Fucking Harry

24 Causa e consequência


Notas iniciais
Pelos meus calculos modestos, mais três capitulos serão postados. Mas não hoje. Não amanhã. Tanta gente esperando por esse momento... vou deixá-los curioso. Aguardo os comentários. Relembrando que os comentários ajuda a gente a entender se a historia está ou não seguindo da maneira correta, de forma a entrete-los... então ao termino, por favor, não seja preguiçoso... Até mais.....

Os seus, então, fieis serviçais, o levaram para o Salão Vermelho, onde instintivamente, iriam trazer a força novamente para o seu mestre. Lentamente, devido a sua fragilidade, colocaram Harry em sua cadeira, à frente do palco e se entreolharam, e começaram a se beijar. Entenda a dor como a sobremesa de uma refeição, pensando nisso, os meninos deram a Harry o prato principal, e logo as caricias e o desejo tomou conta do local. Não houve frenesi, embora aquele ímpeto desejo masculino pelo prazer se fez presente. Houve sexo. Penetração. Sexo oral. Gozo. E para Harry foi o suficiente para que ele pudesse se recuperar.

Alastor providenciou um grande espelho, onde durante todo o período da tarde, Harry se admirou, e deslumbrou a mágica da sua alimentação diária acontecer. A esse ponto ele já tinha percebido, que cada vez que entrava na mente dos meninos e fazia com que eles transassem e realizassem seus desejos sexuais, a próxima alimentação teria que ser muito mais forte e intensa. Desta maneira, não tardou até que Harry começasse a pensar no que faria para se alimentar.

Os meninos, assim como ordenado, acordaram muito cedo e foram em busca dos outros materiais sádicos que seu mestre havia solicitado e embora ainda não os tivessem de fato usado, a bebida e a droga se tornou como chá da tarde, naquele dia.

Do lado de fora do Salão Vermelho, uma fila dos aluno do primeiro ano, já se formava, aguardando a ordem para entrarem e saciarem não os seus desejos, e sim os de Harry.

Como também ordenado pelo diretor da escola, os demais meninos ficaram de guarda em todas as saídas da escola. Ninguém poderia sair, ou entrar sem a ordem do diretor, ou seja, de Harry, já que ele era que dominava todos ali. Um grupo de meninos andavam de quarto em quarto, recolhendo todos celulares, notebooks, computadores, e derivados tecnológicos, para evitar qualquer contato das meninas com o mundo exterior. Todas as linhas de telefone interna foram cortadas. As luzes quebradas, e em dado momento, para qualquer menina que ousasse a ir contra as novas regras, eram trancadas em seus quartos, e seus nomes anunciados nos auto falantes.

– Comunicamos que a refeição será servida exatamente às nove da noite. As aulas estão suspensas até segunda ordem. Qualquer menina que tentar contato com o lado de fora, será recolhida para uma sala interna da escola, longe de qualquer contato. Vocês se opuseram contra Harry. Agora Harry se opõem contra vocês.

Era a mensagem que era divulgada a cada vinte minutos. Os meninos andavam pelos corredores com pedaços de pau, martelos e ferramentas, e a ordem seria de atacar qualquer uma que ousasse sair do quarto. Harry estava com ódio de todas elas. Menos de uma.

Ele caminhou até o pátio da escola, e durante um longo período, de pé ao lado do corpo já gelado e duro de sua mãe, a admirou. Do lado estava o garoto que a havia assassinado, olhando firmemente, completamente fora do mundo, com o olhar perdido. O garoto estava na mesma posição por mais de seis horas, sem mexer um músculo se quer. Em dado momento, Harry olhou a frente e viu uma silhueta distorcia pelo vidro da porta de entrada da escola, que dava ao jardim. Ele, lentamente, se apoiando em seu cajado, caminhou até a macieira, onde estava à única menina, que embora tenha sido rude com ela, ainda sentia certo carisma.

Melanie estava inconsolável, chorando e desacreditada. Ela não estava na escola na hora que tudo tinha acontecido, portanto, não estava presa com as outras meninas e professoras, sua desolação era devido aos anúncios constantemente ditos pelo auto falante. Harry se aproximou e colocou sua mão gelada nos ombros da menina.

– Eu cheguei próximo à porta, e vi a mulher no chão. Custei a entender de quem se tratava. Sua mãe, Harry. – disse ela.

– Ela mereceu!

– Tudo isso para ser lindo? Eu não entendo.

