Four Hearts

2 Capítulo 2 Rehab


Notas iniciais
Rehab trás o começo da nova fase de Blaine no Brasil após reprovar em Boston, com o apoio de sua mãe de sua amiga Marley e Santana ele consegue achar força nessa sua nova etapa.

A campainha toca e Blaine rapidamente corre e tranca seu quarto, vai direto para sua cama, Cleide vai até a porta e antes de abrir ajeita seu uniforme. Ao abrir ela fica tensa com a pessoa que havia tocado a campainha.

Sue - Boa Noite Cleide, avise Nelly que cheguei.

Cleide - Sim senhora, avisarei que chegou, fique a vontade — Cleide vai até o quarto da Dr.Nelly e bate na porta, e entra após autorização de sua patroa – Senhora?! A Senhora Sue acabou de chegar e lhe aguarda na sala.

Nelly - Obrigada meu anjo, avise que vou demorar um pouco, mas que vou descer.

Cleide — Sim senhora — Ao passar enfrente a porta do quarto de Blaine, Cleide bate e tenta abrir, mas ver que a porta está trancada, então ela chama por Blaine – Meu menino você está ai? Sou eu Cleide, por que está com a porta trancada meu anjo?

Blaine - Não quero ver ninguém Cleide, por favor — se encolhe em sua cama

Cleide - Abra essa porta meu anjo, me deixa ao menos entrar antes que sua mãe perceba que tem algo errado e ligue pro seu pai e sei que não quer isso, converse comigo - ela fica com as duas mãos na porta.

Blaine - Tudo bem - Levanta de sua cama e bem devagar abrir a porta, começa a rodar a chave e destranca a porta e rapidamente Cleide entra e fecha, Blaine vai até perto de sua janela e fica observando a chuva ficar mais fraca e então baixa a cabeça.

Cleide — Meu Anjo não fique triste, tudo isso vai passar, seu pai falou tudo àquilo de cabeça quente, ele só quer o melhor para você, e sua mãe está do seu lado - Dá um abraço em Blaine — Vai ficar tudo bem meu anjo, pode esperar que sim.

Blaine - Reza por mim Cleide, porque escutar tudo aquilo dele não foi nada fácil, sinto cada palavra dele aqui dentro do meu peito, ele sabia que eu não estava preparado para morar Fora do Brasil e muito menos freqüentar aquela escola em Boston, o fato de eu ter reprovado o primeiro ano lá fez com que ele sentisse vergonha de mim, mas eu não tive culpa — Retribuí o abraço.

Cleide - Como eu disse meu anjo, tudo no seu tempo - Continua o abraço e solta fazendo um carinho no rosto de Blaine, então se despede e sai do quarto e vai direto para a sala onde Sue Aguarda Nelly – Senhora Sue a Dona Nelly já está descendo, deseja algo?

Sue - Que desapareça da minha frente e traga-me um café bem forte e amargo.

Cleide — Sim senhora! Volto já — Nelly então com pouco tempo desceu e foi ao encontro de Sue, elas se conheceram quando Sue se mudou para o condomínio fechado, mesmo com a família de Blaine não fosse de falar muito com as pessoas elas acabaram criando um vínculo de amizade, pois Blaine sempre foi muito simpático com todos os que ali moravam e foi assim que conheceu Brittany e logo se deram muito bem fazendo com que as mães se conhecessem.

Nelly - Olá querida, que bom te ver – recebe Sue com um abraço e um beijo em cada lado da face.


Sue - O prazer é todo meu querida, então pra que me chamou? Aconteceu algo? – Retribui o beijo.


Nelly - Vamos conversar no escritório, assim poderemos falar melhor sobre o assunto - Então Nelly vai com Sue até o escritório de seu marido — Entre, por favor, e sente querida — vai na outra cadeira e senta.


Sue - O que houve Nelly, estou preocupada - Senta e fica atenta.


Nelly - Primeiramente obrigado por vir, como você sabe o meu filho foi estudar fora porque o Will insistiu nessa ideia maluca que não sei porque concordei, ele acabou que reprovando o primeiro ano em Boston, desde que Blaine voltou a relação deles não são nada boa, estou preocupada porque ainda não matriculei meu filho porque sempre foi meu marido que cuidou disso, então tenho que fazer isso, mas estamos em Janeiro e não sei uma escola boa, na que ele estudava ele não quer mais, e estou sem referências e como sei que você é psicóloga de uma escola quero saber como é lá- Segura a mão de Sue.

