Frankenstain

42 Primavera de 1860


Notas iniciais
Tenho que tirar um dia só pra responder comentário e.e E acho que agora sim esse é meu último capítulo por um tempo, a Unesp é esse final de semana e não tenho mais unhas XP Boa leitura :)

Russo é um ser estranho, para não falar sobrenatural.

Todo bom diplomata dizia: “Quer saber como era a Idade das Trevas? Vá para Rússia”. E Milo tinha que concordar com cada palavra desses diplomatas, pois a Rússia ainda seguia o modelo feudal a risca.

Suserania e Vassalagem era uma regra sagrada, o Comitatus nem se discutia e o Imperador era supremo. Isso não existe em mais nenhum lugar do mundo!

O calendário era atrasado, as estações não batiam com os meses! Como aquele povo podia viver daquele jeito?! Enquanto era Setembro no mundo inteiro, na Rússia era Agosto!

Sem contar que os Russos não conversavam, elas brigavam e ameaçavam em diferentes níveis. Até um “Eu te amo” dos mais melosos e enjoados virava um “EU VOU TE MATAR!!” quando era um Russo falando!

Houve um momento em que foi pedir informações para uma criança. Ela lhe respondeu educadamente e lhe explicou tudo o que desejava saber, mas a todo o momento pensava que a criança só estava esperando a oportunidade certa para lhe nocautear.

Definitivamente, existiam os Filhos de Théos e existiam os Russos.

Russos eram Russos, ponto.

Mas isso não tinha relevância no momento, estava ali para achar mais um ramo de sua família.

Na verdade eram os Descendentes de Cygnus, os Bluegraand, que estava procurando, mas eles ainda faziam parte de sua família porque a Matriarca da família era Mestra Natassha, que, graças, ainda estava viva e forte.

Tudo o que precisou foi mandar uma carta e esperar a resposta.

¬ E o que ainda está fazendo do lado de fora dos muros? – riu com a resposta de uma linha.

Em comparação com as outras cidades, na verdade feudos, a cidade dos Descendentes de Cygnus era muito mais aceitável.

A cidade em si lembrava muito aquelas ilustrações vistas em livros sobre cidades gregas antigas.

Sua muralha externa abrigava as casas e comércios. Grossa e imponente, nada atravessaria aquela muralha mesmo que quisesse. O povo estava bem protegido e podia confiar.

As muralhas internas eram ainda mais imponentes e grossas, pareciam verdadeiras escarpas da Península Balcânica. O lugar mais parecia uma Ágora grega do que uma cidadela medieval, no entanto, não perdia seu caráter por conta da gigantesca catedral gótica.

Os soldados ou guardas, seja lá como atendiam, eram uma mistura interessante do antigo com o atual. Vestiam peitorais, ombreiras e manoplas de armadura, todas em um tom bastante bonito de azul. Suas vestes e condecorações eram semelhantes às de militares de qualquer cidade europeia. E em suas cinturas repousavam armas de fogo alemãs e sabres de cavalaria.

Foi nesse momento de observação que um deles lhe abordara, segurando seu braço de forma firme e ainda respeitosa.

¬ Você é o Milo? – questionou o mirando profundamente, quase inquisidor. – Servo da Casa de Wyvern?

O rapaz aloirado que o abordara lembrava vagamente seu criador, mas algo nele também lhe lembrava de Cygnus. Parecia cansado, como se o estivesse procurando há muito tempo e talvez estivesse, mandara uma carta anunciando sua chegada afinal.

¬ Milo Dilitírio. – apresentou-se com a mão no peito, porém sem tirar os olhos da mão que prendia o braço, um pedido mudo para ser solto. – E o senhor?

¬ Alexer Piotroevich Bluegraand. – soltou-lhe ao perceber o olhar que lhe era dirigido. – Mas como posso confiar em suas palavras?

O rapaz o mirou um tanto desconfiado.

