Notas iniciais
"-Sabe, Emy tem muita coisa que você não sabe sobre mim não quero que você se decepcione comigo nem quero te ver machucada não acho seguro você estar comigo. – Disse ele."

Hoje realmente eu havia dormido sobre meus livros, escutei o som de alguém rindo no andar de baixo parecia ser o riso da minha mãe, eu acho que era o Sr.Arthur e ela que conversavam no andar de baixo. Abri meus olhos sem muita vontade ha claridade da lâmpada fez meus olhos arderem, levantei-me e desci as escadas para dar oi a minha mãe.

–Oi mãe, que bom que voltou! – Disse. – “Me atirando sobre ela”.

–Ora ora, que saudade súbita é essa? – Perguntou ela. – “Desconfiada”.

–Nada só estava com saudade mesmo, esta casa fica insuportável sem você. – Eu disse. – “Sorrindo”.

–Não diga isso Emily! – Minha mãe disse. – “Olhou diretamente para o Sr.Arthur”. –Sabe que ela não quis ofende-lo né? – Disse minha mãe.

–Não se preocupe meu amor, lido com coisa bem pior. Que tal neste fim de semana irmos visitar a minha mãe, quero que ela a conheça que saiba quem é minha noiva quem vai ser minha mulher. – Disse ele.

–Vou adorar. – Disse ela. – “Rapidamente me soltando”.

–Vou ver como o Gabi esta. – Eu disse. – “Entrei ao quarto dele”.

Ele estava sentado no chão brincando com um boneco de pano ele era bem bonito.

–Oi Gabi. – Disse. – “Chegando mais perto dele, me sentando ao seu lado no chão”.

–Emy! Oi. – Disse ele. – “Abrindo aquele lindo sorriso”.

–Posso brincar com você? – Perguntei. – “Sorrindo”.

–Claro. – Disse ele. – “Alegremente”.

Levantei e vi que em uma das prateleiras só havia bonecos de pano carros aviões só brinquedos, peguei mais um boneco de pano e sentei ao seu lado novamente e começamos a “brincar”, eu as vezes dava umas risadas do nada, ainda não acreditava que estava brincando novamente depois de tanto tempo eu amadureci rápido de mais nunca tive tempo pra ser criança de verdade.

–Eu ouvi o papai dizer que vamos visitar a vovó é verdade? – Perguntou ele. – “Inocentemente”.

–Sim, eles querem visitá-la neste fim de semana. – Eu afirmei. –Ela é legal? – Perguntei.

–Não sei papai nunca nos leva para visita-la. – Disse Gabriel.

–Você tem uma vó e não a conhece? – Perguntei. – “Incrédula”.

–Sim isso mesmo. – Disse ele.

–Seu irmão a conhece? – Perguntei.

–Acho que sim, mas acho que faz tempo que ele não a vê. – Disse Gabriel.

–Brincando de boneca? – Perguntou Nathan. – “Entrando pela porta do Gabriel, dando risada de mim”.

–Há por favor, eu estava relembrando os velhos tempos não posso? – Eu disse.

–Ue claro que pode, só achei um tanto hilário não acha que esta bem grandinha para brincar disso. – Disse ele. – “Ainda com um sorriso bobo no rosto”.

–Como você é chato. – Eu disse.

–É que tinha outras coisas que eu achava mais interessante pra gente brincar. – Disse ele. – “Mudando seu sorriso para um sorriso mais malicioso”.

–Serio que coisas que são mais interessantes que brincar de bonecos de pano? – Perguntei. – “Com um sorriso também malicioso no rosto”.

–Deixa eu te mostrar. – Disse ele. – “Sorrindo”.

–Posso brincar também mano? – Perguntou Gabriel.

–Não, isso é brincadeira de gente da nossa idade, quando você tiver nossa idade entendera, agora vou brincar com a Emy e depois ela volta esta bem? Distraia nosso pai para eu poder brincar com ela pode fazer isso pelo seu maninho? – Perguntou Nathan.

–Sim, mas a onde vocês vão brincar? – Perguntou Gabriel.

–Lá, no jardim. – Disse Nathan. – “Ele pegou minha mão, quando viu que nossos pais estavam no quarto ele me puxou para as escadas descemos elas correndo, saímos pela porta e fomos ainda correndo para o jardim”.

–Eu tenho um lugar secreto. – Disse ele. – “Em meu ouvido, me puxou para alem do jardim para uma floresta”.

Já estava anoitecendo e ele continuava a me levar para mais fundo da floresta. Até que não sabia mesmo mais onde eu estava, eu estava totalmente perdida.

–Onde estamos? – Perguntei.

Ele demorou a me responder.

–Chegamos. – Disse ele. – “Olhou para mim e sorriu”.

