Notas iniciais
"Sorrimos um para outro, saímos do carro e ele veio ao meu lado e pegou minha mão fazendo nossos dedos se entrelaçarem em harmonia, ele parecia estar tão feliz e eu ficava feliz com isso. Mas sabe mesmo que eu queira não sinto o que sinto pelo Nathan é incrível como sou idiota por me apaixonar por alguém ainda mais idiota que eu."

Nos paramos e demos um pequeno sorriso.

–Sabia que eu sonhava com isso, dês que te vi pela primeira vez. – Disse ele. – “Acariciando meu rosto”.

Eu dei um sorriso e nós nos beijamos novamente. Depois saímos de mãos dadas para o carro e ele começou a dirigir e fazer piada sobre mim com medo no cinema sabe era tão normal seria tão mais fácil se eu gostasse dele ele é um garoto não normal tão comum seria tão fácil, mas não eu gosto de um verdadeiro babaca que faz minha cabeça virar de cabeça pra baixo faz meu estomago encher de borboletas. Que nossas brigas, sempre são boas no final por que sempre depois dos gritos dos tapas saímos nos beijos é a melhor parte eu devo ser louca, por gostar de um garoto tão louco. Ele percebeu que eu estava meio distraída como sempre então ele parou de falar não ia fazer muito diferença continuar falando, meus pensamentos ainda perturbava minha cabeça e faziam eu às vezes desligar da terra. Percebi só quando o carro parou e ele desligou o motor.

–Então chegamos. – Disse ele. – “Olhei rapidamente para o lado para ver onde eu estava, e depois para ele”.

–Obrigado, hoje foi ótimo. – Eu disse. – “Sorrindo”.

–Foi incrível, eu que agradeço. – Disse ele. – “Me deu um beijo na boca num sinal de despedida”.

–Vou indo boa noite. – Disse.

–Dorme bem, boa noite Emy. – Disse ele. – “Sorrindo”.

Sai do carro e entrei em casa, a “família” jantava na sala de jantar.

–Onde estava? – Perguntou minha mãe. – “Vindo em minha direção”.

–Estava com um amigo meu. – Disse. – “Num tom normal, mas controlado para que quem estava na sala de jantar não conseguisse escutar só minha mãe”.

–Não vou brigar com você, mas não esqueça que esta de castigo então não vai mais sair só deixei você sair hoje por que já tinha combinado com seus amigos, mas filha de hoje me diante eu sinto muito, mas esta de castigo. – Disse minha mãe. – “Com uma voz calma e tranqüila”.

Essa sim parece minha mãe, não aquela que gritava comigo hoje mais cedo.

–Posso subir? – Perguntei.

–Não esta com fome? – Perguntou ela.

–Nem um pouco mãe, estava tomando sorvete. – Disse.

–Tudo bem pode subir. – Disse ela.

Eu subi as escadas de pressa tirei aqueles saltos desconfortáveis e me joguei na cama peguei meu celular e vi as mensagens que eu tinha, duas da Helena e um do Harry.

“Amiga temos uma festa para ir daqui a um dia você tem que ir vem aqui pra casa pra gente conversa!”.

Essa era uma das mensagens que a Helena tinha mandado a outra estava escrito assim.

“Responde!!”

Eu respondi a ela que iria ver se convencia minha mãe de me deixar ir expliquei que eu tinha brigado com ela mais cedo por causa de eu ter “desaparecido” por um bom tempo e não explicar nada para ela, mas que adoraria ir numa festa com ela imagina eu e a Helena numa festa ia ser tão legal pelo menos nos íamos encontrar numa situação boa pelo menos isso. A mensagem do Harry estava assim.

“Boa noite sonhe comigo por que certamente eu sonharei com você”.

Que amor, ele é tão gentil. Ouvi um barulho nas escadas e depois vi Nathan em minha porta.

–Não acredito que saiu com aquele play boy. – Disse Nathan.