Notou que em seu peito repousava uma cruz cristã, só que as pedras preciosas marcavam onde estariam as estrelas que formavam a constelação de Cygnus e não as pontas da cruz, onde estariam as mãos, cabeça e pés do Filho do Homem.

Milo acabou foi sorrindo, nem de longe ele era um soldado raso.

¬ Have vos umquam senserit mundus?

O rapaz se assustou a principio, mas logo ergueu as mãos para o céu, um louvor silencioso, e logo voltou a mirá-lo de maneira mais branda.

Balançou a mão, pedindo para que o seguisse e passou a guiá-lo até a cidade alta.

¬ Quod lux sapientiae dirigendos pedes nostros. – respondeu durante a caminhada.

Enquanto subiam, observava com atenção aquele grupo.

Se impressionou em como os Descendentes de Cygnus completavam os de Phoenix e Andrômeda ao mesmo tempo em que eram completos opostos.

O mesmo valia para os próprios Santos, diga-se de passagem.

Enquanto que os Sintza receberam Milo com uma armadilha e armas apontadas em sua nuca, os Bluegraand foram mais educados.

Estavam armados também, e bem atentos aos seus movimentos enquanto o rapaz o guiava, mas pelo menos não apontavam nada para si e muito menos pareciam prontos para arrancarem a sua cabeça a qualquer instante.

Bom, essa era a vista que tinha daqueles que eram evidentemente militares, mas o povo era como o de Phoenix e Andrômeda.

Brincavam de correr com os filhos e irmãos. Ficavam sentados na frente de suas casas, conversando com um amigo enquanto costurava uma roupa ou limpava a arma de caça. Trabalhavam em suas plantações, plantações do senhor feudal ou vendinhas na praça central.

Apesar de todos terem traços duros e frios em seus rostos, eram como seu Cygnus. Alegres na medida do possível.

¬ Milo! – a voz amorosa e carinhosa o recebeu.

¬ Mestra Natassha! – correu abraçá-la assim que a avistou.

Estava cheio de saudade, chegando a tirá-la do chão e girar de tão feliz que estava, sentia muitas saudades daquela que praticamente foi sua mãe.

Natassha o ensinou a ler. O ensinou a escrever seu nome e algumas outras palavras, pois não tivera de ensinar tudo. O ensinou a se portar. Ensinou como tratar os outros. Ensinou-o como as mães ensinam os filhos. Ela era sua mãe e a amava como tal.

Só tinha algo que estranhou na bela mulher de madeixas cor de ouro.

¬ Sua beleza não mudou nada! Continua com pele, rosto e cabelo de moça! – dizia todo feliz, deixando-a cada vez mais corada. – Como se manteve tão jovem? E porque cortou os cabelos? Eram tão lindos quando estavam no meio das costas.

¬ Essa é minha neta, Milo. – responderam ao seu lado.

Afastou-se e mirou uma senhora de cabelos prateados sentada numa cadeira de rodas, em seu colo repousava uma coroa de flores e seu olhar era o de uma mãe.

¬ Hey! – o rapaz, Alexer, aproximou com uma careta. – Que eu saiba não é casado com minha irmã!

Na mesma hora soltou a jovem e encolheu os braços contra o corpo o tanto que era possível, o rosto queimava de forma incomoda e uma vontade absurda de sumir se apossava de seu ser.

¬ Desculpa. – aquela voz fina era realmente sua? – Perdão. Eu realmente pensei que era Mestra Natassha.

¬ Tudo bem. – a jovem estava tão ou mais envergonhada. – Papai sempre disse que pareço com a vovó quando mais nova.

Mesmo assim não foi o bastante para tranquilizar ninguém, e Milo logo foi se lamentar e implorar perdão no colo da verdadeira Mestra Natassha.

