Forbidden Love
24 Nathan - Historias
Notas iniciais
–Acordem rapazes! – Gritou uma voz grossa.
Todos acordaram assustados.
–Levantem-se todos e fiquem em forma. – Disse o sargento.
Ele era feio! Mal humorado era careca tinhas olhos negros e um tom de pele parecido com o meu ele tentava fazer pose de mau, mas eu realmente não me assustava. Levantamos todos e ficamos de pé.
–Bom vocês tem cinco minutos para se vestirem e ficar em forma lá no pátio. – Disse ele. – “Se virou e partiu pela porta do alojamento”.
Todos começaram a correr, eu peguei minhas coisas e me vesti bem devagar todos pareciam já ter ido e eu fui o ultimo a chegar no pátio todos estavam em forma e eu sorridente me aproximei da fila ficando em forma com os outros, acho que era umas cinco da manhã não tinha nem amanhecido ainda, tinha um sereno que era como uma garoa. Eu dei um sorriso e uma piscadinha pro sargento ele bufou de raiva.
–Bom eu ia mandar vocês pro café primeiro e depois correr, mas já que seu parceiro se atrasou que tal correrem antes. – Disse o sargento. – “Ele olhou para mim e sorriu”.
Todos me olharam com raiva e eu fiz que nem era comigo.
–Vamos logo com isso podem começar a correr! – Mandou o sargento.
Era um campo grande e bem longe tinha uma cerca, ele disse que era para corrermos até ela até nos não conseguirmos aguentar mais. Corremos e corremos por mais ou menos uma hora eu estava quase desmaiando quando Samuel me pegou pelo braço e me colocou sentado.
–Obrigado. – Eu disse. – “Eu tentava respirar eu estava quase desmaiando estava sem nutrientes suficientes no corpo”.
Samuel me olhava com desespero eu tentava dizer que estava tudo bem, mas simplesmente apaguei e quando acordei estava numa enfermaria. Uma linda garota me atendeu perguntando se estava tudo bem, eu ainda estava tonto tentei me ajeitar na maca, ela era linda era loira de olhos azuis ela estava com uma cara preocupada e eu tentando novamente dizer que estava tudo bem.

–Estou bem preciso voltar. – Eu disse. – “Tentei sair da maca e caminhar, mas quase cai”.
Ela me segurou e me colocou novamente na maca.
–Será que você pode parar de ser teimoso garoto, vou trazer uma sopa daí você vai poder sair daí. – Disse ela. – “Saiu da sala, e depois de algum tempo voltou com um prato de sopa e uma colher”. –Tome vai se sentir melhor. – Disse ela. – “Me alcançou o prato pegou uma cadeira e me olhou tomar a sopa”.
–Quem é você? – Perguntei.
–Sou sua professora, e filha do sargento. – Disse ela.
–Não acredito que seja muito mais velha que eu. – Disse.
–Não sei que idade tem, mas creio que tenha uns 18 então eu tenho 20. – Disse ela.
–Nossa parece que é mais nova que eu. – Disse a ela.
–Pois é todos acham isso, bom vou indo para sala preciso começar a aula quando estiver melhor vá para lá é bom assistir as aulas. – Disse ela.
–Você com certeza não herdou o gênio de seu pai. – Brinquei. – “Ela sorriu revirou os olhos azuis e saiu da enfermaria”.
Depois que tomei a sopa fui para a pequena sala que era onde eles davam as aulas, entrei tentando não fazer barulho ela dava aula e todos os garotos babavam por ela acho que nem prestavam atenção em sua aula, ela me viu e fez sinal com as mão para que eu entrasse e procurasse um lugar para sentar e foi o que fiz. Escutei sua aula e quer saber ela até que não era uma professora tão ruim ela explicou bem a matéria estudamos de tudo um pouco desde matemática até historia. Depois que terminou a aula a gente foi para o pátio ela avisou que o “sargento” queria nos ver, ficamos em forma esperando ele no pátio. Até que ele se aproximou com aquele sorriso idiota no rosto.
–E então como foi a aula? – Perguntou o sargento. – “Olhando para nos”.
Nos olhamos um para o outro e Boby resolveu responder pelo grupo.
–Estava maravilhosa. – Respondeu ele. – “Rindo, e seus amigos babacas também começaram a rir”.
–Há serio? Que ótimo vão ficar a noite toda de pé hoje. – Disse o sargento. – “Sorrindo”.
Eles fecharam a cara.
–Por que sargento? – Perguntou um deles.
–Ora então não sabe o motivo, coitadinho. Por que vocês me dão náuseas e até parece que sou burro o bastante para não saber que querem transar com a minha filha ou pelo menos sonham que vão. – Disse o sargento. –Então para não ter o risco de vocês sonharem com ela hoje vocês não irão dormir. – Disse ele. – “Alegremente”.
