Notas iniciais
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Você deve estar se perguntando neste exato momento: Harry se vingou de Lucca e não do outros? Todos os outros meninos também o violentaram naquele dia no banheiro, e a única coisa que ganharam foi sexo? A resposta é mais clara do que se possa imaginar. Não. Os meninos embora pudessem parecer totalmente a favor dos atos que cometeram naquele dia, fizeram porque Harry ordenou que fosse feito. E isso porque o estágio de seu poder estava além de palavras ditas, vinham de seus pensamentos, e de seu olhar. Harry, com toda a certeza, estava muito mais forte do que uns dias atrás, e para ele era motivo de comemoração. Mas não se engane em achar que os meninos não estavam sofrendo internamente, Harry permitia que eles soubessem tudo o que acontecia em torno deles, mas tal como Lucca, eles eram incapazes de dizer não. Tudo bem que para sua surpresa, Rodrigo era o único que parecia realmente estar amando se deitar com outros homens e sentir o pulsar de seus pênis em sua boca, de certa forma, Harry se sentiu frustrado com isso, mas naquele momento não era algo com importância. Ele já tinha o local, e agora eles precisavam repaginá-lo.

Todos os meninos, tirando Lucca que ficava constantemente ao lado de Harry, agachado em pose de total submissão, arrancaram suas roupas para pintar o salão, e foi uma grande festa. Entre pinceladas e rolos eles tiraram longos minutos para se assanhar entre eles e transarem freneticamente, e entre um urro de prazer e jatos de sêmen eles retornavam aos seus afazeres. Harry apenas admirava a situação que estava induzindo os garotos e ria sozinho, acariciando os cabelos louros de Lucca. Em dado momento, Andrew e Gabriel pediram licença para comprar algumas coisas, que fosse da vontade de Harry, logicamente eis então a lista: uísque, vodka, parafina e um caldeirão, agulhas e objetos cortantes, barras de borracha, algemas, anéis penianos, vibrados de todos os tamanhos, correntes, coleiras de couro, chicotes, algemas com distanciadores, cintos de castidade, anzóis, mordaças e a pedido dos meninos drogas de variados os tipos, desde maconha até LSD. Harry cedeu a eles seu cartão e exigiu que só voltassem quando tivesse tudo em mãos. Os meninos mais que depressa saíram do Salão Vermelho enquanto os outros permaneceram ali, terminando de pintar o salão. As luzes das paredes foram desativadas e luzes vermelhas colocadas no grande lustre central, deixando todo o salão sombrio, já que apenas no centro tinha aquele feixe circular vermelho, e nos cantos apenas escuridão.

– Harry. Esta quase tudo pronto, o que devemos fazer agora?

O garoto pensou, enquanto colocava seus pés em repouso no corpo de Lucca.

– Preciso de mais. – disse ele olhando firmemente nos olhos de Arthur e Julian.

Harry sabia do que precisava. Já fazia algum tempo que os meninos deram uma amornada nas relações sexuais, e ele estava começando a se sentir mal novamente. As mesmas náuseas, os mesmos enjoos que o faziam a perder brevemente o sentido. Ele era movido a sexo, ao prazer, consciente ou não, cabe a lembrar.

Os meninos saíram do Salão Vermelho e foram atrás dos desejados meninos que Harry havia pedido para entrar para o seu clã sexual, o que não foi muito difícil, visto que todos os meninos da escola queriam exatamente ter Harry por uma noite, ou um momento. Um a um, eles foram chegando, e ao se aproximar da porta caiam de joelhos e se arrastavam até os pés de Harry suplicando para serem seus escravos.

Em tal ponto Harry, pediu para que as cortinas fossem rasgadas, e grandes tiras foram entregues aos meninos que estava em fila, de frente a ele, com as mãos para trás. Ele pediu gentilmente que cada garoto colocasse a fita vermelha nos olhos, e assim o pedido foi atendido prontamente.

