Forbidden Love
3 Primeiro dia de aula
Notas iniciais
Meu corpo estava em chamas sentia ele percorrendo meu corpo com sua mão, ele parou sua mão na minha cintura e começou a apertá-la como se estivesse amaciando, mas um pouco mais intenso ele devagar ia me empurrando contra a cabeceira da cama, ele parou um segundo e levantou sua cabeça para olhar para mim seus olhos pegavam fogo eram intensos mas lá no fundo dava para ver que tinha uma coisa doce entre tudo aquilo,ele tirou sua camisa, chegou bem perto do meu ouvido e disse.
–Vou por uma musica. – Disse ele. – “Levantando-se da cama me deixando no mesmo lugar, pôs uma musica em seu radio depois ele voltou e continuamos a nos beijar e a musica combinava perfeitamente com a gente com a situação”.
https://www.youtube.com/watch?v=l1vR97ZccA8
(Ouçam a musica)

Ele foi para a minha blusa a tirando devagar sorrindo para mim com um sorriso malicioso, mas que era lindo. Ele tirou sua blusa e a minha, e voltou a me beijar eu segurei por de trás de seu pescoço desci até suas costas e voltei aranhando todas suas costas enquanto ele beijava meu pescoço, ele tirou seus lábios do meu pescoço que foram para o meu ouvido.
–Você esta me enlouquecendo. – Disse ele. – “Seu tom de voz foi baixo, mas muito sensual”. Deu uma pequena risada e eu o acompanhei.
Seus lábios desceram de meus ouvidos para meu pescoço, eles subiram para minha boca novamente, e ele parecia que estava cada vez mais forçando seu corpo contra o meu me empurrando delicadamente para mais perto da cabeceira. Ele desceu com sua mão para o meu sutiã e abriu delicadamente. E ai aconteceu foi perfeito a melhor coisa que já havia experimentado na vida.
–Emy acorde, eles chegaram é melhor ir para sua cama. – Disse Nathan. – “Com uma voz doce, mas preocupada”.
Era tão lindo, e sua voz era tão bela que parecia que estava sonhando.
–Esta bem. – Eu disse. – “Dando um pulo da cama para fora, percebi que estava completamente nua fiquei super sem graça”.
–Acho que agora conheço bem o seu corpo não precisa ter vergonha, só suba de pressa para seu quarto esta bem? – Disse ele.
–Sim, sim já estou subindo. – Eu disse. – “Saindo de seu quarto”.
–Ei Emy, boa noite e vê se sonha comigo. – Disse ele. – “Com aquele sorriso que é capaz de matar qualquer um”.
Eu revirei os olhos pra ele e corri as pressas para o andar de cima peguei meu pijama no escuro pra ninguém perceber que eu estava acordada, nem ligar a luz eu podia, nem vi o horário que eles estavam chegando estava com sono de mais para ligar para isso.
No dia seguinte...
–Emy acorda...
Ouvi uma voz me chamar era uma voz tão doce como de uma criança, eu abri meus olhos sem muita vontade e vi que era o Gabriel.
–Estamos esperando só você. – Disse ele.
–Já vou descer Gabi, só vou me arrumar primeiro. – Eu respondi.
–Esta bem. – Ele disse. – “Só ouvi seus passos na escada”.
Levantei sem nem uma vontade olhei-me no espelho eu estava horrível meu cabelo estava uma droga, talvez se eu lavar ele adiante alguma coisa, e depois uma boa chapinha pra segurar a juba. Fui para o chuveiro e fiquei pensando na noite passada, foi tão bom, mas será que aquilo ira ocorrer de novo ou seria só por uma noite e nunca mais, talvez ele possa não ter gostado, e me achar uma estranha por ter arranhado suas costas, talvez nunca mais me procure nem pra me dar um beijinho. Só iria responder minhas perguntas quando descesse para a cozinha. Então tentei me arrumar o mais rápido que pude. Procurei em meu guarda roupa para ver se tinha algo novo, pelo menos diferente, mas não achei nada, acho que estava começando a concordar com a minha mãe, eu precisava fazer compras mesmo que isso iria contra todas as minhas idéias sobre shoppings e tal, eu não podia evitar precisava comprar roupa, só tinha uma peça de calça no meu guarda roupa então decidi que hoje iria ao shopping, acho que vou convidar a Helena minha melhor amiga no meu outro colégio, não sei se posso chamá-la de melhor amiga, mas era com quem eu mais andava com quem mais tive afinidade.
