Forbidden Love
6 Brigas
Notas iniciais
Queria que ele visse uma parte de mim que ninguém nunca imaginou um lado sensual, eu queria que ele me desejasse acima de tudo, assim como eu desejava ele. Eu tirava a roupa olhando para seus olhos, para mim parecia ridículo e nos olhos dele brilhavam a luz da lâmpada como se ele pegasse fogo. Ele se levantou da cama e veio caminhando em minha direção pensei que ele iria me agarrar, mas foi totalmente o contrario.
–Não precisava fazer isso. – Disse ele. – “Chegando perto pegando minha mão”.
–Não fui nem um pouco sensual? – Perguntei.
–Foi sensual até demais, eu juro que fiquei quente muito quente. – Disse ele. – “Dando risada”.
–Desculpe, fui uma idiota não é. – Disse a ele.
–Você já é sensual sem precisar de nada disso, você já me deixa louco só quando me beija tenho delírios só quando ouço sua voz em meu ouvido, não preciso de nada disso pra te achar sensual. – Disse ele. – “Afagando meu rosto, chegando perto da minha boca e me beijando”.
Sua mão escorregou pelo meu cabelo, foi descendo pelo meu corpo e parando em minha bunda, ele me levantou e fez eu enrolar meus pés em seu corpo fazendo ficarmos cada vez mais grudados um no outro seu beijo fazia eu ficar tonta as vezes pensava que eu ia desmaiar mas ele me segurava firme, nos fomos indo até a cama e caimos sobre ela os dois juntos, e começamos a rir.
–Me sinto tão bem com você. – Eu disse. – “Acariciando seu rosto”.
–Eu também, nunca senti algo assim por ninguém. – Disse ele. – “Sorrindo”.
Aquilo que ele disse me deixou tão feliz que sentia em meu estomago borboletas flutuarem e um sorriso se espalhou em meu rosto. Nossos olhos ficaram focados um no outro por alguns minutos e depois quando vi estávamos nos beijando novamente. Quando estávamos num clima tão grande que nada parecia importar. Ouvi um barulho na porta da frente da casa, paramos imediatamente de se beijar e rapidamente o Nathan estava de pé e eu ao lado dele pondo minha roupa.
–O que vamos fazer eles já devem estar subindo. – Disse Nathan.
–Se esconda aqui em cima mesmo e depois inventamos alguma coisa. – Eu disse.
Corri para minha mesa, sentei em minha cadeira abri alguns livros e fingi que havia dormido sobre eles. Logo ouvi um barulho muito perto do quarto um barulho de subindo ou descendo as escadas desejei que o Nathan não tivesse se arriscado de descer, mas este era um risco que eu corria ele não era uma pessoa muito obediente ele era meio “rebelde”.
–Filha, acorde vá dormir na sua cama meu amor. – “Ouvi uma voz me chamar e quando abri os olhos pude ver minha mãe me balançando levemente”.
–Esta bem. – Eu disse. – “Fingindo uma voz sonolenta”.
Deitei em minha cama, tirando minha calça e tocando ela em qualquer lugar do quarto, ouvi minha mãe quando saiu bater a porta e desligar a luz. Eu rapidamente liguei a luz do abajur.
–Pode sair.- Eu disse. – “Alto o bastante para que Nathan ouvisse”.
Ele saiu, do banheiro do quarto e foi até a cama e sentou ao meu lado.
–O que vou dizer para o meu pai, lembra eu estava de castigo. – Disse ele.
–A gente pensa em alguma coisa. – Eu disse.
–É melhor a gente dormir. – Ele disse. – “Deitando e se aproximando de mim com seu corpo”.
Me abraçou forte, e daquele modo nos dormimos. Ouvi um barulho na madrugada, mas me sentia cansada demais para acordar para ver o que era. No dia seguinte acordei e rolei para o lado onde ele estava ontem ha noite, mas não havia ninguém só um grande vazio em minha cama enorme. Imaginei o que será que ele tinha inventado para o seu pai, tinha que ser uma ótima mentira ele tinha que fazer o pai dele acreditar tinha. Levantei fui tomar um banho e depois me vesti.
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Desci as escadas e encontrei com Gabriel correndo para seu quarto e eu fui atrás dele.
–O que aconteceu? – Perguntei.
Gabriel sentou em sua cama aos prantos e eu ao seu lado.
–Meu pai e meu irmão, continuam brigando não quero mais que isso continue faça eles pararem por favor. – Implorou o menino – “Ele me olhava nos olhos como se eu fosse sua ultima saída sua ultima esperança”.
–O que eu posso fazer Gabriel? Eu não sei em que eu posso ajudar. – Eu disse. – “Tentava acalmá-lo com meu abraço desajeitado”.
–Só faça eles pararem por favor. – Implorou ele novamente. – “Seu choro estava molhando minha camiseta ele estava realmente aos prantos precisava ajudá-lo mesmo não sabendo como fazer isso”.
