Forbidden Love

11 Melhor amiga


Notas iniciais
"-Sinto muito, Emy sei como é não saber o que é um final feliz. – Disse Helena. – “Nos abrimos os braços e nos abraçamos”.

Corri sem parar até estar bem longe de casa de tudo, mas não podia ficar ali na rua e não queria de jeito algum ter que voltar pra casa e dar de cara com o Nathan me perguntando por que estou deste jeito o que aconteceu, eu realmente precisava ficar sozinha, mas a rua não é um lugar muito indicado para eu ficar, liguei para Helena era minha única saída.

–Posso ir para sua casa, por favor, diga que sim. – Eu disse. – “Estava soluçando”.

–Claro, vou te buscar onde esta? – Perguntou ela.

–Não sei direito. – Eu disse. – “Mal conseguia falar, eu estava chorando nem havia percebido como comecei só sei que quando vi já estava deste jeito”.

–Tem alguma parada de ônibus perto de você? – Perguntou ela.

–Tem. – Eu disse.

–Então veja o numero da parada e não saia daí até eu chegar esta bem? – Disse ela.

–34 esta bem...- Foi só o que consegui dizer.

Fiquei sentada na parada rezando para não ser assaltada novamente, seria muita má sorte não é? Mas também se fosse por isso o único garoto que eu realmente estava gostando usa drogas é um tanto problemático e tem uma família também problemática quando eu estava achando que tudo estava dando certo tudo começou a desmoronar de novo será que vou ter que acordar todos os dias tendo que olhar para ele tendo que conviver sabendo que um dia ele foi o único por quem eu realmente me apaixonei será que não mereço um final feliz? Quando percebi Helena estava ao meu lado ajudando-me a entrar no carro, ela me colocou no carro no lado do passageiro, fechou a porta e entrou do outro lado. Começou a dirigir estava um completo silencio no carro.

–Sei que não gosta que fiquem se metendo em seus assuntos, mas nunca te vi assim o que esta acontecendo? – Perguntou ela.

–Nada esta tudo bem. – Eu disse. – “Tentando engolir o choro”.

–Não, não esta tudo bem, não precisa me falar o que aconteceu se não quiser. – Disse Helena. – “Olhando para frente”.

–Obrigado. – Eu disse. – “Minha voz saia rouca, eu tentava controlá-la, mas estava difícil”.

Ela continuava a dirigir o carro em silencio, chegamos a sua casa dei um breve oi a sua mãe e subimos de pressa as escadas para seu quarto me joguei em sua cama.

–Não vou agüentar te ver deste jeito, acho que você deve desabafar com alguém sei que você não gosta, mas acho que vou surtar se ficar vendo você deste jeito. – Disse Helena.

–Esta bem Helena eu vou falar. – Disse. – “Em tom baixo”. –Sabe aquele menino do shopping? – Perguntei.

–Sim o que tem ele? – Perguntou ela. – “Se aproximando, sentando ao meu lado na cama”.

–A gente estava saindo ha um tempo, só que minha mãe vai casar com o pai dele e estou morando na mesma casa que ele e nossos pais não sabem que a gente estava ficando. – Eu disse.

–Ta, mas isso não justifica tudo isso não me diga que ele fez alguma coisa pra ti? – Perguntou ela. – “Com uma cara de brava”.

–Não exatamente, ele me avisou que eu estava me metendo com coisa não muito boa, que eu podia estar em “perigo” e que se eu descobrisse provavelmente eu me decepcionaria com ele que não iria querer mais olhar em sua cara e que isso era o que ele mais tinha medo. – Eu disse.

–Nossa e você descobriu não foi? – Disse Helena.

–Exatamente, e ele estava certo eu não imaginava achava que tinha encontrado meu final feliz. – Disse.

–Sinto muito, Emy sei como é não saber o que é um final feliz. – Disse Helena. – “Nos abrimos os braços e nos abraçamos”.

Ficamos um tempo ali sem falar nada só nos abraçando.

–Mas olha aqui tenho certeza que seu final feliz te espera. – Disse ela. – “Se afastando um pouco para olhar e deu um sorriso que me amparou”.

–Obrigado, só queria dizer que você é e acho que sempre foi minha melhor amiga. – Eu disse. – “Enxugando minhas lagrimas”.

–Você também. – Disse ela. – “Também enxugando as lagrimas”.

Nos olhamos alguns filmes e depois simplesmente caímos no sono.

No dia seguinte...

Nos acordamos, ela foi tomar seu banho e depois eu fui nos tínhamos o mesmo numero de roupa e essa era a nossa sorte ela me emprestou algumas roupas e eu vesti.

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Nos descemos até a cozinha pegamos uma maça dei tchau a mãe dela e fomos para o carro. Ela ligou o carro e começou a dirigir.

–Quer que eu te deixe aonde no colégio ou na sua casa? – Perguntou Helena.

–No colégio. – Disse. –Nossa até me esqueci tenho um “encontro” hoje. – Disse.