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Desci as escadas as pressas e encontrei todos perto da porta de saída, e me olharam com atenção enquanto eu desci as escadas, confesso que fiquei um pouco corada, ainda mais depois que minha mãe disse:
–Esta linda filha! – Disse ela. – “Me olhando com um lindo sorriso em seus lábios”.
–Obrigada. – Eu disse. – “Timidamente”.
Desci as escadas me pondo ao lado de minha mãe.
–Vamos? – Perguntou minha mãe para Sr.Arthur.
–Sim vamos. – Disse ele. – “Abrindo a porta da frente para nós sairmos”.
Chegamos ao carro, sentou Sr.Arthur no banco da frente no motorista, minha mão ao lado no passageiro e eu no meio Nathan ao meu lado esquerdo e ao direito Gabriel. O carro começou a andar, e a primeira que saiu do carro foi minha mãe o Sr.Arthur a levou em seu trabalho, eles se despediram com um delicado beijo na boca aquela cena fez meu estomago se retorcer de nojo. Depois ele seguiu para nos levar ao colégio, o silencio se mantinha firme até que Sr.Arthur ligou o radio pôs musica clássica bem alta, como se fosse um pop ou eletrônica, acho que eu ainda preferia o silencio. Quando Nathan percebeu que seu pai estava distraído o suficiente com ha musica e o transito, para que ele pudesse cochichar em meu ouvido sem que seu pai percebesse, ele chegou perto seu hálito de hortelã era muito bom.
–Aquele seus arranhões! fiquei cheio de marcas. – Disse ele. – “Num tom tão baixo que só eu pude ouvir”.
Ele deu um daqueles sorrisos maliciosos que eu adoro, depois fixou seu olhar em mim.
–É pra saberem que você é meu. – Eu disse. – “Bem perto de seu ouvido e cuidei para que eu falasse em um tom tão baixo quanto o dele”.
–Você deveria saber, que dês daquela noite que você me ajudou a entrar em casa não tiro você da cabeça. – Disse ele – “Sorrindo”.
Mas esse sorriso era diferente não era um sorriso malicioso era um sorriso aberto como se ele estivesse feliz. Olhamos-nos por um longo segundo, mas o pai dele interrompeu.
–Chegamos, podem descer. – Disse o Sr.Arthur.
Descemos eu e o Nathan, acho que agora a próxima parada do Sr.Arthur era levar Gabriel para a escolinha e depois finalmente ir para seu serviço.
–Vou indo depois a gente se fala. – Disse ele. – “Deu um breve sorriso virou as costas e se afastou indo cada vez mais longe”.
E daí percebi que já estava ali fazia um tempo vendo ele ir embora, que ridículo entrei com muita vergonha parecia que eu tinha tomado um fora e não tinha me conformado foi muito ridículo mesmo. Entrei em minha sala procurei um lugar vazio sentei em minha cadeira peguei meus fones de ouvido e procurei na minha lista de musica para ver se eu achava aquela musica que havia tocado na noite passada como era mesmo o nome...Lembrei
Give me Love
Como ela era perfeita, e realmente combinava com a gente, parece que ele escolheu, foi tão perfeita aquela noite que até agora acredito que foi um sonho maluco da minha imaginação, da minha cabeça perturbada, sinto de algum modo o meu corpo preso ao dele e como se um ímã nos atraísse um para o outro é muito forte nunca senti isso por ninguém, mas é maravilhoso quando estou com ele me sinto muito feliz me sinto completa, sei que é loucura nem o conheço direito, mas é o que eu sinto ora não tem como eu controlar.
–Senhorita Emily Hashiton volte para a aula, por favor. – Gritou o professor. – “Sua cara combinava com a sua voz grosseira”.
–Desculpe senhor. – Respondi de imediato.
Nossa já comecei bem fiquei tão distraída que nem vi o professor entrar em sala, estava com a minha cabeça tão distante dali. Há aula foi horrível era matemática e o professor era um grosso com uma cara de cú e sua aula era horrivel. Há aula terminou e teve mais duas e depois finalmente o intervalo, estava saindo da sala quando uma mão me puxa para trás.
–Heii! – Gritei. – Sem nem olhar a cara de quem foi. — “Olhei com uma cara brava”.
–Desculpe, não quis machuca-la, mas queria tanto saber seu nome. – Disse a menina. – “Tinha uma voz suave e doce”.
Ela era bonita não muito alta com lindos cabelos cor de fogo, era um alaranjado num tom incrível seu cabelo liso, ela usava roupas normais sem muitos detalhes o básico como eu na maioria das vezes.
