Forbidden Love

33 Os preparativos


Notas iniciais
Oi desculpe viu meu not estragou e no fim fiquei um tempão sem escrever, mas sei que vão entender meu lado espero que esteja bom boa leitura. EMILY "Eu sorri e ele também depois saiu as pressas novamente. Eu fiquei sorrindo como ele é abobado a tempos que não ria assim a toa."

Eu abri a porta para sair e senti a mão de minha mãe me puxando.

–Filha, por favor. – Pediu ela.

–Não chega já é um saco ter que vir aqui agora ainda vou ter que passar por isso má bem capaz. – Eu disse.

–Fique só para experimentar seu vestido. – Disse minha mãe.

–Não eu tenho que emagrecer para entrar nele não é. – Eu disse com sarcasmo.

–Filha...- Disse minha mãe com uma voz dura mas tentando ser doce.

–Eu vou ficar com as flores esta bem e não quero mais ouvir nenhuma reclamação ou nem disso vou cuidar! – Eu quase berrava. – “Tirei sua mão de mim e sai batendo a porta”.

Sai as pressas dali eu estava furiosa pegando fogo, passava pelas pessoas de pressa desviando delas até que esbarrei num garoto alto com olhos claros que tinha bastante músculos por que quando eu esbarrei nele cai sentada no chão.

–Que desaforo! – Eu disse.

Quando olhei para ele parecia preocupado estendeu a mão para eu levantar, mas como disse estava furiosa realmente não ligava!

–Eu sei me levantar. – Disse rispidamente.

–Esta bem. – Respondeu. – “Encolhendo sua mão e a pondo ao lado do seu corpo”.

Ele ficou me encarando por um tempo e eu a ele, ficava com um sorriso idiota no rosto. Me irritei e continuei andando deixando ele para trás lá sozinho. Entrei na primeira floricultura que achei lá tinha variedades de rosas margaridas violetas era lindo tudo rodeado por flores, entrei e uma simpática mulher me atendeu.

–Ola posso ajudá-la? – Perguntou ela.

–Claro quero ver todo o tipo de flores que a senhora tiver preciso de uma grande quantidade. – Disse.

–Há sim vamos vou lhe mostrar. – Disse ela.

Seguimos por um corredor rodeado pelas mais diversas variedades de arvores plantas e flores. Até que chegamos numa grande estufa onde tinha tanta mais tanta flor que eu não podia contar era muitas.

–Fique a vontade de escolher a que mais lhe agrada voltarei mais tarde se decidir me procure lá na frente esta bem? – Disse ela.

–Claro. – Respondi.

Passava os dedos sobe as pétalas delas era tão delicadas tão frágeis e tão lindas todas elas era um crime deixá-las ali queria levá-las para mim. Passei por todas elas mas eram tão comuns rosas margaridas violetas queria algo diferente uma coisa que destacasse então vi a flor uma das mais lindas que já vi flor de cerejeira é linda você se apaixona olhando para ela e então era perfeita queríamos passar que eles se amavam e essa flor representa tão delicadamente isso que no mesmo instante que vi sabia que a levaria comigo. Um buque que tinha elas eu peguei e fiquei a observar por alguns minutos.

–São lindas não. – Disse uma voz de homem atrás de mim.

Me virei para ver quem era o mesmo menino que tinha esbarrado lá atrás.

–Sim são lindas. – Eu respondi.

–São minhas preferidas. – Ele disse. – “Pegou um buque e sorriu olhando para elas”.

–Desculpe mas por acaso esta me seguindo? – Perguntei.

–Não eu tinha que comprar flores que minha mãe pediu, e a senhorita lá da frente disse que aqui era mais variado. – Disse ele.

Ele colocou com cuidado o buque onde estava e eu fiz o mesmo.

–Há bom. – Disse.

–Por que queria que eu estivesse á seguindo? – Perguntou ele.

Chegando perto de mais.

–Só para deixar claro eu tenho namorado! – Eu disse.

Ele deu uns passos para trás e eu respirei fundo.

–Calma, eu só estava perguntando. – Ele disse. – “Sorrindo maliciosamente”.

Seus olhos azuis profundo fixaram nos meus eram tão penetrantes que parecia que eu estava em transe era tipo sobrenatural aquele negócio.

