Fotografias

21 Nossa Amiga


Notas iniciais
Ei, gente, como vocês estão? Como prometido, aqui está o capítulo de vocês. Espero que gostem, sinceramente. A música do capítulo é: Rindo a toa (Fala Mansa) Boa leitura a todos.

Ao contrário do que Sarah pensava, a festa correu animada durante boa parte da noite. A música ainda era produzida pelos mesmos caras, apenas trocando vez ou outra. Em uma delas, Manu arriscou tocar a sanfona e todos bateram palmas no final da música do Fala Mansa, que ela escolhera tocar, enquanto o vocalista a acompanhava no canto. Sarah ficou admirada com aquilo e pensou no quanto não sabia sobre aquela garota de olhos azuis. Em dois dias descobrira coisas que nunca imaginaria ser possível. Manu tocava sanfona e dançava forró como ninguém. Claro que já a tinha visto dançar com Victor, mas àquele dia havia sido lambada. A dança deles foi linda, mas não tão envolvente quanto as que estava presenciando naquela noite estrelada.

Sarah nunca tinha agradecido tanto a Deus em um único dia de sua vida. Não sabia quantas horas se passaram, mas nada mais importava depois que começaram a servir salgadinhos. Nunca ficara tão feliz comendo uma coxinha de galinha. Chegava até ser cômico.

Já era quase três horas da manhã quando Bento pediu mais uma vez para dançar com Manu. Mesmo que suas pernas reclamassem por causa do esforço, aceitou sem pensar duas vezes. Já tinha tomado alguns copos de cerveja, mas ainda se considerava sóbria. Ambos dançaram ao som da música do grupo Aviões do Forró. Deixou que um dos gêmeos a girasse para um lado e para o outro, pegando firmemente em sua cintura toda vez que voltava para os braços dele. Eram amigos desde criança e nunca tiveram maldades um com o outro. Assim como não tinha com seu irmão, Bruno, e com Fábio. Era como se fossem irmãos.

Enquanto dançava, ora ou outra via Marcela e Fábio rodando pelo centro do quintal, ambos seguindo o ritmo da música como se fossem uma só pessoa. Todo mundo da cidade sabia que os dois se gostavam e Denise contara que era impossível não ver a expressão de felicidade do garoto quando a veterinária voltou de São Paulo. Torcia muito pelos dois, muito mesmo.

Assim que deixou Bento para tomar um pouco da sua cerveja, Manu voltou para onde a galera estava. A próxima música era também de Luiz Gonzaga, porém decidiu ficar um pouco mais ao lado da sua ruiva de olhos verdes. Imaginou se ela não estava enjoada de tanto forró, mas logo apagou essa ideia ao observar o lindo sorriso em seus lábios. Ela estava realmente gostando de tudo e isso a deixava muito feliz. Era tudo que queria, fazê-la sentir parte do seu mundo.

To numa boa, to aqui de novo. Daqui não saio daqui não me movo. Tenho certeza, esse é o meu lugar-a-ar.

– Deus, precisamos dançar essa música – puxou-a pelo braço.

– Calma, eu vou cair – Sarah reclamou, sendo arrastada por ela.

To numa boa, to ficando esperto. Já não pergunto se isso tudo é certo, uso esse tempo pra recomeçar-a-ar.

Manu enlaçou a cintura dela e a embalou no seu próprio ritmo, ao som da música do grupo Fala Mansa. Era antiga, porém um excelente música para se dançar. Não tava nem aí se alguém as olhava e pensava alguma besteira. Sempre dançou com Denise e Marcela desde pequena. Naquela noite não era exceção. Dançou duas vezes com a garota de cabelos ondulados e três com a veterinária. Aquela só era a segunda vez que dançava com Sarah na noite, apesar de segurá-la com bem mais vontade do que as outras meninas. Era como se quisesse que seus corpos ficassem conectados pelo maior tempo possível.

