Notas iniciais
NATHAN -Pai escute aqui você tem a oportunidade de refazer sua vida longe daqui longe das lembranças da mamãe fazer o Gabriel crescer em uma família saudável e feliz fazendo ele não viver no passado, pai seu maior companheiro agora será ele sem mulheres só vocês dois lá no fundo sei que ira ser um bom pai talvez você estivesse ocupado de mais machucado de mais para me dar bola para me consolar quando precisei mas agora que passou a tempestade sei que vai ser o pai dos sonho de Gabriel precisa ser não tente suprir a falta da mamãe com outras mulheres isso nunca da certo por favor não quero que ele vire um Nathan da vida por favor quero que sua historia seja diferente da minha. – Disse.

–Não tem idéia de o quanto te odeio por ter feito isso comigo não sabe a dor que senti não tem idéia de quantas noites não conseguia dormir por que minhas lagrimas não deixavam ainda mais sabendo que tudo isso foi culpa da mulher que eu admirava você me decepcionou. – Disse.

Ela endureceu ainda mais não se abalou com o que eu disse às vezes ela parecia nem ter coração era algo muito estranho.

–O que fiz foi feito e nada pode ser mudado só aceite. – Disse ela.

Virou as costas e foi embora entrou em seu carro e de lá gritou.

–Seu pai Nathan esta preocupado não queria que tivesse que voltar mas ele precisa do seu filinho. – Gritou ela de dentro do carro.

–Melhor eu ir com ela Emy, só reza para eu não matar ela enquanto estivermos indo para a casa. – Disse Nathan.

Eu sorri ele me deu um beijo e foi para o carro eu vi quanto ele entrou e ela rapidamente saiu cantando pneu sem nem deixar Nathan se despedir de mim. Entrei dentro do prédio subi pelo elevador até meu andar e fui até o apartamento de meu pai abri a porta e percebi que a TV estava desligada estava tudo um silencio o que era difícil então presumi que ele tinha saído fechei a porta e me atirei no sofá me estiquei para pegar o controle na pequena mesa de centro e depois liguei a TV no noticiário falava sobre algumas mortes que aconteceu naquele dia eu só virei para o lado e peguei no sono.

POV Nathan

O silencio se estendeu no carro não olhávamos um para cara do outro ela não puxava assunto nem eu sabia que acabaríamos discutindo como aconteceu uns minutos antes, eu só queria voltar para Emy o mais rápido possível a única coisa em que pensava era o quanto Gabriel sentia-se sozinho perdeu a Emy e me perdeu também ele era meu irmão não podia deixar ele sozinho em um ninho de cobras ainda mais sabendo que quem ficava a maior parte do tempo com ele era Elizabeth ela me dava arrepios do de estar no mesmo lugar que ela só imagino o Gabi que tem que passar a maior parte do tempo com ela. O carro parou e percebi que já estávamos na frente de casa eu sai do carro e ela também entrei porta a dentro obviamente não a esperei subi as escadas as pressas indo diretamente ao quarto de Gabriel quando dei de cara com suas coisas encaixotadas e ele brincando com seu boneco no chão sua cara não era nada boa eu entrei e quando ele percebeu que era eu largou seu boneco de pano e me abraçou forte eu peguei ele no colo e retribui o abraço.

–Desculpe de não ter vindo antes...- Eu disse.

–Não importa você veio. – Disse Gabriel com uma voz doce de criança que eu sentia saudade de ouvir.

Eu o coloquei no chão com cuidado e ele me olhou com seus olhos brilhantes mas lá no fundo parecia que estavam tristes.

–Por que esta tudo encaixotado? – Perguntei.

–Vamos nos mudar papai não te contou? – Disse Gabriel.

–Ainda não, vou falar com ele depois venho aqui de novo esta bem? – Eu disse.

Gabriel assentiu com a cabeça depois pegou se boneco para brincar de novo ele estava tão triste que chegava a dar dó.

Eu sai do seu quarto desci as escadas e fui direto no escritório do meu pai ele estava sentado vendo alguns de seus relatórios do trabalho ele olhou para mim quando entrei na sala.

–Que bom que veio. – Disse ele. – “Sorrindo”.

Eu sentei na cadeira e ele viu que eu estava serio e então ficou serio também.

–Vão se mudar? – Perguntei.

–É era sobre isso mesmo que queria conversar. – Disse ele.

–Quando ia me avisar sobre isso pai como ia embora assim ia levar meu irmão sem me dizer nada! – Eu disse.

–Eu já falei te chamei aqui hoje para conversarmos sobre isso. – Disse ele.

–Quando vão se mudar? – Perguntei.

–Depois do casamento. – Disse meu pai.

–Para onde vão? – Perguntei.

