Notas iniciais
"Ele fitou meus olhos por alguns minutos, sentia que já estava bem escuro, senti gotas percorrerem todo meu rosto estava chovendo!"

Quando ele chegou, eu entrei e logo depois Nathan também os dois ficaram surpresos em me ver, não sei por que motivo eu sempre ia embora com eles.

–Sua mãe estava louca atrás de você. – Disse Sr.Arthur.

–É eu vi quantas chamadas tinha no meu celular. – Eu disse.

–Acho que deveria tê-la avisado. – Disse ele.

–Isso não diz questão a você. – Eu respondi.

O silencio retornou, o carro estava andando cada vez sentia nos mais próximos da casa e isso não me trazia alivio nem um enfrentar minha mãe não é nada fácil e ela é uma pessoa difícil de conversar quando esta brava. Quando chegamos em casa saímos do carro e eu fui para dentro rapidamente já bastava as explicações que teria que dar a minha mãe não queria ter que falar com o idiota do Nathan. Entrei e ela estava na porta como se soubesse que eu estaria ali que eu viria com eles é ela é mesmo minha mãe sabe o que vou fazer para ela sou previsível demais.

–Que idade acha que tem? Pra ficar desaparecendo assim você ainda é minha filha ainda mora sobre meu teto e eu sou responsável sobre você acha que é quem? Que pode ficar saindo por ai e indo para casa dos outros sem nem uma ligação sem nem me avisar espero que a noite de vocês tenha sido bem boa por que será a ultima por um bom tempo agora, isso ai nunca precisou de castigo, mas vai ter que entrar nas minhas rédeas. – Disse ela.

–Posso falar? – Perguntei. – “Num tom de voz calmo”.

–Não! – Disse ela.

–Mãe isso é injusto deixa eu pelo menos me explicar ou tentar, por favor. – Disse.

–Não Emily, suba. – Disse ela. – “Ela falava alto impondo autoridade”.

–Mas mãe! – Eu disse.

–Suba! – Ela gritou.

Eu subi as escadas batendo os pés nos degraus, corri para meu quarto joguei minha mochila para um canto e me atirei em minha cama, ouvi meu celular tocar um toque de mensagem levantei e fui pega-lo. Vi de quem era a mensagem e era do Harry acho que não vou poder ir com ele no cinema.

“Quer que eu pegue você ai?”

Estava escrito. Eu estava respondendo quando alguém entrou pela porta, era Nathan. Nossa ótimo que dia maravilhoso esta se tornando.

–Por que sumiu assim do nada? – Perguntou ele. – “Aproximando-se de mim”.

–Acho que isso não interessa a você. – Eu disse. – “Sendo grossa”.

–Interessa sim me preocupo com você. – Disse ele.

–Há cala a boca seu idiota! – Eu gritei. – “Ele ficou olhando para mim”.

–O que aconteceu, por que esta falando assim? – Perguntou ele.

–Eu descobri o segredo que você tinha tanto medo que eu descobrisse e você tinha razão estou decepcionada. – Disse.

–Você sabe tudo? – Perguntou ele.

–Sim. – Respondi.

–Mas tipo tudo? – Perguntou ele.

–Eu já respondi sim! Sei de tudo que usa drogas de tudo. – Disse.

–Sabe só até ai? – Perguntou.

–Tem mais?! – Perguntei.

–Acho melhor contar não é, fizemos uma aposta se eu conseguiria pegar minha nova irmãzinha e levar ela pra cama. – Disse ele. – “Ele falava aquilo num tom de voz triste de arrependimento”.

–Nossa você é um nojento desprezível sai do meu quarto! – Eu disse.

–Mas eu acabei gostando de você, me apaixonando. – Disse ele.

–Sai do meu quarto! – Eu gritei.

Ele virou as costas e saiu, eu peguei meu celular e mandei uma mensagem para o Harry.

“Sim pode me buscar.”

Chega eu acho que fui trouxa de mais por muito tempo, não pensei que ele era tão babaca. Fui tomar um banho e me arrumar vesti as roupas mais bonitas que encontrei.

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Recebi outra mensagem.

“Estou aqui em baixo, mas com vergonha demais para tocar a campainha”.

Dei uma risada era bem a cara dele, eu respondi.

“Estou descendo”.

Corri para baixo, tentando me equilibrar no salto vi um vulto perto de mim enquanto eu corria pelas escadas, mas não esperei para ver quem era não ia deixar o menino plantado na porta. Cheguei lá em baixo e abri a porta com um sorriso amigável.

–Você esta linda. – Disse ele. – “Sorrindo, analisando minha roupa meu cabelo tudo”.

–Eu que digo. – Disse. – “Pulei para o lado de fora não literalmente”.

Eu estava fechando a porta quando vi Nathan me olhar me observando ir embora com Harry, nem ligou nem percebeu que Nathan estava ali nos olhando. Fechei a porta e Harry me levou até o carro era lindo branco, mas bem simples eu entrei no lado do passageiro e depois ele entrou no outro lado. Ele ligou o carro e fomos até o cinema saímos do carro e ficamos na frente do cinema por uns 30 minutos esperando os outros.

–Será que eles vão dar um bolo na gente? – Perguntei.

–Acho que sim, quer ir embora? – Perguntei.

–Claro que não agora já estamos aqui e estou louca para ver esse filme. – Eu disse. – “Puxei ele pela mão para dentro do cinema”.

Demos os ingressos e entramos, o filme era de terror suspense não sei por que, mas adoro este tipo de filme prefiro muito mais um filme assim do que um romântico ou meloso. Ficamos em silencio o filme todo, só algumas vezes que Harry dava umas risadas baixinhas cada vez que eu tomava um susto. Terminou o cinema e fomos tomar um sorvete perto dali, já estava escurecendo, mas não estava me importando muito com horário a “minha casa” estava um inferno. Sentamos nos bancos da praça e começamos a conversar até que Harry tocou num assunto.

–O que você e o Nathan tem? – Perguntou ele.

–Eu e ele nada por quê? – Perguntei.

–É muito estranho, ele te olha diferente ele quase me quebrou por que cheguei perto de seu ouvido aquela fez acho que ele gosta de você. – Disse Harry. – “Eu abaixei a cabeça”. –Então eu estou certo? Vocês estão juntos? – perguntou ele.

–Não mais. – Disse. – “Com a cabeça baixa ainda”.

–Ele não sabe o que perdeu. – Disse Harry. – “Levantou meu rosto com a mão, delicadamente’.

Ele fitou meus olhos por alguns minutos, sentia que já estava bem escuro, senti gotas percorrerem todo meu rosto estava chovendo!

–Não acredito! – Disse ele. – “Rindo”.

–O que foi? – Perguntei. – “Acompanhando seu sorriso lindo”.

–Adoro chuva, parece que ela escolheu ha hora certa para cair, ha pessoa certa. Sempre sonhei em dar um beijo na chuva em uma pessoa que eu gostasse e eu adoraria que fosse com você. – Disse Harry. – “Sorrindo para mim”.

–Harry...

–Não precisa falar nada. – Disse ele. –Não vou obrigar nada quero que me beije por que quer por que sente vontade não só por pena ou coisa parecida. – Disse Harry. – “Sorrindo com um sorriso desanimado”.

–Eu não sinto pena de você. – Eu disse. – “Chegando perto dele”.

Senti meu cabelo, se desarrumar e ficar totalmente solto. Nos simplesmente nos beijamos ali mesmo na chuva estava de noite já, mas quem liga?

Continua...

Notas finais
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