¬ Está tudo bem, Milo. – ergueu seu rosto e o coroou com as flores, em seu rosto cansado dos anos um sorriso de menina e em seu olhar um amor incondicional. – Continua um valoroso e belo homem. Alegra-me saber que está bem e que luta pelo bem. – beijou sua testa. – Seja bem-vindo, Graecus.

Graecus ou Grego, assim que ela o chamava por conta de seu nome vir do grego.

Chamava-lhe assim apenas quando queria sua atenção para o estudo ou simplesmente queria lhe dispensar um carinho típico de mãe.

O loiro deixou-se sorrir com alegria e saudade.

¬ Mitéra... – deitou a cabeça em seu colo e ali ficou.

Sua visita, no que diz respeito à parte “política” dela, foi como todas as outras, a diferença se encontrava na relação que tinha com a Matriarca da família, que na verdade era uma Descendente de Aquarius.

¬ Não sou a Wánax dessa família, mas sou a senhora destas terras. – disse a idosa. – Meu filho, o verdadeiro Wánax, não lhe negará nada, principalmente por ter o meu aval.

¬ Vovó. – chamou a moça. – Tem certeza? O tio é meio orgulhoso.

¬ Absoluta. – respondeu e já voltando a atenção para o neto. – Alexer. Quero que você noticie seu Lednik na capital, ele certamente vai deixar quando explicar a situação. E Natassha, quero que você já vá separando os guerreiros que atenderão nosso Senhor, não se esqueça de que devem ser todos Bluegraand.

¬ Sim senhora. – os dois responderam de imediato, beijaram seu rosto e se retiraram para cumprir o instruído.

Natassha, conhecida pelo povo como Natalya Akvarium, fora casada com Luká Nikolaevich Bluegraand – severo com todos os homens e gentil com todas as mulheres – e lhe dera três filhos homens.

O mais velho, Alexei Lukanoevich Bluegraand, foi para Igreja, onde se tornou bispo e residia na capital junto da família imperial. Não negava um único pedido que viesse da mãe, não importava qual pedido fosse.

O mais novo, Piotr Lukanoevich Bluegraand, se tornou soberano naquelas terras, no entanto, perdera a vida em um acidente de caça alguns anos antes. Era pai de Natassha e Alexer, cuja mãe morreu no parto da filha, e tratava a mãe como se fosse o centro do universo.

E o do meio, Lednik Lukanoevich Bluegraand, para o Exercito, onde era general e se responsabilizava por sua amada cidade e a capital.

Também era de confiança da família imperial, o Wánax de Cygnus por conta de seu treinamento militar e o cosmo poderoso que tinha, e sua fidelidade à causa de seu Senhor era invejável, além de que era um guerreiro imbatível.

Fazia-se de durão e frio perante todos, quando na verdade tinha um coração relativamente fraco e fazia tudo e até mais do que a mãe pedia.

Ou seja, se Natassha falava, ele apenas acentuava as palavras da mãe.

¬ Milo. – chamou quando os netos se afastaram. – Tem algo a mais que preciso lhe contar.

¬ O que? – agora estava preocupado.

Nunca antes de se casar tinha ouvido falar daquele mundo que era uma constante para Milo.

Nunca antes se quer imaginara que sua família tinha razões mais profundas do que status para casá-la.

E nunca antes imaginou que teria uma função tão importante dentro daquelas famílias.

A família Aquarion tinha total conhecimento de seu dever sagrado até o avô Krest, que por alguma razão acabou não passando essa verdade adiante, e ele, sabendo que os Descendentes de Aquarius e Scorpius estavam definhando, propôs a uniam das famílias.

As famílias Dilitírio, Aquarion e Bluegraand deveriam se unir em uma única família, para que assim todas as famílias sobrevivessem ao menos no sangue.

E assim começou.

Primeiro casou sua filha Pandora com Radamanthys, cujo sangue era limpo o bastante para garantir uma linhagem pura dos Aquarion. Depois casou seu filho pelo mesmo motivo, garantir uma linhagem pura.