–Chegamos? Aonde? Para mim continua sendo a mesma floresta. – Eu disse.

–Aqui ninguém vai nos atrapalhar isso eu prometo. – Disse ele.

–Mas e nossos pais...

Ele me interrompeu com um beijo.

–Vai ficar tudo bem o Gabi sabe se virar ele é esperto. – Disse Nathan.

–Mas ele é só uma criança. – Eu disse.

–Por favor, tenta relaxar tenta parar de se preocupar hoje é só você e eu. – Disse ele. – “Acariciando meu rosto e pondo seus lábios em minha boca”.

Ficamos nos beijando por um longo tempo, daí depois ele me pegou no colo e me girou, eu sorri e ele também, depois só vi sua boca na minha novamente.

Ele me colocou deitada na grama com cuidado, me soltou delicadamente que eu nem senti ele pegou seu celular e pôs a “nossa musica”.

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Ele foi me beijando bem devagar como se não houvesse motivos para termos pressa como se pra sempre viveríamos aquilo, como eu queria que fosse real como eu queria que ele nunca tirasse seus lábios quentes de minha boca fria. A noite caia e parecia frio as poucas vezes que abria os olhos via as arvores se movimentarem, mas eu não sentia frio algum seu corpo me esquentava. Abri meus olhos e vi a noite caindo às estrelas brilhando no céu como pequenas luzes brilhantes, a lua linda como sempre iluminava tudo ao redor. Ele saiu de cima de mim e deitou ao meu lado para também olhar o céu.

–Linda noite. – Disse ele. – “Num tom baixo como de um sussurro”.

–Posso te dizer uma coisa? – Perguntei.

–Claro. – Disse ele.

Dei uma olhadinha para o lado e ele só olhava o céu, não conseguia ver sua reação.

–Acho que estou apaixonada. – Eu disse.

–Serio por quem? – Perguntou ele. – “Num tom de voz normal”.

–Da pra parar de ser bobo, claro que estou falando de você! – Eu disse, quase gritando.

–Não quero que se machuque, não quero que se apaixone por mim. – Disse ele.

–Como assim?! – Perguntei.

–Sabe, Emy tem muita coisa que você não sabe sobre mim não quero que você se decepcione comigo nem quero te ver machucada não acho seguro você estar comigo. – Disse ele.

–Como assim o que pode me machucar? – Perguntei. –E se não acha seguro estar perto de mim por que estamos aqui agora? – Perguntei.

–Não quero estragar isso não quero te falar sobre esse assunto. – Disse ele.

–Agora começou termine. – Eu disse.

–Não quero magoar você por favor! – Disse ele.

–Fala logo! – Eu disse. – “Já estava me irritando”.

–Droga você não entende! Quero te proteger por que só me meto em roubada. – Disse ele.

–E daí eu sei me cuidar. – Eu disse.

Ele se levantou e eu também.

–Olha pra mim, eu quero te proteger por que gosto de você por que também estou apaixonado, e tenho medo só isso. – Disse ele.

–Vai ficar tudo bem. – Eu disse. – “Chegando perto dele e abraçando-o”. –Agora me beija, e como você mesmo disse hoje é só eu e você esta noite então vamos aproveitar... — “Puxei ele para cima de mim e nos caímos na grama, e quando vi já nos beijávamos outra vez”.

No dia seguinte...

Acordei e percebi que estava sendo carregada, a luz do sol era tão forte que doía em meus olhos, o Nathan me carregava as pressas acho que estava amanhecendo e precisávamos voltar pra casa.

–Bom dia princesa. – Disse ele. – “Sorrindo”.

–Bom dia meu príncipe. – Eu disse. – “Também sorrindo”.

–Quem dera se eu fosse um príncipe, to mais pra gato borralheiro. – Disse ele. – “Dando risada”.

Ele tinha um ótimo humor de manhã.

–Pode ser, gato borralheiro príncipe bad boy, mas ainda é meu. – Eu disse. – “Sorrindo com meu sorriso torto, eu estava caindo de sono e ele percebeu”.

–Dormi logo, a gente já esta chegando. – Disse ele.

Eu fechei os meus olhos e quando acordei já estava em minha cama deitada, só ouvi minha mãe gritar comigo do andar de baixo.

–Emily, ande logo vamos se atrasar! – Gritou ela.

Nossa será que a noite de ontem foi um sonho? Mas também se não foi, foi à melhor noite que eu já tive, aquela musica sua boca na minha. A única parte vamos dizer ruim foi quando ele disse que estava me arriscando demais se eu ficasse perto dele, do que será que ele esta falando, que bobagem o que ele faz de tão errado assim?

Continua...

Notas finais
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