Forbidden Love
9 Fazendo amigos
Notas iniciais
POV Nathan
Eu estava cansado de ficar plantado na porta da casa daquela velha, decidi pegar um ônibus e ir para casa de um de meus amigos. Fui para a casa do Stive, ele me recebeu bem como sempre, subimos até o quarto dele ele me deu uma cerveja ele ligou o som, e ouvimos um rock como sempre fazíamos quando eu ia pra casa dele ele ligou para mais uns amigos nossos e eles logo chegaram e se juntaram a gente.
https://www.youtube.com/watch?v=Eu2wjFpuwiE
Ele acendeu alguns cigarros os garotos pegaram uma guitarra e começaram a tocar ao som da musica ou pelo menos tentaram. Quando percebi já tinha duas garotas no quarto, elas riam e fumavam o cigarro ficavam se engraçando para os garotos que tocavam a guitarra.
–Bem que podíamos montar uma banda! – Disse Stive. – “Dando risada, estava tanto alcoolizado quanto eu ou mais que eu”.
–Boa idéia! – Disse Nick. – “Dando risada também, dava uma tragada no cigarro e entre elas um gole de cerveja”.
–Eu adoraria ir ao show de vocês seria a fã numero um. – Disse uma das garotas. – “Com uma voz sensual, parecia uma prostituta”.
Os garotos olharam para ela com uma cara de desprezo e começaram a rir.
–Quem trouxe ela? – Perguntou Stive.
–Fui eu. – Disse um cara, nunca tinha visto ele aqui antes não o conhecia.
–Até se foi você meu brother não tem problema, e que eu não queria elas dentro da minha casa. – Disse Stive.
–Não se preocupa, prometo que será rápido. – Disse o cara.
Ele saiu do quarto com as duas garotas uma de cada lado levando elas, e elas bem à-vontade foram com ele para fora do quarto.
–O que esta acontecendo Stive, quem é ele? – Perguntei.
–Nada, ele só esta se divertindo calma Nathan fica de boa toma um gole de cerveja, e curte o som. – Disse Stive.
–Cara elas são umas pirralhas isso vai dar merda. – Eu disse.
–Te acalma, eu tenho certeza que elas não vão abri a boca e elas nem são tão novas tem 14. – Disse Stive. – “Dando risada”.
–Olha eu não quero a policia no meu pé de novo Stive, sempre que eu venho pra cá saio daqui com problema sempre, sempre com a porra da policia no meu pé me enchendo o saco e tu sabe como meu pai é chato com essas coisas, depois ele vai querer me por no castigo de novo e não to com paciência pra obedecer aquele cara. – Eu disse.
–Ta então é melhor você sumir não posso mandar aquele cara embora, você sabe, ele nos da ha maioria das coisas de graça, depois tu volta aqui e a gente ouve mais musica te ligo quando ele já tiver se mandado. – Disse Stive.
–Beleza. – Eu disse.
Batemos nossa mão, dei tchau aos outros e fui para casa, desejei que eles já tivessem chegado se não teria que pular a janela como faço na maioria das vezes. Vi que o carro estava na garagem, eles já estavam em casa.
POV Emily
Estava no meu quarto, deitada em minha cama com meus fones ouvido no volume mais alto que eles conseguiam estar. Meus olhos se fecharam estava realmente curtindo a musica. Quando abri meus olhos novamente vi Nathan rindo de mim pela minha “vibe” que eu estava na musica. Tirei os fones, e pude ouvir o som de sua risada.
–O que esta escutando sua maconheira? – Disse ele. – “Rindo”.
–Cala a boca, já pensou se a minha mãe te ouve dizer isso. – Eu disse. –Não estou escutando nada de importante. E você onde estava por que não voltou com a gente? – Perguntei.
–Ue ue, ta me cuidando agora? – Perguntou ele.
–Não seu abobado só estava preocupada. – Eu disse.
–Mas sabe que não precisa, sei me virar muito bem. Estava na casa de um amigo meu. – Ele respondeu.
–Hum. Um dia quero conhecer seus amigos. – Eu disse.
–Acho melhor não. – Disse ele. – “Dando uma risada, como se estivesse rindo de uma piada que ele mesmo fez para ele”.
–Por que não? – Perguntei.
–Eles te dariam medo. – Disse ele.
–Há, por favor, não sou uma criança. – Disse.
–Então ta, a noite vamos ir visitá-lo. – Disse Nathan. – “Sorrindo, com um sorriso maligno”.
–Você sabe que isso não me assusta. – Eu disse.
–Só queria testar. – Disse ele. – “Continuava a sorrir”. –Tente convencer a sua mãe, de deixar você sair para a casa de alguma de suas amiguinhas que eu dou um jeito de eu sair. – Disse ele.
–Esta bem, não se preocupa já tive uma idéia. – Eu disse.
–Então até daqui a pouco. – Disse ele.
Ele saiu pela porta, desceu as escadas e não ouvi mais barulhos dele. Esperei alguns minutos e desci para falar com minha ela estava vendo TV em seu quarto deitada ao lado do Sr.Arthur.
