uma cueca branca e Harry a levantou contra a luz, e na parte da frente dela percebeu uma pequena mancha esbranquiçada. Ele não pode se conter naquele momento, era uma cueca de Hanton com o seu gozo. Rapidamente Harry voltou à cama e se deitou, pegou a cueca, na parte manchada e a colocou na boca, na expectativa que com a sua saliva, o gosto da cueca pudesse se evidenciar, e enquanto alisava o seu belo corpo, começou num singelo vai e vem e começou a arfar. O prazer que estava sentindo não foi comparado ao que houve com Lucca, mas foi muito mais prazeroso do que tantas outras vezes.
Harry estava se deliciando com o próprio corpo, e agora o gosto do sêmen de Hanton já havia explodido por toda a sua boca, com a outra mão, ele levou um de seus dedos ao seu ânus e deslizava freneticamente o dedo para dentro. Seus gemidos eram contidos e com os seus olhos fechados ele se sentiu possuído por Hanton. Como ele desejava aquele menino. Como desejava sentir Hanton dentro dele. Como ele queria estar dentro de Hanton. Ele nunca se dera conta de que estar numa posição ativa na relação, pudesse lhe dar mais prazer do que de fato ser passivo. Mas Harry queria tudo, queria todos.
Por fim, e em sua primeira vez, cabe lembrar que no banheiro com Lucca, ele não havia chegado ao ápice de seu prazer, Harry gozou, numa explosão que sujou até mesmo seu rosto. Ele retirou a cueca de Hanton da boca e abriu os olhos, enquanto se recuperava, e percebeu que no pé da cama, tinha um garoto tão lindo quanto Hanton, mas com uma aparência mais jovem, que chupava os dedos e se masturbava.
– Fique mais um pouco, eu lhe suplico. – disse o garoto, e atendendo a seu pedido, Harry ficou apenas deitado, olhando nos olhos do garoto que brevemente explodiu em um gozo que não parecia ter fim. O menino se levantou e se aproximou do rosto de Harry, e com sua língua limpou todo o seu sêmen. O menino sentou e saboreava o gosto em sua boca.
Harry se levantou, colocou seu pênis na calça, vestiu sua camisa e ajeitou delicadamente seu cabelo. Pegou a cueca de Hanton e a dobrou, colocou em sua cintura.
– Eu quero mais... – disse o menino ainda lambendo os dedos.
Mas desta vez seu pedido não seria atendido, pois Harry saiu d quarto sem se preocupar com a suplica do amigo de quarto de Hanton.
Fale com o autor