–Fique aqui e não desça. – Eu disse. – “Levantando da cama e indo em direção a escada”.
Corri sobre as escadas até o andar de baixo pude ouvir de onde os gritos estavam vindo do escritório do Sr.Arthur, eu acompanhei os gritos até a sala e fiquei na porta só ouvindo, e esperando a deixa para que eu me metesse na conversa.
–Eu já disse mil vezes para não desobedecer minhas regras! E no primeiro dia de castigo você já fica saindo perambulando com seus amigos irresponsáveis. – Disse Sr.Arthur. – “Suas mãos estavam em cima da mesa seu tom de voz era claramente raivoso, seus sangue fervia em suas veias o que era visível”.
–Feche a boca para falar de meus amigos, eles são minha família! – Gritou Nathan. –Você é arrogante e prepotente, acha que iria obedecer ha ordem do papai assim fácil pobre homem até parece que não sabe como eu sou. – Disse Nathan. – “Brincando com a sorte, de ainda estar vivo”.
–Como é, há é só o que me falta mesmo mais uma sua Nathan e vai ser colégio interno entendeu? – Disse ele.
–Que ótimo, vai ser divertido. – Disse ele. – “Saindo da sala”.
Quando ele saiu da sala se deparou comigo ouvindo a conversa.
–Sabia que ouvir a conversa dos outros é feio? – Perguntou ele. – “Com um tom de voz rude”.
–Desculpe, ia interromper a briga de vocês, mas preferi não me meter. – Eu disse.
–Por que você iria se meter? – Perguntou ele.
–Seu irmão não aguenta mais ver vocês brigando, e eu o vi chorar não foi uma cena agradável. – Eu disse.
–Serio, nossa às vezes me esqueço que tenho um irmão mais novo e que tenho que acima de tudo protegê-lo. – Disse ele. –Depois se falamos, obrigado por ajudá-lo. – Disse ele. – “Nem esperou eu responder e subiu as escadas as pressas”.
Eu entrei na sala, esperando imediatamente que ele dissesse para eu me retirar, mas ele ficou em silencio surpreso por me ver entrando em sua sala coisa que eu nunca havia feito.
–Olha senhor, eu nunca quis lhe faltar com respeito ou mesmo me meter nas brigas da sua família, mas não consigo ver o Gabriel chorando do jeito que vi hoje acho melhor você discutir com o Nathan fora de casa longe do Gabriel, não vou aceitar entende, é demais pra mim, é demais pra ele, ele é só uma criança não merece ver este tipo de coisa ver seu pai discutindo com o irmão ver brigas e mais brigas todos os dias, nunca passou pela sua cabeça quantas vezes ele já não deve ter chorado sozinho em seu quarto sem ter ninguém para consolá-lo, ninguém para ouvir o que estava sentindo, para ouvir pelo que ele estava passando, me desculpe mas isso é muito irresponsável da sua parte. – Eu disse. – “Ele me olhava atentamente, surpreso pois pela primeira vez me impor a algo dentro daquela casa, sempre me mantinha neutra, por que sabia que eu não fazia parte daquela família não era meu assunto, mas agora mudou eu realmente me sinto de alguma forma ligada aquela família, ao Nathan e ao Gabriel, e acima de tudo vou protegê-los ainda mais Gabriel que é só uma criança”.
–Não vou aceitar, que você também me falte com respeito menina! – Disse ele. – “Sua cara fechou”.
–Já disse que nunca foi minha intenção me meter nos seus assuntos, mas se isso afetar novamente de alguma maneira o Gabriel eu não vou mais aceitar, simplesmente vou fazer minha mãe o denunciá-lo e não se casar com você, estamos entendidos senhor? – Eu perguntei. – “Pela primeira vez me senti com alguma autoridade”.
–Como é? Você esta me ameaçando? – Perguntou ele. – “Levantando de sua cadeira e indo a minha frente para ficar cara a cara comigo, isso estremeceu minhas pernas, mas tentei me manter bem direita para ele não perceber que de alguma forma me abalou”.
–Não é uma ameaça é um aviso, se eu vir Gabriel chorando novamente não vou pensar duas vezes e vou direto falar com a minha mãe. – Eu disse. – “Virei as costas e sai andando”.
–Vai se arrepender de ter se metido nisso garota. – Disse ele.
Não voltei continuei a caminhar subi as escadas e fui direto no quarto de Gabriel. Estava ele sentando em sua cama e o Nathan conversando com ele ao seu lado direito, eu parei na soleira da porta e fiquei pensando acho melhor eu não atrapalhar deve ser um papo de irmão e tal, na verdade não sabia muito bem o que era isso eu era filha única. Nathan me olhou e deu um sorriso torto, mas lindo como sempre.
–Pode entrar. – Disse Nathan. – “Sorrindo”.
–Não quero atrapalhar. – Eu disse. – “Com as bochechas rosadas de vergonha”.