– Existem certas coisas, que é melhor realmente não se ter conhecimento.

– Agora você sequestra e mata pessoas Harry?

– Tecnicamente não foi eu quem a matou. Nem ordem para isso eu dei, embora não me faltasse vontade naquele momento. Um aborto mal sucedido, Melanie. Foi isso o que ela disse. O que mais, senão a morte, para uma pessoa sem alma.

– Não sei Harry. Você parece também não ter alma, a morte será o seu castigo?

Harry a olhou com frieza, embora em seu rosto não demonstrasse nenhuma expressão. Ele começou a sentir náuseas novamente, e se apoiou em seu cajado com mais força.

– Você tem poderes que poderiam ser usados para o bem Harry. Veja aonde chegou.

– Toda ação tem uma reação, minha cara.

– E toca causa uma consequência. Você sempre me disse isso, e eu nunca dei importância. – Melanie começou a chorar.

– Porque não estava na escola hoje?

Embargada Melanie tomou coragem e começou a falar.

– Faz alguns dias que eu percebi que estava estranha. Sentia náuseas e minha pressão caia demais. Um dia eu estava com uns garotos, fazendo o que você bem sabe, e eles pensaram que eu havia morrido. Mas foi apenas um desmaio. Então eu fui para a enfermaria e fizeram um exame de sangue, não tive o resultado esperado, se assim posso dizer.

– Eu não compreendo Melanie.

– Harry. A vadia que me tornei foi para pagar a faculdade. Minha família esta falida. Às vezes é mais fácil se fingir de burra do que ser realmente. Quando eu entrei aqui, meus pais conversaram comigo e me deram uma opção. Largar a escola e guardar dinheiro para a faculdade ou ao contrário. Foi uma surpresa para os meus pais quando eu disse que eu iria para a faculdade, e que eles não precisavam se preocupar com a escola, pois eu pagaria. A ideia foi da minha mãe. Imagina, como eu me senti ouvindo dos lábios dela, que eu deveria abrir minhas pernas agora que era bonita, do que quando eu ficar velha.

“E então eu comecei, e lentamente minha popularidade aumentou. Eu devo ser boa realmente no que faço. Mas surgiram outras, e aqui tem muitas outras, pode confiar. E com a chegada delas eu precisei aceitar alguns pedidos para aqueles que pagassem mais. Os únicos que eu fazia isso deve ser algum deles. Só pode ser.”

– Seja mais especifica Melanie.

– Existe um grupo de professores, que transavam comigo em bando. Diziam que eu era uma cadela e como uma, eu deveria ser de vários machos ao mesmo tempo. Eles me pagavam o dobro então eu fazia. Além das coisas horríveis eu acabava fazendo sexo com eles sem proteção alguma. Harry, eu não acreditei no primeiro exame, mas se confirmou no segundo que eu fui pegar o resultado hoje.

Melanie estendeu a mão a Harry e lhe entregou um pedaço de papel. Ele desdobrou o papel amassado pelo ódio e angustia de Melanie, e leu. Seus olhos embora estivessem um pouco mais sadios naquele momento, pareceram um vulcão em erupção.

– Toda causa uma consequência. – disse ela – Soro positivo. Nada mais importa agora, já que meu tempo de vida é curto demais.

Ela baixou a cabeça e começou a chorar. Harry se virou e olhou para a escola e fez um único chamado em sua mente. O silencio perdurou por dez longos minutos até que Melanie ouviu um forte barulho de explosão. Ela se levantou e ao lado de Harry, tampou seu rosto em seu manto. Uma fila gigantesca, entre todos os professores e meninos que já haviam transado com Melanie, se formou no telhado da escola, e um a um, pedindo perdão a ela, se jogavam de cabeça no chão.

– Não faça isso Harry, por favor. – dizia ela aos prantos.

– Cada um deles vão pagar pelo o que fizeram a você. – ele se virou a ela, e com o dedo ergueu sua cabeça – Não se preocupe, pois a vingança não está partindo de você. Eles usaram você, e agora eu estou usando eles. Toda causa uma consequência. – disse Harry, se virando e seguindo para dentro da escola.

Mas antes de entrar, ele teve uma forte sensação que tremeu todo o seu corpo. Um jeito de andar, uma respiração familiar, um perfume que persistia em seu corpo há dias. Ele se virou e seu corpo, tal qual como seus sorriso, se encheram de felicidade. Na companhia de Lucca e Antony estava ele. Hanton.

Notas finais
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