–Eu que digo desculpa fui muito grossa, meu nome é Emily, mas prefiro que me chame de Emy, e o seu? – Perguntei. – “Num tom amigável”.
–Meu nome é Eliza. – Disse ela. – “Sorrindo”.
–Muito bonito. – Eu disse. – “Sorrindo”.
–Obrigado, quer que eu mostre o colégio para você? – Perguntou ela.
Na verdade não queria companhia, ela parecia tão doce que ia me dar Diabete, mas fiquei com pena dela parecia ser tão legal e foi a única que veio falar comigo até agora.
–Claro. – Respondi. – “Me esforçando para que saísse minha voz num tom alegre”.
Ela me mostrou tudo ha cantina os banheiros as outras salas o ginásio eu estava completamente informada de todos os locais que tinham no colégio. Então ele resolveu me apresentar as os meus “Colegas”, me levou pro centro do intervalo onde a maioria se concentra com seus grupinhos. Quando passamos vi alguém mexer em meu cabelo, olhei para trás para ver quem foi e só vi o sorriso do Nathan se perdendo na multidão. Chegamos perto de um grupo grande onde tinha 5 meninos e 4 meninas já tinha visto os rostos deles antes então provavelmente todos eles eram da minha turma.
–Gente esta é a Emy. – Eliza apresentou-me.
–Prazer. – Disseram eles.
–Meu nome é Michael. – Disse o Michael, mais um menino do grupo, ele era moreno forte bem forte para a idade dele, mas seu rosto era jovem e era muito bonito.
–Eu sou Christina. – Disse uma menina, que estava abraçada em um dos garotos do grupo, ela era loira de olhos castanhos claros seus cabelos eram lindos e ela se vestia muito bem fazia a roupa que eu achava que estava boa parecer um trapo velho.
–Eu sou Ben. – Este era o garoto com quem Christina estava abraçada, pelo que pareciam eles eram namorados. Ele parecia ser jogador de futebol usava aqueles casacos de time nossa nem usam mais esse tipo de coisa, mas pelo visto a Christina adorava que ele fosse assim.
–Sou Ulisses, faço intercambio aqui sou do Chile. – Disse ele, também não era loiro era meio bronzeado cabelos negros olhos azuis bem claros eram lindos.
–Meu nome é Issac. – Disse um deles, ele era branco feito papel seus olhos verdes se destacavam em seu tom de pele e seus cabelos também, a cor era marrom claro.
–Meu nome é Harry. – Disse o mais lindo deles, saindo por de trás querendo um pouco de espaço. Ele não era pálido, mas não era moreno tinha o tom de pele como o meu seus olhos eram lindos eram duas cores uma um azul bem claro quase branco e o outro azul escuro seus cabelos também eram lindos eram grandes e levemente cacheados ele sorria para mim com os olhos sem precisar esboçar um sorriso no rosto.
–Seus olhos...são lindos. – Foi o que eu consegui dizer.
–Obrigado, você é toda linda. – Disse ele. – “Sorrindo”.
Eu corei e ele deu uma pequena risada quando ele percebeu que eu havia corado.
–Bom agora as outras garotas. – Disse Eliza.
–Sou Stacy. – Disse uma delas, Ela era branca com os cabelos pretos parecia a branca de neve seus olhos verdes bem claros. – “Sorrindo Amigavelmente”.
–Sou Nicole. – Disse outra, ela tinha cabelos negros e seu tom de pele também, ela combinaria perfeitamente com o Michael eles fariam o par perfeito.
–Angeline. – Disse uma delas se metendo no meio entre as duas, uma garota altona parecia modelo seu corpo era bem magro seu rosto era lindo parecia que eu estava falando com a Gisele Bündchen de tão linda, claro que não tanto quanto a Gisele.
Nossa eu perto delas sou horrível e isso esta declarado.
Tocou o sinal e todos entrar inclusive nós, tivemos mais alguns períodos e depois na hora da saída dei adeus a todos. O carro estava na frente da escola para me buscar entrei dentro dele, mas desta vez era só eu e o Gabriel. Não quis perguntar a onde tinha se metido o Nathan, com certeza o pai dele ia achar estranho então preferi ficar calada. Quando chegamos a casa eu subi as escadas de pressa para meu quarto peguei meu celular e liguei para Helena.
–Oi, que tal a gente dar um volta no shopping? – Perguntei.
Continua...
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