Os três rapazes se olharam e resolveram não discutir com o sargento sabia que qualquer coisa que falassem só iria piorar para eles.
–Bom os outros, irão descansar, mas amanhã cedo vão para uma cachoeira aqui perto e passaram por alguns testes quero ver do que são capazes. – Disse o sargento. –Podem ir. – Disse ele. – “Se afastando de nos”.
Fomos todos para o alojamento menos os três rapazes, deitei em minha cama e fiquei encarando o teto só ouvia os papos da cama de baixo falando sobre o grupo e ficou lá fora e dizendo o quanto que eles tinham de medo do sargento eu dei uma pequena risada interna, não sei por que mas aquele sargento não me da nem um pouco de medo. Peguei no sono.
No dia seguinte...
Eu acordei de pressa pensando que estava atrasado ou algo assim, mas me enganei no fim não tinha ninguém acordado então já que acordei decidi tomar um banho descansado coloquei minha roupa e sai para fora do alojamento para ver o dia, olhei para o céu e estava lindo o sol brilhava, quando voltei o meu olhar para frente vi a mesma garota chegar a cavalo, ela chegou perto de mim desceu de seu cavalo estava surpresa por me ver e eu igualmente por ver ela acordada aquele horário.
–O que faz acordado? – Perguntou ela.
–Perdi o sono. – Disse.
–Ata é meio estranho vocês sempre estão exaustos. – Disse ela.
–Pois é eu estava, mas estou bem melhor agora. – Disse. –E então o que você faz acordada este horário acho que nem seu pai levantou ainda. – Eu disse.
–Bom é que este e o melhor horário para eu andar a cavalo ninguém me incomoda e normalmente estão todos dormindo. – Disse ela.
–Há, mas por que não faz isso sei lá a tarde ou pelo menos espera seu pai acordar não acha perigoso andar sozinha por ai. – Disse.
–Não estou sozinha e meu pai não acha certo eu andar a cavalo acha perigoso ele já se acidentou a cavalo e acha que pode acontecer o mesmo comigo, mas não sei ao certo só sei que amo este animal. – Disse ela. – “Ela começou a acariciar a crina do cavalo”.
–O que era isso antes uma fazenda? – Perguntei.
–Sim era uma fazenda da minha família a gerações, meu pai era um renomado sargento ia para todas as guerras era destemido e corajoso fazia eu e minha mãe se sentir seguras mesmo estando algumas vezes longe. – Disse ela. –Mas depois que minha mãe morreu ele não queria mais ficar longe de mim então pediu demissão e abriu esta escola militar ele se diverte fazendo isso com vocês, eu acho um exagero, mas se isso é o que ele quer não posso fazer nada. – Disse ela.
–Nossa eu sinto muito pela sua mãe, faz muito tempo? – Perguntei.
–Sim eu tinha uns dez anos. – Disse ela.
–Então temos algo em comum minha mãe também morreu. – Disse.
–Vou ter que guardar meu cavalo antes que meu pai veja. – Disse ela. – “Sorrindo, ela subiu no cavalo com muita facilidade”. –Qual é mesmo o seu nome? – Perguntou ela.
–Nathan, e o seu? – Perguntei.
–Juliet. – Disse ela. – “Sorriu e depois saiu cavalgando para depois do alojamento”.
Eu fui em direção a cantina peguei uma maça e fui comendo até o alojamento, onde todos já haviam acordado. Eles se levantavam rapidamente se vesti alguns tomavam banho, o sargento logo apareceu e ficou surpreso por ver que eu era o primeiro a estar pronto.
–Bom se arrumem rápido, vamos sair em dez minutos os que conseguirem se arrumar de pressa podem passar na cantina e pegar alguma fruta e bom se alimentarem bem vamos precisar de bastante energia hoje. – Disse o sargento. – “Ele saiu do alojamento, e eu fui atrás dele ele parou quando percebeu que eu estava o seguindo”. –O que quer? – Perguntou ele.
–Quero saber seu nome sargento. – Disse.
–Por que por acaso isso importa? – Disse ele.
–Não seja tão arrogante, é só um nome. – Disse.
–Henrique. – Disse ele.
–Sabe eu queria perguntar ao senhor como é o exercito como foi a experiência. – Disse.
–Foi à melhor coisa que já vivi, sabe saber que esta lá a serviço de pessoas, saber que vai para uma guerra para proteger as pessoas as que ama e até mesmo as que não conhece isso não importa não importa se der a vida por elas essa é a melhor sensação que pode sentir a sensação de se sentir um herói de verdade. – Disse ele. – “Ele esboçou um pequeno sorriso quando lembrou”.