Há-há-há-há-há, mas eu to rindo a toa. Não que a vida esteja assim tão boa, mas o sorriso ajuda a melhorar-a-ar. E cantando assim parece que o tempo voa, quanto mais triste mais bonito soa. Eu agradeço por poder cantar.

Foi nessa hora que a música foi esquecida e a diversão deu uma pausa. Um rapaz alto pousou a mão no ombro de Sarah, chamando a atenção das duas. Por um momento a ruiva pensou que ele era o rapaz mais arrumado da festa, como se quisesse chamar atenção de alguém em especial. A camiseta mamãe-sou-forte laranja deixava os músculos super evidentes, tantos dos braços quanto dos ombros. Usava Nike preto nos pés e um bermudão da mesma cor. Sarah pensou que ele estava parecendo um gari metido a fortão se exibindo com tênis caro. Seus cabelos estavam com tom de quem tinha acabado de tomar banho, bem escuros, com os cachinhos bem desenhados, e os olhos castanho-claros brilhavam enquanto sua atenção era toda voltava para a fotógrafa de cabelos loiros.

– Você permite que eu dance com essa princesa maravilhosa? – Ele perguntou para Sarah, porém não desviava os olhos de Manu.

– Oi, tom – a loira franziu as sobrancelhas, já pensando que estava tudo bom demais para ser verdade. Não tinha ideia de qual seria a reação de Sarah para com aquilo. Ela sempre foi uma pessoa muito explosiva, apesar dos últimos acontecimentos.

– Oi, Manu. Você está perfeita hoje – ele sorriu amarelo e Sarah revirou os olhos. – E então, ruivinha, posso?

– Não, não pode – Sarah respondeu, franzindo as sobrancelhas bem desenhadas e semicerrando os olhos.

– Como não? Ela é...

– Sua ex-namorada, já estou sabendo. Você perguntou se eu permito que você dance com ela e eu te respondi. Não, eu não deixo você dançar com ela – enquanto dizia, Manu segurava sua mão com força.

– E quem é você pra quer algo no lugar dela? – Tom a afrontou.

Sarah quase disse: “A namorada dela!”, porém se manteve em silêncio, pensando no que realmente responder. Nem isso eram ainda.

– Eu não quero dançar com você, Tom – Manu rebateu, livrando a ruiva da situação que se encontrava. Era evidente que Sarah estava morrendo de ciúme. Não podia culpá-la, sabia muito bem o que ela estava passando. Havia passado por algo mil vezes pior que isso.

– Mas, Manu, em nome dos velhos tempos – ele segurou a mão delicada e manteve um aperto firme quando ela tentou puxar. – Por favor.

– Cara, qual parte do “eu não quero dançar com você” você não entendeu? – A ruiva deu um tapa na mão dele, que soltou a dela logo em seguida.

As pessoas começavam a parar de dançar para olhá-los. Com certeza seria O assunto de amanhã de manhã, mas Manu pouco se importava com isso. Numa cidadezinha como aquela os moradores não tinham muito o que fazer, além de tomar conta e fofocar sobre a vida dos outros.

– Não se mete, menina. Você não tem nada a ver com o nosso caso – assim que terminou de dizer, empurrou-a para o lado, obrigando a mão de Manu soltar a dela.

– Você está exagerando, Tomas – ela levantou a voz, se pondo entre a ruiva e ele.

– Tom, para com isso , cara – Fábio disse e Manu não soube explicar como ele chegou tão rápido e sem que ninguém percebesse. – Vamos ficar na boa aqui. Se ela não quer dançar, dance com a Mar.

– Eu não quero dançar com esse brutamonte – a veterinária respondeu, emburrada.

– Você não está ajudando – Bento sussurrou e ela deu de ombros, cruzando os braços como uma criança emburrada.

Fábio apoiou a mão no ombro do rapaz, que era bem mais alto que ele, e suspirou.

– Deixa as meninas, cara. Depois, se a Manu quiser, ela dança com você – tentou mais uma vez.