–Pois é pelo menos ele não apostou com os amigos se iria transar comigo. – Disse. – “Ele se calou, baixou a cabeça e saiu pela porta”.

Eu me levantei logo depois que ele saiu fui ao banheiro e pus meu pijama, deitei em minha cama e simplesmente apaguei.

No dia seguinte...

Eu acordei levantei de pressa achando que estava atrasada olhei meu relógio e era muito cedo, mas dane-se não vou conseguir dormir mesmo, então fui tomar meu banho e procurei no meu armário alguma coisa que combinasse com aquele dia triste e chuvoso que fazia lá fora.

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Estava frio, ou eu estava ficando gripada, desci as escadas abri a geladeira peguei a geléia o pão e comi, quando comecei a comer percebi que eu estava com fome minha barriga começou a roncar enquanto eu fazia meu pão com geléia. Sentei na bancada da cozinha comi meu pão com um copo de água. Levantei depois que comi e subi as escadas deitei na cama e dormi mais um pouco antes de chegar o horário que eu realmente tinha que levantar.

–Acorda, vai se atrasar. – Disse minha mãe. – “Me acordando”.

Assustei-me com sua voz alta em meu ouvido, me acordei num pulo estava já fora da cama quando minha mãe viu que eu estava acordada saiu do quarto e desceu as escadas. Pensei que eu tinha tido um sonho que eu não tinha me arrumado, mas não eu estava pronta já totalmente vestida e arrumada para ir para o colégio desci as escadas e minha mãe estava sorridente arrumando Gabriel, acho que ela estava gostando de pagar uma de “mãe”.

–Arthur esta esperando você no carro Emy, hoje vou levar o Gabriel para o colégio e depois gostaria que buscasse ele no futebol para mim pode fazer isso, não vou conseguir voltar do trabalho e ir pega-lo. – Disse minha mãe.

–Claro sem problema. – Eu disse.

–Boa aula filha. – Disse ela. – “Antes de eu sair pela porta”.

–Obrigada! – Gritei. – “Já estava ao lado de fora da casa”.

Corri para dentro do carro, o carro estava ligado, foi só eu entrar e o carro começou a andar. O Sr.Arthur começou a falar sobre quartel, sobre colégio interno, falando ao Nathan que isso seria ótimo para ele que ia ser uma experiência incrível, que ele faria amigos que só trariam coisas boas para ele, e que ele estaria preparado para entrar no exercito, e esse era o maior sonho do Sr.Arthur só pela maneira que ele falava dava para perceber que era o que ele mais queria ver o filho ser um militar protegendo e cuidando do seu país. O Nathan não falava nada nem concordava nem discutia o que era bizarro, por que, ele sempre dava sua opinião mesmo que todas às vezes eram só para contrariar seu pai ele sempre falava o que vinha em sua mente, desta vez não era como se uma parte dele concordasse sobre o que o seu pai falou como se ele estivesse refletindo sobre isso talvez até concordando. Percebi que o carro parou e vi que estávamos na frente de nosso colégio sai do carro e Nathan também. Comecei a andar e senti uma mão me puxar para trás, mas com toda minha força a puxei para frente, eu sabia quem era e não estava nem um pouco a fim de falar com ele sobre isso. Fui rapidamente pra sala, eu tinha até chegado cedo o professor ainda nem tinha chegado à sala de aula.

–Bom dia. – Disse Harry. – “Beijando minha bochecha”.

–Bom dia! — Disse. – “Sorridente”.

–Sonhou comigo ontem a noite? – Perguntou ele. – “Sorrindo”.

–Não sonho muito. – Disse a ele.

–Há que pena sonhar é tão bom. – Disse ele.

–Que sonho teve? – Perguntei.

Acho que eu já sabia a resposta.

–Com você claro, como podia esquecer acho que foi como se fosse um déjà vu sonhei com nosso beijo um milhão de vezes repetidas vezes. – Disse ele. – “Chegou perto de meu ouvido e falou baixinho, e quando saiu de meu ouvido de um riso baixinho”.

