Fucking Harry 2 - De volta ao passado
2 O primeiro toque
Notas iniciais
Harry estava certa vez, em seu quarto, aliás, como sempre, pensando em como seria sua vida a partir do momento que contasse a toda a sua família, sua orientação sexual. Mas ele mal sabia se era isso mesmo que ele era, como já foi mencionado, ele acreditava piamente que era algo relacionado a fase da sua adolescência. No entanto, todas as vezes que tinha oportunidade de sentir prazer, cabível a todo menino adolescente enquanto se banhava, era nos meninos que ele pensava. A principio era algo simples, nada além de brincadeiras onde eles apenas se masturbavam um do lado do outro, mas depois Harry foi sentindo a necessidade de entrar mais á fundo nesse mundo. Naquele tempo, a internet não era algo viável a todos, mas ele pertencia a uma família com um a vida razoável financeiramente, logo, em certos momentos, em que ele ficava sozinho em casa, ele começou a acessar sites onde homens estavam de cueca, e assim, sua excitação aumentava. Naquela época especifica, era muito difícil de encontrar sites com conteúdo adulto, então se deliciava com o que tinha em mãos, ou melhor, com apenas uma das mãos.
Entre várias fotos, ele fechava seus olhos e se lembrava da primeira vez que se tocou, culpa de Mario, que era um dos meninos que na segunda fase da sua vida, na recreação, era o responsável por incentivar os meninos a se masturbarem no vestiário. Mario achava graça em deixar seu pênis ereto na frente dos meninos, uma vez que ele era o mais bem dotado, ao menos pela idade. Mas Harry, entre tantos ali tinha desejo incondicional por dois meninos. Um deles chamava-se Gustavo, que tinha seus quinze anos, era alto e com pelos na perna e na barriga; aqueles que dizem levar ao caminho do paraíso. O outro era Hugo, era um ano mais novo que Harry e já exibia um corpo marcado, todo liso e com um rostinho de safado. Certa vez, lembra Harry, Hugo sentou no banco do vestiário e tirou toda a roupa e por duas ou três vezes enquanto brincava com seu pênis, piscou para Harry, e este, por sua vez precisou se retirar, devido a uma rápida excitação que se aflorou por todo o seu corpo. Você pode se chocar com o que está lendo, mas para meninos desta idade é algo normal se exibir de tal maneira, inclusive para muitos, é a idade propicia para o famoso troca-troca. Por diversas vezes, ele imaginava Gustavo e Hugo com ele dentro de um dos Box do banheiro, alisando seus corpos e sendo desejado por eles, tal como por Leandro, ou quem sabe Juninho. Talvez também por André e Antônio, ou Israel e Josué, e não deixando de lado o grande responsável: Mario.
Certo dia, ao chegar a sua casa, sua mãe o convidou a ir até a casa de sua tia, pois haveria uma pequena reunião de confraternização de aniversário de seu primo. Sentindo-se totalmente indisposto, Harry negou-se a ir de todas as formas e lamentou não estar com tanta vontade de ir. Seus pais então seguiram para a casa de sua tia e ali ele ficou sozinho. Tinha apenas onze anos nessa fase, e já havia vivenciado várias cenas onde os meninos se tocavam e pensou em como seria fazer o mesmo. Deitado na cama enquanto olhava o teto, um de seus passatempos favoritos, ele desceu a mão até dentro de sua calça e ajeitou seu membro e começou naquele movimento tão maravilhoso. Sentindo uma enorme vontade de não parar mais, começou a tocar sua barriga e depois seu peito e foi criando em sua imaginação uma cena ao qual jamais esqueceria. Ele naquele vestiário, podendo se masturbar igualmente com os outros meninos. Obviamente que ele não sabia o que iria acontecer, uma vez que todos eles faziam o ato, mas nunca chegavam a concluir, pois o professor sempre chegava naquela hora e repreendia os meninos. Ah. Não falamos do professor ainda; seu nome é André, e mais para frente vamos falar um pouco sobre ele.
Harry então sentiu algo invadir o seu corpo, uma falta de ar incompreensível e um frenesi explodir de seu membro, achou que era vontade de urinar, mas era diferente. Era mais espesso, mais gostoso, mais nobre. Logo arfou e sua respirou voltou ao normal, e sentiu em seu corpo um liquido quente e branco. Assustou-se naquele momento, pois era algo novo, e dali começou a surgir duvidas sobre o que seria. Mas como dito, ele levaria um tempo para entender sobre o que era, já que não tinha amigos que pudesse falar sobre isso, nunca tinha ouvido falar sobre este liquido e o acesso a internet era restrito. Pensou se os outros meninos já tinham passado por tal experiência, e se isso os motivava a brincar de tal maneira. Naquele dia, por mais quatro ou cinco vezes ele se presenteou com tal sensação. Qual garoto não fez isso? Uns até se machucam, caso você não saiba.
Sentiu vergonha ao chegar à recreação sabendo que sentiria vontade de fazer aquilo novamente; o que não o coibiu de fazer. Por duas ou três vezes descia até o vestiário e se tocava daquela forma, sempre se preocupando em não soltar um gemido mais alto e atento a qualquer movimento. E assim, obviamente foi durante toda a semana, seja ali naquele vestiário, ou na sua casa, em seu quarto, no banheiro enquanto tomava banho ou na casa de sua tia quando ia até lá.