– Eu só quero que ela dance comigo uma vezinha só. Em nome do que foi o nosso namoro. Eu gostaria de resgatá-lo, se possível – Sarah não conseguiu vê-lo diferente de um cachorro sem dono, abandonado na calçada de uma rua deserta. E a vontade que tinha de socar a cara dele crescia a cada segundo.

– Nós não vamos resgatar nada, Tom. Nosso namoro durou tão pouco que eu nem me lembro dos dias que passamos juntos.

– Só uma dança – ele insistiu e tentou pegar a mão dela outra vez, mas Sarah saiu de trás e se pôs entre eles.

– Cara, dá o fora – sem medo das consequências, Sarah esticou os dois braços e o empurrou com uma pancada surda no peito. Seu corpo inteiro vibrou. Aquele cara era um armário, mas já estava de saco cheio de tudo aquilo. – Some, antes que eu arrebente você.

­- Calma, Sarah – Manu segurou em sua mão com carinho, preocupada com a reação do ex-namorado.

– Garota, você não sabe com quem está se metendo – ele avançou para cima da ruiva.

– Pode apostar que eu já lidei com caras muito pior que você – respondeu, sem papas na língua, e Manu sabia que ela estava se referindo a Júnior.

Quando Tomas levantou a mão para devolver a agressão, três rapazes entraram na frente das duas.

– Você não vai encostar um dedo na Sarah, Tom – foi Bento quem disse primeiro, seus olhos escuros repletos de raiva do garoto musculoso.

– E por que não?

– Porque ela é nossa amiga – Bruno respondeu no lugar dele. A pele dos gêmeos era um pouco mais escura do que a do restante do pessoal, como a dos índios,e os cabelos eram lisos e ambos o penteavam para o mesmo lado, o que deixava ainda mais complicado na hora de reconhecê-los.

– Vocês a conheceram não tem dois dias – Tomas acusou, apontando para os quatro, contando com Fábio.

– E você nem se deu o trabalho de conhecer e perceber o quão gente fina ela é. Você fala tanto que quer reatar com a Manu, mas no fundo não sabe nada sobre ela. Não sabe quem a faz ou não bem – Fábio retrucou, dando dois passos para frente.

Sarah tinha quase certeza que ele estava falando sobre o mesmo assunto que dona Helena conversou consigo mais cedo, porém em nenhum momento ele pareceu magoado ou chateado com aquele fato.

– Você não sabe de nada...

– Escuta aqui – Miguel pousou a mão no braço do moreno e passou por ele, olhando diretamente nos olhos de Tom. – Se você ousar chegar perto da minha irmã mais uma vez, eu juro que arrebento a sua cara.

– O pirralho branquelo agora ficou mais corajoso, ein?

– Deixa a gente em paz, Tomas! Que saco! – Manuela passou por todos os meninos e parou diante ao seu ex. – Desencana de uma vez.

– Crianças, vocês já não acham que está bom por hoje? – A voz de dona Helena fez com que todos virassem o rosto para olhá-la. – E Tom, meu filho, já chega desse show todo. Você já é grandinho o suficiente para entender que minha Manu já não quer mais nada com você.

– Mas dona Lena! – Ele tentou protestar.

– Mas, nada. Arrisco até a dizer que ela já está em outra – Sarah se sentiu aliviada por estar de blush, pois seu rosto estava queimando de vergonha. A senhora se aproximou e deu dois tapinhas de leve no rosto dele. – Então vamos parar a gracinha, está bem?

– Desculpe se decepcionei a senhora – Sarah ficou impressionada quando ele disse essas palavras, porque parecia outra pessoa.

– Você está decepcionando a todos nós. Você é um rapaz tão bonito, querido. Muitas meninas devem ser loucas para namorar você, mas fica difícil quando o cara não sai do passado. Se quiser ficar e se divertir, fique a vontade. Mas se não se sentir bem é melhor você ir pra casa, pois ninguém aqui quer confusão – assim que dona Helena terminou de dizer, virou as costas e voltou para a mesa, a fim de pegar alguns petiscos, como se nada de anormal tivesse realmente acontecido.

– Vai embora. Ta esperando o quê? – Miguel o expulsou.