Sue - Bem delicada essa relação e complicada também, eu sabia que não era uma boa ideia ele morar fora e tão novo, sei que ele estava com sua irmã lá, mas isso não compensa, vou te ajudar, a The Elite foi considerada a melhor escola do nordeste e a segunda melhor do país com os maiores números de aprovados em Medicina, engenharia, psicologia e etc. Será uma ótima referência para o seu filho, além de ter uma ótima estrutura lá só estudam filhos de pessoas altamente importantes e influentes, o que é bom para que possa fazer bons laços de amizades, não é verdade?

Nelly — Sabia que poderia contar com você minha amiga, não está fácil cuidar de tantas coisas, e não posso deixar meu filho de lado, e quando podemos marcar para ir à escola?

Sue - Se você quiser podemos ir agora mesmo, ainda está cedo e agora que anoiteceu, o funcionamento lá é até as 21h, é uma ótima oportunidade.

Nelly — Podemos sim, aproveitar que não estou de plantão esta noite, me dá só um minuto Sue — Nelly pega o telefone e liga para a cozinha e fala com Cleide — Cleide meu amor, me faça um favor, vá ao quarto de Blaine e peça para ele se arrumar que vamos sair, e peça ao motorista que esteja pronto daqui a vinte minutos, ok? Eu sei que Blaine lhe escuta.

Cleide - Sim senhora, vou deixar o café da senhora Sue e seu Chá.

Nelly — Não é necessária minha querida, estamos de saída, mas obrigada mesmo assim. - Desliga o telefone do escritório

Sue - Você se da muito bem com sua empregada - Passa a mão no queixo e fica olhando Nelly.

Nelly- Graças a Deus, ainda bem que tive sorte de ter uma pessoa assim como ela aqui em casa, confio nela 100%, além de tudo a filha dela é muito ligada ao meu filho e ele também e muito ligado a Cleide.

Enquanto Nelly e Sue conversam no escritório, Cleide vai até o quarto de Blaine para dar o recado que sua mãe mandou, ela sempre soube entender ele e isso faz com que ela seja uma espécie de canal para convencer ele a fazer coisas que a mãe dele quer que ele faça. Depois de algumas batidas na porta do quarto ele resolve abrir a porta novamente.

Cleide - Meu querido sua mãe me pediu para que eu viesse falar para você que se arrume que dentro de 20 minutos vocês vão sair.

Blaine — Sair pra onde? — Faz uma cara de tenso.

Cleide — Não sei meu querido, ela não me disse, mas acho melhor você ir, ela está com a senhora Sue, provavelmente vocês vão sair.

Blaine - O que ela está fazendo aqui?

Cleide — Eu não sei meu querido.

Blaine — Não vou com a cara dessa mulher, sei lá, o jeito que ela olha pra pessoas me incomoda, ela tem um querer de ar de superioridade, chego a ter pena dela, deve ser uma mal amada.

Cleide — Concordo com você, mas vamos não se atrase. Vou rezar aqui por você.

Blaine - Obrigado meu anjo mais cute cute cute – sai correndo atrás de Cleide no seu quarto até da um abraço nela bem forte e cair na cama com ela onde ambos soltam muitas risadas.

Cleide — Blaine Blaine Blaine para com isso, vou ficar toda amassada – rindo muito.

Blaine — Que nada, você é a pessoa mais profissa que eu conheço e que tenho a sorte de ter por perto.

Cleide - Ah meu menino, não sabe o quanto fico feliz por ouvir isso – Passa a mão no rosto de Blaine — Você tem um bom coração, merece ser muito feliz, você não deixa o dinheiro subir na sua cabeça, sempre foi esse meninão alegre e de bem com a vida – Se emociona ao falar.

Blaine - Aprendi com você que as melhores coisas da vida estão nas coisas simples e pequenas – Se emociona — Agora vaza gatinha, não quero ficar chorando, vou me arrumar e enfrentar a coruja velha da Sue.