–E então se quiser tomar um café qualquer dia comigo e falarmos mais sobre flores e perseguições eu adoraria. – Disse ele.

Seu sorriso mudou de forma de malicioso virou para um sorriso amigo e isso me tranquilizou.

–Eu adoraria. – Eu respondi.

Ele passou por mim pegou um buque de flor de cerejeira e depois foi indo em direção a porta parou e olhou para mim sorrindo e disse:

–Estarei a sua espera só diga um dia. – Disse ele.

–Amanhã tenho um casamento então...- Eu disse.

–Você vai casar?! – Perguntou ele.

Seu rosto mudou para assustado eu dei risada de sua reação.

–Não é o casamento da minha mãe. – Respondi.

–Há sim bom então que tal semana que vem por favor gostaria muito de conhecê-la melhor. – Disse ele.

–Esta bem. – Respondi.

–Qual é o seu nome? – Perguntou ele.

–Emily. – Respondi.

POV Nathan

O silencio na sala ficou enorme depois de minha resposta.

–Bom rapaz tenho algumas coisas a fazer então fique a vontade. – Disse ele. – “Se levantou e saiu pela porta”.

Eu estava meio que em choque, mas tinha também coisas a fazer e me lembrei o que o Sargento disse tenho que ser um soldado forte ainda mais agora sabia que ela precisaria de mim e eu estava com medo, se não posso cuidar de quem eu amo como posso cuidar de quem eu mal conheço isso seria uma prova que eu sou capaz. Levantei do sofá e fui até a porta abri desci pelo elevador e depois peguei um taxi.

–Por favor, até o quartel mais próximo. – Disse a ele.

Ele ligou o carro e saímos, depois de uma meia hora estávamos na frente do quartel paguei a ele e sai senti um frio no estomago mas sabia que uma hora ou outra eu ia me alistar e tinha que ter coragem suficiente para isso. Entrei e fui direto a um cara que estava com uma prancheta escrevendo os nomes de cada um em uma grande fila que quase chegava a porta eu entrei na fila e depois que o cara passou pela maioria ele veio até mim estava fardado.

–Qual é o seu nome? – Respondeu ele com uma voz firme que chegava a dar medo mas já lidei com piores que esse cara.

–Nathan. – Respondi no mesmo tom de voz.

Ele anotou meu nome olhei bem para meu rosto e foi para o próximo e fez a mesma pergunta e assim por diante quando acabou todos ele voltou até o primeiro e disse bem alto:

–Todos vão para casa agora e depois voltaram em torno de uns cinco dias para ver se conseguiram ser escolhidos, boa tarde a todos. – Disse o homem.

Ele virou as costas e saiu e eu fiquei me perguntando se era só isso mesmo não tinha mais nada a fazer só esperar?

POV Emily

–Bom tenho que ir agora. – Disse ele.

Ele ia saindo na porta quando voltou rapidamente.

–Há esqueci de dizer meu nome é Adam. – Disse ele.

Bom mas tinha serviço a fazer sai pelo mesmo corredor de plantas e arvores e flores para chegar até a simpática mulher.

–E então decidiu? – Perguntou ela sorridente.

–Sim vou levar a flor de cerejeira. – Disse.

–Ótima escolha já pensou em quantidade? – Perguntou ela.

–Sim acho que mais ou menos um caminhão delas. – Eu disse.

–Bom é bastante coisa não, então vou precisar saber para onde e também se devo levar algum ajudante e tal. – Disse ela. –Me acompanhe. – Pediu.

Ela me levou até uma pequena sala no saguão onde tinha uma mesa com um computador e duas cadeira ela se sentou numa e eu na outra.

–Bom então seu nome e o lugar da entrega. – Disse ela.

–Emily, e o lugar e na rua....- Eu disse.

–Ok então horário e dia. – Disse ela.

Olhava para o computador.

–Amanhã quando o sol se por. – Eu disse.

–Esta bem Emily amanhã então estará lá seu caminhão. – Disse ela.

Sorriu para mim e eu agradeci com um sorriso também ela se levantou e me levou até a porta. Sai e fui em direção ao metro quando ouvi um barulho na minha bolsa abri ela e era meu celular que tocava.

–Oi mãe.

–Oi e então tudo certo?

–Sim sim tudo indo nos conformes.