– Miguel, fique quieto – sua mãe falou, enquanto levava um pedaço de linguiça calabresa à boca.

– Tudo bem, mãe – ele bufou e cruzou os braços, sem deixar de encará-lo um minuto sequer.

E foi quando Tomas finalmente foi embora, que Sarah percebeu o quão especiais eram aquelas pessoas. Por mais que tivessem se conhecido dois dias atrás, eles defenderam-na como se tivesse nascido e crescido ali, junto com eles. Não sabia explicar o que estava sentindo. Mas sentia raiva daquele cara, ciúme também. Sentia preocupação por Manu ter sido rodeada por ele e sentiu um misto de surpresa e emoção por cada palavras ditas pelos amigos dela. Principalmente a frase: “Porque ela é nossa amiga”. Jamais imaginou que alguém admitisse isso em tão pouco tempo e Sarah percebeu que não era a única que estava cercada de pessoas maravilhosas. Manu tinha sorte por ter um circulo de amizade tão unido quanto o das meninas no Rio.

Então, depois daquilo, a calmaria voltou ao lugar. Em termos, claro. Todo mundo continuou dançando, como se nada de anormal tivesse acontecido, porém Manu não saiu mais um segundo do lado de Sarah. Conversaram sobre o que aconteceu, com o intuito de se certificar se ela estava bem. Felizmente o ocorrido não afetou o humor de ninguém, exceto por Miguel, que ficava resmungando a cada cinco segundos. Manu se sentiu obrigada a dar uns tapas nele para que calasse a boca de uma vez por todas.

No final da festa, Sarah tentou arrumar um jeito de colocar todo mundo no carro, mas foi impossível. Já que Fábio estava de moto, ele levou Marcela até em casa. E, de bicicleta, os gêmeos foram na frente. Então só levaram Denise, que coube perfeitamente entre dona Helena e Miguel, no banco de trás.

(...)

– Desde quando será que o Fábio gosta da Marcela? – Sarah indagou, deitada na cama, enquanto Manu tomava banho com a porta do banheiro aberta.

– Desde criança – ela respondeu com a voz um pouco elevada. – Quando tínhamos mais ou menos 7 anos, ela prometeu que eles iriam casar.

– Nem um pouco precoce os dois, né?

– Era coisa de criança. Eles diziam se gostar, a gente apoiava e caçoava ao mesmo tempo – Manu saiu do banheiro enrolada numa toalha curta, que deixava a mostra suas coxas e o início da bunda. Sarah sentiu a boca secar. – Teve uma vez, a gente deveria ter uns 10 anos, ele pegou aqueles anéis que vinha com chiclete e a levou para o ver o pôr-do-sol lá da colina que te levei ontem.

Como se a ruiva conseguisse prestar atenção em alguma coisa que ela dizia.

– Então – continuou Manu, sem perceber o efeito que estava causando na ruiva. – a gente seguiu os dois e passamos os próximos oito anos falando disso, perturbando-os – se agachou para pegar a mala e a colocou sobre a cama, só então percebendo que Sarah tinha ficado muda. – O que foi?

– Nada... – Ela desviou os olhos verdes, sentindo o rosto esquentar de vergonha. Deveria estar como um pimentão.

– Lembro que as meninas diziam que era difícil te ver corada – brincou, enquanto caçava algo útil para vestir. – Não era você quem tava me provocando ontem? – Os olhos azuis brilhavam.

– Não provoquei – Sarah cruzou os braços e se esforçou o máximo para não baixar o olhar para o corpo dela.

– Ah, não? – A loira sorriu, deixando as roupas íntimas que tinha pego ao lado da mala e contornando a cama para ficar bem próximo a ela. – Tem certeza?