–Hum interessante. – Eu disse. – “Sorri timidamente”.

Ele sorriu e olhou para mim, chegou o professor ele deu um pulo para a cadeira dele e eu ri dele num tom baixo.

–Bom vamos começar a aula de inglês. – Disse o professor.

A aula de inglês foi chata como todas as outras que tivemos, foram repetitivas e cansativas, mas o idiota do Michael sempre fazia alguma palhaçada na aula para fazer a gente rir o que deixava a aula menos cansativa e mais hilária a cara dos professores de raiva era muito engraçada. O intervalo começou todos saíram da sala e eu fui a ultima como sempre fui sentar em um banco isolado só para ficar ouvindo minhas musicas sem ninguém me incomodar estou me referindo ao Nathan não quero que ele me incomode quero ficar sozinha. Do nada parou minha musica eu peguei meu celular para olhar e era outra mensagem da Helena.

“Emy! Falou com sua mãe? Preciso dar a resposta hoje para meu amigo, por favor, responde criatura!”

“Helena falo com a mãe quando eu voltar para casa estou na aula agora.”

Disse a ela, ela disse tudo bem. Bateu o sinal para entrarmos para sala as outras aulas não foram tão chatas era português e essa era a única matéria que eu me dava bem que eu sabia bem. Há aula terminou estava indo para fora quando Harry me parou.

–Posso te dar uma carona? – Perguntou ele. – “Eu olhei para o carro do SrArthur, e vi Nathan indo em direção a ele”.

Respondi rapidamente.

–Sim. – Eu disse. – “Foi um ato involuntário”.

–Vou pegar o carro. – Disse ele. – “Sorrindo, se distanciando”.

–Vou falar com meu padrasto. – Disse. – “Correndo para o carro do Sr.Arthur”.

–Estou com pressa Emily. – Disse Sr.Arthur.

–Vou com um amigo meu senhor, daí a gente aproveita e passa pra pegar o Gabriel no futebol, tudo bem? – Perguntei. – “O Nathan, estava por um fiu de surtar ali mesmo e quer saber eu estava achando tudo àquilo bem engraçado”.

–Por mim tudo bem. – Disse Sr.Arthur.

–Pai! – Disse Nathan. – “Olhando para seu pai”.

–O que foi Nathan? Deixa a garota aproveitar. – Disse Sr.Arthur. – “Nathan virou a cara para mim fogo de raiva estava em seus olhos dei um sorriso para ele”.

–Obrigado Sr.Arthur! – Disse. – “Correndo para o carro de Harry”.

–Avise sua mãe! – Disse ele.

–Esta bem! – Gritei.

Entrei no carro de Harry, e ele estava sorrindo.

–E esse seu sorriso na cara? – Perguntei.

–Adoro ver a cara de trouxa do Nathan. – Disse ele.

–Vamos! – Disse.

–Para onde? – Perguntou ele.

–Buscar meu “irmão” no futebol. – Disse.

–Que ótimo adoro futebol. – Disse ele.

O carro dele fez um barulho quando saímos queimando pneu. Chegamos a frente de um parque cheio de crianças correndo.

–Será que é aqui? – Perguntei, mas mais para mim mesmo do que para Harry.

–Acho que sim, tenho um sobrinho que vem aqui jogar futebol. – Disse ele.

Sorrimos um para outro, saímos do carro e ele veio ao meu lado e pegou minha mão fazendo nossos dedos se entrelaçarem em harmonia, ele parecia estar tão feliz e eu ficava feliz com isso. Mas sabe mesmo que eu queira não sinto o que sinto pelo Nathan é incrível como sou idiota por me apaixonar por alguém ainda mais idiota que eu. Ele apertou minha mão forte para que eu voltasse para terra, não ficasse perdida em pensamentos novamente começamos a caminhar e ele me levou até o campo de futebol vi de longe o Gabriel jogando e sorrindo brincando com seus amigos por que fizeram um gol. Chegamos perto de onde eles estavam jogando e sentamos na grama e ficamos olhando o jogo dele depois que eles terminaram o time do Gabriel venceu ele veio correndo me abraçar estava tão feliz.

