Notas iniciais
Bem é o seguinte eu vou MATAR VOCÊS! EU TIVE 1 COMENTARIO NO CAPITULO ANTERIOR! E ISSO NÃO É NEM UM POUCO LEKAL! Fiz esse capitulo tive que mudar o final do capitulo, só pra ficar um "capitulo especial" pra ÚNICA pessoa que comentou,a ÚNICA pessoa que se importa se vai ter ou não o castigo MUAHMUHAMUHA Bem quem me conhece sabe como eu sou, então não tenho mais nada a declarar só de ME AGUERDEM.......................Ou não.

P.O.V Jack

Bem exatos dois meses e meio se passaram desde que a Michaella foi pressa. Deixe-me contar a historia direito. Um dia depois que voltamos do tão esperado passeio pro parque de diversão, depois que rolou aquele negocio da tentativa de sequestro e da Merida, a Michaella foi chamada na delegacia pra postar depoimento sobre esse caso, foi constatado que ela iria ser pressa por tntativa de sequestro e o John seria preso por ser cumplicie e , também, por ameaça que fez a sei lá quem, isso eu não entendi.

Mas voltando pro dia de hoje, ou quase isso. A um mês atrás foi oficializado o casamento da Merida e do Nathan, e eu ? Eu fui. Decidi que se ela queria seguir em frente, não seria eu, Jack gostoso Frost, que ficaria preso no passado. Nessa semana vai ter como se fosse um pré-casamento. Falando melhor todos os convidados vão para um tipo de ilha, passar uma semana se divertindo e ainda por cima o casamento vai ser lá mesmo.

O que eu estou fazendo no momento ? Arrumando a minha mochila pra ir pra lá. Sim eu iria ir de mochila e não com uma mala tamanho família.

– Tá pronto Jacknha ?! — Vocês já devem saber quem estava me chamando.

– Não, oh bolinha de queijo. — A Mar já está com quatro meses, e mesmo a barriga não aparecendo muito já dá pra ver, então resolvi chamar ela de bolinha de queijo. — Sabe onde tá o Soluço ?

– Na casa de uma menina loira que mora na sua frente. — Falou encostada no batente da porta. — Vamos embora ? — Falou e eu fechei a mochila colocando a mesma nas costas.

– Vamos. — Afirmei.

Íamos de carro até o porto onde tinha um mini barquinho esperando pelos convidados pra levar até a ilha. Coisa chique né ? Lá em baixo já estavam os encostos, o Lucas que tava muito P. da vida pelo simples fato dele não ser padrinho do bebê e a famosa Black, que só vai nesse casamento porquê a Merida chamou ela, como madrinha.

Chegamos lá em cerca de trinta minutos, claro antes tivemos que esperar a Rapunzel terminar de arrumar as malas (Sim no plural, porquê eram 3 MALAS! 3 MALAS!) pra podermos ir. O barco não era grande e nem pequeno cabiam dez pessoas de boa e já como estávamos em 8 mais o barqueiro 9 cabia tranquilo.

– Rapunzel acho que você vai ter que deixar uma mala sua ai, ou o barco vai afundar com o peso. — Falei e todos começamos a rir.

– Olha gente se o barco tiver inclinando a culpa é do peso do Jack. — Retrucou e rimos.

– Seria uma pena se, o barco inclinase para o seu lado. — Retruquei em cima da retrucagem dela.

Assim que chegamos na ilha me assustei com o tamanho da mesma, eu esperava um ilha, não o paraíso! Cara aquilo ali é uma cachoeira ?! E aquilo ali é um hotel ?! Não pera, morri ?

– Olá bem vindos. — Disse o playboy legal, comprimento as meninas com uma beijo e nós, rapazes, com um aperto de mão. — É bom ter vocês aqui. — Falou e vejo que ele queria que mais alguém tivesse aqui.

– Criaturas vocês apareceram. — Falou a garota ruiva que estava de uma forma espetacularmente linda! A Merida usava um vestido vermelho sangue, curto até a metade da coxa, com linhas e desenhos em preto e trançado dos dois lados.

– Claro não era pra gente vim ? — Perguntou a dramática da Black. — Isso magoa.

Todo mundo se abraçou e ficou aquela cena linda de final de novela, claro se o casal fosse mesmo o casal feliz e não esse casal. Assim que chegou a minha vez de abraçar a "noiva" foi como se uma descarga elétrica passasse do meu corpo pro dela e do dela pro meu. Bem a gente voltou a se falar e talz, mas nunca comentamos nada do que havia acontecido aquele dia, nunca mais nós abraçamos, e muito menos nos beijamos.

– Obrigada por ter vindo. — Falou e senti algo molhado em meu ombro, ela estava......Chorando.

– Falei que ficaria do seu lado até o fim. — Falei e ela assentiu secando as lagrimas na minha camisa, nó afastamos e foi como sempre, uma parte de mim se vai, eu to muito gay! Mas caralho eu perdi a única menina que me fez ver o que é essa merda de sentimento que todo mundo fala.

– Bem aquele ali é o hotel. — Apontou para um hotel que poderia ,facilmente, ser classificado como cinco estrelas. — Os quartos foram separados por mi, e espero que não tenham problema com os seus colegas. — Falou dando um leve olhar mortal que todos assentimos na hora.