Um pouco mais a frente deste dia, Harry foi convidado a dormir na casa de seu primo, também de sua idade. Julio era um típico menino da rua, que gostava de brincar, jogar futebol, empinar pipa e outras coisas, inclusive brincar de se tocar. E por conta desta brincadeira, naquela noite, após serem mandados para o quarto para dormir, que Julio chamou por Harry, depois que percebeu que todos estavam dormindo.
— Harry?
— Diga...
— Eu estava pensando em uma coisa, e você como meu primo bem que poderia me ajudar a ver como é.
— Te ajudar em que? – perguntou Harry se ajeitando no colchão. – Julio tinha um pequeno abajur no quarto e ligou.
— Uma vez fiquei sozinho aqui em casa, meu pai estava trabalhando, estava chovendo e minha mãe precisou levar a Ana para o médico, ela não estava muito bem. Não sei o que deu em mim e fui até o quarto dos meus pais, e comecei a fuçar nas coisas no armário e achei uma coisa muito louca. Tinha uma revista com um nome estranho, acho que estava em inglês, e eu vi umas fotos que me deixaram doido.
— Que tipo de foto?
— Tinha pessoas fazendo sexo.
— Sexo? – perguntou Harry atônito.
— É. Você já ouviu falar sobre isso não é? Ou ainda acredita que veio em uma cegonha? – disse Julio rindo. Ele levantou e se sentou ao lado de Harry no colchão.
— Lógico que não.
— Pois bem. Tinha umas mulheres na revista muito gostosas e uns caras que estavam de pau duro e elas colocavam o pau deles na boca, e em outras fotos elas estavam de quatro e eles estavam comendo elas. O Juninho já tinha me dito que tinha ouvido falar sobre isso, ele conseguiu convencer uma menina da escola a colocar o pau dele na boca dela, mas não deu muito certo, porque os pais da menina chegaram e eles tiveram que disfarçar. Eu não tinha visto nada parecido com aquilo, e comecei a folhear as páginas, e tinha umas histórias. Parecia um gibi, só que tinham pessoas fazendo aquilo. Cara, eu fiquei doido, e comecei a bater uma seguida da outra. As mulheres pareciam gostar daquilo, faziam umas caras e bocas que você tinha que ver. Harry deixa eu te fazer uma pergunta: você já bateu uma não é? Harry engasgou ao ouvir esta pergunta de seu primo.
— Lógico que já.
— E você gozou? – perguntou o seu primo como se aquela palavra fosse muito normal aos seus ouvidos.
— Se eu o que? – indagou Harry.
— Gozou. Quando você fica batendo, sente uma coisa gostosa e então sai ao invés de xixi um negocio branco.
— Ah. Já.
— Um dia eu fui à casa do Juninho e ele perguntou pra mim se eu já tinha batido uma, e eu nem sabia o que era então ele me mostrou. Sentamos no sofá, e batemos uma, foi meio esquisito, porque ele pediu pra eu segurar o dele, e ele o meu. Mas até que foi legal, gozei ali mesmo. Eu e ele na verdade, ao mesmo tempo. – Julio se ajeitou mais próximo de Harry — Ninguém pode saber disso Harry, mas eu queria saber se posso confiar em você. Eu não curti muito segurar no pau dele, mas adorei enquanto ele fazia isso comigo. Fizemos apenas aquela vez, mas eu queria fazer de novo, e queria saber se você poderia me ajudar com isso. Mas já fique sabendo eu não vou por a mão no seu... Eu quero apenas relaxar.
Harry parou para pensar por alguns momentos, enquanto o seu primo já colocava o seu pênis para fora e já se alisava. Lentamente levou sua mão até o membro duro de seu primo e começou a masturbá-lo. Julio deitou do lado de Harry, que se ajeitou, pois, seu braço começou a formigar. Seu primo o abraçou, e o garoto colocou a cabeça no peito do de Julio e ouviu o coração dele acelerar. Harry amou que sua mão fosse a responsável por fazer seu primo chegar aquele máximo prazer.
— Esse será o nosso segredo primo!
Obviamente que Harry começou a frequentar mais a casa de seu primo, pois sempre quando despontava na esquina, o seu primo corria para dentro para receber aquela ajuda toda especial. Harry, a partir daquele momento começou a ver os meninos com outros olhos, e até mesmo os homens que via nos sites onde estavam de cueca. Imaginava os tocando e dando aquela força, tal como para os meninos da recreação, principalmente para Gustavo e Hugo, que constantemente durante a tal brincadeira, o olhava como se o desejasse. Porém, tais vontades eram apenas supridas quando Julio o chamava para dormir em sua casa, e ao fechar os olhos Harry entrava naquele mundo único onde que na sua imaginação ele poderia pensar em qualquer um.
Julio não foi o primeiro amor de Harry. Ele foi apenas o primeiro garoto que permitiu que Harry percebesse o que ele gostava, mesmo assim, até anos mais tarde, ele ainda acreditava que tudo seria apenas uma fase.
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