–Consegui uma promoção no trabalho lá em Paris, vamos se mudar para lá Elizabeth esta bem ansiosa por isso. – Disse meu pai.

Nossa às vezes meu pai era ingênuo até demais tinha até pena dele.

–Pai você tem certeza que a Elizabeth é a mulher com quem quer casar? – Perguntei.

–Ela é uma boa mãe para o Gabriel uma mulher decidida centrada é uma ótima mulher para casar-se comigo. – Disse ele.

–Pai... – Eu disse esperei um tempo e continuei. -Como sabe que ela não te ama? Me desculpe mas isso esta na cara pai ela ainda ama o pai da Emy eles podem até brigar discutir mas quem ela verdadeiramente ama é ele e isso nunca vai mudar isso não vai dar certo antes de fazer alguma burrada tenha certeza que o seu casamento vai dar certo. – Disse.

–Mas filho eu preciso de alguém ficar sozinho é horrível eu também nunca sentirei o que senti pela sua mãe mas já provei o que é estar sozinho e tenha certeza essa é a pior coisa que tem. – Disse meu pai.

–Pai escute aqui você tem a oportunidade de refazer sua vida longe daqui longe das lembranças da mamãe fazer o Gabriel crescer em uma família saudável e feliz fazendo ele não viver no passado, pai seu maior companheiro agora será ele sem mulheres só vocês dois lá no fundo sei que ira ser um bom pai talvez você estivesse ocupado de mais machucado de mais para me dar bola para me consolar quando precisei mas agora que passou a tempestade sei que vai ser o pai dos sonho de Gabriel precisa ser não tente suprir a falta da mamãe com outras mulheres isso nunca da certo por favor não quero que ele vire um Nathan da vida por favor quero que sua historia seja diferente da minha. – Disse.

–Esta bem filho prometo que pensarei mais a respeito do casamento vou ver se encontro Elizabeth para conversarmos sobre o casamento. – Disse meu pai.

Antes de sair de seu escritório eu disse.

–Acho que ela saiu pai. – Disse a ele.

Meu pai me olhou seus olhos cansados com olheiras fundas e seu rosto com rugas profundas que mostrava como estava envelhecendo rápido. Sai pela porta e subi as escadas novamente mas antes de ir para o quarto do Gabriel fui até o meu quarto minhas coisas estavam encaixotadas e diziam que era para dar mas aquela PUTA colocou minhas coisas para dar mas gosta de me provocar!

POV Emily

Eu acordei com meu o barulho de porta olhei para ver quem era e meu pai entrava pela porta da frente ele sorriu.

–Nathan não esta ai esta? – Perguntou meu pai.

–Não. – Eu respondi.

Papai fechou a porta e sentou ao meu lado no sofá eu me ajeitei para que ele coubesse no sofá. Ele ficou me olhando e pegou minha mão.

–Esta bem? – Perguntou meu pai, com um tom despreocupado.

–Sim esta tudo bem pai. – Eu disse.

–Que bom eu vi você saiu como demorou. – Disse ele.

–Pois é fiquei meio envolvida com os preparativos do casamento. – Eu disse.

–O casamento é... queria que ele não acontecesse. – Disse meu pai com uma voz baixa como um sussurro.

–Como assim? – Perguntei.

–Desculpe dizer isso filha mas sabe que ainda sou apaixonado por sua mãe. – Disse ele.

–Pois é pai sempre quando falávamos sobre esse assunto você meio que ficava de fora não queria participar muito eu entendo completamente. – Eu disse. –Mas não tinha idéia que ainda gostava dela pensei que não só curtia muito ouvir isso. – Disse.

–Pois é nem eu mesmo sei o que sinto só sei que quando a vejo meu coração bate mais forte é algo que não é normal sabe, talvez seja uma paixão mal resolvida uma paixão que não vivemos então agora ela necessita que a vivemos, não sabe o quanto eu queria isso. – Ele disse.

–Sabe pai por que não corre atrás mesmo que seja errado mesmo que pensem que é uma total loucura sem sentido se você sente algo tem que correr buscar antes que seja tarde demais. – Eu disse.

–Sabe que você tem razão... – Disse meu pai, deu uma pausa e continuou. –Sabe onde ela esta? – Perguntou.

–Acho que terminando de arrumar os detalhes na costureira ou na floricultura estou em duvida. – Eu disse.

–Não importa vou acha lá. – Disse meu pai.

Ele pegou seu casaco a chave do carro e não deu nem tempo de eu protestar algo ele já tinha saído, não sei como ele vai conseguir acha lá se não tem nem o endereço tanto da floricultura quanto da costureira.

POV Nathan

Sai do meu quarto e fui para o quarto do Gabriel ele continuava a brincar triste com seu boneco de pano ele sentado no chão eu me sentei ao seu lado.

