Friendship Crazy
45 Tanquinho!
Notas iniciais
P.O.V Merida Eu fiquei completamente boba pelo fato da Black ter encarado o pai ali, na frente de todos, e sem o menor pingo de medo dele. É ela está crescendo. Lembro quando ela entrou na escola, ela e o Lucas, e me tratava como sua inspiração.
*FlashBack On*
– Oi povos e povas eu sou a Black! — Gritou uma menininha de cabelos pretos até o ombro, ela parecia bem louquinha pois usava uma roupa amarela e verde cheia de rasgos.
– Por favor senhorita sente do lado da Merida. — Falou o professor e eu bufei, nunca fui muito amigável.
– Nossa seu cabelo é tão bonito! — Disse tocando no meu cabelo.
– Para menina! — Gritei mas parecia que ela não escutava.
– Posso ser sua amiga. — Qualé a dessa menina ? A gente já ta no quarto ano e ela parecia que nunca saiu do segundo. — Por favorzinho.
– Claro. — Disse. — Mas pare de mexer no meu cabelo.
– Sim senhora, quero aprender muitas coisas com você. — Disse e eu a encarei, seus olhos estavam brilhando como se nunca tivessem visto um ato de amizade, eu assenti e voltei a prestar atenção na aula.
*FlashBack Off*
É aquela menininha cresceu bastante, sorri com esse pensamento. Nem avia notado a entrada de Nathan no quarto. Só despertei dos meus pensamentos quando ele se sentou do meu lado na cama.
– Jantar difícil né ? — Perguntou. O senhor está me forçando a casar, nos obrigou a dormir no mesmo quarto.
– Muito, mas com os meus amigos aqui não esperava coisa diferente. — Falei lembrando que eles ainda iam aprontar muitas coisas. — Já vai dormir ?
– Provavelmente. — Falou pegando sua roupa no guarda roupa. — Vou tomar um banho. — Eu assenti e me joguei na cama.
Esperei o Nathan sair do banheiro pra poder tomar um banho também. Me joguei na banheiro, pensando nos meninos e nas meninas. O que será que eles estão fazendo agora ? Provavelmente se divertindo muito. Saí do banho quando a aguá estava bem gelada já. Me enrolei na toalha e ....
– MAS QUE MERDA! — Gritei tinha esquecido a minha roupa no quarto. Tá Merida, respira, inspira, respira. Abri a porta do quarto e vejo o Nathan deitado na cama lendo um livro, parecia bem interessante a capa era um homem de óculos escuros. -Nathan.-Chamei e ele virou para mim.
– O que foi Meri ? — Perguntou.
– Você poderia fechar os olhos ? — Perguntei e posso ter certeza que eu estava a cor dos meus cabelos.
– Por que ? — Perguntou, pelo amor de deus só fecha esses olhos.
– É B-Bem é que eu to de toalha. — Falei.
– E daí ? — E dai que eu to de toalha né ?! — Merida você acha que eu nunca vi nenhuma menina de toalha ?- PERVERTIDO! — Anda logo eu vou ser seu marido mesmo né.-Saí do banheiro correndo. Peguei uma roupa no guarda roupa e voltei pro banheiro. — Se quisesse se trocar aqui.
– PERVERTIDO!!! — Gritei do banheiro e escutei ele rindo, saí do banheiro e eles estava na mesma posição de quando eu entrei. — Só por causa disso vai dormir no chão.
– Eu tava brincando mal morada. — Disse colocando o livro na escrivaninha. — Agora deita aqui. — Bateu na cama e eu com muita prevenção deitei. — Me conta mais coisas de você.
– Tipo o que ? Você já sabe tudo sobre mim. — Falei e virei pra fitá-lo.
– Ninguém sabe tudo sobre você. — Falou também se virando e me fitando.
– Todo mundo sabe tudo sobre mim. — Falei claro que ele não sabia tudo sobre mim.
– Huhum, e se eu te obrigasse a falar ? — Sorriu de lado.
– Como ? — Perguntei arqueando uma sobrancelha.
– Com isso — Mostrou as mãos. — com o .... Super ataque de cosquinhas. — Ele começou a fazer cosquinhas em mim e eu comecei a rir muito.
– PARA! P-Pa — Para por favor! — Falava com dificuldade por causa das cócegas.