Sarah conseguia sentir o cheio fresco de sabonete emanar da pele alva úmida. Os cabelos dourados estavam secos e presos num coque alto, para não correrem o risco de molhar enquanto estava no chuveiro. Gotículas escorriam pelos ombros desnudos e aquelas pernas convidavam Sarah a tocá-las. Não sabia se sentia medo daquela sensação, ou se simplesmente aproveitava. Nunca havia se sentido assim na vida, nem quando namorava Júnior. Simplesmente parecia que Manuela tinha algum tipo de imã, que a atraía para cada vez mais perto. Também tentava não olhar muito tempo para o contorno dos seios dela.

– Eu lembro perfeitamente o que você fez – falou mais baixinho.

Dona Helena e Miguel já estavam dormindo há muito tempo, mas as duas permaneceram acordadas. Então, sem se preocupar com nada mais no mundo, Manu segurou a borda da toalha entre os seios e sentou no colo dela, da mesma forma que ela tinha feito na noite anterior.

– Foi assim, não é?

Foi como se um raio tivesse atingido a cabeça da garota de cabelos ruivos. Seu rosto ficou muito vermelho, mas ao mesmo tempo seu corpo esquentou de uma maneira descomunal. Parecia que só agora a ficha estava caindo. Uma mulher gostosa como aquela estava louca por ela. E era facilmente correspondida. O que significava que ela poderia ser só sua se quisesse. E como queria! Engoliu em seco, sentindo os sentimentos e pensamentos conflitarem em sua cabeça.

– Eu não fiz isso de toalha – disse num fio de voz, descendo os olhos pelo corpo curvilíneo. Faltava muito pouco para agarrá-la. – Se não quer gritar o restante da noite, melhor parar de provocar.

– Ah, você vai me fazer gritar? – Manu fingiu surpresa, arregalando os olhos azuis. – Prove.

– Quero que saiba que eu não sou tão boazinha quanto você – pousou a mão na cintura modelada, ainda coberta pelo felpudo tecido da toalha branca. Seu corpo inteiro estava fervendo por ela e estava fazendo o possível e o impossível para não agarrá-la ali mesmo.

– Ah é? – Sussurrou no ouvido dela, provocando ainda mais. Sarah vestia um conjunto de dormir verde, bem soltinho, mas Manu achou que mesmo assim ela estava absurdamente sexy. Ou talvez fosse seu corpo que já não resistisse mais a ela. – Então me mostra...

Aquelas palavras foram a deixa de Sarah. Não conseguiu mais se segurar. Tinha uma garota de cabelos loiros e olhos azuis sentada no seu colo, somente de toalha. As pernas nuas, ainda um pouco úmidas, roçavam de leve nas suas. Era só puxar a borda do tecido que ela ficaria diante de si sem nem uma peça sequer cobrindo-a. E Deus seja louvado, Manuela era um espetáculo de mulher. Quando seus braços soltaram a cintura dela, para finalmente agarrá-la e enchê-la de beijos, Manu riu e levantou, ainda segurando a toalha para que não caísse.

– É brincadeira – ela disse, correndo para o banheiro, e Sarah mostrou-se perplexa.

– Nada disso – ainda boquiaberta, a ruiva levantou da cama e correu atrás dela.

Devido ao tamanho minúsculo do quarto, quando quase conseguiu alcançá-la, a vaca entrou no banheiro e por um triz não fechou a porta na sua cara. Se tivesse chegado um segundo atrasada, sua mão não teria alcançado a madeira a tempo. Disputou força com ela e começou a gostar da brincadeira. Manu ria, tentando fazer o possível para segurar a porta e a toalha ao mesmo tempo, se jogando contra a madeira e usando seu corpo como auxilio. Não demorou muito para Sarah conseguir abrir e entrar e, como se tivesse no modo automático, segurou-a pelos pulsos e jogou-a contra a parede mais próxima. Quem disse que era poderia provocar daquele jeito e fugir? Ah, isso não ia ficar assim. Não mesmo.

Continua...

Notas finais
E então, o que acharam? É incrível como sempre tem alguém para estragar nossos momentos perfeitos, não é? Mas também sempre tem alguém para contorná-los só por ser seu amigo. E esse final gente? Só tenho uma coisa a dizer, o próximo promete u.u Beijos, gente. E até o próximo sz