–Gabi olha aqui para mim. – Eu disse.

Ele demorou para me olhar nos olhos.

–Vai ficar tudo bem não tem por que de se preocupar. – Disse a ele.

–Mas mano eu sei que não vai ir com a gente não é? – Disse Gabriel.

–Não vou Gabi eu sinto muito. – Eu disse.

Ele desviou seu olhar triste do meu ele olhou para o boneco e vi quando gotas caiam sobre a face do boneco.

–Gabriel...- Eu disse.

Não me contive tive que abraçá-lo mesmo que fosse contra sua vontade ele era meu irmão e me doía velo assim.

–Eu prometo que qualquer coisa que acontecer eu pegarei o primeiro vôo e irei para lá esta bem. – Eu disse. – “Saindo de nosso abraço para ver seu rosto que estava inchado por causa do choro”.

Ele balançou a cabeça e olhou nos meus olhos eu sorri e ele também depois nos abraçamos novamente.

–Agora pare de chorar cara. – Disse.

Ele limpou suas lagrimas e voltou a brincar com seu boneco de pano.

–Vou ver umas coisas no meu quarto depois a gente se fala ta bom? – Disse

–Ta bom. – Ele respondeu baixinho.

Eu me levantei sai do quarto do Gabriel e fui para o meu, em cima da minha escrivaninha tinha um CD do John não conhecia sua casa muito bem mas ele sempre estava na casa do Stive sabia que tinha que ir lá mas dês que deu aquela encrenca com a policia daquela festa lá na casa dele nunca mais apareci não podia ser preso meu pai acabaria com a minha raça. Sai de casa e fui até a casa dele com o CD em mãos bati em sua porta e atendeu uma garota ruiva bonita parecia aquela amiga que Emily tinha levado no shopping mas achei que era só uma coincidência.

–Você não é aquele namoradinho da Emily? – Perguntou a menina.

–Sim sou e você é? – Perguntei.

–Helena já deve ter ouvido falar algumas vezes de mim já me viu no shopping com ela até. – Disse Helena.

–Há sim, sabe se Stive esta? – Perguntei.

Estava um pouco desconfortável não achei que encontraria uma amiga da Emy aqui imaginei de cara que o Stive esta fazendo um trabalho sujo com ela, droga logo com quem ele foi se meter. Logo que a garota entrou para procurar Stive ele apareceu desta vez sozinho.

–E ai Nath há tempos que não aparecia por aqui. – Disse Stive. – “Me dando um aperto de mão”.

–Pois é cara eu to meio enrolado com uns assuntos ai, mas só vim aqui pra te entregar esse CD ao John. – Eu disse.

–Não soube cara? – Perguntou Stive.

–O que? – Disse.

–John morreu de overdose numa festa que ele foi. – Disse Stive.

–Serio? – Perguntei.

–Claro aquele cara era muita doidera pior que nos dois juntos mais o Nick. – Disse Stive. –Ele era tri quieto e tal mas revendia droga e usava muita também. – Disse ele.

–Nossa eu gostava do John e o Nick continua a mesma coisa? – Perguntei.

–Depois que John morreu Nick era bem chegado a ele eram primos e tal e daí Nick quis sair dessas merda ai de festa e tal e começou a estudar de novo acho que esse ano ele termina o ensino médio é um moleque ainda. – Disse Stive.

–E você Stive vi que se enrolou com uma patricinha cara desde quando ela é o seu tipo? – Perguntei.

–Há cara no fim me apaixonei por ela no começo ela sabia que eu usava maconha e tal, mas conheci os pais dela e dei uma segurada sabe acho que ela conseguiu o que as outras não conseguiram ela me ganhou velho. – Disse Stive. –E você hem pelo que parece a tal Emy ganhou teu coração também. – Disse ele.

–Pois é ganhou mesmo me apeguei tanto a ela que estou pensando em até servir no exercito acredita maluco? – Eu disse rindo.

Ele deu risada.

–Pois é as coisas mudam...- Disse Stive.

POV Rith

Depois de rodar pela cidade consegui achar a costureira graças a deus estava aberta sai do carro às pressas e pedi que Elizabeth estivesse lá se não teria ou que desistir ou dar um jeito de procurar a tal floricultura que Emy tinha me falado. Eu ia entrar na porta quando Elizabeth me da um encontrão.

–O que faz aqui? – Perguntou ela.

–Vou comprar um vestido de noiva para mim o que se acha? – Disse.

Ela me olhou com cara de brava e então parei de rir.

–Precisava falar com você serio. – Disse.

–Sou toda ouvidos. – Disse ela.

–Não quero que se casa com aquele cara! – Disse.

Sem rodeios não tinha um jeito fácil de falar isso para ela.

–Como é?!

Continua...

Notas finais
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