–Encontro? – Perguntou Helena.

–Um colega meu perguntou se eu queria ir no cinema com ele e mais uns casais, e eu não sei onde estava com a cabeça quando aceitei. – Disse.

–Há acho melhor você ir, vai deixar de pensar em outras coisas e bom fazer novas amizades. – Disse ela.

–Obrigado, de novo. – Eu disse.

Ela parou o carro e percebi que já estava ha frente do meu colégio, me despedi dela com um abraço e prometemos de se ver de novo, mas em uma ocasião mais alegre sempre que a gente se via não era uma ocasião muito triste e tal e não queria mais isso. Sai do carro e fui direto para minha sala o mais rápido que consegui enviei uma mensagem para minha mãe dizendo que eu estava bem e que passei a noite na casa da Helena, sabia que ela iria brigar comigo o quando eu chegasse em casa sabia que ouvira mil perguntas do Nathan quando ele me visse acho que eu estava tentando evitar tudo isso todas essas discussões todas as explicações e as mentiras que eu teria que contar para minha mãe não ter que saber a verdade. Entrei na sala tinha poucas pessoas eu sentei em meu lugar e logo depois que entrei Harry veio falar comigo com aquele sorriso lindo em seu rosto como sempre.

–Bom dia! Preparada para hoje ha tarde. – Disse Harry. – “Sorrindo”.

–Os outros vão também? – Perguntei.

–Acho que sim, mas falaram para a gente encontrar com eles lá. – Disse ele.

–Ta bom, a gente combina melhor no intervalo por que o sor já chegou. – Eu disse.

–Ta bom. – Ele disse. – “Se inclinou e deu um beijo em minha bochecha e foi se sentar”.

Há aula começou e a professora de ciências entrou na sala sorrindo amigavelmente.

–Bom dia alunos como estão? – Perguntou a professora.

–Tudo bem professora. – Respondemos.

–Então vamos continuar conversando sobre drogas, alguém mais tem algo a dizer sobre este assunto, alguma coisa que já vivenciaram, algum amigo que se drogou ou que já esteve metido com este tipo de droga, relembrando que estudamos as drogas ilícitas, não que a licitas façam bem elas também são muito prejudiciais, mas elas são as mais comuns entre nos. – Disse a professora.

Eu olhava para ela com um olhar de culpa como se eu quisesse contar a ela para saber o que eu podia fazer em que eu podia ajudá-lo mesmo estando com raiva dele não queria que ele continuasse se drogando. Há aula continuou e outros alunos falaram sobre algumas experiências que tiveram com as drogas alguns até já haviam experimentado, todos falaram abertamente, mas eu não me sentia a vontade de falar na frente de todos. Todos já haviam saído da sala menos eu e a professora estava guardando minhas coisas lentamente de propósito realmente não estava afim de sair da sala podia dar de cara com o Nathan. Eu tinha arrumado minha mochila e estava determinada de sair da sala e enfrentar o que tiver que vim. Estava saindo da sala e a professora me chamou.

–Emily não é? – Disse ela. – “Eu estava quase saindo da sala”.

–Sim. – Eu respondi.

–Pode vir aqui. – Disse ela.

Eu me aproximei dela lentamente ficando um pouco longe dela mantendo a distancia.

–Eu vi sua cara hoje na minha aula o que esta te incomodando posso ajudar se precisar. – Disse a professora.

–Não preciso de ajuda obrigado. – Disse. – “Virando as costas e saindo da sala antes que ela pudesse falar qualquer coisa”.

Caminhei rápido esbarrei no Harry, e ele me pegou firme como se estivesse vendo que eu estava em outro planeta.

–Esta tudo bem? – Perguntou ele.

–Claro. – Disse.

–Não parece. – Disse ele. – “Chegando perto de minha boca”.

–Por favor, não estou bem. – Eu disse.

–Te prometo que não vou machucá-la. – Disse ele. – “Aproximando mais de minha boca”.

–Não! – Eu disse. – “Empurrei ele e desviei dele para ir para longe”.

Eu sentei num banco distante de todos só ouvindo musica em meus fones. Quando percebi o sinal já havia batido, mas ainda não fazia muito tempo corri para chegar de pressa ha sala entrei e o professor ficou me olhando com uma cara não muito agradável. Há aula continuou e via alguns olhares do Harry para mim fiquei com uma peninha dele, mas também ele tava forçando a barra demais. Quando a aula de matemática terminou ele veio falar comigo.

–Desculpe por hoje mais cedo. – Disse ele.

–Tudo bem. – Respondi.

–Então eu te pego mais tarde na tua casa? – Perguntou ele.

–Pode ser. – Eu disse.

–Então até lá. – Ele disse. – “Me deu um beijo na bochecha e sorriu”.

Eu sai da sala e fiquei esperando do lado de fora do colégio até o Sr.Arthur chegar.

Continua...

Notas finais
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