Forbidden Love
19 Acampamento
Notas iniciais
–Mãe a gente só estava conversando. – Eu disse.
–Eu mandei vir agora! – Disse minha mãe.
Eu caminhei até ela.
–Você também Nathan. – Disse minha mãe.
–Você não é nada minha não vou obedecer você. – Disse ele. – “Virou as costas e foi em direção ao carro”.
Minha mãe bufou, e valeu alguns palavrões e depois entramos para o restaurante ela estava fervendo de raiva.
–Esta vendo com quem esta andando! – Disse ela. – “Sentando em uma mesa onde estava o Sr.Arthur”.
Eu fui atrás dela e sentei a mesa.
–Onde esta Nathan? – Perguntou Sr.Arthur. – “Olhando para minha mãe”.
–Ele não quis entrar. – Disse minha mãe. – “Ela acenava para garçonete”.
–E o Gabriel onde esta? – Perguntei.
–No banheiro, vou ver como ele esta. – Disse Sr.Arthur. – “Levantou-se, e foi em direção ao banheiro que era fora do restaurante no lado da rua”.
–Acho que também vou ao banheiro. – Eu disse. – “Quando ia me levantar minha mãe pegou pelo meu braço e me fez sentar”.
–O que esta acontecendo? Conte-me, por favor. – Pediu ela.
–Mãe já disse não esta acontecendo nada, só quero ir ao banheiro. – Eu menti.
–Ta então vamos. – Disse ela.
–Esse é o problema você agora acha que tudo é motivo para desconfiar de mim, parece que tudo que penso em fazer tudo que faço esta errado. – Eu disse.
–Estou com medo que esteja se metendo com gente errada meu amor, você sabe mais do que ninguém que os amigos do Nathan são barra pesada que eles só andam com marginais não quero isso para você essa é minha única preocupação. – Disse ela.
–Então não se preocupe, eu estou muito bem mãe. – Eu disse.
–Tudo bem. – Disse minha mãe.
–Será que agora você me deixa ir ao banheiro sem uma guarda costas? – Perguntei.
–Pode ir. – Disse ela.
Eu me levantei e fui em direção a rua, abri a porta do restaurante Nathan estava parado a frente do carro olhando pro nada eu corri até ele.
–Por que esta ai sozinho? – Perguntei.
–Por que não quero entrar para lá e fingir que somos uma linda família feliz isso me irrita. – Disse Nathan.
–Nossa como é revoltado. – Eu disse.
–Pois é né eu sei. – Disse ele. – “Sorrindo”.
–Seu bobo. – Eu disse. – “Nós olhamos um para a boca do outro, e chegamos cada vez mais perto delas”.
Nos beijamos foi um ato comum quando estávamos perto demais um do outro, normalmente se não fosse isso estaríamos brigando, mas depois igual sempre saímos com nossas bocas totalmente ocupadas, mas elas não se ocupavam em discussões bobas e sim em beijar. Seu beijo era como nada parecido cada vez que eu tocava sua boca era como se fosse meu primeiro beijo sabe minhas pernas bambeavam e eu chegava a flutuar de tão alucinada que o beijo dele me deixava. Ele me colocou em cima do carro de seu pai e continuou a me beijar, ouvi passo perto da gente empurrei seu peito par longe de mim, mas ele não permitia. Então com toda minha força o empurrei dei um pulo do carro.
–Não acredito no que meus olhos vêem. – Disse minha mãe.
–Não é o que parece. – Eu disse. – “Tentando acalmá-la, mas ela não estava com raiva estava nervosa estava acima de tudo surpresa”.
–Na verdade é sim. – Disse Nathan. – “Num tom de deboche’’.
–Nathan não esta ajudando! – Eu disse.
–Eu nunca imaginei isso, nunca me passou pela cabeça claro que achei que estava envolvida com alguém do grupinho do Nathan, mas nunca me passou pela cabeça que era com o próprio. – Disse minha mãe. – “Com seus olhos pretos arregalados”.
–Pois é né sogrinha, ou mamãe qual nome é o mais apropriado? – Perguntou Nathan. – “Chegando perto de mim, pondo sua mão em volta de meu pescoço, ele ainda tirava com a cara de minha mãe”.
–Mãe não ouve o que ele fala por favor. – Eu disse. – “Tirando seu braço de envolta de mim e indo para minha mãe”.
–Acho que vou ter um treco. – Disse minha mãe, ela parecia estar tonta parecia que ia desmaiar.
–Mãe esta se sentindo bem? – Perguntei.
–Não. – Disse ela. – “Ela desmaiou e eu a peguei em meu braços”.
–Chame seu pai rápido. – Disse para Nathan.
Ele correu para o banheiro masculino e pouco tempo depois ele já estava ali a atendendo. Ele jogou um pouco de água nela e ela despertou, seus olhos ainda fixavam eu e Nathan, ela ainda não contaria para o Sr.Arthur ela o conhecia bem sabia que ele teria um ataque e iríamos embora imediatamente, ela não faria isso com Gabriel. Se ela pensasse assim teríamos só o fim de semana, eu estava com tanto medo não sabia como reagir.