Cleide — Ande ande ande, rápido viu.

Blaine — Sim senhora capitã – Se despede de Cleide e logo vai se arrumar, quando ele termina o seu celular toca – Alo? Santana?

Santana — Oi Bê, que saudades, finalmente consegui te ligar.

Blaine - Resolveu pagar a conta do celular? — risos

Santana — Engraçadinho você.

Blaine - Eu tento, escuta Santana vou ter que desligar, vou sair com minha mãe e provavelmente a senhora Sue.

Santana - Oh Cristo, cuidado para não virar um bicho como a Sue, não sei o que ela tem contra mim, mas um dia ainda descubro.

Blaine - Pois comece logo sua investigação Girl, estou indo, bye bye- Blaine desce a escada e vai ao encontro de sua mãe – Boa noite.

Nelly — Boa noite meu anjo, pontual como sempre, ou quase.

Sue — Boa noite meu caro Blaine, como tem passado?

Blaine - Bem obrigado, e você?

Sue — Não poderia estar melhor — um sorriso simples

Blaine — Que bom — coloca as mãos no bolso do calção.

Cleide — Com licença, o motorista Cesá já lhe aguarda senhora.

Nelly - Obrigado.

Blaine — Mãe vou chamar Marley, não quero ir sozinho.

Nelly — Claro, aproveito e matriculo ela na mesma escola, já que esse ano seu pai não vai fazer isso e será bom vocês dois na mesma escola.

Sue - Acha mesmo necessário? Brittany e Quinn podem ir conosco.

Blaine - Claro que acho, o carro da para sete passageiros e espaço não falta, principalmente para Marley.

Sue — Tudo bem, foi só uma sugestão — lança um olhar fixo para Blaine.

Blaine - desnecessária, mas enfim — então ele vai até a cozinha onde sua amiga esta ajudando sua mãe — Marley vamos comigo na escola que minha mãe quer nos matricular? acho que minha mãe chamou a Sue para me matricular lá, não quero ir sozinho e se você não for eu me recuso a ir, ai sabe, vou criar uma guerra civil – cruza os braços.

Marley- Você não faria isso não é? Eu nem estou arrumada.

Blaine — você está linda, sempre foi a segunda mais linda da minha vida depois da minha mãe claro, vamos, ta decidido, sei que a Cleide está do meu lado.

Marley – Tudo bem, vamos logo, mas acho que ainda sim eu poderia concorrer a uma bolsa, eu não me sentiria a vontade, seu pai desde quando eu era pequena que pagou minha escola e eu queria algo que eu conquistasse.

Blaine — Então vamos que o César já está nos esperando no carro – Segura na mão de Marley e os dois se despedem de Cleide – Vai dar tudo certo amiga, ainda estou surpreso com essa idéia da minha mãe, mas sei que meu pai não ta mais nem ai pra mim do que eu faço ou deixo de fazer.

Marley – Seu pai gosta muito de você, isso vai passar, é tão bom ter você de volta Bê – Eles param antes de chegar no carro e os dos se abraçam.

Blaine – Eu espero que sim – Os dois chegam no carro e Cesá abre a porta para eles que senta nas ultimas cadeiras e logo depois Blaine avista Brittany e Quinn – Oi meninas, vocês vão também?

Brittany – Vamos sim, estudamos lá e vamos mostrar algumas coisas pra você – Ela dá um doce sorriso e cumprimenta Marley que retribui.

Nelly – Entrem meninas, iremos todos juntos, ah e coloquem os cintos, todos, inclusive você Sr.Blaine.

