Frozen Bravery
24 Capítulo 24
Notas iniciais
A ruiva já aprendeu muita coisa por si própria. Ela até deu o primeiro passo. Eu deixo que ela me domine, que faça tudo o que quiser comigo, porque afinal eu sou todo dela hoje. É exatamente por isso que a tirei de casa tão cedo. Podemos nos demorar, não precisa ter a mínima pressa, e podemos repetir quantas vezes quiséssemos e sim, eu ia querer. E farei com que ela queira também.
Quando noto já perdi metade das minhas roupas e estou curvado sobre ela, a beijando intensamente, correndo minhas mãos por seu corpo até a carregar para nossa “cama”. North ficará muito zangado ao saber que roubei seus queridos cobertores por um motivo tão malicioso e impuro. Posso imaginá-lo gritando “Olhe isso! É sangue! De onde veio esse sangue, Frost?! Você o que?! Tirou a virgindade de uma criança?! E daí que ela tem 16, seu moleque desgraçado!”.
Enquanto tiro suas roupas, me deliciando com a atividade e me deleitando com a visão completa do corpo dela, corada, com a voz trêmula, ela ordena:
-Use a boca. Depois as mãos. E-então...
-Eu quero ouvir, ruiva. Você pode gemer aqui, alto, o quanto quiser. E eu quero ouvir você gemer meu nome.
-N-não. Jack! –Ofega, quando beijo seu pescoço.
Seus dedos hábeis me puxam para si. Distribuo beijos e mordidas leves por seu corpo enquanto a acaricio com as mãos, sua respiração já irregular e se acelera, com um arfar, quando passo a brincar com seus seios, os apertando e chupando. Merida está se reprimindo, se controlando, ela tenta segurar seus gemidos. Chupo e aperto com mais força e afasto as pernas dela com uma mão, acariciando seu clitóris com os dedos, o que causa outro arfar e um arrepio percorre o corpo dela. Se ela não gemer, me demonstrar o quanto de prazer está sentido, eu tirarei sua virgindade com os dedos, juro.
-Ah, Jack... –Geme, me satisfazendo. Sua voz dizendo isso é o suficiente para me excitar ainda mais, é uma voz sedosa e atraente, instigante. Penetro-a com um dedo apenas, continuando a brincar com seu seio e estimular seu clitóris, volto a beijar sua boca, incitando-a com a língua. –Isso tudo é tão... Hum...
-Merida. –Sussurro, penetrando-a agora com dois dedos.
Dou-lhe mais prazer com movimentos lentos e em seguida retiro-os para direcionar meus beijos para aquele lugar. Use a boca, ela disse. Eu o farei. Oral é muito excitante, para nós dois. Sou eu, ou ela, ou ambos, estamos muito quentes. A ruiva tenta em vão me afastar. Ela está corada, com certeza de prazer e ao mesmo tempo de vergonha. É constrangedor para ela mas eu não consigo parar. E ela está sem forças, domada pelo prazer, gemendo e arfando, me fazendo querer mais e querer lhe dar mais, excitado.
De súbito, cesso os beijos ali e enfio minha língua dentro dela, sentindo seu gosto. Ouço as reações dela a cada movimento meu. A voz dela soa tão... atrativa, sedutora. Eu simplesmente não consigo resistir, é algo muito bom.
-Jack, n-não vou aguentar. –Diz, em meio á gemidos. –Huuum... Por favor, Jack. E-e-eu vou...
Embriagado com seu cheiro, tomo para mim seu prazer e chupo todo aquele líquido, passando minha língua por ela.
-Chega de preliminares?
-Me dê tudo. Eu quero você, Jack. Mas seja gentil, por favor.
Ser gentil? Ela quer que eu fique louco. Suas pernas se entrelaçam em meu corpo, me mantendo junto de si. Observo seu rosto fazer uma leve careta de dor e ela relaxa de novo, assim que estou dentro dela. É sua primeira vez, não quero machuca-la. De qualquer modo, é uma satisfação imensa poder finalmente fazer isso com ela, mesmo que devagar e de leve. O atrito é delicioso, ainda que pequeno. Eu posso fazer com que ela peça por mais. Merida não vai se segurar por muito tempo, ela está completamente envolvida por isso.
-Mais forte, Jack...
Com prazer. Com mais intensidade, seus gemidos são entrecortados. Mais forte, mais rápido e muito mais quente. Podemos derreter isso tudo e não duvido de que os gemidos dela possam ser ouvidos de longe também, ah, aquela voz sedutora e instigante gemendo meu nome. E daí que nos ouçam? É ótimo, delicioso. Meus movimentos fortes batendo fundo nela, é tudo tão prazeroso. Não sei se vou conseguir aguentar, estou perdendo a cabeça.
Ah, o dia só está começando. Depois de nos tornarmos um, não sei mais o que pode ser de mim. Estou prostrado ante a vontade dela e a deixarei fazer o que quiser de mim. Não vou mais resistir, essa tensão... Eu preciso aliviá-la. Ela me puxa com força e sinto seu hálito quente no meu pescoço, sua voz chamando por mim e seu corpo chegando ao êxtase junto com o meu. E por fim nos encontramos exaustos, entregues ao prazer.
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