–O que aconteceu meu amor? – Perguntou Sr.Arthur.
Nunca tinha visto ele tão preocupado com alguém como vi agora.
–Nada eu só fiquei tonta, acho que é a fome. – Disse minha mãe.
–Vem vamos lá para dentro, e vocês também inclusive você Nathan e sem escândalo entendeu? – Disse Sr.Arthur.
Nathan só assentiu com a cabeça, nós entramos e cada um sentou em um banco da pequena mesa, a garçonete trouxe uma comida simples e bem comum das beiras de estrada ovo um pedaço de bife e arroz com batata frita, Gabriel parecia bem feliz e tirando todo o resto de coisas ruins que aconteceu comigo hoje eu fico feliz por ele. Nós comemos, depois os homens foram na frente minha mãe pegou pelo meu braço e me puxou para caminharmos só eu e ela mais devagar.
–Estou encrencada né? — Perguntei.
–Não esta só encrencada Emily, você se meteu com o filho do meu noivo seu quase meio irmão, e isso não é nada ele parece ser um drogado que não faz nada da vida alem de ficar com aqueles idiotas dos amigos dele. – Disse minha mãe.
–Mas o que eu posso fazer mãe eu o amo. – Eu disse.
–Amar não é nada minha filha um dia ira aprender isso. – Disse ela.
–Como ficou tão amarga? Foi por causa do papai não é? – Disse.
–Por que diz essa besteira me poupe seu pai não é ninguém para mim nunca foi. – Disse minha mãe.
–Não minta mãe, ele sempre foi seu grande amor e sempre será. – Eu disse.
–Não estamos falando de mim, e se prepare vocês dois quando voltarmos a primeira coisa que irei fazer é contar ao Arthur, só não contei a ele agora por que não quero estragar o aniversario do Gabriel sabemos que ele não gosta quando o irmão e o pai brigam. – Disse minha mãe.
Eu abaixei minha cabeça e andei até o carro assim fez também minha mãe ela estava atrás de mim, entramos no carro todos já estavam lá dentro. Minha mãe fez questão de não deixar o silencio se prolongar botou logo uma musica, para aquele silencio assustador terminar. Chegamos ao um campo grande com algumas arvores envolta. Saímos do carro todos Gabriel sorria contente em estar ali, já Nathan estava com uma cara fechada fazendo o sol não estar assim tão intenso como é de costume. Sr.Arthur decidiu fazer uma trilha para mais adiante da floresta para que não tivéssemos nem um contato com a cidade só com a natureza, entramos “mato adentro”, quando vimos estávamos rodeados de arvores, eu estava perdida, mas sabia que eles tinham um senso melhor de direção que eu.
–Bom vamos ficar por aqui, aqui ainda sei onde estamos sei me localizar, vou buscar água numa lagoa que tem aqui perto, Nathan e Emily vão buscar lenha para fazermos o fogo e amor monte o acampamento com Gabriel. – Disse Sr.Arthur.
–Será que não posso ir com os meninos pegar lenha? – Perguntou minha mãe.
–Deixa eu ser o capitão desta viagem, meu bem acho melhor voc~e ficar. – Disse ele.
–Esta bem querido. – Ela disse. – “Eles se beijaram, Sr.Arthur se distanciou para mais perto do lago ela ficou ali pegando alguns ferros para começar a montar e nos fomos rápido para longe!”.
–Não demorem. – Ouvimos o grito de minha mãe.
Nathan sorriu para mim me pegou no colo me girando me beijando.
–Finalmente sós. – Disse ele. – “Com o sorriso que iluminava o sol, agora sim o sol estava mais brilhoso do que nunca”.
Ele me colocou ao chão delicadamente e me beijou.
–Minha mãe vai nos matar. – Eu disse.
Ele sorriu.
–Ela não conseguira. – Disse.
–O que? – Perguntei.
–Estragar tudo o que eu já conquistei, você não vou deixar que tirem você de mim. – Disse ele. – “Pegando meu rosto com suas mãos”.
–Isso não é uma escolha nossa você sabe, quando seu pai descobrir o que ele vai fazer não sabe? – Perguntei.
–Sim eu sei e estou preparado para isso, mas não se preocupe será poucos meses, disse ele eu não vou demorar a fazer aniversario eu prometo. – Disse ele. – “Sorrindo”. –E quando eu tiver 18 anos eu realmente vou ser um adulto livre, e prometo que seremos felizes juntos. – Disse ele.
Pela primeira vez ele parecia se importar com o futuro antes, antes da nossa ultima briga ele só pensava no agora e deixava o amanhã para amanhã, agora não ele planeja uma vida comigo e isso realmente me surpreende e até me assusta um pouco, ela já faz planos e eu agora pareço ainda tão imatura.