Agora imagina uma fila de aproximadamente quarenta e cinco meninos, dos mais belos e sadios que um local poderia ter, de qualquer etnia possível, enfileirados arrancando suas roupas lentamente, enquanto Lucca saboreava o prazeroso pênis de Harry, que ia se deliciando enquanto seus pedidos eram atendidos.

– Vocês não são nada para mim. São apenas pedaços de carnes que eu vou aproveitar e jogar fora na primeira oportunidade, ou assim que surgir alguém melhor. A meta máxima de vocês é me dar o prazer. Então não poupem os urros, não poupem seus pênis e muito menos os seus corpos. Vocês agora são maquinas sexuais, e nada, além disso. Seu suor será minha água. Seu prazer o meu alimento, e não me importa se vão sentir dor, a dor também me motiva a permanecer. Ajuda-me a ser quem sou. Eu sou o seu mestre agora, e vocês irão me obedecer.

Os meninos enfileirados começaram a masturbar o colega do lado, deliciosos pares de mãos amigas esfregando nas partes intimas de quarenta e cinco belos exemplares de pênis. Não demorou até que o primeiro cai de joelhos no chão e clamasse para ser violado por todos eles. Uma pequena mesa foi providencia, e este menino foi colocado de quatro, onde rebolava seu quadril e gritava por mais um. E mais um. E outro. E agora por dois.

Infelizmente, mas para o delírio sexual dos meninos, Andrew e Gabriel retornaram com os chicotes e anzóis de variados os tamanhos, além de parafina, velas e mordaças, algemas e barras de borracha, e logo alguns destes objetos começaram a ser usados nos meninos.

– Interessante seria se pudessem dar mais vida a esse vermelho... – disse Harry.

E então as barras de ferro começaram a ser usadas enquanto três ou quatro eram abusados por grupos de dez, e extremamente violentados, como um brutal jogo de violência em uma arena. Algemas eram presas nos braços e pernas, não permitindo qualquer movimento de outros, e o frenesi se instalou quanto elas foram acesas e parafina aquecia seus corpos causando uma vermelhidão significativa. Socos eram dados e sangue começou a correr de bocas, nariz e até dos pênis dos meninos, quando os anéis penianos eram colocados e apertados o máximo que podiam. Não se ouvia gritos, apenas urros de dor, e cada gota de sangue que era expelido, era recolhido e com o uso das drogas ingeridas, serviam como uma tinta fresca para as paredes. Harry estava excitado com o que via. Era seu desejo dominar os homens e ver seus corpos fortes e torneados naquela violência desnecessária e sexual. Mas por mais tesão que ele sentia, ele não era capaz de chegar ao seu ápice de prazer.

Harry pegou seu celular e decidiu caminhar entre os meninos, filmando cada ato obsceno e degradante ao que se encontravam, e cada vez que proferia o nome de um deles, rapidamente este, convidava mais servos para o clã do Salão Vermelho.

Ele estava se sentindo melhor agora. Sem náuseas ou enjoos desnecessários, e por um breve momento se perdeu em seus pensamentos se o que estava fazendo era de fato o certo foi então que rapidamente ele sentiu seu corpo ser puxado para fora do salão e foi levado para fora da escola, mas precisamente para o jardim, e ali, no escuro ele viu uma figura já conhecida, com uma longa capa e capuz negros, onde seu rosto estava oculto pela escuridão.

– Sim Harry. Você deve tê-los desta maneira. – disse a figura sombria, com uma voz gélida e impactante.

– Mas e se não for o correto? – perguntou Harry brevemente.

A figura virou a cabeça lentamente e apontou para a macieira, e Harry viu longos dedos esbranquiçados e com falta de carne. Ao olhar para a macieira ele se viu, no entanto o seu antigo Harry, totalmente nu e em uma masturbação frenética.

– Você está se saboreando deles. Você está desejando eles, você não pode parar, pois senão seu fim será a morte!

E da mesma forma como veio, sua visão retornou ao Salão Vermelho, onde um dos garotos segurava seus pés e chorava, pedindo por ajuda, pois já não queria mais brincar daquele jeito. Harry o olhou com desprezo e chutou a mão do garoto.

– Retorne escravo!

Notas finais
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