–Mãe será que posso dormir na Helena hoje? – Perguntei.
–Viu que horas é Emily? – Perguntou minha mãe. –Não acha que esta tarde para você ir para a casa de sua amiga. – Disse minha mãe.
–Mas mãe os pais dela brigaram, ela precisava de mim lá com ela, por favor. – Pedi.
–Quem vai buscar você, nem pense que vai de trem sozinha a essa hora. – Disse minha mãe.
–Não se preocupa mãe a Helena tem carteira tirou a pouco tempo e vai vim me buscar. – Disse. – “Estava claramente mentindo e isso é horrível não costumava a mentir para minha mãe, mas o que posso fazer ela não me deixa escolha”.
–Esta bem, arruma uma mochila, mas antes de sair quero o meu tchau. – Disse minha mãe.
–Claro não se preocupe! Obrigado mãe! – Gritei. – “Já estava fora do quarto subindo as escadas, as pressas quase tropeçando em minhas próprias pernas”.
Arrumei minha mochila rapidamente, até agora não vi nem um sinal do Nathan acho que ele já deve ter saído espero que ele esteja lá fora me esperando, eu realmente não gosto de sair a noite sozinha. Desci para o segundo andar fui ao quarto da minha mãe dei um beijo nela e um boa noite, fiz o mesmo com Gabriel, e então fui as pressas para fora antes que minha mãe inventasse de querer dar tchau para a “Helena” também. Eu sai na rua estava bem escuro já minha mãe estava certa estava bem tarde escuro e frio na rua. Quis ficar longe das janelas para que minha mãe não visse que eu ainda estava ali, será que o Nathan me deu um bolo?
–Você esta ai! – Ouvi uma voz atrás de mim. – “Meu primeiro instinto foi dar uma cotovelada em seu estomago quando olhei para ver quem era, era o Nathan querendo me assustar”.
–Você é um louco como pode me assustar assim. – Disse.
–Nossa você bate forte em. – Disse ele. – “Sua cara, dizia o mesmo parece que ele realmente estava sentindo muita dor”.
–Desculpe mesmo, vem vamos voltar lá pra dentro. – Eu disse. – “Pegando pelo braço dele”.
–Não, claro que não agora que a gente conseguiu sair dessa casa, vamos aproveitar vem. – Disse ele. – “Pegou pela minha mão e saímos caminhando”.
Depois uns 15 minutos caminhando agente chegou a casa do amigo dele. Nos entramos e ele me levou ao segundo andar da casa entramos num quarto grande com um sofá uma cama de casal um armário uma TV um som e vários instrumentos, tinha 3 caras no quarto.
–Não sabia que ia trazer companhia. – Disse um dos garotos. – “Sorrindo para mim, como se eu fosse uma apetitosa refeição”.
–Que gracinha Nathan, qual é o nome dela? – Disse um dos outros garotos. – “Levantou-se para me olhar melhor, me analisando”.
–O nome dela é Emily e ela esta comigo. – Disse Nathan. – “Dando ênfase na palavra “comigo”.
–Meu nome é Stive. – Prazer. – Disse o garoto. – “Se apresentando”.
–O meu é Nick. – Disse o garoto que me analisava.
–E aquele é o John. – Disse Nathan. – “Apontando para o que estava sentado na cama procurando uma boa musica no Youtube”.
Sentados no sofá de dois lugares, eu e o Nathan e o resto ficou sentado na cama, dentro do quarto também tinha um frigobar pequeno, o Stive abriu e eu pude ver que estava lotado de cerveja Heineken. O Stive alcançou uma pro Nathan e ofereceu uma para mim.
–Quer uma? – Perguntou Stive. – “Com um sorriso malicioso no rosto”.
–Ela não bebe. – Disse Nathan. – “Respondendo a pergunta por mim”.
–Na verdade eu acho que quero sim. – Eu disse. – “Retribuindo o sorriso”.
–Essa é das minhas. – Disse o Stive.
–O que esta pensando. – Disse Nathan. – “Em meu ouvido”.
–Nunca responda nada por mim, estamos entendidos? – Falei.
Eu tomei a cerveja guti-guti e o Nathan só ficou me olhando com um olhar surpreso.
–Ora ora vejam só ela não é santinha. – Disse Nick. – “Dando risada”. –Escolheu uma bela garota Nathan. – Disse Nick. – “Sorrindo”.
–Prova isso aqui. – Ofereceu John que na maioria das vezes ficava calado.
Era um cigarro nunca tinha fumado, mas eu já estava ali mesmo.

–Assim vou me apaixonar por você. – Disse Nick. – “Rindo”.
–Não você não vai. – Disse Nathan.
–Calminha Nath, ela é de todos. – Disse Nick.
–Não ela é minha. – Disse Nathan.
–Desculpa Nick, mas nisso ele tem razão. – Eu disse. – “Dei de volta o cigarro para o John e fui em direção ao Nathan, e dei um beijo nele”.
Continua...
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