– Vou parar quando você falar. — Disse ele e eu dei um chute nele sem querer, claro que foi sem querer, e ele parou.- Isso doeu. -
Foi sem querer.- Disse caindo aos risos. — Agora vamos dormir.
– o.k vamos dormir. — Disse e eu realmente me ajeitei para dormir. — Merida posso tentar uma coisa ? — Perguntou e eu assenti, ele se aproximou de mim e depositou um selinho nos meu lábios. — Boa noite.
–Bo- Boa noite. — Gaguejei, virei para o lado e dormi logo em seguida.
Acordei com um calor do cão dentro do quarto, alguém, Nathan, deve ter desligado o ar condicionado. Aquele capivara macho me paga. Me levantei e escutei o barulho do chuveiro, seria uma pena se depois que ele tomasse banho, precisa-se tomar outro. Me levantei e corri lá pra baixo, peguei um balde e enchi com carias coisas, refrigerante, suco,água. Corri lá pra cima de novo e fiquei esperando atrás da porta do banheiro.
– Merida já acordou ? — Perguntou ele abrindo a porta do banheiro eu sem hesitar joguei o balde de coisas nele. — Mas o que ?!
– Vingança pelas cócegas de ontem. — Disse quase morrendo de rir, ele veio correndo em minha direção e eu fui correndo até sentir a parede atrás de mim, putz.
– E agora vai correr pra onde ruiva ? — Meu cérebro projetou o Jack vindo na minha frente, mas não era ele era o Nathan. Ele chegou perto de mim e começou a me abraçar me sujando inteira.
Na mesma hora a porta é aberta. Uma Punzie com cara de quem não acreditava no que estava vendo e uma Black que estava morrendo de rir da cara da amiga.
– Desculpa eu não queria atrapalhar. — Disse virou as costas e saiu pra sei lá onde , o Nathan me soltou e a Black já estava rindo no chão.
– Sabe que ela pensou besteira né ? — Disse a Black depois que se recuperou da crise de risos.
– Dava para ver maninha. — Disse o Nathan rindo e eu também comecei a rir. Como a Punzie consegue imaginar coisas. — Bom vamos ? — Perguntou.
– Vou tomar banho e encontro vocês na praia. — Falei eles assentiram e saíram do quarto.
Fui tomar meu banho, tomei no chuveiro mesmo para não ter desculpa de demorar, coloquei um biquíni preto em cima e vermelho em baixo. Coloquei também um roupão e um chinelo. Fui para a praia e lá estava completamente cheio, acho que todos os hospedes resolveram vir para cá hoje. Meu "grupo" estava brincando ali mesmo, Mar e Flynn estavam se agarrando e o resto vocês já devem imaginar.
– Oi Merida. — Disse o Soluço. — Como foi o resto da noite ?
– Se ser atacado por cosquinhas for bom, então minha noite foi ótima. — Falei lembrando da agonia de sentir cocegas, mas ele me pagou. — Cade o Jack ?
– Tava comendo. — Me lembrei que nem tomei meu café da manha, saí correndo dali e escutei um. — Merida onde você .... ?
Entrei na lanchonete do hotel e vi o Jack se empanturrando de coisas, sanduíches, refrigerantes, doces, bolos, tortas... Como cabe tanta coisa assim nele ? Coloquei no meu prato, ou bandecha se preferir, um bolo de chocolate, uma torta de limão, um sanduíche natural, brigadeiro (Isso eu como a qualquer hora.) e dois copos de refrigerante. Sentei do lado do Jack que olhou pro meu prato como se não acreditasse no tamanho de coisa.
– O que foi ?! — Perguntei. — Nunca viu comida não.
– Vai acabar engordando desse jeito. — Falou e voltou a comer um pedaço de torta.
– Olha quem fala. — Disse e comi meu bolo.
– Tá se importando com o meu peso agora , ruivinha ? — Como ele consegue ser irônico.
– Claro que não, por mim você virava um lutador de sumo. — Nada contra os lutadores, claro.
– Claro que se importa ou não conseguiria ver mais isso aqui. — Ele levantou a camisa e me mostrou seu tanquinho. MAS POR QUE DIABOS EU TINHA QUE VÊ ?
– A-A-Abaixa I-I-isso. — Gaguejo. Se entrego.
– Claro se você quiser ver mais disso eu vou estar na praia. — Saiu e me deu um beijo na bochecha e eu corei na hora.
Mas que merda Jack por que não podia desistir tão facilmente, heim ?
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