Frozen Bravery

25 Capítulo 25


Notas iniciais
Novamente, parabéns ás pessoas que chegaram aqui vivos, mas esse capítulo é menor que o anterior, na minha média, e mais leve tambem.

Quando acordo e tateio ao meu redor, só sinto o frio do gelo e não o familiar calor do corpo dela, o que me faz ficar preocupado e frustrado. Olho em volta e a ruiva não está ali, além do meu agasalho ter sumido. O que diabo ela pode estar fazendo? Se sair nesse frio, vai morrer de hipotermia rapidamente! Me apresso a vestir a calça e correr para fora.

-Merida! Merida! –Procuro, meio surtado.

-Estou aqui, Jack.

-Você não pode. Vamos voltar. Vai morrer de frio.

-Mas eu não sinto frio.

Ignoro o que ela diz e estendo a mão para puxa-la para mim e levar-nos para a segurança. Não tenho tempo de me deliciar com a visão dela trajando apenas meu agasalho semiaberto, estou preocupado demais para isso. Mas quando a toco... Nem uma pessoa queimando de febre teria tamanha temperatura. Ela está pegando fogo. Me afasto em um ato reflexo.

-Parece que as coisas a minha volta estão derretendo.

-Hum... É estranho. Mas o gelo está literalmente derretendo sob seus pés.

-O que diabo aconteceu comigo?

Como vou dizer para ela algo que também não sei explicar? Isso é sinal de que as coisas estavam começando a acontecer, embora não nas circunstâncias que eu julgava serem corretas, afinal... ninguém precisou morrer ou ser morto aqui.

-Esqueça isso só durante hoje. –Peço, tomando-a em meus braços. Ignoro o quanto ela está quente e começo a caminhar carregando-a. –Não pense muito. Agora vamos voltar porque eu acho que você não vai querer fazer isso aqui ao ar livre.

-Você tem que se lembrar de que sou eu quem manda aqui, Frost. Faremos o que eu quiser, como e quando eu quiser.

-Sim, senhorita. E de que modo desejas ser possuída agora?

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Eu estou me sentindo quente. Isso deve ser um efeito colateral ou coisa assim. Jack foi audacioso em me tirar de casa logo pela manhã para que tenhamos o dia todo juntos. Mas o dia todo... Não sei se vou aguentar. Do mesmo modo que estranhamente o gelo se derretia em baixo de mim, parece que eu estou derretendo.

Deixo que ele me leve enquanto o distraindo aplicando beijos em seu pescoço frio. A temperatura dele em contato com a minha torna as coisas brandas, embora eu com certeza me atreva a dizer que o fogo continuava aceso e com vontade de ser saciado. Eu o quero.

Sua língua invade minha boca e de imediato sinto todo meu corpo formigar de prazer. E determinada a não deixa-lo escapar, chupo-a. Deveras frustrada por ele vestido sua maldita calça, enfio a mão ali e o estimulo. Sem nenhum medo, estou confiante, afinal eu estou no controle aqui e cada parte dele é minha.

-Ah, ruiva. Como isso é bom. –Ele reage, me deixando satisfeita com tal.

Presa contra a parede de gelo, o que me causa seguidos arrepios, as mãos dele percorrem meu corpo e mais uma vez ele me faz arfar enquanto chupa e aperta meus seios. O envolvo com as pernas e logo o sinto se movimentando dentro de mim de modo forte, dando um prazer muito intenso. É quase como se essa sensação fosse uma droga e eu estivesse viciada, querendo cada vez mais e mais, sem nunca me cansar.

Sem nem perceber estou arranhando as costas dele, em busca de outro meio para tentar extravasar aquelas sensações que literalmente me envolvem, indo e voltando, me dando e arrebatando de mim novamente. A respiração pesada dele e minha voz gemendo de maneira muito constrangedora. Mas é incontrolável. Eu parei de tentar reprimir isso e apenas senti o prazer e o expressei da melhor maneira, o que o deixava excitado. Jack beija e morde meu pescoço, me deixando com marcas, e o seu ritmo acelera, quase me deixando louca.

Como diabos eu posso gostar tanto tendo provado disso apenas uma vez e ainda hoje? Doeu no início, mas foi e está sendo tão bom. Ele fará como e quando eu quiser, quantas vezes eu desejar. E eu quero. Até o fim do dia muitas coisas acontecerão.

Notas finais
Por tudo que há de mais sagrado nesse mundo, Merida ficou pervertida. Meldels, essa ruiva é ousada (só não pise no meu teto [entendedores entenderão]). Agora o próximo só na quinta, meus caros. Nos vemos lá.