Blaine – OK mãe, vamos logo, pode ir César, quero chegar logo em casa e dormir – Então todos vão em direção ao The Elite, demoraram um pouco já que por contas de algumas obras o trânsito ficou um pouco caótico, parecia que o tempo passava rápido para Blaine e mil coisas passaram por sua mente, nem as musicas que ele escutava estavam aliviando, estava sentindo um pressentimento que não sabia ao certo se era bom ou não. Ao chegar na escola ele fica um pouco assustado com o tamanho dela, o carro passou pela entrada do colégio no qual os portões eram degrades como de um castelo e César entrou com o carro e subiu em uma rampa que os carros subiam para os alunos descerem e entra na escola ou os interessados (pais), o colégio The Elite parecia com um castelo, ele foi tombado e não poderia sofrer reformas por fora da estrutura, por dentro, ele pertenceu a um homem muito rico no qual morreu por conta que sua mulher morreu junto com seu filho no parto e depois de muitos anos dona Josefa Meneses comprou a mansão e fez dela um colégio, o colégio tinha tudo de mais moderno e era de 5 andares, nela tinham: Elevadores, muitas salas, três quadras de esporte, salas de jogos, restaurantes variados, duas praças, e a piscina que era no centro da escola no qual lá em cima o teto era de vidros com figuras de anjos, fora do colégio o terreno era grandes e com árvores européias e de vários outros países, na entrada havia uma enorme fonte. Todos descem do carro e César leva o carro pro estacionamento e fica esperando sua patroa.

Sue – me sigam, levarei vocês no escritório para conhecer a diretora – Blaine, Nelly e Marley ficam encantados com a estrutura por dentro do colégio, tudo muito organizado, menos uma parte que ainda estava em reforma, Sue fala com a secretaria e entra só na sala – Olá, boa noite Sr.ªJosefa trouxe uma amiga minha para que ela posso matricular o filho dela, sei que as matriculas já foram encerradas, mas ela não é a mãe de qualquer aluno, ela é uma Leoni e o filho dela reprovou no exterior e agora ela quer matricular o garoto, e eu sei que um Leoni estudando nessa escola deixara o colégio com um enorme prestígio.

DT. Josefa – Eu entendo, realmente é uma honra, e outra não podemos negar educação, pode deixá-los entrar – Sue sai da sala e chama Nelly e todos.

Nelly – Olá, boa noite sehora... – Sue diz o nome de Josefa – Josefa creio que Sue já deve ter explicado minha situação, Blaine acabou de chegar e está só uns dias no Brasil, Sue me disse coisas excelente a respeito dessa escola, e quero matricular meu filho e a Marley aqui, então...

DT. Josefa – Ela me contou sim, claro que podemos fazer algo, não podemos negar educação, lhe garanto que aqui ele vai aprender muito, temos excelentes professores e dentre outros profissionais, aqui está uma lista do que precisa pra matricular, o valor da mensalidade é de 3.500 nos dois primeiro semestre, e nos dois últimos 3.800, e caso ele fique de recuperação haverá uma taxa de 5.000, sei que o valor é u pouco alto, mas...

Nelly – Dinheiro não é o problema Srªjosefa, só quero ele estudando, então vamos acertar tudo dele hoje, eu trouxe os documentos e a minha renda, amanhã vou trazer a mãe da Marley, mas será eu que pagarei, ela é muito querida pra mim – Marley interrompe.

Marley – Dona Nelly está muito caro e não é preciso gastar essa fortuna, eu posso concorrer a uma bolsa em outras escolas, realmente não é necessário.

DT. Josefa – Pois bem menina, você pode concorrer a uma bolsa aqui em nossa escola, você se matricula aqui e dependendo da sua nota haverá um desconto, tenho alunos que estudam de graça aqui porque obtiveram 100% de sucesso em suas provas, Finn Netto é uns dos nossos melhores bolsista, em quatro anos ele faz as provas e consegue quase 90% de aprovação, podemos marcar pra você, quer tentar?

Marley – Claro que quero, então venho com a Sr.Nelly para acertar tudo.

DT. Josefa – Ótimo, então comece a estudar logo, vou abrir uma exceção por respeito a família Leoni, e outra, a prova será de também de duas línguas, você escolhe amanhã, ok?

Blaine – Agora eu sei porque ninguém procura bolsa aqui – sussurra perto de Marley – Sei que vai consegui, você é boa no que faz – sorrir – mãe darei uma volta na escola para conhecer e tals, vou na frente com Marley e as meninas que já estudam aqui.

Nelly – OK meu amor, cuidado, vou logo atrás quando fechar tudo aqui.

Blaine – Beijos – Então Ele, Brittany, Quinn e Marley saem da sala pra conhecer as dependências da escola, Brittany virou uma espécie de guia e mostrou as quadras, piscina, e tudo o que tinha pra mostrar – Nossa Brittany você já tem um emprego garantido, de guia de escolaTodos riram.