Depois casou os netos, Dégel e Serafina, entre si para firmar o sangue. Então casou a outra neta, Natassha, com um membro da família de Bluegraand, justamente para gerar herdeiros que pudesse casar com os filhos de Dégel e Serafina. E passou a procurar uma jovem para casar Kardia, a fim de purificar também o sangue Dilitírio.

Mas não deu tão certo quanto ele queria.

Natassha só ficou sabendo de todo esse esquema depois de casar e ter seu primeiro filho, e ainda ficou sabendo por que o marido decidiu lhe contar justamente para evitar problemas.

Kardia, um membro da Família Real dos Dilitírio, não teve um único herdeiro sanguíneo e seus parentes restantes estavam com o paradeiro desconhecido, só se sabia que estavam em algum lugar da Prússia.

Dégel teve apenas um filho, sendo que a família rezava para ser uma menina. Então o filho deste se casou e teve dois filhos, sendo que todos continuavam a torcer por uma menina.

E Natassha também só teve filhos homens, parecia que quanto mais se rezava por uma menina mais rapazotes nasciam.

Ao contrario do resto do mundo, os Descendentes davam preferência à filhas e não filhos. Ficavam felizes não importando se fosse menino ou menina, mas sempre davam uma verdadeira festa quando era menina.

Não se importavam muito com os nomes, não achavam que existia a necessidade deles serem passados para frente, eles davam valor ao sangue. O sangue tinha que viver e a chance dele viver eram maiores quando se tinha mais filhas do que filhos.

Tudo o que precisavam para unir aquelas famílias era uma mulher e não tinha nenhuma, principalmente dos Dilitírio, que todos julgavam ter morrido com Kardia.

Mas foi então que veio o milagre disfarçado de crise.

O marido de Natassha era um marido maravilhoso, muito atencioso e carinhoso, um verdadeiro exemplo matrimonial.

Só que o homem não resistia umas escapadelas.

Em uma de suas viagens para a Prússia, teve mais um caso para sua longa lista com a dona de uma taberna – detalhe que a mulher não tinha uma perna – e voltou pra casa com uma menina recém-nascida e um projeto de homem.

Natassha naturalmente o recebeu com vasos, estatuetas, bustos, livros, colheres, atiçador, panelas e os mais diversos impropérios, afinal até aquele dia nunca tinha sentido um chifre.

Mas acabou sentando, conversando e aceitando criar a menina e o tio – o projeto de homem que veio junto – como se fossem seus filhos.

Depois daquele dia queria mais que o marido morresse, porém os Deuses tiveram pena de si apenas depois de parir o terceiro filho, momento este em que todos diziam que o marido morrera para que o filho nascesse.

Enfim.

Começou a educar as crianças, começou a se apegar e aprendeu a amá-las como se de fato fossem suas, e logo mais descobriu o verdadeiro nome delas.

Dilitírio.

Aquelas duas crianças, ou melhor, aquela menina e aquele projeto de homem, eram Descendentes de Scorpius.

O sangue a aquela altura já estava apurado em todas as famílias e já se misturava naquele caso.

Ninguém foi forçado a nada, as coisas aconteceram naturalmente e, incrivelmente, como avô Krest planejara.

¬ Milo. Quero que conheça sua “irmã”. – apresentou-lhe a jovem servente. – Sônia Yvonevna Dilitírio Bluegraand.

¬ É um prazer conhecê-lo Wánax Milo. – disse a menininha com um breve sorriso.

¬ Wánax? – seu rosto se contorceu em confusão. – Não sou um Wánax, muito menos o de Scorpius.

¬ É sim. – disse a menina apontando para sua mão. – Está com a Água Marinha de Scorpius. Somente os Wánax de Scorpius carregam essa pedra no anel de ferro.

Mirou o anel herdado de Kardia no mesmo instante.

A pedra azulada parecia brilhar mais intensamente, como se reconhecesse que existia um igual por perto.

