Notas iniciais
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— Acorde. — dizia Harry sussurrando nos ouvidos de Hanton ­— Acorde, meu príncipe.

Hanton abriu os olhos naquela manhã, certo de que não aguentaria por muito tempo, tanto sofrimento. Sua respiração já não era a mesma e por mais que forçasse seus olhos teimavam em fechar, mesmo criando força para ver tudo o que Harry estaria disposto a fazer com ele. Os outros meninos dormiam aglomerados em volta do trono de seu mestre, e este estava ali parado apenas admirando aquele belo corpo quase desnudo.

­— O que você querHarry? — perguntou o menino quase forças.

— O que eu quero é muito simples, meu jovem e delirante homem. Eu o desejo a cada minuto de minha vida, e você, ainda não se mostrou vulnerável a mim. E a única questão que ainda não consegui enxergar uma resposta. — Harry desceu suas mãos até o botão do jeans de Hanton e lentamente o abriu.

— Tudo isso apenas pra ter o prazer de me chupar? – perguntou o menino batendo a cabeça duas vezes na grade.

— Não se trata apenas de saborear a sua masculinidade Hanton, se trata de me vingar do que você e seus amigos fizeram a mim. Eu me tornei uma pessoa desejada, embora, por algum motivo eu não consiga ter o mesmo poder em você. Diga-me, me ajude a entender. Por quê?

Hanton começou a chorar contido, ciente de que logo viriam dores e gritos. Harry queria tanto uma verdade, mas não se contentava com o que ele tinha a dizer:

— O que quer que eu digo, Harry? Que eu realmente desejei o que aconteceu a você? Você quer realmente ouvir o que eu tenho a dizer, ou prefere acreditar no que seus olhos viram?

Harry deu alguns passos para trás, sem entender este ultimo questionamento de Hanton.

— Prossiga.

— Eu realmente fui até o banheiro aquele dia falar com você ao mando de Lucca, mas eu não sabia o que eles iriam fazer. Eu juro pela minha vida...

Ele não estava disposto a ouvir o que Hanton tinha a dizer, pois ele sabia que se tratava de uma mentira das mais absurdas que existia. Lucca mesmo havia dito que ele tinha percebido o interesse de dele em Hanton, e que logo, seria fácil conseguir qualquer coisa sua.

— Não! – gritou Harry tornando a dar socos no peito do garoto, que chegou a perder o ar e engasgar.

Ele foi para trás da grade e chutou as barras que sustentavam o menino de pé, logo a grade caiu no chão e Hanton urrou feito um leão de tanta dor, pois no chão havia o chicote com os anzóis, e alguns deles entraram quase que totalmente em suas costas. Harry pulou por cima do corpo de Hanton e lambeu seus lábios.

— Quanto tempo eu desejava saborear a sua boca. – disse ele chupando os próprios dedos.

Harry começou a movimentar seu quadril na pélvis de Hanton, tentando desesperadamente que o menino ficasse excitado, mas percebeu que isso não seria o suficiente. Ele dizia constantemente:

— Fique duro. Por favor, fique duro.

Mas nada acontecida, somente o repudio de Hanton, que virava o rosto e se sentia nauseado.

Nosso ilustre protagonista então, não contente, começou a passar a língua pelo corpo de seu prisioneiro, desde os seus dedos, suas axilias, os mamilos, o tórax, a barriga bem torneada; lentamente baixou o jeans sujo de sangue e cera e se deliciou com suas belas coxas e panturrilhas, até arrancar toda a vestimenta do menino, deixando apenas de cueca de Box.

— E o que fará agora Harry? Eu não posso ficar excitado desta forma. – disse Hanton em tom de desafio.

­— Realmente. – disse Harry sorrindo subindo com sua língua até o pênis do garoto, e o mordeu com a máxima brutalidade que sua força poderia lhe dar. Hanton contorceu os dedos e deu um grito interno. Não queria mais que sua dor fosse motivo para que Harry se maravilhasse.