Brittany – Olha que eu vou cobrar por cada passo que eu dou querido kkk

Quinn – Aqui é o laboratório, não temos acesso, só em dias de aula.

Blaine – Olha, eu preciso ficar um pouco só, espero que vocês não se importem eu vou lá em baixo e dar umas voltas por lá, não to muito bem.

Marley – Quer que eu te acompanhe? – Toca no ombro dele.

Blaine – Não é preciso, eu vou só, se cuida, encontro vocês lá em baixo – Então ele vai até o elevador e vai para o solo, ao descer ele vai por um corredor no qual há varias fotos de alunos e suas conquistas, logo ele avista uma luz no fim de um corredor, uma luz amarelada iluminando um espaço que ele não identificou, então seguiu em frente desviando dos matérias de construção, e aquela sensação havia voltado, seu coração ficou mais apertado, era um energia que ele sentia a cada passo, uma mistura de medo e pressentimento, ao chegar no final do corredor ele ver um ginásio, era grande com arquibancada e uma espécie de camarotes em cima, a luz amarelada era de um poste pequeno que estava ali temporariamente, ele foi até o centro do ginásio e molhou seu sapato em uma poça de água, ele olhou tudo em volta e sentiu uma angustia e uma chuva começou a cair sobre a cidade e o teto do ginásio fazendo um barulho forte, ele não sabia porque tudo aquilo estava acontecendo – O que está acontecendo? Por que sinto esse aperto no meu peito? – Então alguém chega.

Ângela – Ei menino? Você se chama Blaine? – Vai andando até o centro da quadra onde ele está.

Blaine – Sou eu sim – Sorrir

Ângela – Sua mãe e a Diretora mandaram lhe chamar, sou Ângela e sou a zeladora – Sorrir

Blaine – Prazer Ângela, e obrigado por me avisar, nos vemos no meu primeiro dia de aula – Ele então se despede e volta para o escritório – Hey mãe, voltei.

Nelly – Onde estava? Eu já conheci a escola e adorei, já está matriculado e amanhã volto com a mãe da Marley pra acertar a matricula da filha dela, se quiser vim pode vir, agora vamos porque eu tenho plantão amanhã à tarde, vida de diretora de hospital não é mole kkkk – segura a mão de Blaine e vão até a rampa onde o motorista já esta aguardando, então todos entram no carro e volta pra casa, ao chegar Nelly, Marley e Blaine se despedem das meninas e de Sue, eles entraram e ao entrar ele sobe direto pro quarto e se tranca, o aperto que ele sentiu não saia da sua cabeça. Nelly foi para o quarto e pediu um chá para dormir e Marley foi pra cozinha.

Cleide – Já chegaram meu amor, e ai como foi?

Marley – É muito mais do que eu esperava, mensalidade muito alta, 3.500 reais, e eu não pude aceitar, a dona Nelly disse que pagaria, disse que eu preferia fazer uma prova pra concorrer à bolsa e a diretora topou, vou estudar amanhã assim que acordar, eu vou conseguir 100%, agora vou pro meu quarto, e mãe... A dona Nelly pediu o chá dela.

Cleide – Eu vou levar pra ela, e meu amor... Eu sei que vai conseguir essa bolsa, você é muito inteligente. Boa noite meu anjo – Cleide prepara o chá e vai deixar no quarto de Nelly, e depois sai e vai novamente ao quarto de Blaine e bate – Meu menino sou eu, Cleide – Ele abre a porta.

Blaine – Oi Cleide? Posso ajudar em algo?

Cleide – Pode sim, me dizer o que ta acontecendo, se você está tenso por conta do seu pai eu quero que não fique, ele viajou de cabeça quente e ele chega da França amanhã, ele estará mais calmo, durma bem e não fica preocupado – Ela sai do quarto e vai pro seus aposentos e descansa para o novo dia, e Blaine volta pra sua cama e logo adormece sobre seu livro

Notas finais
Como disse, a história vai ser contada com detalhes, nada acontece do nada, omentos e afetos serão criados, é uma nova etapa para todos.