–Parabéns, meu lindo. – Eu disse. – “Abraçando ele”.

–Mana fico feliz que tenha me visto jogar e ganhar, nunca ninguém veio me ver jogar. – Disse ele. – “Sorrindo”.

–Vamos pra casa maninho. – Disse. – “Abraçada nele, estendi minha mão para Harry se levantar, ele segurou em minha mão e levantou”.

Seguimos até o carro Harry mais a frente e eu e Gabriel abraçados seguindo ele.

–Quem é ele Emy? – Perguntou Gabriel. – “Falando baixinho”.

–Um amigo Gabi. – Eu disse.

–Você não o trocou pelo Nathan trocou? – Perguntou Gabriel.

–Gabi isso é muito complicado. – Eu disse.

Entramos no carro o Gabriel mais atrás e eu na frente no carona e ao meu lado Harry, a viagem até em casa foi silenciosa. Quando chegamos Gabriel saiu porta a fora todo feliz para contar ao seu pai.

–Obrigado pela paciência. – Eu disse. – “Sorrindo”.

–Capaz adorei nossa tarde. – Disse ele. – “Acariciando meu rosto, chegando perto de minha boca”.

–Quer seu premio por ter que aguentar eu e meu irmão é? – Perguntei.

–Não só quero um beijo mesmo bem simples e não tem motivos para recusar. – Disse ele.

–Não quero que fique se iludindo Harry, você é um garoto legal, mas sabe que não sinto a mesma coisa que sentia pelo Nathan. – Disse na cara assim não podia mais esconder isso dele.

–Eu sei Emy, mas eu quero tudo que eu puder de você se é isso que eu vou ter de você estou muito satisfeito. – Disse ele. – “Sorrindo com um sorriso desanimado”.

–Não posso fazer isso com você. – Eu disse. – “Sai do carro rapidamente, antes que eu quisesse voltar antes que minha razão não falasse mais”.

Entrei em casa desejando não ver a cara que ele fez, desejando que ele me perdoasse eu realmente dei esperanças demais a ele, fui uma cretina enganei ele só para o que o Nathan fez para mim não fosse tão horrível quanto foi, subi as escadas de pressa como sempre fazia quando cheguei ao meu quarto me joguei em minha cama e cai no sono. Quando acordei era de noite por involuntariamente eu me levantei de pressa demais que fiquei meio tonta desci as escadas devagar por que ainda estava sonolenta vi minha mãe no seu quarto entrei bem quietinha.

–Mãe precisava falar com você. – Eu disse.

–Diga? – Disse ela.

–Será que deixaria ir a uma festa com Helena? – Perguntei.

–Será que não se lembra que esta de castigo? – Disse ela.

–Mãe por favor. – Pedi a ela.

–Emily já conversamos sobre isso e você concordou sem reclamar. – Disse minha mãe.

–É que esta festa e de uma amiga nossa e eu realmente precisava ir mãe se não ela vai ficar muito braba comigo. – Eu menti.

–Filha...você sabe como sou...- Disse minha mãe.

–Sim mãe sei que você é um amor de mãe e que vai concordar de eu ir a festa. – Disse.

–Só se ela vir te buscar em casa, e nada de bebidas ou drogas entendeu? – Disse minha mãe.

–Eu te amo! – Eu dei um grito. – “Me atirei sobre ela dando um abraço de urso”.

–De nada. – Disse ela. – “Dando risada”.

Corri para as escadas de novo para ir ao meu quarto e dizer a Helena que vamos a uma festa!

Continua...

Notas finais
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