Passamos por uma pequena trilha que nem tinha mato direito, pra chegar no hotel. Ele era grande e bonito, com muitas coisas feitas de vidro e um desenhos com neve, irônico já que isso é uma ilha paradísia, e como eu adoro neve, adorei os enfeites.

– Espero vocês a noite pro jantar. — Falou a Merida e antes de sair e ir até o seu noivo (De mão dada) deu um último olhar mortal e um olhar pra mim. — Espero que não se atrasem, ou vão sofrer as minhas consequências e vocês sabem como é. — Rimos e fomos para cada um seu quarto.

O meu era o número 14 engraçado o número do dia em que eu vi ela pela primeira vez, putz grila já pensando nela é osso. Assim que eu entrei no quarto ele não tinha ninguém, serio ? Eu não vou dividir quarto com ninguém, que maravilha. E olha que o quarto era espaçoso, tinha uma cama de casal no meio; um tapete azul no chão; cortinas azuis na grande janela; um quarta roupa na parede; uma Tv na parede em frente a cama e porta, onde eu acho que é o banheiro. As paredes era de um tom marrom bem claro e os lençóis da cama também. Esse quarto é a minha cara.

Resolvi desfazer a minha mochila, coloquei tudo dentro do armário e me joguei na cama, liguei a Tv e fiquei vendo Bob Esponja. Cara aquela musiquinha te pega de um jeito. Bem eu fiquei assim até as 20:00 hr. Ouvi batidas na porta e antes que eu levantasse ela foi aberta.

– Levanta ta na hora do jantar.

– Não jura ? Nem sabia, vulcão. — Ela deu uma olhada no meu quarto, e eu fiquei sem entender nada. — Sabia que esse quarto é novo ?

–Não, não sabia. Mas se ele é novo porque eu to nele ? — Perguntei.

– Bem ele foi feito pra um albino muito chato, que eu odeio e que mudou a minha vida dia 14. E que por incrível que pareça me vez ver uma coisa que eu nunca tinha visto. — Falou com um olhar distante.

– Meri....

– Não se atrase. — Me disse.

Sabe aquela hora que você queria correr atrás e não conseguisse sair do lugar ? Bem eu estava nessa hora, minhas pernas não se mexiam. Porém uma coisa eu sabia, ela ainda tava lutando, não tinha desistido e se ela estava lutando, eu também estaria.

Desci e encontrei todo mundo com uma roupa chique, claro todo mundo entre aspas já que a noiva estava de calça, camisa e tênis, isso é tão ela! A Rapunzel vestia um vestido azul marinho, a Marrie um preto e a Black um roxo.Fomos todos juntos para a sala de jantar, que estava CHEIA de comida, isso é muito bom!

– Jack fecha a boca se não vai babar. — Avisou a Merida.

– Merida, cuidado na hora de sentar, a cadeira pode não aguentar. Olha e ainda por cima eu consegui rimar. — Rimos e sentamos.

– Bem — Começou o pai da Black, sabe o que eu percebi, ele e ela nem ao menos trocaram um olhar. — estamos aqui por causa desse lindo casal de noivos.

– Putz ainda não sabe nem ser falso.- Bufou a azuladinha.

– Como é ?

– Você ouviu alguma coisa, papai ? -Prevejo guerras.

– Magina — Falou irônico. — acho que foi só impressão.

– Você tá tendo muitas hoje em dia. — Falou. — Talvez é melhor consultar um medico, papis.

– Não me chame assim. — Falou se exaltando, todas as pessoas na mesa (Que deveriam ser 50.) se assustarem.

– Ou o que ? Vai me obrigar a casar também, desculpinha mas em mim você não manda mais. — Falou.

– Black... — Falou sua mãe calma e tranquila, que por acaso eu amei conhecer a mãe dela.

– Não se ele quer ser falso que seja, mas não na minha frente! — Gritou se levantando da cadeira. — Sabe que ela ainda acha que você é humano ? Pois é pena que a minha mãe tá errada, você é um monstro.

– Olha aqui filha ingrata. — Disse levantando e indo na mesma direção que ela. — Pensa muito bem antes de falar comigo nesse tom, eu sou seu pai!

– NÃO! Você é um lixo, que infelizmente a aquela doce mulher. — Disse apontando pra sua mãe. — Teve o infeliz prazer de conhecer, sabe qual o seu problema ?

– Qual seria o meu problema ?

– Você nunca soube o que é amor. — Falou ela.

– Quem disse que isso importa pra alguma coisa. — Seu velho desgraçado, putz eu ODEIO esse cara. — O dinheiro é o que importa.

– Não o dinheiro importa para pessoas como você, que nunca amaram e não sabe como que é. Por isso eu te disse uma vez e vou te dizer de novo, eu vou acabar com você.

– Vamos ver quem acaba com quem. — Falou ele.

– Na arte da teimosia você não me conhece e mais eu tenho motivos pra acabar com você, um simples motivo. Eu te odeio!

– Como se eu te amasse. Eu te odeio filha ingrata! — Nossa, depois eu achava que minha relação com a minha mãe era ruim, pra um pai falar isso na frente da filha é que a coisa ta preta.

Os dois saíram um pra cada canto batendo o pé, os convidados todos ficaram de boca aberta diante a briga de pai e filha. Eu sinceramente também fiquei.

– Bem vamos continuar. — Disse a madrasta da Black, é essa loira azeda também não me desceu.

Notas finais
Eai mereço comentarios ou não de novo ?! Hum... Vamos ver o resultado né!