¬ Ela é uma Dilítirio? – se fosse, não parecia nada com Kardia.

¬ Certamente. – disse a mais velha. – Agora seu sangue é misturado, metade do sangue é Dilitírio e a outra metade é Bluegraand. Mas ela ainda é uma Dilitírio e uma das mais fortes tenha certeza disso.

Milo então se ajoelhou na frente da menininha, de forma que ficasse de sua altura, e tirou o anel de seu dedo.

¬ S-Senhor...? – e menina deu um passo para trás.

Milo apenas estendeu-lhe o anel com um leve sorriso.

¬ Sou um Dilitírio apenas de alma. – disse gentil. – Você é uma Dilitírio de corpo e alma. Apesar deste anel ser uma herança do verdadeiro Wánax, tenho certeza de que ele me apoiaria no meu julgamento de que esse símbolo de liderança vai ficar muito melhor nas mãos de uma verdadeira Descendente de Scorpius.

¬ M-Mas... Mas..! – tremia igual um graveto.

¬ Aceite querida. – disse a senhora com um sorriso. – Ele sabe o que diz e faz.

A menina apanhou o anel ainda tremula e puxou uma correntinha de dentro da roupa, onde prendeu o anel e voltou a colocar a correntinha com o anel por baixo dos tecidos.

¬ Obrigada. – disse a pequena.

¬ De nada. – sorriu. – E se alguém achar ruim, fala que foi Milo Dilitírio quem deu e que se continuarem te irritando eu vou ir atrás desses chatos. Aliais... – voltou-se para Natassha. – Quero levar essa menina comigo. Uma Dilitírio tem que saber o gosto da liberdade.

¬ Acredito que os pais dela permitirão. – disse a senhora sorrindo. – Todos os Dilitírios gostam de aproveitar a vida afinal de contas.

¬ Então está feito. – concluiu sorrindo.

A menina apenas correspondeu ao sorriso do loiro a sua frente, não sabia quem ele era, mas sabia que seu coração devia ser tão bonito quanto os dos Santos à quem serviam.

¬ Obrigada, meu Senhor.

¬ A partir de hoje sou seu professor e amigo, não senhor. – corrigiu. – E pode me chamar de Milo. – sorriu infantil, fazendo-lhe um leve afago.

Para o homem, é fundamental ter um guia tanto quanto é fundamental respirar.

Notas finais
Eu não traduzi as falas porque eu presumi que vocês já tenham decorado o que significa XP Só pra avisar, como sempre, "Mitéra" em grego significa "Mãe" :) Os nomes apresentados são todos de personagens normais de Saint Seiya, ou então são variantes do nome da mesma personagem: "Alexer. Natassha (neta). Piotr. São personagens da saga solo do Hyoga (Natassha no País do Gelo) que foi substituída no anime pela Saga de Asgard :P Mestra Natassha é Mamãe. Uma das variantes de seu nome é Natalya e o Akvarium significa Aquário em russo, que seria o Aquarion do sobrenome francês dela :P Luká é a variante do nome Lucas, que é o nome que mais se aproxima do significado de Mitsumasa. Sim minha gente, o marido da Natassha é Mitsumasa Kido, pai de todos XD Alexei é um nome muito usado aqui entre as fics para definir o Hyoga e eu o adotei para chamar uma das personagens, mas ele não é o Hyoga. O verdadeiro Hyoga é o Cygnus, não esqueçam. Mas eu também coloquei meio que mais um Hyoga nessa história, poi o nome Hyoga significa Geleira e Lidnik é a palavra russa para Geleira XD E russo tem um bagulho estranho nos nomes, eles sempre tem um segundo nome que na verdade pode ser interpretado como Filho de Fulano XP" Estou lançando uma campanha: "Vamos Transformar Os Personagens Do Ômega Em Alguma Coisa Já Que Não Consigo Escapar Deles!" :) Enfim. Espero que tenham gostado :) Bjs. L :3