–Que ótimo levarei seu vestido para experimentar na sua casa e já aproveito e busco Nathan.

–Esta bem mãe agora preciso desligar meu vou entrar no trem.

Eu desliguei sem ouvir ela terminar de responder entrei no trem e sentei peguei meus fones e fiquei a ouvir musica num som alto o suficiente para que meus tímpanos reclamassem mas eu não liguei e continuei a ouvir a musica.

POV Nathan

Quando estava chegando ao apartamento da Emy vi um carro prata parado em frente ao grande prédio o vidro estava aberto e vi que era a mãe dela fui até o carro.

–A Emy ainda não chegou. – Eu disse.

–É eu sei faz um tempo que estou esperando ela aqui. – Disse ela.

Eu virei as costas e ia indo para dentro do prédio, quando ouvi um barulho de porta de carro batendo e ouvi passos rápidos chegando ao meu lado.

–Por que esta agindo assim comigo? – Perguntou ela.

Eu parei de andar e ela também, ainda estávamos de fora do prédio.

–Por que nossa quer uma lista, você me afastou da garota que eu amo quer coisa pior que esta vai casar com meu pai sem nem ao menos conhecer ele realmente por que vocês podem até estar juntos a um tempo mas não vejo vocês como quem se amam de verdade tudo parece mais um circo só para inflar mais seu ego. – Disse.

–Esta louco. – Disse ela.

–Será que estou viu que não teria chance no amor então preferiu casar com um cara rico que daria boa vida sem muito filhos o cara perfeito você não acha? – Eu disse.

–Sim seu pai é o cara perfeito mas nem por isso estou me aproveitando dele gosto do de criança não tenho problemas em ter mais crianças se fosse por isso casaria com alguém que não tem nenhum. – Disse ela, estava tensa dava para perceber.

–Há por favor acho quem só não percebe o quanto essa situação é ridícula é o meu pai que esta apaixonado por uma aproveitadora! – Disse Nathan.

–Como é?! – Disse ela. –Será que não aprendeu nada de bons modos naquele moquifo onde eu mandei seu pai te por! – Disse ela.

–Sabe o que eu aprendi que só devemos ser bons e ser gentis com aqueles que merecem, não queria estragar sua felicidade mas você é a pior pessoa que já cruzo minha vida eu te odeio e quero que saiba bem disso. – Eu disse com todas as palavras para deixar bem claro.

Ela bufou e depois desviou sua atenção para outra coisa ela olhava por sobre meu ombro então eu olhei para trás e era a Emily vindo em nossa direção.

POV Emily

Estava tudo um clima muito estranho Nathan olhava para mim como se não quisesse me ver ali e minha mãe parecia aliviada por eu ter chegado ela estava nervosa as pernas tremulas acho que os dois andaram discutindo.

–Tudo bem? – Perguntei a eles.

–Filha por favor preciso sair com você. – Disse minha mãe vindo em minha direção e me abraçando eu fiquei sem reação.

O Nathan olhou no fundo dos meus olhos ele estava fervendo por dentro era bem visível ele tremia de raiva olhei para seus punhos e estava fechado ele apertava e suas veias saltavam eu respirei fundo coloquei ela para trás distante de mim e fiquei ao lado do Nathan.

–O que esta acontecendo? – Perguntei.

–Nada estávamos só conversando. – Disse minha mãe.

–Não olha a cara de vocês eu quero saber agora o que aconteceu aqui. – Disse.

–Vou te contar Emy, sua mãe finalmente admitiu que ela que fez a cabeça do meu pai para me por lá naquele colégio. – Disse ele.

–Serio você disse que não foi você que não era totalmente sua culpa que decidiram juntos. – Eu disse.

–Emily você vai acreditar nesse marginal e vai desconfiar de sua mãe. – Disse ela.

–Esse marginal é uma das pessoas que mais confio e sei que ele não mentiria para mim. – Eu disse.

Minha mãe bufou.

–E daí eu fiz mesmo sabe por que tinha nojo de pensar que vocês estavam juntos isso me enojava só de pensar que você tinha algo com um garoto tão irresponsável e ridículo que nem ele meu estomago embrulhava. – Disse minha mãe. –Tive que fazer algo não ia ficar vendo isso com os braços cruzados. – Disse ela.

Continua...

Notas finais
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