–Quero sentir isso senhor quero ser um herói. – Disse.
–Sabe você me lembra eu quando era jovem eu também era rebelde, mas lá no fundo sempre tive um espírito de soldado de guerreiro. – Disse ele. –E sei meu jovem que em você também tem eu vejo isso, mesmo me enfrentando sei que será um nobre guerreiro se decidir seguir a carreira. – Disse ele.
–Fico honrado pelo senhor dizer isso. – Disse.
–E a verdade, tenha certeza que se não fosse verdade nunca te diria isso não sabe como isso esta ferindo meu orgulho. – Disse o sargento. – “Rindo”.
Eu dei uma pequena risada também e ele se afastou eu fiquei ali parado pensando em tudo que ele disse a analisando, sabe acho que esse era um sonho que eu tive desde moleque sempre em ser um herói não importa como um bombeiro policial ou um soldado quero ser um herói quero orgulhar meu pai pela primeira vez. E acima de tudo ver a Emily com orgulho de mim, vou mostrar a ela que ela terá o seu príncipe encantado só que em vez da espada talvez uma metralhadora. Eu dei uma risada de minha piada ruim e logo vi se encher de gente ao meu redor estava quase todos ali esperando o sargento chegar. Depois de um tempo todos reunidos e o sargento também saímos com mochilas seguindo uma trilha que levava a floresta, cada vez que caminhávamos mais dentro da floresta ficávamos depois de algumas horas de caminhada chegamos até uma cachoeira largamos nossas mochilas e o sargento mandou entrarmos na cachoeira e a atravessá-la por uma corda que tinha dentro dela, quase me afoguei quando cheguei ao meio da cachoeira já estava muito profunda, mas consegui chegar ao outro lado e todos conseguiram no final estava escurecendo já quando o sargento nos mandou fazer o ultimo serviço antes de comermos e finalmente descansar, tínhamos que achar lenha suficiente para fazer uma grande fogueira ele nos separou por dois grupos os que achassem primeiro ganhavam um dia de descanso. Nos tentamos ao maximo coletar o mais rápido e a maior quantidade, mas sem sucesso o outro grupo nos ganhou de lavada, fizemos a fogueira e jantamos todos juntos há frente da fogueira, depois que terminamos pegamos nossos cobertores e a frente da fogueira começamos a contar historias.
–E então vamos começar a contar historias de terror. – Disse um deles. – “Todos começaram a rir”.
–Quantos anos temos mesmo? – Disse Liven. – “Dando risada”.
–Há vai não seja tão mal humorado vamos ouvir o que ele tem a dizer. – Disse outro garoto. – “Liven bufou e ficou mais quieto olhando a lua”.
–“Há muito tempo atrás existia uma linda dama, ela nunca permitia que ninguem chegasse perto dela até que um dia ela se apaixonou loucamente por um homem que ninguem conhecia direito ele não era da pequena cidade onde ela morava, ele era um viajante que nunca tinham visto antes bom o seu pai como era rico e queria a felicidade de sua filha falou com o homem e ele logo aceitou o casamento com a dama, mas ele falou que precisava viajar a trabalho e então o pai de garota deu a ele um saco de moedas de dinheiro para ele fazer a viagem, e então a menina no dia de seu casamento ela estava ao altar esperando seu noivo era uma linda festa ao ar livre todos estavam felizes menos a noiva que pressentia que seu noivo não viria e não veio começou a chover e todos saíram correndo só ela e seu pai ficaram ali na chuva a espera dele, ele pediu para ela entrar com ele, mas ela estava completamente louca estava gritando com ele e dizia ‘não papai ele vai chegar eu sei’, com seus olhos cheios de lagrimas e no fim ela esperou ele até a morte e hoje em dia ela mata os homens pensando que é o seu amado. – Disse o menino.
–Isso é uma historia de terror? – Perguntou Boby. – “Dando risada”.
Ficamos em silencio e ouvimos som de passos vindo cada vez mais perto de nos, olhamos em volta da fogueira e vimos que o sargento tinha desaparecido misteriosamente, e quando vimos uma mulher de branco vindo em nossa direção só vi quando o Boby começou a gritar e daí, Juliet e o sargento saíram da floresta dando risada da reação deles.
–Nossa como esses garotos são cagões principalmente você Boby. – Disse o sargento. – “Ele veio se sentar conosco em volta do fogo ele e sua filha, ela se vestiu com um vestido branco e também ria de Boby”.
–Me pegaram desprevenido. – Disse Boby.
E todos rimos, depois que terminamos a noite dormimos e eu novamente fiquei olhando o céu e pensando na minha garota.
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