Foi então que ele arrancou a cueca do menino, e elevou o seu corpo para cima de Hanton, e com suas mãos ergueu as pernas do menino e entrou em um frenesi pulsante.

Hanton, com o seu rosto virado derrubava uma ou duas lagrimas, contendo o máximo que podia para não soltar berros de dor. Harry havia se tornado um menino com um belo, grande e grosso membro sexual, e a cada centímetro que entrava em Hanton, o seu prazer aumentava. Não tardou até que os movimentos pélvicos mostrassem o seu prazer. Começou a puxar os cabelos de seu prisioneiro e a morder seu pescoço. a emoção de Harry só acabou quando depois de trinta e cinco minutos ele conseguiu explodir em um gozo, que virou seu mundo do avesso, causou-lhe taquicardia, falta de ar e câimbras nas suas pernas.

— Sinceramente, seria mais gostoso se fosse você dentro de mim, mas já que você prefere desta forma, que seja eu a ter um lugarzinho para esvaziar. – disse Harry se levantando – Uma vadia, tão doce e com um rabo tão perfeito. – completou ele.

O menino voltou as pernas a grade, e ali ficou por alguns minutos, até que Harry retornasse e recomeçasse seu ato, e isso, meus caros, durou toda uma tarde. Principalmente quando os meninos acordaram, e ajudaram Harry com suas peripécias sexuais: Hanton foi amordaçado, e retirado da grade, o deitaram de quatro em uma mesa e amarram suas pernas nos pés, algemaram suas mãos para trás com tanta força que chegaram a deslocar o seu ombro esquerdo, e em um revezamento sem sentido, já que a tal ponto os meninos não sentiam mais prazer, embora estivessem sempre duros, eles violentaram Hanton, o socaram, o chicotearam, o humilharam, urinaram nele e cuspiam em sua boca, em raros momentos que lhe tiravam a mordaça. E como se não bastasse, Harry apenas observava ora sim e ora não, pois no momento que era chegada a sua vez de praticar o ato em si, ia com força e sem piedade.

— Tragam-me os fios.

Alguns dos meninos vieram com um balde de água e molharam Hanton, que agora já estava novamente posto na grade de metal, fios foram colocados por toda a sua extensão, e uma bateria colocada bem próximo. Harry começou então a dar choques no menino, que chegava a espumar de tanta dor, e enquanto isso os meninos riam e Harry se masturbava em seu trono. Pois é. A dor que Harry causava em Hanton o deixava excitado, e mesmo com o garoto não podendo ser o macho que ele queria, ele ia até o menino e de joelhos chupava seu pênis e seus testículos; colocou os anéis penianos no garoto e quando sentia vontade o furava com agulhas.

Houve um tempo que Hanton não aguentou mais, e seus gritos eram audíveis até a área norte da escola, causando pânico em todas as meninas. Os garotos que cercavam o local, se masturbavam com aqueles urros de dor, e ora e outra transavam nos corredores, chamando as meninas de cadelas e putas. O desespero de Hanton chegou a tal ponto que o menino começou a vomitar sangue e o seu corpo antes belo, agora estava depredado.

— Harry, por favor, pare. – disse Hanton quase em suas ultimas palavras – Eu não vou suportar.

— Você vai sim, porque morrer não é uma escolha que cabe a você neste momento, seu imundo. Eu ainda não terminei com você.

— Lucca, diga a ele... – murmurou Hanton olhando para o menino completamente encantado com as ações de seu mestre.

— Eu não tenho o que dizer.

— Mas você sabe que não foi o que eu quis...

— O que ele quis dizer com isso Lucca. Diga.

Lucca pareceu redobrar a consciência e seus olhos encheram de lagrimas ao ver a situação ao qual Hanton estava. Neste momento, o cachorrinho de Harry estava de volta a si.

— Não termine de fazer isso Harry. Hanton é inocente. A culpa foi minha, não dele...

E neste momento, Harry teve um lapso do passado cuspido em sua mente, e a partir deste momento muita coisa iria mudar.

Notas finais
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