–Não vai atrapalhar, fica aqui. – Disse Gabriel. – “Abrindo um sorriso, como se fosse o sol em meio às nuvens”.
Sentei ao lado esquerdo de Gabriel, comecei a sorrir para ele e ele me abraçou forte.
–Obrigado, por tudo. – Disse Gabriel. – “Me abraçando, eu primeiramente fiquei surpresa, mas então eu também o abracei".
–Não se preocupe agora sou sua irmã também, vou cuidar de você eu prometo. – Eu disse. – “Me afastando um pouco para olhar em seus olhos”.
Gabriel com o outro braço enroscou no pescoço do Nathan, e demos um abraço em grupo.
–Eu sei. – Disse Gabriel. – “Nos soltando, e fazendo cada um ficar em seu lugar”.
–Você sabe do que? – Perguntou Nathan.
–De vocês dois. – Disse Gabriel. – “Nos olhamos um paro outro e depois, Nathan falou com o Gabriel rápido para que ele não desconfiasse”.
–Não tem nada a haver Gabi, eu e a Emy somos só amigos nada demais entendeu. – Disse Nathan.
–Da pra ver mano, quando você olha pra ela seus olhos brilham. – Disse ele. – “Com uma voz infantil e doce”.
–É verdade, Nathan? – Eu perguntei. – “Olhando em seus olhos”.
–É claro que não! – Disse ele rapidamente. – “Desviando do meu olhar”.
–Ata. – Eu respondi. – “Estava sem reação, minha cara de felicidade foi para arrasada num tempo recorde”.
–Desculpe Emy. – Disse Nathan. – “Ele percebeu que me deixou arrasada”.
–Por que esta mentindo mano? – Perguntou Gabriel.
–Para de inventar coisas Gabriel! – Disse Nathan.
–Não fale assim com ele! – Gritei.
–Falo do jeito que eu quiser ele é meu irmão não seu! – Gritou Nathan. – “Ele se levantou e eu também estávamos a ponto de brigar como sempre”.
–Você é um grosseiro arrogante. – Gritei. – “Estavamos cada vez mais perto um do outro como se fossemos se beijar, mas não nossa cara era de quem ia bater um no outro”.
–E você é uma metida mimadinha. – Gritou ele.
–Não sou eu que quero pagar de Bad boy sendo que é um filho de papai. – Eu gritei.
–Ta achando que ta falando com quem garota! – Ele gritou. – “Estava em cima de mim, como se fosse me bater, mas ele que venha”.
–Com um metido filhinho de papai. – Eu gritei.
–Chega! – Gritou ele. – “Me agarrou segurava na minha nuca com força, e me deu um beijo delicioso”.
Depois que nos beijamos por alguns minutos nos paramos.
–Só assim para você manter a boca calada. – Disse ele.
–Olha como fala comigo! – Eu disse.
–Até parece que você não gosta de um Bad boy. – Disse ele. – “Dando um sorriso malicioso”.
–É o que eu mais gosto. – Eu disse. – “Chegando perto de seu ouvido e falando baixinho só para ele ouvir”.
Ele deu um sorriso e depois nos dois se viramos para a cama onde Gabriel estava sentando só nos observando.
–Eu disse que vocês se gostavam. – Disse Gabriel. – “Dando um lindo sorriso”.
–Gabi por favor, não conte ao papai. – Disse Nathan. – “Chegando perto dele, seus olhos suplicantes”.
–Por que? – Perguntou Gabriel. – “Inocentemente”.
–Ele não vai mais deixar a gente namorar, vai tentar de todas as formas me afastar dela e você não quer isso quer? – Perguntou Nathan. – “Ele estava fazendo chantagem com o menino, tadinho”.
–Não, quero que ela fique, quero que vocês fiquem juntos. – Disse ele. – “Sorrindo olhando para mim”.
–Que bom, há e sobre o que você perguntou de meus olhos brilharem quando olho pra ela, é verdade você tem toda a razão. – Disse Nathan. – “Acompanhando o olhar de seu irmão que levava até mim, minhas bochechas coraram”.
–Eu sabia, vocês estão apaixonado! – Disse ele. – “Feliz da vida”.
–Não é assim Gabi, a gente só se gosta. – Eu disse a ele.
–Você vai entender quando for maior. – Disse Nathan a ele.
–Mas da pra ver da pra sentir. – Disse Gabriel. –Mas não sou eu que vou mostrar isso pra vocês sei que vão descobrir. – Disse ele.
Demos uma risada constrangedora, e ficamos em silencio por alguns segundos.
–Preciso subir vou terminar uns temas até depois. – Eu disse. -“Saindo do quarto e subindo as escadas até o terceiro andar”.
Sentei em minha cadeira peguei meus livros e entre eles estava aquele que era da mãe do Nathan, o deixei mais a mostra talvez mostrasse hoje para o Nathan, mas não queria causar mais briga chega por hoje talvez amanhã.
Continua...

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