Forbidden Love
8 Vovó
Notas iniciais
Levantei e fui para o banheiro correndo tirei minhas roupas, meu pijama e entrei para baixo do chuveiro tomei uma ducha rápida, e fui correndo para meu guarda-roupa peguei as roupas mais bonitinhas que eu tinha e me vesti com elas.
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Corri pelas escadas até chegar o primeiro andar minha mãe sorria o único que estava com uma cara fechada era o Nathan e eu me perguntava o porquê. Entramos no carro, o carro começou a andar e a minha mãe a falar até que uma hora ela se dirigiu a palavra para mim.
–Como foi ha festa ontem? – Perguntou ela. – “Se virando para olhar meu rosto”.
–Foi boa. – Eu disse.
Devia ser a mentira que o Gabriel contou a eles, que fomos numa festa nos dois, o que é estranho por que não costumo sair com os amigos do Nathan, mas não podia pedir muito, o Gabriel é só uma criança.
–E o que você achou da festa Nathan? – Perguntou minha mãe. – “Ela estava com uma voz desconfiada”.
–Estava ótima, pena que tinha muita pirralhada, mas eu e meus amigos aproveitamos bastante sim. – Disse ele.
–Que bom. – Disse minha mãe. – “Se virando para frente”.
O silencio tomou conta por um longo tempo.
–Estamos chegando papai? – Perguntou Gabriel. – “Com uma voz inocente, cortando o silencio”.
–Sim já chegamos. – Disse Sr.Arthur.
Saímos do carro e a casa, era amarela bem bonita sabe.
–Ótimo garotos, agora vão ver a vovó então se comportem principalmente você Nathan. – Disse o Sr.Arthur. – “Ele olhou diretamente para o Nathan”.
–Sabe que eu vou me estressar com a velha, não tenho paciência com ela. – Disse o Nathan.
–Respeita tua vó. Agora vamos entrar. – Disse Sr.Arthur.
Entramos na linda casa, e uma senhora veio nos atender.
–Olá meu filhinho. – Disse ela. – “Indo abraçar, o Sr.Arthur”.
–Mãe, que saudade. – Disse ele. – “Abraçando ela”.
–Por que nunca mais apareceu filho? – Perguntou ela. – “Ele a soltou lentamente”.
–Muito trabalho mãe, fica difícil de vir. – Disse Sr.Arthur.
–Bom e os garotos, nossa como estão grandes! – Disse a senhora. – “Sorrindo”.
–Da pra parar com o fingimento. – Disse Nathan.
–Continua o mesmo moleque atrevido, não é mesmo Nathan. – Disse a senhora.
–Pois é, continuo o mesmo moleque atrevido e você a bruxa má. – Disse ele.
–Por favor, chega Nathan. – Disse o Sr.Arthur.
–Ela começou. – Disse Nathan.
–Bom mãe, essa é a Elizabeth e sua filha Emily, e com ela que irei me casar. – Disse o Sr.Arthur.
–Espero que ela seja mais agradável que a sua ex mulher, como era mesmo o nome a é Samantha, que mulherzinha insuportável. – Disse a senhora.
–Olha aqui eu não vou aceitar que ela fale assim da minha mãe! – Disse Nathan. – “Seus olhos ardiam de raiva sua veia pequena que tinha em seu pescoço pulsava rápido demais”.
–Mas é a verdade. – Disse a senhora.
–Não consigo essa mulher me tira do serio não da! – Gritou Nathan. –Eu vou esperar vocês lá fora. – Disse ele. – “Saindo pela porta de frente da casa e a batendo”.
–Bom que tal falarmos dos preparativos pro casamento vestido de noiva bolo já decidiram onde vão passar a lua de mel? – Perguntou ha senhora. – “Levando-os para a sala de jantar, o Gabriel foi atrás deles e eu atrás do Nathan”.
Ele estava sentado num banco branco que tinha fora da casa, eu sentei a o seu lado ele parecia atordoado.
–Esta tudo bem Nathan? – Perguntei.
–Nem um pouco. – Disse ele. –Não suporto aquela velha, você viu como ela fala da minha mãe. – Disse Nathan.
–Mas mesmo assim ela é sua vó, tem que aceita-la. – Disse a ele.
–Não, ela não é minha vó nunca me tratou como neto, sempre fui o rejeitado o estranho o que ninguém gosta a vão se foder, to cheio disso. – Disse ele.
–Relaxa. – Eu disse. – “Fazendo um carinho em sua cabeça”.
–Estou atrapalhando alguma coisa? – Perguntou minha mãe. – “Quando eu a vi, larguei automaticamente minha mão de seu cabelo a fazendo pousar em minhas pernas”.
–Não claro que não, ele só estava se sentindo sozinho e eu vim falar com ele, o que ouve mãe? – Perguntei. – “Tentando rapidamente mudar de assunto”.
–Eu ia convidar você para comer bolo, mas acho que devo estar atrapalhando. – Disse minha mãe.
–Não esta atrapalhando nada, bem que você sabe que adoro bolo. – Eu disse. – “Levantei rapidamente”. –Depois continuamos a nossa conversa. – Eu disse.
–Esta bem. – Disse ele. – “Sem jeito”.
Pela primeira vez vi o Nathan um tanto constrangido vamos dizer assim. Segui a minha mãe para dentro da casa e então ela me parou quando estávamos quase chegando à sala de jantar.
–O que você e esse garoto têm? – Perguntou ela.
Fiquei um tanto nervosa, seus olhos não paravam de me analisar.
–Nada, a gente é quase irmãos mãe, eu só me preocupo com ele nunca tive irmãos isso esta sendo uma experiência legal. – Eu disse. – “Esperando de verdade que ela aceitasse essa mentira, seus olhos observadores fizeram-me encolher um pouco espero que ela não tenha percebido”.
–Ótimo não acho que ele seja uma boa companhia. – Disse minha mãe. –Não te quero ver andando com ele. – Disse ela.
Nunca vi minha mãe por regras em nada ela era a mãe mais liberar que eu já havia conhecido, mas eu não ligava muito pra isso não era uma garota que costumava a sair e ter namorados.
–Esta bem mãe. – Respondi.
Ela foi a minha frente entrou na sala de jantar e seu humor já mudou de mãe mandona a uma linda mulher sorridente. Eu estava logo atrás dela sentei a mesa como ela fez. Tinha um grande bolo de chocolate no centro da mesa, os olhinhos do Gabriel chegavam a brilhar.
–Façam as honras. – Disse a senhora.
O Sr.Arthur pegou a faca e cortou um pedaço pegou o prato do Gabriel e o serviu. Depois que todos nos já tínhamos provado do bolo maravilhoso dela, demos adeus e fomos pro carro. Percebi que o Nathan havia sumido não estava mais sentado ao banco de fora da casa da senhora, ele simplesmente sumiu. O Sr.Arthur nem perguntou por ele nem se importou e eu não iria perguntar mesmo preocupada minha mãe já estava desconfiada e se eu perguntasse, ela teria quase certeza de que estamos juntos.
Meia hora antes...
POV Nathan
Continua...
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