–Me promete uma coisa? – Perguntei.
–O que é? – Disse ele.
–Promete que vamos ter um fim como um conto de fadas, felizes pra sempre. – Eu disse. – “Sorrindo, com um sorriso triste pois sabia que dificilmente terminaríamos assim com um final feliz como nos livros infantis”.
–Eu prometo que farei de tudo para que termine assim. – Disse ele. – “Voltando a me beijar lentamente, no começo para depois ficar mais intenso só ficava mais e mais intenso”.

Eu o parei, empurrei ele um pouco para longe de mim para que tivéssemos uma distancia boa para que eu conseguisse me controlar, o beijo dele me deixava meio desnorteada.
–Precisamos pegar logo essas lenhas, não quero ouvir mais bronca da minha mãe. – Eu disse.
–Nossa ela é muito chata não é? – Disse ele.
–Mais do que eu imaginava. – Eu disse.
Começamos a cortar a lenha, e levamos para nosso acampamento, o Senhor Arthur ajudava minha mãe a montar a ultima barraca no total eram três imaginei que algum de nós dormiria com Gabriel, se bem que isso não faz diferença ele quase não ocupa espaço mesmo só a única coisa que eu queria era ter uma boa noite de sono sei que dificilmente eu teria, eu iria dormir no chão com certeza uma boa noite de sono é o que eu não teria. Depois que as barracas estavam devidamente prontas colocamos nossas coisas lá para dentro e arrumamos nossos “quartos”, eu e minha mãe, em quanto o Sr.Arhur ensinava sem muito sucesso a acender o fogo com a madeira, ensinava ao Nathan e ao Gabriel. Gabriel parecia estar empolgado enquanto Nathan às vezes davam alguns bocejos de tédio total.
–Pai não é mais fácil usar uma caixa de fósforos ou um isqueiro? – Perguntou Nathan. – “Com uma cara de tédio que deixou seu pai irritado”.
–Não Nathan, e vamos ficar aqui até aprender a fazer essa coisa direito! – Disse Sr.Arthur.
Minha mãe foi até ele tirou as duas lenhas de sua mão e fez o fogo.
–Como você fez isso? – Perguntou o Sr.Arthur. – “Com uma cara de surpreso”.
–Meu pai era um pescador, saiamos à noite para pegar os melhores peixes e essa era minha função acender a fogueira. – Disse minha mãe.
–Ainda estou boque aberto. – Disse ele.
–Eu percebi. – Disse minha mãe. – “Sorrindo”.
Ela se sentou ao lado dele na fogueira, eu ainda tinha uma ultima mala para levar até a barraca, não era minha era do Nathan era uma mochila bem pesadinha quando eu levantei ela para carregar ela até a barraca caiu algo dela um canivete eu acho, e fez um barulho e todos olharam para mim.
–Não foi nada acho que arrebentou minha pulseira. – Eu disse. – “Sorrindo, estava bem nervosa”.
Eles se viraram e voltaram a olhar o fogo menos Nathan que veio até mim, eu coloquei dentro do bolso o canivete.
–Deixa eu te ajudar. – Ele disse. – “Pegando sua mochila com facilidade”.
Fomos até sua barraca ele entrou e arrumou tudo lá dentro quando deu falta de seu objeto veio a onde eu estava, sentada na fogueira. Ele sentou ao meu lado bem perto de mim, minha mãe e seu pai estavam distraídos ensinando como esquenta um marshmallow na fogueira. Ele chegou perto de meu ouvido.
–Me de agora, o que você pegou. – Disse ele. – “Num tom de voz baixo, mas controlado”.
–Só depois que me dizer por que trouxe isso. – Eu disse. – “Eu pude ver, a raiva que ele sentiu quando falei aquilo seus olhos queimavam”.
Eu sorri para ele como um sinal de deboche a toda aquela raiva.
–Você vai me pagar, vou te procurar de madrugada sei onde esta acampando. – Disse ele. – “Seus olhos continuavam a pegar fogo, mas ele esboçou um pequeno sorriso de satisfação ele saberia que não iria rejeitá-lo”.
–Eu não tenho medo de você, você não me assusta. – Eu disse. – “Sorrindo maliciosamente”.
Ele deu uma risadinha baixa, e começou a encarar o fogo por um longo tempo.
–Mãe onde esta os marshmallows? – Perguntei.
–Esta lá atrás filha com as outras comidas. – Disse ela.
Me levantei e fui atrás das barracas onde ficava uma pequena mesa com umas cinco sacolas de comida, é minha mãe é exagerada. Quando alguém pulou em cima de mim fazendo ir para dentro da floresta.
–Quem é que não da medo? Quem é que não sabe assustar. – Disse Nathan. – “Ele me pegando pelos dois braços me obrigando a ficar quieta parada”. –Vou te mostrar. – Ele disse. – “Me agarrou e eu simplesmente me deixei levar parece que não tenho controle mais sobre mim”.
Continua...
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